Quarta-feira, 01.04.15

jafumega.jpg

 

 

Jafumega dão concerto inédito em Estarreja


A mítica banda rock portuense junta-se à Orquestra Filarmonia das Beiras num concerto inédito e exclusivo, em junho, no Cine-Teatro de Estarreja. Sérgio Godinho, Ruy de Carvalho, Mário Laginha, Victor Hugo Pontes, António Zambujo e Hamilton de Holanda são apenas alguns nomes do total de 43 eventos que o CTE recebe entre abril e julho deste ano.

 



Apresentação da programação cultural
abril | maio | junho | julho 2015


O calendário de Estarreja volta a equilibrar as várias expressões artísticas, numa permanente atitude de democratização e descentralização culturais. No próximo quadrimestre o CTE abre portas à música e às artes performativas tal como à sétima arte, à poesia e literatura, em formatos que beneficiam a proximidade entre públicos, obras e criadores, com conversas após os espetáculos, ensaios abertos, sessões para escolas e famílias.

A chegada dos Jafumega ao auditório do CTE é a grande novidade da temporada. Pela primeira vez em Estarreja e ao lado de uma orquestra, a banda que vincou o panorama rock português nos anos 80 com êxitos elevados a hinos, volta a entrar em cena para celebrar o 10º aniversário da reabertura do CTE, num formato especial, exclusivo e inédito, que aventura sonoridades pop/rock na música orquestral.

O concerto dos Jafumega com a Orquestra Filarmonia das Beiras será no dia 20 de junho, mas ainda nos meses da primavera o CTE recebe o espetáculo Trovas & Canções (11 de abril), onde Ruy de Carvalho declama poesia com o filho, João de Carvalho, e o neto, Henrique de Carvalho, numa fusão de recital e concerto. No mês da Liberdade, Sérgio Godinho (18 de abril) irá percorrer os temas de marcaram os últimos 40 anos da sua carreira, dentro dos conceitos da Revolução dos Cravos, usando a música como bandeira de causas e consciências.

Fall” (15 de maio), de Victor Hugo Pontes, é a proposta de dança contemporânea. O coreógrafo vimaranense larga 7 bailarinos no palco do CTE, deixando-os “cair” física e moralmente. A partir da obra do barroco espanhol Pedro Calderón de la Barca, “La vida es sonho”, de João Garcia Miguel, estará em cena dia 29 de maio, não antes de dar vez ao fado transatlântico de António Zambujo (23 de maio).

Homenagem ao jazz

Maria João e Marta Hugon contracenaram com a Big Bad Estarrejazz em 2014. Dada a vez às senhoras, dia 1 de maio é Mário Laginha que se junta à orquestra do Festival de Jazz de Estarreja num concerto comentado e dedicado ao Dia Internacional do Jazz. A direção volta a estar a cargo de Pedro Moreira, num programa especial que celebra o jazz como expressão e manifesto de liberdade, solta os seus improvisos e inunda os ouvidos de verdadeiro prazer musical.

Sonoridades brasileiras no Café-Concerto e Auditório

Pelo 7º ano consecutivo a convergência de culturas acontece em Estarreja através do Festim  - Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo. Palco da cidade com um dos principais carnavais do país, o CTE recebe, dia 3 de julho, dois grandes músicos brasileiros: o bandolinista Hamilton de Holanda e o cantor e estrela do samba Diogo Nogueira. Juntos formam “Bossa Negra” e ao vivo cruzam samba, choro e jazz com ritmo e talento.

Também do Brasil chega Momo, nome artístico de Marcelo Frota. O cantor e compositor atravessa o atlântico, a sós com um violão, e atraca dia 30 de maio no Café-Concerto do CTE, espaço que, na próxima temporada, se divide entre música e poesia com os jovens Contraponto (4 de abril) a anunciar a ressurreição, a voz da italiana Flo (26 de junho) e “Das Línguas” (9 de maio), de Catarina Lacerda e Susana Madeira, do Teatro do Frio, que põem a língua de fora para falar em bom português.

