Letra
Enlaçar-te nesta melodia
Abraçar um balde de água fria
E morrer sem companhia
Enganar-me na casa de banho
Perguntar as horas a um estranho
E o medo de ficar para tia
Habitualmente dança-se só
Como viver, como morrer
Viver como mais gente
Ao som da chuva moderada
Dançar com a minha namorada
Enquanto eu vou fugir para a estrada
Ficar a ouvir a trovoada
Mover-me sem companhia
o medo de ficar para tia
No meio de perder um amigo
Saber se ligo ou não ligo
Habitualmente dançamos sós
Dança-se e fica-se só
Frequentemente vivemos a sós
Contigo, sem ti, mas comigo
Habitualmente
Habitualmente dançamos sós
Vive-se e fica-se só
Frequentemente vivemos tão sós
Dança e não só, Dança e não só
Dançamos nós
Letra
Prometo não falar de amor de gostar e sentir
Portanto não vou rimar com dor um mentir
Joga-se pelo prazer de jogar e até perder
Invadem-se espaços trocam-se beijos sem escolher
Homens temporariamente sós / que cabeças no ar
Não retratos de solidão interior
Não há qualquer tragédia / Mas um vinho a beber
Partidas regressos conquistas a fazer
Tudo anotado numa memória que quer esquecer
Homens sempre sós preferem perder
Homens sempre sós são bolas de ténis no ar
Muito abatidos saltam e acabam por enganar
Homens sempre sós nunca conseguem casar
Letra
Sexta-feira em Albufeira;
O mundo esteve p'ra acabar
E era tal a bebedeira
Ninguem sabia onde era o mar,
E falta a tua confissão
Falta o teu á beija-mão
E no Domingo, na Ribeira
Em Cascais ou no Funchal
As sondagens la da feira
Era o bem contra o mal
Mas falta a tua confissão
Falta o meu á beija-mão
Refrão
Já não dá, ja não dei
Já nem sei em quem votei
Já não há, ja não sei
Ja nem dou com o D'J
Ja não há, ja nem é
Ja nem sei onde fiquei
Ja não esta, ai nem sei
Ja nem dou com quem falei
E falta a tua confissão
Falta o teu á beija-mão
Refrão
Letra
Felizmente que a noite sai
Ainda bem que há névoa por aí
Estou contente se a luz se esvai
E uma sombra invade este lugar
Se um amanhã perdido for
metamorfose de horror
As trevoas não vão demorar estou contente se a luz se esvai
Se o céu se fecha sobre nós desprende-se uma rouca voz
Se o amanhã perdido for
overdose de pavor
Directa sim eu declaro morte ao sol
Directa não e a quem o apoiar
Directa sim eu declaro morte ao sol
aí vem a luz !!!
Se o céu não fecha já sobre nós
Revela-se esta imagem atroz
Directa sim eu declaro morte ao sol
Directa não e a quem o apoiar
Directa sim eu declaro morte ao sol
Directa não e a quem o apoiar
Letra
"leve levemente como quem chama por mim"
Fundido na bruma no nevoeiro sem fim
Uma ideia brilhante cintila no escuro
Um odor a tensão do medo puro
Salto o muro, cuidado com o cão
Vejo onde ponho o pé, iço-me a mão
Encosto ao vidro um anel de brilhantes
É de fancaria a fingir diamantes
Salto a janela com muita atenção
Ponho-me à escuta, bate-me o coração
Sabem que me escondo na Bellevue
Ninguém comparece ao meu rendez-vous
Porta atrás porta pelo corredor
O foco de luz no ultimo estertor
No espelho um esgar, um sorriso cruel
Atrás da ultima porta a cama de dossel
Salto para cima experimento o colchão
Onde era sangue é só solidão
Os meus amigos enterrados no jardim
E agora mais ninguém confia em mim
Era só para brincar ao cinema negro
Os corpos no lago eram de gente no desemprego
Letra
Tarde de chuva, a península inteira a chorar
Entro numa igreja fria com um círio cintilante
Sentada, imóvel, fumando em frente ao altar
Silhueta, esboço, a esfinge de um anjo fumegante
Há em mim um profano desejo a crescer
Sinto a língua morta e o latim vai mudar
Os santos do altar devem tentar compreender
O que ela faz aqui fumando
Estará a meditar?
