Sábado, 23.09.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela!

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela
Nun tenemos sal nien unto nien presunto nien bitela

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Ls chocalhos rúgen, rúgen
Ls carneiros alhá ban
An chegando a Ourrieta Cuba
Ls carneiros bulberan

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Roubórun la malguerida
Por arriba de l telhado
Cuida, nun quiero tou cino
Que staba spendurado

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela
Nun tenemos sal nien unto nien presunto nien bitela

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

I ls chocalhos rúgen, rúgen
Ls carneiros alhá ban
An chegando a Ourrieta Cuba
Ls carneiros bulberan

Bai Pedro bai, al lhugar de la justicia
Di-le a tou amo cumo you te digo a ti
La filha de l Lima, stá nel lhume i pinga
La filha de la Bergada stá nel lhume i bai assada

Pedro, que te falta? Repica la tu gaita
Tenes l pan na tulha l bino na bodega
Tenes la melhor moça que habie nesta tierra
Ciega dun uolho i manca dua perna

Bai Pedro bai, al lhugar de la justicia
Di-le a tou amo cumo you te digo a ti
La filha de l Lima, stá nel lhume i pinga
La filha de la Bergada stá nel lhume i bai assada

Pedro, que te falta? Repica la tu gaita
Tenes l pan na tulha l bino na bodega
Tenes la melhor moça que habie nesta tierra
Ciega dun uolho i manca dua perna



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Quinta-feira, 21.09.17

galandum.jpg

 
SEX 29 SET 22H00
MÚSICA

GALANDUM GALUNDAINA

OUTONALIDADES
 
 

CAFÉ-CONCERTO 3€ ENTRADA GRATUITA (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)


TRADICIONAL |60 MIN| M/6


Galandum Galundaina, considerados os embaixadores da música mirandesa, substituem os Fado Violado na abertura do OUTONALIDADES.


Ao longo dos últimos 20 anos o grupo contribuiu para o estudo, preservação e divulgação da identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano. O seu trabalho de investigação e recolha, junto de pessoas mais velhas com conhecimentos rigorosos do legado musical da região, a par da formação académica na área da música, concretizou-se num sentido renovado no modo de entender as sonoridades que desde sempre conheceram. Com a sua música não procuram criar novos significados, mas antes descrever os lugares e a vida; encontrar as raízes que permitem que a cultura se desenvolva. Para Galandum Galundaina a “música não se inventa; reencontra-se”.

 


Paulo Preto voz, sanfona, gaita de fole mirandesa,  dulçaina, flauta pastoril e tamboril, Paulo Meirinhos voz, bombo, rabel, gaita de fole, realejo, garrafa, castanholas, pandeireta, pandeiro mirandês, Alexandre Meirinhos voz, caixa de guerra, bombo, pandeireta, pandeiro mirandês, tamboril, cântaro, almofariz , João Pratas  voz, flauta pastoril , flauta de osso, tamboril , saltério, flauta transversal, bombo, pandeiro mirandês, charrascas


 [espetáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]



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Quinta-feira, 30.01.14

Galandum Galundaina  Concerto



Um dos grupos de referência da música tradicional portuguesa.

 

Galandum Galundaina é um grupo de música tradicional mirandesa criado com o objetivo de recolher, investigar e divulgar o património musical, as danças e a língua das terras de Miranda.

 

Em 15 anos de existência o grupo desenvolveu vários trabalhos. Para além da edição de três discos e do DVD ao vivo. Também são de sua responsabilidade a padronização da gaita-de-foles mirandesa e a organização do Festival Itinerante de Cultura Tradicional "L Burro i l Gueiteiro". Ao longo dos últimos anos o grupo interessou-se pela construção de instrumentos musicais de raiz tradicional e atualmente grande parte dos instrumentos usados em concerto são da sua autoria.

 

Os elementos do grupo nasceram e cresceram em Terras de Miranda (Fonte de Aldeia e Sendim) onde adquiriram conhecimento direto da música que interpretam através do ambiente familiar, do convívio com os velhos gaiteiros, e da consulta de velhas gravações.

 

Além da tradição musical familiar, os elementos do grupo têm também formação académica na área da música.

 

Os instrumentos usados são réplicas dos originais e mantém o aspeto e a sonoridade dos mesmos.

 

ACERT

Associação Cultural e Recreativa de Tondela 

Auditório 1
Sáb, 08 fev'14 às 21:45h

Preço: 5/7,5 €


Ficha Técnica


Paulo Preto - voz, sanfona, gaita de fole mirandesa, gaita sanabresa, dulçaina, flauta pastoril e tamboril.

Paulo Meirinhos - voz, bombo, rabel, gaita de fole galega, realejo, garrafa, gaita de fole mirandesa, castanholas, pandeireta, pandeiro mirandês, triângulo.