 

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__



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Quinta-feira, 23.05.13

Jafumega, o regresso trinta anos depois


Jafumega, o regresso trinta anos depois

No próximo dia 24 de Maio o Coliseu do Porto acolhe os Jafumega, uma banda nortenha, que narcará o seu regresso às lides artísticas com um concerto onde terá como convidados muito especiais Jorge Palma, Capicua e Deau.

 

Estes convidados juntar-se-ão a António Zambujo no concerto que se realizará no Coliseu de Lisboa a 31 de Maio

 

Em palco os Jafumega contarão ainda com o apoio de Miguel Ferreira, dos Clã, que actuará nos teclados e coros, de Rui Vilhena, das Vozes da Rádio, nas guitarras e coros, e com a participação pontual de uma secção de metais como Gilberto Cardoso no trompete, Lorenzo Maceo no saxofone tenor e Luís Castro no bombardino.

 

Luís Portugal, na voz, Mário Barreiros, na guitarra, José Nogueira, no saxofone e teclados, Eugénio Barreiros, na voz e teclados, Pedro Barreiros, no baixo e Álvaro Marques, na bateria, estão de novo juntos em palco para saberem e mostrarem a quem quiser ouvir como soam os Jafumega em 2013.

 

Retirado do HardMúsica



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Domingo, 12.05.13

Jafumega voltam aos palcos após 30 anos como «um cometa FMI»

Os Jafumega, banda fundadora do rock português dos anos 1980 que subiu ao estrelato e topo das tabelas de vendas nacionais com temas como "Latin'America", "Nó Cego", ou "Kasbah", vão pôr fim a uma pausa de 30 anos.


O grupo portuense lançou o último álbum de originais, "Recados", em 1983, e volta aos palcos com dois concertos agendados para 24 e 31 de maio nos coliseus do Porto e Lisboa, respetivamente.

 

A banda encontra-se em ensaios num estúdio que reaproveitou as instalações do "Uptown", um antigo clube noturno do Porto, e, em declarações à Lusa, o regresso dos Jafumega foi equipado a "um cometa FMI". "É preciso não esquecer que somos uma banda FMI: quando ele aparece nós estamos aqui, pelo menos para dizer que discordamos", brincou o baterista Álvaro Marques, engenheiro eletrotécnico, na entrevista em grupo à agência Lusa.

 

Álvaro Marques é mesmo o único membro da banda que enveredou por uma carreira distante dos palcos, já que tanto José Nogueira, saxofonista e teclista, Pedro Barreiros, baixista, Luís Portugal, na voz, e Mário Barreiros, guitarrista, baterista e produtor, fazem da música o seu principal ganha-pão.

 

O regresso aos palcos faz-se tanto pela pressão das várias gerações de fãs, como pela ânsia de voltar a tocar por prazer - Mário Barreiros tinha "umas saudades incríveis" de tocar as músicas dos Jafumega - e José Nogueira admite que a banda acabou por "ceder, ao fim de muitos anos e de pedidos de várias famílias".

 

 

Nos 30 anos que dedicaram a outras lides, muito mudou no panorama musical e social português e dos poucos pontos em comum entre o período em que deixaram de tocar juntos e agora que voltam aos palcos, para além da sombra do FMI, é a "quantidade enorme de belíssimos músicos em Portugal", segundo o teclista José Nogueira. "Não tínhamos praticamente nada naquela altura. Nós, e grande parte dos grupos do ‘boom' do rock português daquela altura, é que inventámos esta indústria", considerou o teclista e saxofonista do grupo.

 

José Nogueira recorda que nem "os agentes, os técnicos de som e de luz, as empresas de aluguer de equipamento, as organizações de espetáculos e de eventos" existiam e que "foi esse ‘boom' do rock português dos anos 80 que deu o grande impulso a essas estruturas".

