Sexta-feira, 13.10.17

 

Letra

 

O circo está cheio
O espectáculo vai começar
Apagam-se as luzes
A banda começa a tocar

Entram acrobatas, homens contentes
Há salva de palmas
Sorriem inocentes

Os animais entram em acção
Estalam chicotes
Cresce a tensão

Fitam os donos, rangem os dentes
Estão cheios de sono
Vivem dormentes

Fogem da jaula, rompem barreiras
Há gritos na sala
Há pânico nas cadeiras

Há gente caída, há corpos no chão
São bocados de alma
Uns vivem, outros não

Dói-me o corpo
Dói-me a alma
Dói-me o ego
Dói-me tudo
Estou cansado
Tenho fome
Tenho sede
Sinto a terra
Passa a vida inteira
Neste palco de feras

No final cansados, chegam-se á frente
Estão todos de volta
No fim da sessão

Dói-me o corpo
Dói-me a alma
Dói-me o ego
Dói-me tudo
Estou cansado
Tenho fome
Tenho sede
Sinto a terra
Passa a vida inteira
Neste palco de feras

 

Não encontrei os créditos desta música

 



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Letra

 

Acende um cigarro
Olha para mim
Sentada a meu lado
Toca-me assim
Envergonhado estou-me a sentir
Posso estar farto
Mas fico por aqui
Há quem queira
Por-me em cima de um altar
Há quem diga
Que sou a sorte e o azar

Ando louco, tão louco, louco por ti
Fico louco, tão louco, fora de mim

São raros os casos
Em que eu não tenha de me cruzar
Selamos segredos
Por vezes dão que falar
Bebe-se um copo
Um convite para jantar
Salta-me à vista esse teu rebelde olhar

Ando louco, tão louco, louco por ti
Fico louco, tão louco, fora de mim

Sorriso nos lábios
Tenta-me seduzir
Fico nervoso
Daqui quero sair

Ando louco, tão louco, louco por ti
Fico louco, tão louco, fora de mim

 

Não ecnontrei os créditos desta música

 



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Terça-feira, 10.10.17

joão pedro pais.jpg

 

12 novembro (2ª data) | domingo | 21h30 | Auditório Municipal Augusto Cabrita

Concerto com João Pedro Pais


O primeiro concerto de João Pedro Pais, marcado para dia 11 de novembro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita está praticamente esgotado. Está já marcada uma segunda data, para 12 de novembro, pelas 21h30, também no AMAC.

Em 2015 João Pedro Pais volta às grandes canções, “Identidade” foi o sétimo álbum de originais de João Pedro Pais, gravado entre Londres e Lisboa.


Sobre o 1º single “Passo a Passo" extraído deste álbum, o Cantautor disse:


“Cada momento meu e de tudo o que aprendi e vi, está aqui nesta canção. É isto que eu sou e que muitos de vocês também são, momentos e acontecimentos. Vivemos um dia de cada vez, “Passo a Passo”. Construímos e desconstruímos relações, até nos encontrarmos nas mesmas. A nossa identidade!”


Nos dias 11 e 12 de novembro, João Pedro Pais visita o Barreiro com o seu espectáculo “Improviso”.


Um espectáculo intimista, de “olhos nos olhos” e onde as suas canções (as novas e os grandes êxitos) são abordadas de uma forma simples e mais próximas da sua essência.

M/6 anos
Ingressos: 12,50 €

Ficha artística:
João Pedro Pais
Rui Almeida – Piano
Fernando Tavares – Percussão
Sérgio Mendes – Guitarras
Donovan Bettencourt – Baixo

 

VENDA DE INGRESSOS: AMAC (212 068 230) e Posto de Turismo do Barreiro (212 068 287).
OUTROS LOCAIS DE VENDA: www.ticketline.sapo.pt, Fnac, Worten, El Corte Inglés, C. C. Dolce Vita, Casino Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Ag. Abreu, A.B.E.P., MMM Ticket e C.C. Mundicenter, Fórum Aveiro, U-Ticketline, CCB, Time Out Mercado da Ribeira, Shopping Cidade do Porto, Lojas NOTE, SuperCor – Supermercados e ASK ME Lisboa.