Alexandre Meirinhos - voz, caixa de guerra, bombo, bendir, almofariz, chacalacas, cântaro, pandeiro mirandês.

Manuel Meirinhos - voz, flauta pastoril, tamboril, flauta de osso, kaval, flauta transversal, bombo, pandeiro mirandês, tracanholas, charrascas.

 



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Terça-feira, 08.10.13

Festival Outono Quente anima Viseu a partir de quarta-feira

08 de outubro de 2013

Galandum Galundaina


O festival Outono Quente vai, a partir de quarta-feira, voltar a animar o Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, com artistas inspirados na cultura tradicional portuguesa e que prometem surpreender com novas abordagens.


Muita música, teatro, dança, cinema e fotografia é o que promete a segunda edição do Outono Quente, organizado pela associação cultural Zunzum.

“No ano passado correu muito bem, tivemos uma adesão muito grande do público e recebemos comentários muito positivos, o que nos levou a fazer esta segunda edição”, disse à agência Lusa o presidente da Zunzum, André Cardoso.

 

Este ano, o festival tem mais dois dias (a quarta-feira e o domingo) e será descentralizado.

 

André Cardoso explicou que, além dos espetáculos apresentados no Parque Aquilino Ribeiro, haverá “um mais vocacionado para o público sénior no Centro Paroquial da Cunha Baixa, em Mangualde”, na quarta-feira à tarde, intitulado “Amá-la com Estórias… de Lar para Cá”, da Zunzum.

 

Na quinta e na sexta-feira à tarde, a ACERT leva o espetáculo “20 Dizer” ao hospital e ao estabelecimento prisional de Viseu.

 

“Haverá também espetáculos para o público escolar e para bebés. Quisemos envolver todas as faixas etárias”, frisou André Cardoso, acrescentando que os espetáculos realizados à noite “são todos muito familiares”. Destes, destacou os espetáculos de música tradicional de sexta-feira e de sábado, Toques do Caramulo e Galandum Galundaina (na foto acima), respetivamente.

 

No sábado à noite, à semelhança do que aconteceu no ano passado, realiza-se a Marcha dos Sonhos, um espetáculo comunitário que envolverá cerca de 80 pessoas, entre artistas, grupos de teatro amador, instituições e escolas. “É uma festa comunitária. Queremos que a cultura seja uma forma de aquecer as pessoas, de lhes levar energias positivas. A Marcha dos Sonhos é o momento em que podemos esquecer tudo e pensar em concretizar um sonho”, justificou.

 

No domingo, os bebés podem ouvir o espetáculo de música “Tatabitato de Outono”, da associação Gira Sol Azul, e as crianças são convidadas a participar num “raid fotográfico” com a Zunzum.

 

O último espetáculo caberá ao cantautor espanhol Luís Pastor, que apresentará “O cantar da Viagem do Elefante”.

 

A Zunzum, que vai no sexto ano de atividade, contou com o apoio da Câmara de Viseu e da Associação de Desenvolvimento Dão Lafões e Alto Paiva para organizar este festival.

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 19.09.12

 

 

Letra

 

 

Deram-me uma burra

Que era mansa que era brava

 

Toda bem parecida

Mas a burra não andava

A burra não andava

Nem prá frente nem pra trás

Muito lhe ralhava

Mas eu não era capaz

Eu não era capaz

De fazer a burra andar

Passava do meio dia

E eu a desesperar

E eu a desesperar

Ai que desespero o meu

Falhei-lhe no burrico

E a burra até correu

 

Deram-me uma burra

Que era mansa que era brava

Toda bem parecida

Mas a burra não andava

A burra não andava

Nem prá frente nem pra trás

Muito lhe ralhava

Mas eu não era capaz

Eu não era capaz

De fazer a burra andar

Passava do meio dia

E eu a desesperar

E eu a desesperar

Ai que desespero o meu

Falhei-lhe no burrico

E a burra até correu

 

Deram-me uma burra

Que era mansa que era brava

Toda bem parecida

Mas a burra não andava

A burra não andava

Nem prá frente nem pra trás

Muito lhe ralhava

Mas eu não era capaz

Eu não era capaz

De fazer a burra andar

Passava do meio dia

E eu a desesperar

E eu a desesperar

Ai que desespero o meu

Falhei-lhe no burrico

E a burra até correu



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Terça-feira, 19.04.11

 

 

Letra (Em Mirandês)

 

Fraile cornudo
Hecha-te al baile
Que te quiero ber beilar
Saltar i brincar

I andar por l aire

 

Esta ye la tonadica de l fraile

 

Busca cumpanha
Que te quiero ber beilar
Saltar i brincar
I andar por l aire

 

Deixa-la sola
Que la quiero ber beilar
Saltar i brincar
I andar por l Aire

 

 



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