 

Para o baixista Pedro Barreiros, houve, desde a última vez que tocou com a banda, "duas componentes muito importantes [que mudaram]: o euro e a internet." “Em termos de fomento da atividade e de divulgação, as salas perderam um pouco da sua importância, também por causa da internet, em que há cada vez mais veículos de divulgação artística e em que qualquer pessoa tem acesso à informação”, disse à Lusa o músico que nas últimas três décadas se dedicou ao jazz.

 

O vocalista dos Jafumega, Luís Portugal, completa a ideia do colega, ao referir que "outro grande problema é o das salas de espetáculo: hoje em dia são muito mais - praticamente todas as capitais de distrito têm boas salas - mas muitas delas são como Ferraris em que, depois, não há combustível para os alimentar - muitas têm uma precária programação e depois são encerradas".

 

Após a experiência meteórica do tal "cometa FMI", José Nogueira prosseguiu com a carreira de jazz que trazia já de 1975, sobretudo com o pianista António Pinho Vargas que, em declarações à Lusa, considerou que "os Jafumega, como banda e como música, envelheceram relativamente bem".

 

Para os concertos de 24 e 31 de maio, o músico espera que o público sinta o "prazer" que a banda ainda sente em estar em palco e que possa "recordar músicas ou até descobri-las, a gente mais nova."

 

Quanto à possibilidade de um novo álbum, José Nogueira é sucinto: "Não estamos a pensar nisso. Mas nunca se sabe", disse à Lusa.

 

Retirado de Sapo Música



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Domingo, 13.11.11

Letra

 

Ribeira 

Jáfumega

 

O sol bate no goraz 
nas sardinhas
nos legumes
as laranjas
e as maças
enchem o ar
de perfumes
torna-se duro o inverno
logo p´la manhã vem
o aconchego terno
do velho xaile de lã
A ponte é uma passagem
p´rá outra margem
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem
Desafio pairando sobre o rio
a ponte é uma miragem...
Nas tasquinhas decoradas
curte-se o chique burguês
comem-se boas dobradas
ostenta-se a embriaguês
Há um navio fantasma
na voz de uma peixeira
e um velhote com asma mente à 
própria ribeira
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem
Desafio pairando sobre o rio
a ponte é uma miragem...
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem
A ponte é uma passagem 
p´rá outra margem 



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Quarta-feira, 05.10.11

Letra

 

Latin America
Jáfumega

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esquelha
Na pala das ditaduras

Continente grita de dor
Rebenta pelas costuras
A morte,o medo e o terror
São dias feitos agruras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador ás Honduras
Da Bolívia à Guatemala
Argentina ao Chile

[refrão]
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América

Descem das montanhas
Para pôr fim a essa sina
Que te rebenta as entranhas
Capacete em cada esquina

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esguelha
Na pala das ditaduras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador às Honduras
Da Bolivia à Guatemala
Argentina ao Chile





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Quinta-feira, 05.05.11

 

 

Letra

 

A cerveja já está choca

e o café quase a fechar

Sinto a Cabeça tão louca

Estou mesmo a flipar

 

Nó cego

Foi o que deste em mim rapariga

Nó cego

Deste-me cabo da vida

 

Hoje quase não dormi
E o rádio não liguei
Para não pensar em ti,
Bebi Rum e até drunfei

 

E no meu quarto fechado,
num terrível abandono
Senti-me um macho falhado
Deixei de ser teu dono.

 

Nó cego

Foi o que deste em mim rapariga

Nó cego

Deste-me cabo da vida

 

Nó cego, foi o que deste em mim rapariga!

Nó cego! deste-me cabo da vida!

 



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Sábado, 12.03.11

 

 

Letra

 

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esquelha
Na pala das ditaduras

Continente grita de dor
Rebenta pelas costuras
A morte,o medo e o terror
São dias feitos agruras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador ás Honduras
Da Bolívia à Guatemala
Argentina ao Chile

[refrão]
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América

Descem das montanhas
Para pôr fim a essa sina
Que te rebenta as entranhas
Capacete em cada esquina

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esguelha
Na pala das ditaduras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador às Honduras
Da Bolivia à Guatemala
Argentina ao Chile

 

 

 



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