 

CMB 2017-10-09



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Sexta-feira, 10.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 03.06.16

 

Letra

 

Tenho memórias que não sei apagar
Tu tens histórias para contar
Dou-te momentos, quero os teus
Onde tu entras e rasgas os meus

Eu e tu, livres e sós
Este mundo, grita por nós

Tu és o norte, eu sou o sul
Todo este céu, tão cheio de luz
Fica mais forte se dizes não
Tens a palavra guardada na tua mão

Pedes-me tempo que finges não ter
Viajas no vento que bate e faz doer
Desenhas a estrada, piso o teu chão
Mostras a espada que fere o coração

Eu e tu, livres e sós
Este mundo, grita por nós

Tu és o norte, eu sou o sul
Todo este céu, tão cheio de luz
Fica mais forte se dizes não
Tens a palavra guardada na tua mão

Quantas vezes fomos sempre nós?
Quantos dias vão ter que esperar?
Se me ouves dá-me a tua voz
Porque és tu o meu lugar

Tu és o norte, eu sou o sul
Todo este céu, tão cheio de luz
Fica mais forte se dizes não
Tens a palavra guardada na tua mão

 



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Sexta-feira, 20.05.16

joão pedro pais.jpg

 

 

JOÃO PEDRO PAIS 

CONCERTOS ÍNTIMOS 2016
 
SÁB 21 MAI 21H30

AUDITÓRIO 12,5€ / 10€ (CARTÃO AMIGO, SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
PASSE GERAL CONCERTOS ÍNTIMOS 2016 30€
POP | 75MIN. | M/6

 

A encerrar o ciclo de Concertos Íntimos 2016, João Pedro Pais sobe pela 1ª vez ao palco do Cine-Teatro de Estarreja, com o seu espetáculo “Improviso”. Um concerto intimista, de “olhos nos olhos” e onde as suas canções são abordadas de uma forma simples e mais próximas da sua essência. Com uma carreira de ascensão rápida, com início em 1997, o cantautor já disse presente em vários dos meteóricos festivais que acontecem neste país, tendo em 2003 repartido o palco com Brian Adams, em tournée ibérica. Em 2015 João Pedro Pais volta às grandes canções, com “Identidade”, o sétimo álbum de originais gravado entre Londres e Lisboa. Agora é tempo de passar em revista os seus grandes êxitos, que são muitos, para o muito público que com certeza quer fazer esta viagem com seu ídolo.


[Espectáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]



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Terça-feira, 17.11.15

 

Letra

 

Dar-te um beijo
Satisfaz o meu desejo
De te tocar
Esperei tanto tempo
Para te abraçar
Para te enrolar
Em mim...

Aconteceu
Tornou-se realidade
O teu corpo
Tudo em ti era verdade
Mas ja passou
E no vazio, caiu...

Até que chegou o momento,
Cada hora é um tormento,
Mas só te peço para ficares
Ainda estas a tempo de mudar

Esse olhar que existe em ti
Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar...

Tens de mudar,
Esse teu pensar,
Esse teu olhar
Ao pé de mim...

Ando triste,
Amor que não existe
Traz a dor,
Palavras de desgosto
que estando assim,
Mais me sinto
Perto de ti...

Não me negues
Talvez o teu último abraço
Com o tempo marcado passo a passo
Acreditar, que foi melhor assim.....

Até que chegou o momento
Cada hora é um tormento
Mas só te peço para ficares
Ainda tás a tempo de mudar

Esse olhar que existe em ti
Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar

Tens de mudar

Fica ao pé de mim!

Só canto para te agradar!

Tens de mudar
Esse teu olhar...

