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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Parava no café quando eu lá estava Na voz tinha o talento dos pedintes Entre um cigarro e outro lá cravava a bica Ao melhor dos seus ouvintes As mãos e o olhar da mesma cor Cinzenta como a roupa que trazia Num gesto que podia ser de amor sorria E ao partir agradecia [Refrão] São os loucos de Lisboa Que nos fazem duvidar Que a Terra gira ao contrário E os rios nascem no mar Um dia numa sala do quarteto Passou um filme lá do hospital Onde o esquecido filmado no (...)
  Letra   Vou alimentar a tua sede de querer Vou acicatar a tua fome de prazer Vou ao fim do mundo Vou tocar lá no teu fundo  Vou fechar o punho e pôr o sangue a ferver Vou cerrar os dentes e morder o teu saber Vou ao fim do mundo Vou gritar lá no teu fundo  Sou teu Sou teu  Sou assim só para quem dá E só assim faz com que eu vá Ao fim do mundo Ao fim e ao cabo do teu ser  Sou e só apenas uma gota de suor Sou um claro aceno quando rufa o tambor Sou o fim do mundo A (...)
  Letra   Foi sem mais nem menos Que um dia selei a 125 azul Foi sem mais nem menos Que me deu para abalar sem destino nenhum Foi sem graça nem pensando na desgraça Que eu entrei pelo calor Sem pendura que a vida já me foi dura P'ra insistir na companhia O tempo não me diz nada Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa Não partiu para parte incerta Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar Sem paredes, (...)
  Letra Porque é que tudo me acontece contigo? Porque é que fico alucinado? Porque é que fico puto à beira do rio, Se sou maior e vacinado? Briguei de cobra, cantei de cuco, Fiz um discurso aos sapais. Disse o teu nome feito maluco, Na fala dos animais Porque é que tudo, tudo, Mas tudo me acontece? Quando só me apetece... Seguir o mapa dos teus sinais. Porque é que tudo, tudo, Mas tudo me acontece? Quando só me apetece... Ser um presépio contigo ao lado. Cheirei de (...)
  Letra   Lembras-me uma marcha de lisboa Num desfile singular, Quem disse Que há horas e momentos p´ra se amar   Lembras-me uma enchente de maré Com uma calma matinal Quem foi Quem disse Que o mar dos olhos também sabe a sal   [refrão] {as memórias são Como livros escondidos no pó As lembranças são Os sorrisos que queremos rever, devagar} Queria viver tudo numa noite Sem perder a procurar O tempo, ou o espaço Que é indiferente p´ra poder sonhar   [refrão] Que (...)
  Letra   Parava no café quando eu lá estava Na voz tinha o talento dos pedintes Entre um cigarro e outro lá cravava a bica Ao melhor dos seus ouvintes As mãos e o olhar da mesma cor Cinzenta como a roupa que trazia Num gesto que podia ser de amor sorria E ao partir agradecia [Refrão] São os loucos de Lisboa Que nos fazem duvidar Que a Terra gira ao contrário E os rios nascem no mar Um dia numa sala do quarteto Passou um filme lá do hospital Onde o esquecido filmado no (...)
  letra   Eu quero marcar um Z dentro do teu decote Ser o teu Zorro de espada e capote P'ra te salvar à beirinha do fim Depois, num volte face vestir os calções Acreditar de novo nos papões E adormecer contigo ao pé de mim Eu quero ser para ti a camisola dez Ter o Benfica todo nos meus pés Marcar um ponto na tua atenção Se assim faltar a festa na tua bancada Eu faço a minha ultima jogada E marco um golo com a minha mão Eu quero passar contigo de braço dado E a rua toda de (...)
Um dia depois de atuarem na Fortaleza do Monte no âmbito do Festival Internacional de Música de Macau, os músicos José Salgueiro e João Gil querem voltar a atuar na cidade e procuram projetos de junção musical das culturas portuguesa e chinesa. Em entrevista à agência Lusa, João Gil garante não ter esquecido a primeira vez que pisou um palco em Macau, no ano de 1986, quando esteve no território integrado no grupo Trovante para as comemorações locais do 10 de Junho, Dia de (...)
  Letra   Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco  Há sempre alguém que nos faz falta Ahhh, saudade... Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco  Há sempre alguém que nos faz falta Ahhh, saudade... Chegou hoje no correio a notícia É preciso avisar por esses povos Que turbulências e ventos se aproximam Ahhh, cuidado... Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado Há sempre (...)
Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.   O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de (...)
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