Ai, ui, atirem-me água benta
Ajoelho-me, benzo-me, arrependo-me, esconjuro-a
Atirem-me água fria
Por ela assalto a caixa de esmolas
Atirem-me água benta
Com ela eu desço ao inferno de Dante
Atirem-me água fria
Ai, ui, atirem-me água benta
Por parecer latina suponho que o nome dela
É Maria
É casta, eu sei, se é virgem ou não depende
Da nossa fantasia
Por parecer latina calculo que o nome dela
É Maria
É casta, eu sei, se é virgem ou não depende
Da nossa fantasia
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Adoro o campo, as arvores e as flores
Jarros e perpétuos amores
Que fiquem perto da esplanada de um bar
Pássaros estúpidos a esvoaçar
Adoro as pulgas dos cães
Todos os bichos do mato
O riso das crianças dos outros
Cágados de pernas pr'ó ar
Efectivamente escuto as conversas
Importantes ou ambíguas
Aparentemente sem moralizar
Adoro as pêgas e os pedrastas que passam
Finjo nem reparar
Na atitude tão clara e tão óbvia
De quem anda a enganar
Adoro esses ratos de esgoto
Que disfarçam ao pilar
Como se fossem mafiosos convictos
Habituados a controlar
Efectivamente gosto de aparência
Imponente ou inequívoca
Aparentemente sem moralizar
Efectivamente gosto de aparência
Aparentemente sem moralizar
Aparentemente escuto as conversas
Efectivamente sem moralizar
Efectivamente sem moralizar
Aparentemente sem moralizar
Efectivamente
Os GNR regressam às edições este mês, com um novo álbum de estúdio.
O sucessor de “Voos Domésticos” (2010) chama-se “Caixa Negra” e tem lançamento previsto para dia 23.Cadeira Elétrica é o single de avanço do registo, descrito pela banda como “uma espécie de EP longo com um cheirinho a mini CD sem aroma a plástico”.
Gravado no estúdio do grupo, General Eléctrico, com produção de Mário Barreiros, “Caixa Negra” reúne dez temas – nove originais e uma versão do tema Desnorteado, editado originalmente no álbum “Defeitos Especiais”, de 1984.
O registo chega com o selo da IndieFada, nova editora da banda, e é distribuído pela Sony Music Portugal, com o apoio do Montepio.
Consulte o alinhamento de “Caixa Negra”:
01. Caixa Negra
02. Os Moscas
03. Não Há Guerra
04. Cadeira Eléctrica
05. Desnorteado (em 2015)
06. Triste Titan
07. Dançar SOS
08. Honolulu
09. Apontar
10. MacAbro
Retirado de Sapo Música
Letra
Há no céu da boca
Um sabor a Mel Fel
Toda a Beleza é pouca
Ninguém manda no Bordel
Há na China
Uma Barragem suicida
Para quem quer Mudar de Vida
Um Chamado Investimento
Apaga as luzes
Já é de manhã
Aproveita o vento
Finge um sentimento
Há no Clima
Uma Alteração no Tempo
E Quando Muda a Hora
Lá vem Sofrimento
Liga a cadeira eléctrica
Sente a energia
Funciona tudo por magia
Liga
Cadeira eléctrica
Corta a corrente
Passa tudo
Tudo por magia
Letra
Ele há gente que vive de si
Ele há vícios de que a gente se ri
Todos me falam nunca os conheci
Assisto ao seu enterro metam-nos pr'aí
Os meus sentidos pêsames
Que pena não viveres mais aqui
Ele há músicos qu'eu nunca ouvi
Ele há estilistas qu'eu nunca vesti
Ele há críticas que eu nunca percebi
E até managers de quem não recebi
Os meus sentidos pêsames
Sinceros parabéns por desistires de vencer
Os meus sentidos pêsames
Saudades de quem não se sabe vender aqui
Onde eu já vivi. Sem saber como nem quando. Onde eu já dormi
Condolências para quem continua sem saber. O que faz aqui
Como eu só vivi. Também já acordei um dia sozinho
E no entanto lembrei-me de ti. Aceita as
Condolências deixa-te morrer. Não fazes falta aqui.