Fica ao pé de mim
Só canto para te agradar...
tens de mudar...

Esse teu pensar
Esse teu olhar...

Esse teu pensar
Esse teu olhar...

Ao pé de mim...

 

 



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Terça-feira, 10.11.15

 

Letra

 

Corpo a corpo
Cara a cara
Num banco de jardim
Nesta valsa, quebro a asa.
Um homem não morre assim.

Passo a passo
Boca a boca
Corpos que se pedem (úúú)
Dão as mão vão para casa
É a vontade que nos leva

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Fomos tempo e esperança
Em tudo o que se quis
Somos pele nesta dança
Mais forte do que raízes
Viajamos sem destino
Para um lugar qualquer
Cumprimos o prometido
Somos o que vida quer

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Se acaso for tarde
Pode ser amanhã
Corpos cansados
Sobre o divã
Fazem promessas
De amor para sempre
Matam a dor,
Libertam a mente

Lá lá lá lárara la la lá larara

Vamos descobrir o mundo
Ter silêncios e prazer
Somos a soma de tudo
Somos o que acontecer

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Se acaso for tarde
Pode ser amanhã
Corpos cansados
Sobre o divã
Fazem promessas
De amor para sempre
Matam a dor,
Libertam a mente

La ra ra lááá lá lára lá lá

 



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Quarta-feira, 31.12.14

 

Letra

 

Quero os teus dedos molhados bastante salgados
Encosta os teus lábios aos meus
Mal o meu corpo te encontra, já estas pronta
Mas fazes de conta que não me queres

Tu és... mais do que um beijo
Sentes desejo houve o coração bater
Mais depressa enquanto me embalas e perdes a fala
Tem cuidado não me faças sofrer

Eu venho de longe, estou quase a chegar
Apresento-me hoje,
Porque amanhã, quero estar

Refrão:

Não demoro, quero-te agora
Fica na porta, um volto já
Mal me conheces,
Mas não me esqueces
Chego mais cedo
Mas não posso ficar (2x)

Caio na tua rede,
Matas-me a sede
Olho-me ao espelho a vapor e suor
Fixa, o olhar no escuro
Quero que vejas o meu e o teu esplendor

Fica, bem mais de perto
Tiro-te a teima
O que tens tu para dizer
Sei mais do que tu julgas

Manias novas e há tanta noite a preencher
Eu e tu somos muitos
Não podemos falhar
O que perdemos ontem
Hoje vamos ganhar

 



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Terça-feira, 22.04.14

 

 

Letra

 

Entrei fora de mão
Fiz a maior confusão
Correndo no passeio 
Foi como um tiro certeiro

Do outro lado da portagem
Vi alguêm disse-lhe adeus
Queria eu seguir viagem
Falei-lhe não respondeu

Está tudo bem 
Tudo bem
Mesmo que os outros nos olhem com desdém
Está tudo bem, tudo bem
De vez em quando
Todos somos uns bons filhos da mãe

Parei no apeadeiro
Tudo tinha para ver
Vi-te logo a ti primeiro 
Aqui ficas a saber

E seguindo o meu caminho 
Perco-me antes de chegar
Por ali fico eu sozinho
Com ganas p`ra te encontrar

Posso esconder-me no escuro
Encostar-te à parede
Esbarrar-me contra um muro
Faço trapézio sem rede
Se depois de tudo isto
Não consegues entender
Melhor fora não ter visto 
Não te dares a conheçer




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Segunda-feira, 02.12.13

 

 

Letra

 

Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado

Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
à desfilada

Canta rouxinol canta
não me dês penas,
cresce girassol cresce
entre açucenas

Afoga-me o corpo todo
se te pertenço,
rasga-me o vento ardendo
em fumos de incenso

Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado

Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
à desfilada

Ai como eu te quero,
ai de madrugada,
ai alma da terra,
ai linda, assim deitada

Ai como eu te amo,
ai tão sossegada,
ai beijo-te o corpo,
ai seara, tão desejada 

 

