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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Que sabes tu do que é o sofrimento, disse ela enquanto eu me afastei, os olhos vãos e afundados em razão, e o silêncio encheu o quarto que a sua força fez tremer. Nunca se sabe o que um rosto pode esconder. Na sua história, na sua história, tudo aconteceu, tudo aconteceu. Vivo na pele da melancolia, mas sou eu quem beneficia, de transformar pequenos ventos em tornados. Na sua história, na sua história, tudo aconteceu, tudo aconteceu.  
  Letra   Longe fica a rua onde eu te vi. E a vida pode recomeçar onde eu quis sentar-me ao pé de ti cheio de assuntos para te impressionar. Refrão: Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti. Pronto para ver perder-se a lembrança de mim. Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti. Os teus olhos passaram por mim. Eu tinha a vida a desesperar e num instante o futuro decidi ao não decidir, ao congelar. (Refrão) É que os fracos não agarram as hipóteses de mudar. O que (...)
    Letra   Chamaste-me extravagante Por eu ter uma noitada Eu sou um rapaz brilhante Recolho de madrugada Recolho de madrugada Mesmo agora neste instante Por eu ter uma noitada Chamaste-me extravagante Se o meu cante desprezares Por já vir rompendo o dia Ainda nunca ouvi cantar Um rouxinol ao meio dia
    Letra   Mais um dia na cidade Eu não sei nada de ti Ainda não vi o teu milagresobre mim Eu nem ouso sentir esperança Estou tão longe do que é bom Não te tenho nesta dança, neste tom Mas se te vejo, adriana Se te vejo, adriana Eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir atrás de ti... Eu quero ver-te no meu espelho Intimidar-te com o olhar E confessar-te que foste eleita para eu me dar Vá vem dormir para os meus braços Que eu vou mostrar-te o que é o amor Se (...)
17 Mai, 2011

Jorge Cruz - Nada

    Letra   Nada te espanta, nada te encanta Nada te tomba ou te levanta Sem passar dentro de ti Nada te gera, nada te espera Nao ha outono nem primavera Sem que o sintas a surgir Tu és a escala A mao que embala Tomas bem conta de ti Tu és a escala A mao que embala Tens um rumo a seguir E nada te atrasa, nada te arrasa Nem que no ceu percas uma asa Vais pegar de novo em ti Nada te usa, nada te escusa Mesmo se o mundo inteiro te acusa So tu sabes pra onde ir Tu és a escala A (...)
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