Quando te fores haverá sempre elogios. E alguém
Que se riu de ti. Onde eu já vivi.

Os GNR vão dar o nome a uma árvore do Jardim Botânico da Universidade de Vila Real, inaugurando no dia 25 a coleção temática “As idades do Homem” que pretende projetar nacional e internacionalmente este "museu vivo".
Esta nova coleção do Jardim Botânico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) quer envolver personalidades nacionais na divulgação e preservação deste espaço, bem como na promoção do estudo científico do mundo vegetal.
A academia anunciou hoje, em comunicado, que os GNR, a banda liderada por Rui Reininho, vão ser os primeiros a plantar uma árvore e a apadrinhar o jardim.
A iniciativa realiza-se a 25 de outubro, no mesmo dia em que o grupo atua na Semana do Caloiro da universidade transmontana.
No Jardim Botânico da UTAD, um dos maiores da Europa, podem ser observadas espécies vegetais vindas dos quatro cantos do mundo.
Este espaço contempla cerca de 20 coleções temáticas, entre as quais um Jardim Pré-Histórico que permite fazer uma viagem de oito milhões de anos de história até à domesticação das plantas pelo homem.
Por sua vez, o centro interpretativo alberga o herbário que contém uma coleção de 2.250 espécies diferentes oriundas da Península Ibérica, Norte de África e Europa Central.
Este “museu vivo” está a atualizar progressivamente as suas placas de identificação com recurso a etiquetas visuais QRCode, com códigos visuais impressos que permitem aos visitante ter acesso a um conjunto vasto de informação de cada espécie através do seu telemóvel.
Já existem cerca de 500 placas com essa informação. O Jardim Botânico possui cerca de 1.000 espécies vivas.
A Semana do Caloiro, agora denominada Caloirada aos Montes, arranca no dia 14 e prolonga-se até 29 de outubro.
Para além dos GNR, atuam ainda na festa dos universitários os Blasted Mechanism, a cantora popular Rosinha, Quem é o Bob?, os Porto, Freshkitos, Valete e Karetus.
Retirado do Sapo Música
Letra
Na rádio, na TV
nos jornais, quem não lê
Portugal e a CEE
Quanto mais se fala menos se vê
eu já estou farto e quero ver
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
À boleia, pela rua
lá vou eu ao mercado comum
mal lá cheguei, vi o boss
tinha cunhas, foi o que me valeu
perguntei-lhe "Qual era a tua ò meu ?"
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver Portugal na CEE
E agora, que já lá estamos
vamos ter tudo aquilo que desejamos
um PA p'ras vozes e uma Fender
Oh boy, é tão bom estar na CEE
Quero ver Portugal na CEE
Quero ver portugal na CEE ...
Letra
Maldito espelho devolveu a imagem dela sem reflectir
É um vicio danado aspirar o ar ao ela passar,
Vem o hábito ficar sentado e, deixa-la fugir
Fingir que passou ao lado, e vê-la farpar...
Ai, lá vem ela sabendo que é linda
Por onde passa a relva cresce,
Lá vem ela mostrando interesse
Essa palavra nesse Popless
Lá vem ela sabendo que mexe
Um peito acima, outro desce
Lá vem ela mostrando interesse
No que, no que cresce
É uma pena ter ficado sentado e deixa-la jantar
Foi um erro declarado e culpado por ela sorrir
Ai, lá vem ela sabendo que é bela
Que me escuta à janela
Lá vem ela sabendo que é linda
Por onde passa tudo mexe
(Ai) Lá vem ela sabendo que é boa,
Que a nossa cabeça fica á toa
Lá vem ela sabendo que o interesse
De tudo isto é palavra Popless
Lá vem ela sabendo que é linda
Por onde passa a relva cresce
Lá vem ela mostrando interesse
De resolver este (T)Popless
(Ai) Lá vem ela sabendo que é boa
E que esta cabeça ficou à toa
Lá vem ela sabendo que mexe
Um peito assim até mais cresce
Lá vem ela mostrando interesse
E lá vem ela sabendo que é bela
E que à janela eu fico à espera
Á espera de vê-la ...