JOÃO PEDRO PAIS | LEMBRA-ME UM SONHO LINDO (de FAUSTO BORDALO DIAS)



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Domingo, 10.11.13

 

 

Letra

 

Estás à espera de quê?
Fiz-te este convite
Estou de braços abertos
Para poderes entrar

 

Não perguntes porquê
Porque é que estive à espera?
Acordei mais cedo
Quis ver o dia chegar

 

Hoje sonhei que via o mundo
Virado do avesso
Tudo ao contrário, nem queria acordar
Houve alguém que o pintou

Com todas as cores
Até parecia, tão natural.

 

Quero o contrário, sigo em frente
Seguir os meus sonhos
Tão cheios de gente
Não fico à espera, de quem já não vem
Há quem me queira, como eu te quero
E tu sabes bem

 

Estás com medo do quê?
Que te faça perguntas
E te peça as respostas
Que tu não me queres dar

 

Fica perto de mim
Estou apenas cansado
Fico bem a teu lado, gosto de ver-te sorrir

 

Hoje sonhei que via o mundo
Virado do avesso
Tudo ao contrário, nem queria acordar
Houve alguém que o pintou
Com todas as cores
Até parecia, tão natural.

 

Quero o contrário, sigo em frente
Seguir os meus sonhos
Tão cheios de gente
Não fico à espera, de quem já não vem
Há quem me queira, como eu te quero
E tu sabes bem

 

Agora sei
Que o tempo já não pede pressa
Que as nuvens ficam entre o céu e o mar
Já só me resta, a minha consciência
Porque este é o meu lugar



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Quinta-feira, 01.08.13

 

Letra

 

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem se põe a pensar 
quando um homem se põe a pensar 

Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar 

E se houver 
uma praça de gente madura 
e uma estátua 
e uma estátua de de febre a arder 

Anda alguém 
pela noite de breu à procura 
e não há quem lhe queira valer 
e não há quem lhe queira valer 

Vejam bem 
daquele homem a fraca figura 
desbravando os caminhos do pão 
desbravando os caminhos do pão 

E se houver 
uma praça de gente madura 
ninguém vem levantá-lo do chão 
ninguém vem levantá-lo do chão 

Vejam bem 
que não há só gaivotas em terra 
quando um homem 
quando um homem se põe a pensar 

Quem lá vem 
dorme à noite ao relento na areia 
dorme à noite ao relento no mar 
dorme à noite ao relento no mar



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Sexta-feira, 28.06.13

 

Letra

 

Saí daqui p'ra bem longe 
Fugi assim muito longe 
Fiz-me à estrada ao amanhecer 
À deriva sem nada a perder 

Fui embalado ao sabor do vento 
Deixei-me ir nas horas do tempo 
As memórias ficaram por contar 
Das tristezas não quero falar 

Será que a culpa foi toda minha 
Será que ao fundo termina a linha 
O horizonte acaba ali 
E a nascente jamais a vi 

Sou mais 1 sonhador 
Ooohhh 
Quiçá 1 trovador 
Sou mais 1 sonhador 
Ooohhh 
Quiçá 1 trovador 

Adormeci quase anoitecia 
Quando acordei era outro dia 
O cansaço tomou conta de mim 
O fracasso já nasceu assim



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Letra

 

O pêndulo do relógio
Faz tremer o chão
Na parede um quadro
Desenhado a mão

Guardo a fotografia
É onde tu sorris
Aquela mais antiga
Pareces feliz

Fora da estante
Está um livro teu
Tantas vezes lido
Arde até ao fim

O sol já vai baixo
É o entardecer
Faz a paisagem calma
Quer adormecer

Isto do amor
E um caso estranho
Sem bem o que dou
Não sei o que tenho

Quero-te provar
Que nunca te minto
Quero-te mostrar
Aquilo que sinto

Hoje foste embora
E algures por aí
Ainda me pergunto
Se tu gostas de mim

Tenho o meu peito aberto
Só tu podes fechar
À palavras que ferem
Deixam-me a sangra

Isto do amor
E um caso estranho
Sei bem o que dou
Sei bem o que tenho

Quero-te provar
Que nunca te minto
Quero-te mostrar
Aquilo que sinto

Isto do Amor



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Quarta-feira, 23.01.13

João Pedro Pais atua em concerto interativo no MEO Like Music

João Pedro Pais será o próximo artista a atuar no MEO Like Music, naquele que será o primeiro concerto interativo do ano. O cantor apresenta o seu novo álbum, “Desassossego”, dia 30 de janeiro a partir das 22 horas. 

O concerto terá a participação especial de um vencedor de um passatempo, promovido pela MTV Portugal, que vai dividir o palco com a banda e cantar o novo single de João Pedro Pais, “Havemos de lá chegar”.

Com uma carreira artística de mais de uma década, centenas de concertos e cerca de 200 mil discos vendidos, João Pedro Pais é hoje um dos artistas mais acarinhados pelo público português. Desde a sua estreia em 1997, cedo se revelou um campeão de vendas e capaz de compor canções que rapidamente se tornam populares. 

O artista inicia agora uma nova etapa com o lançamento do seu sexto álbum de originais, “Desassossego”. Neste disco, João Pedro Pais explora territórios onde não se havia ainda aventurado e conta com a participação de vários artistas conhecidos como Mónica Ferraz ou Carlos Nobre (Pacman).

O concerto será transmitido em direto, em exclusivo e de forma gratuita para fãs do MEO no Facebook, na aplicação MEO Like Music e para clientes MEO ADSL e Fibra (com MEOBox) na TV, através da aplicação interativa. Os fãs do MEO no Facebook terão a possibilidade de ver o concerto em várias câmaras e de interagir com a banda através de ações digitais como “palmas”, “isqueiros”, “só mais uma”, comentários live e sugestões de perguntas a realizar. 

Este concerto será posteriormente disponibilizado na TV em HD, através da aplicação interativa, para os clientes MEO (ADSL e Fibra com MEOBox) e no Facebook para os fãs do MEO.

Todos os concertos MEO Like Music contam com o apoio do serviço music box, onde já está disponível o novo álbum de João Pedro Pais.

 

Retirado do Sapo Música


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Segunda-feira, 19.11.12

 

 

Letra

 

Começamos de novo

Temos muito a fazer

Não perdi o juízo

Podes ver para querer

Chega bem mais perto
Abraça-me devagar
Diz-me tudo o que pensas
Vamos recomeçar

Ainda naquele dia
Por acaso pensei
Nas palavras que dizes
Que sabem sempre tão bem
Fico mais desperto
Ao que tenho para ver
O coração aguenta
Não tenho como ceder

Começamos de novo
Havemos de lá chegar
Faz parte do jogo
Ter força para mudar

Começamos de novo
Havemos de lá chegar

Gosto desse teu jeito
Desse teu modo de estar
Parece tudo perfeito
Quando te ouço falar
Tens essa pose elegante
Que faz um homem querer
O teu riso contagiante
Não temos tempo a perder


Quando me vires a passar
Vem à janela e sorri
Levanto os braços ao luar
Para que te lembres de mim
Sou um homem que luta
Que consegue parar
Sem medalhas ao peito
Mas com tanto para dar

Começamos de novo
Havemos de lá chegar
Faz parte do jogo
A força para mudar

Começamos de novo
Havemos de lá chegar

Este céu é o limite
Os rios correm para o mar

Havemos de lá chegar

Havemos de lá chegar

Havemos de lá chegar



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Quarta-feira, 14.11.12
 
Letra

Quando adormeces e fica um vazio
Quando me tocas o corpo quieto e frio
Mesmo que o sintas não dizes nada