Letra
Asas servem p'ra voar
Para sonhar ou p'ra planar
Visitar, espreitar, espiar
Mil casas do ar
As asas não se vão cortar
Asas são p'ra combater
Num lugar infinito
Num vacuo para ir espiar o ar
Asas são p'ra proteger
Te pintar, não te esquecer
Visitar-te, olhar, espreitar-te
Bem alto do ar
E só quando quiseres pousar
A paixão que te roer
É o amor que vês nascer
Sem prazo, idade de acabar
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer
Mas só quando quiseres pousar
A paixão que te roer
É o novo amor que vês nascer
Sem prazo, idade de acabar
Mas só quando quiseres pousar
A paixão que te roer
É o amor que vês nascer
Sem prazo, idade de acabar
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer
Não vejo mais p'ra te prender
Aconteça o que acontecer
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer
Letra
De que vale o céu azul e o sol sempre a brilhar,
Se você não vem e eu estou a lhe esperar.
Só tenho você, no meu pensamento,
E a sua ausência, é todo meu tormento.
Quero que você, me aqueça neste inverno,
E que tudo mais vá pro inferno.
De que vale a minha boa vida de play-boy,
Se entro no meu carro e a solidão me dói.
Onde quer que eu ande, tudo é tão triste,
Não me interessa, o que de mais existe.
Quero que você, me aqueça neste inverno,
E que tudo mais vá pro inferno.
Não suporto mais, você longe de mim,
Quero até morrer, do que viver assim.
Só quero que você me aqueça neste inverno,
E que tudo mais vá pro inferno.
INSTRUMENTAL
Não suporto mais, você longe de mim,
Quero até morrer, do que viver assim.
Só quero que você, me aqueça neste inverno,
E que tudo mais vá pro inferno.
E que tudo mais vá pro inferno.
UOOOOOO
E que tudo mais vá pro inferno.
UOOOOO
O
Letra
Numa selva sem leões
Cheira-me a femeas fatais
Macacos, imitações
Ideias originais
Rei da Rádio, dá-me a voz
Rai da Pop, compõe para nós
Rei do Toque, canta para nós
Rei do Roque, morreu por nós
As cidades tão globais
Faz das tripas, corações
Indiferentes, orações
Rei da Rádio, dá-me a voz
Rei da Pop, criou por nós
Rei do Toque, canta para nós
Rei do Roque, morreu por nós

A tradicional Feira de Leiria - conhecida como Feira de Maio - apresenta várias novidades este ano, entre as quais realização dos concertos de José Cid e GNR, no topo sul do Estádio de Leiria, ao preço "simbólico" de três euros, informou hoje a Câmara de Leiria.
Além dos espetáculos de José Cid e GNR, o cartaz inclui as bandas de Leiria Apartirtudo, Quem é o Bob? e Achasfish?, assim como uma noite de DJ. Estes ingressos custam dois euros. Todos os bilhetes podem ser adquiridos na Câmara de Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva e no estádio municipal.
Além de cinco noites de concertos, a Feira de Leiria tem como novidade a mudança de localização para o parque de estacionamento do estádio municipal, o que permite aproveitar as instalações do piso zero do topo norte.
Outra das novidades deste ano é o espaço Leiria tem Saúde, no topo norte do estádio, que possibilitará efetuar rastreios e exames de avaliação da saúde gratuitamente, assistir a ações de sensibilização sobre hábitos de vida saudáveis, dar sangue ou participar em aulas de ginástica.
Além dos habituais divertimentos, a Feira de Leiria inclui ainda mostras de artesanato aos fins-de-semana, a primeira edição Leiria Doce (dias 10, 11 e 12 de maio) e a primeira edição Mostra de Vinhos da Região de Leiria (17, 18 e 19 de maio).