 

Quando me abraças tudo estremece
Quando me beijas o escuro enlouquece
Tu não sentes nem sabes nada

 

Não dizes nada se não estou
Ficas calada se me vou
Tu não sabes nada de nada

 

Pouco te importa a quem me dou
Nunca lutaste por quem eu sou
Eu estava certo e tu errada

 

Quando me aqueces fico nos teus braços
Quando me esqueces eu perco os teus passos
Nem tu sentes mesmo nada

 

Quando o teu suspirar rompe o silencio
Quando te perdes por momentos
Tu não sabes mesmo nada, nada ....

 

Não dizes nada se não estou
Ficas calada se me vou
Tu não sabes nada de nada

 

Pouco te importa a quem me dou
Nunca lutaste por quem eu sou
Eu estava certo e tu errada

 

Quando te toco pela ultima vez
E o trem arranca depois das três
A hora, já estava marcada

 

Não dizes nada se não estou
Tu não sabes nada de nada

Pouco te importa a quem me dou


Eu estava certo e tu errada

Não dizes nada ficas calada



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Terça-feira, 13.11.12

 

 

letra

 

Da próxima vez, vou estar atento à tua fisgada
Encruzilhar-me na tua bancada
Ficar num canto e não me mexer

Mais uma vez, vou seguir todos os teus caminhos
Fugir fingindo que me vês sorrindo
P'ra te fitar quando eu puder

Quero ser, personagem de banda desenhada
Onde me assumo numa cena errada
E em que todos me vão descobrir

Quero ficar um pouco mais dentro do teu casulo
Faço de conta, que sou teu e tu és meu assumo
Onde me entrego e tu te das a conhecer

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Da próxima vez vou querer toda a tua atenção
Vou esperar que me estendas a mão
E que me deixes cair a seguir

Mais que uma vez puseste à prova o teu sexto sentido
Depois dás o dito por não dito
Como eu gostava de te compreender ...

Quero ser, a soluçãoo do teu problema
Participando nesse mesmo esquema
Que só tu sabes entender

Queria ter, só um pouco desse teu talento
Tiro as vogais e ponho os acentos
Estou preparado pro que der e vier

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou



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Quinta-feira, 08.11.12

João Pedro Pais lança

João Pedro Pais lança "Desassossego" a 10 de Dezembro. 


Este novo álbum possui dez novas canções que confirmam a escrita incisiva do cantor.


Um trabalho produzido e gravado por João Martins, misturado por Adam Kasper e masterizado por Andy Vandette, demonstra o bem sucedido percurso do cantor.

 

João Pedro Pais tornou-se num dos nomes mais populares da música portuguesa, ao mesmo tempo que explora novos caminhos, apostando em nunca deixar de surpreender o público.

 

“Havemos de lá chegar” é um desses momentos. Uma canção cativante como as melhores que já ofereceu, mas em que João Pedro Pais se aventura em territórios que ainda não havia explorado, de uma forma magistral.

 

Uma amostra do que aí vem em Dezembro a deixar os fãs no desassossego.

 

Sofia Silva

 

Retirado de HardMúsica



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Quarta-feira, 23.05.12

 

Letra

 

Paciência

 João Pedro Pais

 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 

E quando o tempo acelera e pede pressa 
Eu recuso, faço hora e vou na valsa, 

A vida é tão rara... 

Enquanto todo mundo espera a cura do mal, 
E a loucura finge que isso é normal, 
Eu finjo ter paciência... 

O mundo vai girando cada vez nais veloz, 
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós 
Um pouco mais de paciência... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 
A vida não pára nao... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

A vida é tão rara.



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Sexta-feira, 08.04.11

 

 

Letra

Conta-me histórias,de tempos
A que eu gostaria de voltar,
Tenho saudades, de momentos,
Que nunca mais vou encontrar,
A vida talvez sejam só três dias
Eu quero andar sempre devagar, até a ti chegar

Ninguém é de ninguém mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém quando fico acordado, vendo-te dormir.

Um raio de sol, através de um vidro
Faz-me por vezes hesitar
A vontade de estar contigo 
Melodia, paira no ar, paira no ar

Ninguém é de ninguém mesmo quando se ama alguém
Ninguém é de ninguém quando a vida nos contém
Ninguém é de ninguém quando dormes a meu lado
Ninguém é de ninguém quando fico acordado, vendo-te dormir. (vendo-te dormir)



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JOÃO PEDRO PAIS  Em Digressão

JOÃO PEDRO PAIS

Em Digressão


João Pedro Pais irá presentear o público com os seus temas de sucesso, em versões renovadas de formato acústico. Grandes canções como “Ninguém (é de Ninguém)”, “Lembra-te de Mim”, “Mentira”, “Nada de Nada” ou ainda outras faixas do último e quinto disco de originais – “A Palma e a Mão” (2008) – serão apresentadas neste espectáculo com diferentes roupagens. Desde a sua estreia em 1997, João Pedro Pais construiu um percurso ímpar na música portuguesa e tornou-se um dos artistas mais carismáticos do país. Recentemente, conquistou o Disco de Ouro com o registo ao vivo “O Coliseu”, gravado na importante sala lisboeta, e rapidamente atingiu o 1º lugar do top de vendas. Ando sempre à procura do perfeccionismo, afirma o músico.

 

Natural de Lisboa, João Pedro Pais, compositor e intérprete, construiu um percurso ímpar na música portuguesa e tornou-se um dos artistas por / rock mais carismáticos do país, desde 1997, data do seu disco de estreia, um álbum de originais.

 

Ficou conhecido do grande público após a participação no programa Chuva de Estrelas, terminando em primeiro lugar. Na sua carreira, destaca-se o tema Mentira (1999), com que ganhou o Globo de Ouro para Melhor Canção e, em 2003, ter sido o músico convidado para 1ª parte da Tournée Ibérica de Bryan Adams.

 

Recentemente, conquistou o Disco de Ouro com o registo ao vivo O Coliseu, gravado na importante sala lisboeta, e que rapidamente atingiu o 1º lugar do top de vendas.

 

Teatro Municipal de Almada

16 de Abril

21h30

M/12




publicado por olhar para o mundo às 12:36 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.03.11

 

 

Letra

 

Um Resto De Tudo João Pedro Pais


Desce p'la avenida, a lua nua.. 
e vagando à sorte dormita nas ruas..
Faz-se de esquecida, minha e tua
Deixando um rasto, que nos apazigua.

Entra pela vitrina, surrealista
Faz malabarismo a ilusionista.
Ilumina o céu, que nos devora,
Já se sente o frio, está na hora, de irmos embora

 

Sou um ser que odeias mas que gostas de amar,
Como um barco perdido, a deriva do mar
A vida que levas de novo outra vez
Um mundo que gira sempre a teus pés.

Sou a palavra amiga, que gostas de ouvir,
A sombra esquecida que te viu partir,
A noite vadia, que queres conhecer, 
Sou mais um dos homens que te nega e da prazer.

Sou a voz da tua alma que te faz levitar,
O átrio da escada para tu te sentares,
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
A tua verdade, mostrando quem és.

Sou um ser que odeias mas que gostas de amar,
Como um barco perdido, a deriva do mar
A vida que levas de novo outra vez
Um mundo que gira sempre a teus pés.

Sou a palavra amiga, que gostas de ouvir,
A sombra esquecida que te viu partir
A noite vadia, que queres conhecer, 
Sou mais um dos homens que te nega e da prazer.

A voz de tua alma que te faz levitar,
O átrio da escada para tu te sentares,
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
A tua verdade, mostrando quem és.

 



publicado por olhar para o mundo às 17:01 | link do post | comentar

«O próximo espectáculo é no próximo dia 26 de Março na Inglaterra, onde João Pedro Paiss e apresentará na sala The Apex, na cidade de Bury St Edmunds.

 

Em Abril, o músico português toca no Cineteatro Caracas, em Oliveira de Azeméis, no dia 9, e no Teatro Municipal de Almada, a 16, já esgotado. Ambos os espectáculos serão em formato acústico, num novo conceito intitulado “Improviso”, onde as canções são apresentadas com diferentes roupagens e de uma forma mais intimista.

 

Desde a estreia em disco, em 1997, que João Pedro Pais é acarinhado e respeitado pelo público que o acompanha desde então. A recente conquista do disco de ouro com “O Coliseu” foi mais um exemplo deste reconhecimento.»

 

 

 

26 Março – Inglaterra, Bury St Edmunds – The Apex – 20h00 - entrada paga

 

9 Abril – Oliveira de Azeméis – Cineteatro Caracas – 21h30 – entrada paga

 

16 Abril – Almada – Teatro Municipal de Almada – 21h30 – entrada paga *esgotado

 

 

 

Fonte e mais informações:

www.joaopedropais.com

www.facebook.com/joaopedropais

Oficina da Ilusão 

 

 

 

 

Retirado de Registrus

 



publicado por olhar para o mundo às 16:41 | link do post | comentar

Domingo, 20.03.11

 

 

Letra

 

Mentira João Pedro Pais
Dá-me vontade de te ter a meu lado
Vendo-te a olhar para mim
Sei que estou apaixonado
Mas não posso ficar assim

Deitado num rochedo canto para ti
Como um pássaro livre que voa sem fim
Porque é que a vida nos trama?
Quando alguém se ama
Ter de partir e não poder sorrir

Porque é que choras?
Porque é que dizes o meu nome?
Sem nunca me poderes tocar

Tenho saudades de te ver
Vontade de te abraçar
Sozinho tocando uma guitarra junto ao mar
Recordo-me de ti
Imagino o porquê
A tua cara a flutuar

Porque é que a vida nos fascina
Tantas vezes nos domina
Acreditar que no amor nao se sente a dor
Mas é Mentira, Mentira, Mentira, Mentira, Mentira...

Tenho saudades de te ver
Vontade de te abraçar
Sozinho tocando uma guitarra junto ao mar
Recordo-me de ti
Imagino o porquê
A tua cara a flutuar

Porque é que a vida nos fascina
Tantas vezes nos domina
Acreditar que no amor nao se sente a dor
Mas é Mentira, Mentira, Mentira, Mentira, Mentira...


 



publicado por olhar para o mundo às 17:47 | link do post | comentar

Quinta-feira, 03.03.11

 

 

 

Letra

 

(Luís Represas/João Gil) 

Foi sem mais nem menos 
Que um dia selei a cento e vinte e cinco azul 
Foi sem mais nem menos 
Que me deu para arrancar sem destino nenhum 

Foi sem graça 
Nem pensando na desgraça que entrei pelo calor 
Sem pendura 
Que a vida já me foi dura para insistir na companhia 

O tempo não me diz nada 
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada 
A ponte ficou deserta 
Nem sei mesmo se Lisboa não partiu para parte incerta 

Viva o espaço 
Que me fica pela frente e não me deixa recuar 
Sem paredes 
Sem portas nem janelas nem muros para derrubar 

Refrão: 

Talvez um dia me encontre 
Assim, talvez me encontre 

Curiosamente 
Dou por mim pensando onde isto me ia levar 
De uma forma ou d'outra 
Há-de haver uma hora p'ra vontade de parar 

Só que à frente 
O bailado do calor vai-me arrastando p'ro vazio 
E com o ar na cara 
Vou sentido desafios que nunca ningém sentiu

 



publicado por olhar para o mundo às 08:06 | link do post | comentar


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