O certame conta ainda com a presença de 27 empresas, 60 expositores, 11 representantes de marcas automóveis, 23 associações de solidariedade social, expositores de máquinas agrícolas, espaços para jogos, farturas, pão com chouriço e algodão doce.
Junto às tasquinhas haverá outro palco para a atuação de diversos grupos tradicionais do concelho de Leiria.
A inauguração da Feira de Maio, que é visitada habitualmente por milhares de pessoas, está marcada para sábado, dia 04 de maio, ficando de "portas" abertas até ao dia 26 de maio.
Retirado do Sapo Música
letra
Tirana é um lugar Quem sabe?
Difícil de encontrar
E tirar à sorte e dar
Avançar retirar
Tirana é uma menina Foi
Muito sedutora
Atirar à sorte P'ro ar
Sem o intuito de acertar
2x3=6 MULTIPLICAR SOMAR
CARNE P'RA CANHÃO DESPIR
INVESTIR
3-2=1 É SÓ SUBTRAIR
APRENDER A DIVIDIR PARA
PODER REINAR
DEPOIS
Tirana é só sofrimento Foi!
É ferida e unguento
Tirana é sincera
Mas só por um momento
Tirana é um bom nome Foi!
Para quem não sentiu fome
Se ela ainda te enganar
Não vais partir e podes cá ficar
Letra
Há um lixo novo pra limpar ao nascer
Um grito surdo que tentam calar
Vais ouvir e ver
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
É ter e ver cérebro em fuga a dominar
Gene preguiçoso e letal
Olha pró que eu faço
Mais vale nunca
Nunca aprender
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Ficas a aprender
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais beber
Mais vale nunca mais crescer
Agora é a doer
Mais vale nunca
Nunca apetecer
Mais vale nada
Nunca escolher
Mais vale nunca mais crescer
Vais ouvir e ver
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Toca a aprender
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Olha para o que eu faço
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Letra
Já morri a morte certa
Já senti a fome aperta dor
Já bati a porta incerta
Viagei de caixa aberta dor
Pecado, fundido, queimado
Pecado, bem vindo ao passado
Já desci lá embaixo ao fundo
Já falei com outro mundo e então...
Já passei o ingulimbo
Já subi ao purgatório e vou...
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, fundido, queimado
Pecado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Zangado, bem vindo ao passado
letra
Vejo um rio
Vejo destroço de metal a flutuar
Vejo um rio / provavelmente o Tejo
Desejo de me afundar
O Sado a sede sinos sinetas / ao acordar
Vejo um istmo / isco com ritmo
Paro de martelar
Vejo os meus dedos metálicos frios
Vontade de enferrujar
Vejo limalhas de ferro macio
Volumes por carregar
Vejo estas veias estalando / artérias por soldar
Vejo nuvens ricas de carbono - diáfanas
D'envenenar
As naves que eu construo
Não são feitas para navegar
Aguentam a violência de um beijo
Mas nunca a do mar
As vagas onde elas vogam
Fundem-se com o ar
Vão e vêm...
... voltam-se devagar
... se se voltam devagar
Letra
Há uma fonte
Há uma casa ou uma ponte
E há uma janela,
ao pé da cama umA vela.
Nessa casa,
Há alguém na cozinha,
Inventa massa,
Espera não dormir soziNha.
Debaixo da almofada,
Há um corpo quente talvez um dente.
Silhueta dessa faDa,
Nos lençóis presente embora ausente
Tive uma ideia,
Que tal pendurar uma meia
Na lareiRa,
Ao lado duma teia.
Debaixo da almofada
Há um corpo quente e até um dente
Parece despenteada
Sem escova ou pente, cabelo rente.
Silhueta dessa fada,
Nos lençóis presente, embora ausEente.
Debaixo da almofada,
Há um corpo quente e até um dente.
Parece despenteada,
Sem escova ou pente, cabelo rente.
Debaixo dessa fada,
Há um corpo quente talvez Invente.
Silhueta dessa fada,
Nos lençóis presente, embora Ausente.
letra
Vieste para aprender
Põe um dedo no ar
Mas se foi só pra me ver
Mais me vale calar
Fica aí de castigo
Ficas a pensar dormir em pé
Tira o cabelo da boca
Pára de mensajar
Se me meto contigo
Está-me a perturbar
Fico aqui de castigo
Pronto para jogar ao burro em pé
Ficas é tu de castigo
Ficas a pensar dormir em pé
Dormir em pé
Estou aqui de castigo
À espera de jogar ao burro em pé
Ficamos os dois de castigo
À espera de jogar ao burro em pé
Fico então de castigo
Põe-te sem pensar dormir em pé
Um burro em pé
Letra
Atirei o pau ao gato
Mas o gato não morreu
Dona Chica assustou-se
Com o Berro
Com o Berro
Que o gato deu,
Miau!
Sentadinha à chaminé
Veio uma pulga
Mordeu-lhe o pé
Ou ela chora
Ou ela grita
Ou vai-te embora
Pulga maldita
Atirei o pau ao gato
Mas o gato não morreu
Dona Chica assustou-se
Com o Berro
Com o Berro
Que o gato deu,
Miau!
Sentadinha à chaminé
Veio uma pulga
Mordeu-lhe o pé
Ou ela chora
Ou ela grita
Ou vai-te embora
Pulga maldita

Os GNR celebram 30 anos de carreira mas a sua música continua viva junto do público português que não enjeita recordar as músicas de Rui Reininho e companhia.
A banda regressa aos Coliseus de Lisboa e Porto para dois concertos (12 de novembro no Coliseu do Porto e dia 19 de novembro no Coliseu de Lisboa) que prometem ser inesquecíveis.
Foi em 1981 que os GNR lançaram o seu primeiro single,«Portugal na CEE».
Desde então, não mais pararam de nos oferecer algumas das melhores canções de sempre da música Pop/Rock nacional.
Em 2011 comemoram 30 anos de uma extraordinária carreira, com a reedição de toda a sua discografia, o lançamento de um novo álbum, «Voos Domésticos», e os referidos concertos nos Coliseus em novembro.
«Voos Domésticos», o novo álbum, mais do que uma revisão da matéria dada é um rejuvenescimento das canções pop que marcaram a história da cultura pop no nosso país e uma oportunidade de conciliar gerações que cresceram com os acordes da banda portuense.
Videoclip de «Cais»
GNR 30 ANOS – «VOOS DOMÉSTICOS»
12 DE NOVEMBRO – COLISEU DO PORTO
19 DE NOVEMBRO – COLISEU DE LISBOA
22h00
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.
Retirado de SAPO Música

O Festival AngraRock começa hoje à noite em Angra do Heroísmo, nos Açores, com um cartaz diversificado de nove espetáculos, do rock à música electrónica, num formato reduzido a dois dias que terminará com os GNR em palco.
"O AngraRock é um festival de cidade, com características muito próprias, diferente daqueles que se fazem em sítios mais afastados dos centros, com cartazes mais alternativos", afirmou Hélio Vieira, da AzorWaves, empresa que organiza o evento em parceria com a empresa municipal Culturangra.
Nesse sentido, salientou que o festival "segue uma linha diversificada" para abranger o maior número de pessoas possível, já que "o mercado na ilha é limitado e não se pode especializar demasiado".
Hélio Vieira recordou que inicialmente "o festival surgiu conotado com a música rock", mas frisou que atualmente "é um festival de música em geral, não é um festival só de rock".
Depois de um ano de interregno, o AngraRock surge agora com um formato reduzido a dois dias para os quais estão agendados nove concertos, que abrangem tipos de música que "vão do pop, ao rock, passando pela música electrónica".
O 11.º AngraRock, com um orçamento de 75.000 euros, apresenta também a novidade de ser a primeira vez que é paga a entrada no Recinto do Bailão, custando os bilhetes 10 euros para os dois dias, o que, segundo Hélio Vieira significa "um euro por concerto".
Retirado do DN
Música
PromoOnlyPT - A música Portuguesa no Youtube
Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses