Quinta-feira, 23.10.14

Grande Gala da Rádio SIM dedicada à Revista

 

 

6ª Grande Gala da Rádio Sim homenageia Revista à Portuguesa

Evento decorre no Coliseu de Lisboa

 

A 6ª Grande Gala da Rádio Sim realiza-se no dia 24 de Outubro, no Coliseu de Lisboa, e presta homenagem à Revista, um género teatral muito querido do público português.

 

O cartaz deste espectáculo é apresentado pelos locutores da Rádio SIM e junta em palco grandes vozes da música portuguesa de várias gerações:

 

 

Ada de Castro,

Anabela

António Calvário

Joel Branco

Lenita Gentil

Maria José Valério

Simone de Oliveira

 

Acompanhados pela Orquestra Royal

 

Estes são os nomes que darão vida a alguns dos maiores sucessos de sempre do teatro de revista, nascidos nos palcos do Parque Mayer e não só. Canções como “Zé Cacilheiro”, “Ó Tempo volta para trás”, “Voz do Povo”, “Chegou o Fado” ou “Esta Lisboa que eu Amo” prometem pôr o Coliseu a cantar.

 

Nesta Grande Gala será homenageado Helder Freire Costa, produtor e empresário de teatro, pelo seu trabalho ao longo de quatro décadas, fundamental na história recente da Revista à Portuguesa e na recuperação do Parque Mayer.

 

A 6ª Grande Gala é também o momento de assinalar o6º aniversário da Rádio Sim. A estação realiza todos os anos um grande espectáculo musical que reúne no mesmo palco as vozes da Rádio e os grandes artistas nacionais.

 

Este evento conta com o patrocínio do Continente.

 

 

6ª Grande Gala da Rádio Sim

Dia 24 de Outubro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, às 21h



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Segunda-feira, 02.12.13

Factor X: Três eliminados na primeira gala


Factor X: Três eliminados na primeira gala

O Factor X na SIC iniciou ontem, 01 de Dezembro a fase das Galas em directo com os 15 finalistas.

 

Antes do programa iniciar Júlia Pinheiro, directora de conteúdos do canal, anunciava-nos “um grande espectáculo de puro entretenimento” apresentado por Bárbara Guimarães e João Manzarra, escolhidos "por serem as nossas maiores estrelas".

 

Os concorrentes foram dividos em três grupos: jovens, adultos e grupos cujos mentores são Paulo Junqueiro, Sónia Tavares e Paulo Ventura respectivamente.

 

Paulo Junqueiro antes do programa indicou-nos estar “nervoso” esperando “que seja um dos meus a ganhar o programa”.

 

Nos castings a escolha foi “muito complicada, até porque houve uma altura em que tinha 60 pessoas para apenas oito lugares”, acrescentou.

A primeira actuação da noite coube a Dário Ferreira, artisticamente conhecido como Daduh King, que interpretou “Make Love” dos Room 5. Actuação elogiada pelos três jurados, com a ressalva de Paulo Junqueiro e de Paulo Ventura de este ser o género musical que melhor se lhe adapta, indicando a acção protectora da sua mentora Sónia Tavares.

 

A  jovem açoriana Mariana interpretou “Irreplaceable” de Beyoncé, numa actuação toda ela enérgica e de grande qualidade. Paulo Ventura indicou mesmo que “irrita-me solenemente que o Paulo Junqueiro retire o melhor de ti e tu tenhas tanto para lhe dar”.

 

O primeiro grupo a actuar foram os Yeah!Land que interpretaram “Prove Mary” de Tina Turner com um novo arranjo musical e uma coreografia “na medida certa” como indicou Paulo Junqueiro.

 

Seguiu-se a jovem Mafalda com “Firework” de Katy Perry numa actuação de grande qualidade vocal, mostrando progressos relativamente aos desempenhos obtidos nos castings, algo reconhecido pelos jurados.

 

Sónia Tavares anunciou de seguida mais um elemento do seu grupo, José Freitas para a interpretar “She” de Elvis Costello, numa actuação onde mostrou a versatilidade da sua voz. Os jurados elogiaram a actuação, sendo que para Paulo Junqueiro e Paulo Ventura a escolha do tema por parte de Sónia Tavares não foi a mais correcta por não permitir mostrar todo o potencial do concorrente.

 

Para os X4U, Paulo Ventura escolheu um tema dos One Direction, “What makes you beautiful”, mais uma vez com um novo arranjo tanto nas guitarras como na voz, que resultou em cheio. Contudo para Paulo Junqueiro, na sua apreciação indicou que o arranjo foi “relativamente pobre”.

Seguiu-se Jair, que interpretando “Thats Life” agradou tanto ao público como ao júri. Na apreciação dos jurados não foram realizados reparos ao concorrente e não sendo criticada a escolha da música por parte de Sónia Tavares.

 

Sónia que anunciou de seguida a Sara que nos trouxe “Keep the faith” de Bon Jovi, bem de acordo com a sua postura e voz rock. Uma escolha de tema excelente e uma interpretação de igual qualidade.

 

Diogo, um dos jovens que mais promete neste programa, interpretou “Georgia on my mind” de Ray Charles de forma magistral. Os jurados ficaram todos eles bastante agradados com a performance.


O grupo Aurora recordou depois um dos grandes nomes da musica portuguesa, António Variações com a “Canção do engate”. Mais uma vez Paulo Ventura arriscou com um novo arranjo musical não desfigurando a essência deste mítico tema.

 

Seguiu-se o artista que mais arrisca neste programa. A definição de artista surge do facto de o tema interpretado ser  também escrito por si, isto quanto tem apenas 16 anos. D8, apaixonado pelo rap cantou e encantou com “Best Day Ever”. Jurados rendidos ao seu talento e ao seu empenho, sendo inclusive considerado “como o mais trabalhador” de todos os concorrentes por Sónia Tavares

 

As Netas do Fado interpretaram “Porto Sentido” de Rui Veloso. Uma música que não foi escrita para fado interpretada por duas concorrentes pouco à vontade fora do género musical que trazem no nome. Uma actuação esforçada mas sem grande brilho.

 

A jovem Rita interpretou “Apologize” dos One Republic, num género musical que não é o seu “habitat natural” mas onde mais uma vez a sua entrega e a sua voz sobressaíram. O seu mentor Paulo Junqueiro foi bastante criticado pela escolha do tema por parte dos seus colegas jurados.

Berg, o concorrente com mais experiencia de palco de todos os candidatos interpretou “Right to be wrong” de Joss Stone. Berg recolhe preferência por parte dos jurados desde os castings, sendo esse reconhecimento extensível ao publico que o aplaudiu bastante.

 

As Cupcake encerraram a noite com “Single ladies” de Beyoncé numa actuação descolorida, nervosa mas bastante esforçada. Faltou uma coreografia mais dinâmica a acompanhar o tema.

 

Esta primeira gala teve como convidado o cantor de reggae do momento em Portugal, Richie Campbell que colocou o público a dançar e cantar o tema “Thats how we rol”.

 

Após encerramento das votações do público, os jurados tinham que eliminar um dos seus dois concorrentes menos votados. A escolha recaiu em Netas do Fado, Daduh King e Mafalda.

 

João Manzarra e Bárbara Guimarães no final mostraram-se “felizes com o programa”. Para Manzarra “foi uma gala emocionante a todos os níveis e para mim fiquei especialmente emocionado por ver tanto talento já eliminado nesta primeira gala”.

 

Já Bárbara optou por elogiar “um grande palco, um belíssimo cenário”, opinião reforçada por Manzarra para quem o cenário “está dez anos à frente”.

 

Bárbara e Manzarra indicaram ainda que se sentiram “tranquilos durante o programa, não tendo nenhuma ansiedade, até porque ensaiámos bastante”.

 

Já Daduh King, um dos eliminados, não se mostrou nada “desiludido. Eu já tenho a minha carreira e as minhas fãs. Este programa era um complemento à minha carreira”. Rematou indicando que “a Sónia Tavares tomou a decisão correcta”.

 

O Factor X volta no próximo Domingo, num caminho que levará um dos concorrentes ao prémio de 100 mil euros, a um automóvel e à gravação de um disco pela Sony Music Portugal.

 

Retirado do HardMúsica



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Domingo, 16.12.12

Artistas contribuem para apoiar o Vale de Acór

A segunda Grande Gala de Solidariedade está marcada para segunda-feira dia 17 de dezembro, às 21:00 no auditório da Igreja de Nossa Senhora da Boa Nova, no Estoril. 

O preço dos bilhetes varia entre os 20 euros (normal), os 30 euros (benfeitor silver) e 50 euros (benfeitorgold). A organização sugere que, este ano, o bilhete seja uma prenda antecipada de Natal, oferecendo de uma só vez um espetáculo de qualidade e uma contribuição para a manutenção solidária de uma instituição de recuperação de toxicodependentes, em tempos de grande dificuldade.

"A ajuda de todos é fundamental para dar continuidade ao trabalho que realizamos", afirmaram os responsáveis pelo projecto à RTP.

Conforme se lê na página do Vale de Acór, a Associação afirma ter como objetivo "lutar eficazmente contra a toxicodependência propondo como alternativa à droga a redescoberta da Vida como oportunidade ao Homem para ser feliz", sob o lema: "da droga sai-se, mas não se sai sozinho!"

A trabalhar desde 1994, a Associação Vale de Acór/Projecto Homem é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos. Funciona graças a apoios estatais, de associados e de mecenas. 

"Muitas das pessoas que nos chegam não tem meios financeiros nenhuns. Não têm família. Mesmo estes casos, que não podem pagar as suas despesas pessoais e a comparticipação devida na mensalidade, são sempre aceites para tratamento na Comunidade Terapêutica", refere a Associação.

"São os nossos associados, benfeitores e mecenas que tornam este acompanhamento possível, que viabilizam em grande parte o desenvolvimento de novos projectos, a realização de intervenções necessárias em infra-estruturas existentes, a aquisição de equipamento necessário" referem ainda os responsáveis pelo Vale de Acór.

A RTP refere a título de exemplo que António Pinto Leite ofereceu os direitos de autor do seu mais recente livro "O amor como critério de gestão", integralmente a favor do Vale de Acór.

Na primeira Grande Gala em 2011, com a partipação da fadista Carminho, a Associação conseguiu um "balão de oxigénio" que, juntamente com diversas outras ajudas lhe permitiu não fechar portas em 2012, ao contrário de outras instituições de recuperação de toxicodependentes.

Ao longo do ano o Vale de Acór tem lutado não só para se manter em funcionamento mas ainda para conseguir receber os utentes de instituições similares que entretanto encerraram, pessoas que, muitas vezes, ficaram sem apoios de qualquer espécie.

De acordo com os responsáveis pela Associação, apesar de atualmente o Vale de Acór receber mais financiamento estatal devido ao maior número de pessoas acolhidas, as necessidades aumentaram mais ainda em proporção, pelo que a segunda Grande Gala, tal como a primeira, será vital para a manutenção do projecto terapêutico.

 

retirado do HardMúsica



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Quinta-feira, 29.11.12

VII Gala Amália no Coliseu dos RecreiosVII Gala Amália no Coliseu dos Recreios

Com actuações de Rodrigo, António Chaínho, António Vitorino de Almeida, Cidália Moreira, Jorge Fernando, Mísia, Fábia Rebordão e José Gonzalez, Micael Gomes, Bernardo Viana, Filipe Raposo, Filipe Larsen terá lugar pelas 21:30 do dia 30 de Novembro, no Coliseu dos Recreios a VII Gala Amália.

 

 Como já vem sendo hábito nesta Gala serão entregues  os Prémios Amália que vão distinguir alguns dos que mais contribuiram para  a grandeza do Fado, esquecendo-se por vezes outros de grande valor.

José Carlos Malato é mais uma vez o anfitrião da noite, acompanhando os espectadores numa magnífica viagem através do melhor que o Fado nos ofereceu em 2012. 

 

retirado do HardMúsica



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Terça-feira, 25.09.12

Nomes sonantes da música portuguesa atuam na Casa da Música


Adelaide Ferreira, António Calvário, Armando Gama, Artur Garcia, Carlos Mendes, Conjunto António Mafra, Isabel Silvestre, Maria Amélia Canossa e os fadistas Lenita Gentil e José da Câmara, acompanhados pela orquestra dirigida pelo maestro Paulo Filipe, vão subir ao palco da Casa da Música, no Porto, no âmbito da 4ª Grande Gala da Rádio SIM.


O evento, que vai ter lugar no dia 20 de outubro, pelas 21:00, será apresentado pelos locutores da emissora do grupo r/com.

 

"Vai ser uma enorme festa de música e um encontro com todos aqueles que diariamente acompanham as emissões desta rádio", explica a diretora da Rádio SIM, Dina Isabel, citada em comunicado.

 

A rádio SIM surgiu em 2008 e está orientada para um público acima dos 55 anos e "define-se por ser uma rádio com tempo para conversar, com música até ao início da década de 80 e incidência na música portuguesa", contextualiza o grupo r/com.

 

As emissões da rádio SIM são ouvidas em boa parte do território nacional em OM (Onda Média) e FM (Frequência Modulada).

 

Noticia do Sapo Música



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Quinta-feira, 15.03.12

Grande gala da solidariedade

 

Sob o mote «Dar ao Fado a voz de quem no nosso país luta contra a discriminação e a pobreza», o fadista Salvador Taborda aceitou dar voz a um projeto que une dez importantes causas de solidariedade a atuar no nosso país, numa gala que decorrerá no próximo dia 27 de março, no Cinema S. Jorge, em Lisboa.

 

Em palco serão ouvidos, em estreia absoluta, os onze temas originais que fazem parte de um disco, «Nome de Causa», cujas receitas reverterão a favor das causas de solidariedade.

 

Com letras de Isabel Salema e músicas de João Mário Veiga, um músico há muito ligado à carreira de Salvador Taborda, cada um dos dez temas replica como título o slogan da «sua» causa, exaltando os objetivos que a definem.

 

O décimo primeiro tema, que encerrará o espetáculo, é uma homenagem a todos os artistas.

 

Nas próprias palavras do fadista:

 

«Este é um trabalho estimulante e diferente do habitual, que muito me honra. Espero que esta importante iniciativa tenha o sucesso que todas estas causas merecem, pelo papel essencial que têm na sociedade portuguesa».

 

Os bilhetes para a gala estarão à venda em exclusivo nas bilheteiras do Cinema S. Jorge. 

 

Mais informações podem ser consultadas na página de Facebook da causa 


Retirado de Sapo Música

 

 



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Quarta-feira, 22.02.12

A sétima gala em directo de A Voz de Portugal deixou-nos a apenas um passo da grande final.

Com oito concorrentes em competição, dezoitos músicas, actuações individuais e em duetos, os mentores a dividirem os votos com o público e a participação especial dos Amor Electro, esta noite foi mais do que preenchida.

 

Uma actuação conjunta de todos os candidatos deu início a esta semi-final de forma enérgica. De todos os restantes momentos musicais pouco há para dizer. Ao chegarmos a esta fase já seria de esperar que as surpresas não fossem muitas e, de forma geral, tirando uma outra prestação não tão bem conseguida, todos os concorrentes estiveram à altura do que tinham vindo a prometer.

 

Mas, ainda assim, houve alguns instantes, cantores ou comentários que, de alguma forma, têm razão para ser mencionados. Ricardo Oliveira, ao interpretar “When a Man Loves a Woman”, de Percy Skedge, deixou transparecer toda a emoção que a música contém, e ouviu dos seus mentores – os Anjos – que esta foi a sua melhor actuação de sempre. Mia Rose fez questão, após Daniel Moreira ter actuado, de dizer mais uma vez que “não há ninguém em Portugal que cante como ele”. Sobre Denis Filipe, que pertence à equipa de Rui Reininho, Paulo Gonzo disse que este é “o candidato mais enigmático e irreverente do programa”. E de realçar ainda, por fim, é a evolução que Joana Jorge apresentou ao longo das galas e que foi referida por diversos mentores.

 

A encerrar as actuações, os Amor Electro subiram ao palco d'A Voz de Portugal. Bianca Adrião e Salvador Seixas acompanharam Marisa Liz, a vocalista desta banda que foi uma das revelações de 2011, na interpretação do tema “Rosa Sangue”.

 

E chegou então o momento das saídas. Com cada equipa reduzida somente a dois elementos, os mentores perderam o poder de salvamento, mas ganharam a possibilidade de dividirem o voto com o público. Como? Cada mentor distribuiu 100 pontos por cada um dos seus concorrentes, e a esses valores (transformados em percentagem) foi somada a votação do público.

 

Os resultados foram os seguintes: Bianca Adrião (da equipa de Gonzo), Ricardo Oliveira (Anjos), Denis Filipe (Reininho) e Daniel Moreira (Mia) são os quatro finalistas de A Voz de Portugal. Para trás, ficaram Joana Jorge, Carla Ribeiro, Pedro Poseiro e Salvador Seixas.

 

Apesar de nem em todos os casos o público ter estado de acordo com os mentores, das quatro equipas a maior discrepância notou-se na de Paulo Gonzo, que atribuiu a Bianca 65 pontos (restando apenas 35 para Joana, que foi, das duas, quem teve maior apoio do público com 60% das votações telefónicas a seu favor). De resto, apenas na equipa de Reininho voltou a haver diferença de votos – mas desta vez mínima - com público a dar preferência a Pedro Poseiro.

 

Os Anjos disseram estar serenos com a sua decisão: “uma das coisas que nos tranquilizou foi ver que as pessoas em casa votaram massivamente no Ricardo e que ele foi até o candidato mais votado de todos”. “Com tudo o que ele alcançou ao longo deste programa era injusto não estar na final”, acrescentou Sérgio Rosado.


Também Mia Rose se mostrou de consciência tranquila face à sua aposta no Daniel. “Agora estou concentrada em fazer com que o Daniel saia do programa satisfeito com a sua prestação, seja enquanto vencedor ou não”, disse a mentora, que anunciou ao Hardmusica que vai abrir uma editora ainda este ano e que, graças a isso, vai trabalhar com muitos concorrentes que passaram pela sua equipa, incluindo o Salvador.


Rui Reininho demonstrou que era Denis quem queria na final e a sua vontade foi concretizada. “O Denis sabe fazer praticamente tudo e sabe pegar em instrumentos e compor originais. Não queremos ninguém que esteja só a imitar outros cantores”, realçou.

 

Joana Jorge foi a concorrente que se mostrou mais afectada com a votação do mentor: “senti-me desvalorizada, depois me ter esforçado tanto”, confessou ao Hardmusica.


Já Pedro Poseiro garante ter saído de cabeça erguida: “nunca criei grandes expectativas e isso fez com que ficasse sempre surpreendido com as etapas que alcancei”. Daqui para a frente, o semi-finalista vai tentar conciliar a música com a engenharia civil, a sua área de formação.
Carla Ribeiro não esconde o quanto gostaria de estar na final, mas assume que “se tinha de perder isto para alguém, ainda bem que foi para o Ricardo, pelo seu talento e empenho”. Agora, quer recuperar projectos antigos e espera conseguir algum apoio dos seus mentores. Salvador Seixas disse encarar a saída como um recomeçar e que vai “tentar aproveitar ao máximo a ajuda de todas as pessoas que até agora [o] acompanharam, tanto da Mia [a sua mentora], como do público que [nele] votou”.

 

Quanto aos finalistas, os seus sentimentos dividiam-se entre surpresas e orgulhos.

 

“Incrédulo” foi o adjectivo utilizado por Daniel Moreira para descrever a sensação de estar entre os quatro melhores d'A Voz de Portugal. “Nunca quis viver a música com tanta intensidade como quero depois desta experiência”, comentou.
Por outro lado, Denis, um dos concorrentes mais visivelmente eufóricos com a passagem para a final, disse:“chegar a esta fase foi a minha ambição desde o princípio”.


Depois de ter ficado em segundo lugar na primeira edição do programa Ídolos, Ricardo acha que A Voz de Portugal o ajudou essencialmente a mostrar de novo o seu trabalho e a lembrar os portugueses quem é. Para si, foi hoje a noite em que os nervos estiveram realmente à flor da pele. “Para a semana somos apenas quatro bons cantores a actuar juntos”, disse.
Bianca garantiu que entrou nesta semi-final “sem pensar em sair ou ficar”: “chegar aos oito melhores já tinha sido fantástico; estar na final é muito mais do que isso ainda.”


No próximo Sábado, são as vozes destes quatro concorrentes que vão preencher o palco e disputar o título de Voz de Portugal.

Até lá, estão já disponíveis no itunes as suas interpretações da próxima gala. Cada download realizado corresponde a dois votos no finalista respectivo. Ricardo canta “How I Am Supposed to Live Without You”, de Michael Bolton; Bianca apodera-se de “Goldeneye”, de Tina Turner”; Denis interpreta “Crying”, dos Aerosmith; e a música de Daniel é “Skinny Love”, um original de Bon Iver.

 

Via HardMúsica



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Domingo, 12.02.12

Sexta gala da Voz de Portugal

Eliminações d'A Voz de Portugal Custam (e surpreendem) cada vez mais

A sexta gala em directo de “A Voz de Portugal” começou com uma glamorosa e imponente actuação dos jovens italianos Il Volo, acompanhados por Deborah Gonçalves e Ricardo Oliveira.

 

Daí e até ao final, muito houve pelo meio. Houve grandes e seguras interpretações, nervos traiçoeiros e falhas nas letras, revelações positivas e outras não tão agradáveis.

 

Com cada equipa reduzida a três elementos, caminhamos a passos largos para a final do concurso de talentos musicais da RTP. Segundo Rui Reininho, “isto já não é uma brincadeira” e “chegámos a um momento sério onde estamos prestes a definir um cantor com capacidade de seguir carreira e gravar originais”. Precisamente por isso temos vindo a assistir a uma preocupação crescente dos mentores com os pequenos detalhes. E são os mais pequenos aspectos técnicos – que por vezes até passam despercebidos ao leigo ouvido do público – que muitas vezes decidem quem é salvo pelo seu mentor.

 

Vamos então deitar um breve olhar a algumas das actuações da noite para (pelo menos) tentar perceber as eliminações de hoje.


Denis Filipe (um dos pupilos de Rui Reininho, como Catarina Furtado lhes chama) cantou pela primeira vez em português e deu uma energia extra à música “Matas-me com o teu olhar”, dos UHF. 


Já João Pedro Rosas (da mesma equipa) teve uma prestação que ficou muito aquém daquilo que tinha feito na semana passada e atrapalhou-se com a letra da canção.


Joana Jorge (cujo mentor é Paulo Gonzo), numa interpretação doce, manteve a afinação numa balada difícil e ouviu o seu mentor dizer que “tem vindo a crescer a passados gigantes”.


Deborah Gonçalves (da equipa de Mia Rose) teve uma actuação sublime ao cantar “Eu não sei quem te perdeu”, de Pedro Abrunhosa.


Carla Ribeiro (Anjos) cantou “Sol de Inverno” da grande senhora Simone de Oliveira, mas apesar de ter mostrado mais uma vez a voz poderosa que tem, foi difícil vê-la (e ouvi-la) neste registo enquanto ainda temos na cabeça a imagem da primeira gala onde cantou Britney Spears.

 

E depois, restam aqueles que não estiveram nem especialmente bem nem especialmente mal. Ou então que mantiveram o nível de actuação a que já nos habituaram.

 

Posto isto, vamos aos eliminados pelo público: João Pedro Rosas (Reininho), Silvio Switha (Gonzo), Deborah Gonçalves (Mia) e Joana Garcia (Anjos).

 

Mia Rose, que ficou visivelmente perturbada com a eliminação da concorrente da sua equipa, disse ao Hardmusica não se sentir culpada por não ter salvo Deborah – “o Salvador tem uma voz única e esta noite arriscou em vez de jogar pelo seguro”, explicou a mentora –, mas disse que esta “era claramente uma finalista”.

 

“Senti-me tranquila quando acabei de cantar porque senti que consegui transmitir a emoção ao público”, confessou Deborah, que considera que foi muito decisivo para a sua eliminação o facto de os dois concorrentes com que competia – Daniel Moreira e Salvador Seixas – serem “muito populares”.


Agora, a concorrente, que fez com que o estúdio em peso chamasse pelo seu nome quando foi eliminada, tem nos planos partir para Londres e dedicar-se ao seu projecto a solo – na área do R&B, como seria de esperar – com a produtora Nonsense.

 

Os Anjos realçaram, após terminada a gala, a importância, principalmente para aqueles que ainda não têm grande experiência na área da música, de definirem uma “assinatura musical”. “Fecharmos os olhos, ouvirmos um tema e de imediato identificarmos o cantor”, segundo Nélson Rosado, indica que estamos perante um artista com uma identidade própria. E isso é uma grande mais-valia para um candidato que pode até não ser brilhante a nível técnico, de acordo com o mesmo.

 

Quanto à concorrente da equipa dos irmãos Rosado que foi hoje eliminada, o seu discurso é de optimismo face à saída: “vou continuar a lutar para conseguir algo na música e espero que aqueles que me apoiaram durante o programa continuem a fazê-lo depois”, disse a ex-concorrente.


“Dissemos já à Joana [Garcia] que ela deixou a marca dela neste programa e que gostaríamos, num futuro próximo, de trabalhar com ela”, contaram os seus mentores.

 

Também João Pedro Rosas já está focado no futuro e em apostar no seu projecto pessoal: Skeezos. “O principal objectivo ao entrar para o programa era precisamente conseguir promover e projectar a minha banda”, disse.

 

Silvio Switha afirmou não ter tido “grande ajuda com as escolhas das músicas” ao longo das galas porque estas se afastavam demasiado do seu gosto e estilo. “Gostava de ter tido uma música onde pudesse mostrar mesmo aquilo que a minha voz vale”, comentou. Os próximos tempos serão ocupados com a The Swithas Band e a possibilidade de ir também ele para Londres gravar, graças a propostas que reapareceram durante o concurso.

 

Para a próxima semana vamos assistir (já) à semi-final d' “A Voz de Portugal”. E com apenas dois elementos em cada equipa os mentores já não vão poder salvar ninguém.

 

Retirado de HardMúsica



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Domingo, 29.01.12

A quarta emissão em directo de “A Voz de Portugal” foi preenchida por muita música portuguesa e por duas actuações especiais de Áurea.

 

A cantora, que é uma das mais recentes revelações do panorama musical português, abriu o espectáculo acompanhada pelas candidatas Teresa Santos (cuja mentora é Mia Rose) e Joana Jorge (da equipa dos Anjos), e encerrou os momentos musicais com uma interpretação a solo do seu tema “Okay Alright”.

 

As doze vozes em competição esta noite (três de cada mentor) foram as que sobreviveram à segunda gala do programa, e delas quatro despediram-se hoje da corrida pelo título d'A voz de Portugal: Inês Martins (Mia), Sílvia Silva (Paulo Gonzo), Sara Henriques (Anjos) e Celeste Cortez (Rui Reininho).

 

No que respeita aos temas interpretados, o repertório foi, mais uma vez, variado e demonstrou a versatilidade das vozes, com os concorrentes a levarem consigo para o palco canções tão díspares como o clássico “The Best”de Tina Turner e “Everything” de Michael Bubblé. E houve ainda cinco canções portuguesas – dos The Gift, Entre Aspas, Rui Veloso, Clã e Amor Electro –, fazendo com que esta se tenha tornado, até ao momento, a gala com mais música nacional.

 

As actuações foram, na sua maioria, seguras, mas muitas delas estiveram longe de estarem tecnicamente perfeitas e a tantas outras faltou, por vezes, a emoção ou a entrega necessárias para que a canção continuasse a ecoar nas nossas cabeças pelo resto da noite.

 

Uma das falhas técnicas que marcou esta gala foi o deslize na letra da canção interpretada por Daniel Moreira (da equipa de Mia). Sobre esse momento, Paulo Gonzo disse o seguinte ao Hardmusica: “os concorrentes sentem cada vez mais a pressão, a carga emocional é maior e os nervos atrapalham os breves minutos que eles têm para mostrar tudo aquilo que valem, mas, nesta fase do concurso, têm de estar preparados para lidar com isso.” O cantor realçou ainda que “num concurso como este não são desculpáveis deslizes, porque o objectivo é reunir qualidades como a voz, técnica e postura, mas também o saber controlar os nervos em cima de um palco.”


Ao Hardmusica foi difícil conseguir declarações claras de Rui Reininho sobre “A Voz de Portugal”, as galas em directo e os concorrentes, mas, ainda assim, conseguimos saber que apesar de achar que os candidatos estão “a subir”, as galas “estão a tornar-se cada vez mais tristes”, pelas saídas dos concorrentes.


Disse também estar contente com a sua equipa - “têm feito um esforço fantástico” - e que dela fazem parte“músicos que sabem tocar e cantar”.


Quanto à prestação dos próprios mentores, há um destaque que é impossível não ser feito: nas galas que existiram até à data, os Anjos foram os únicos a fazer apreciações técnicas das actuações (seja de elementos da sua equipa ou não), não se restringindo a monossílabos como “maravilhoso”, “fantástico” ou à típica expressão “estiveste bem”. 


“É esse o nosso trabalho”, disseram. Os irmãos Rosado afirmaram que “faz todo o sentido” fazerem comentários técnicos e que o facto de serem os únicos a fazê-lo “demonstra que os mentores são todos diferentes, desde o irreverente Reininho ao Paulo Gonzo com uma postura mais contida, que começou com uma imagem mais dura, mas que tem optado por uma abordagem mais suave.”


Para os Anjos, “nesta fase do programa todos eles são muito bons” e, por isso, são da opinião de que é necessário estar o mais atento possível aos detalhes. Até porque o verbalizar, actuação após actuação, os aspectos que tornaram uma melhor ou pior, justifica, pelo menos em parte, perante o público, a decisão dos mentores quanto ao salvamento de um membro da sua equipa. “O programa é, nesta fase, feito por pequenos pormenores e é preciso expô-los”, defenderam.

 

Algo a que o público em casa não assistiu foi que, instantes antes da escolha do membro a salvar por parte dos Anjos, Piet-Hien Bakker, o produtor do programa, dirigiu-se até aos irmãos Rosado para uma breve troca de palavras. Quase de seguida, a dupla anunciou que salvaria Carla Ribeiro.

 

Ficámos a saber que todos os mentores têm acesso constante aos resultados momentâneos das votações por telefone e, ao Hardmusica, os Anjos assumiram: “entre outras coisas, essa é uma informação que o Piet-Hien nos dá”. Mas disseram também que esse momento não teve qualquer influência na sua decisão.

 

Confessaram que estavam indecisos entre dois candidatos, Ricardo Oliveira e Carla, mas apesar de considerarem o Ricardo “fabuloso”, foi a prestação de Carla que, para eles, foi a surpresa: “A Carla marcou pela diferença e o facto de a termos salvo foi um prémio que lhe quisemos dar”, explicaram.

 

Os irmãos Rosado sublinharam que “há uma série de factores que pesa na decisão e uma mera indicação que a produção dá numa determinada altura da votação ajuda, mas apenas quando temos grandes cantores que actuam mal” e acrescentaram que “as votações valem o que valem apenas em dada altura e depois podem não significar nada em termos de resultado final”.

O Hardmusica tentou conversar com Piet-Hien sobre esta questão, mas ao jornal foi dito, por parte da assessoria de imprensa da RTP, que tal não seria possível.

 

Para a próxima semana, haverá mais mais música, mais dança, mais espectáculo e, esperemos, felizes surpresas.

 

Via HardMúsica



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Domingo, 15.01.12

segunda gala da voz de pOrtugal

Este Sábado assistimos à segunda gala em directo de “A Voz de Portugal”, mas para 16 candidatos esta foi a primeira vez que pisaram o grande palco do concurso musical da RTP1.

 

Mais uma vez o trabalho de som e luzes, dos bailarinos, da banda ao vivo, o cenário, o público e o restantes efeitos da produção contribuíram para que se montasse um grande espectáculo de música.

 

Mas, talvez por a primeira gala ter colocado a fasquia tão alta, esta noite pareceu ter ficar um pouco aquém das expectativas. Já estávamos à espera de que em termos visuais o espectáculo fosse grandioso, e é provável que o factor surpresa tivesse grande influência na nossa sensação, mas as próprias actuações desta noite não foram extraordinárias ou arrebatadoras como as da semana anterior. Houve boas vozes e boas prestações (e também as houve menos boas), mas foram muito poucas as que marcaram.

 

Para mencionar algumas dessas actuações, damos exemplos das que receberam comentários que pareciam genuinamente honestos por parte dos mentores. Em sentidos completamente opostos, Ricardo Oliveira e Carla Ribeiro (ambos da equipa dos Anjos) foram duas boas surpresas já ao terminar da noite. O primeiro interpretou a balada “Your song”, de Elton John, tocando (e bem), ao longo de toda a música, piano. A segunda, num estilo rockeiro, com “I love rock & roll” de Britney Spears, trouxe energia, força e garra para o palco.


Na maioria dos casos, ora faltou expressividade, ora faltou ritmo, ora faltou afinação, ora faltou magia, ora faltou qualquer outra coisa.

A semana passada cada mentor despediu-se de um elemento da sua equipa e tiveram lugar as primeiras quatro eliminações. Desta vez a história voltou a repetir-se e Rui Pereira (Paulo Gonzo), Joana Alves (Rui Reininho), Luís Almeida (Mia Rose) e Bruno Francisco (Anjos) abandonaram o programa.

 

Todos eles usaram expressões semelhantes para descrever as suas experiências: “magnífica, surpreendente, enriquecedora.” A tímida Joana disse que o “tamanho do cenário não assusta e que todos os nervosismos desaparecem quando come[çam] a cantar.” Para além do “palco inspirador”, Luís também reconhece nas claques um forte apoio para quem está a actuar. “Em cima do palco a adrenalina é proporcional aos nervos”, afirmou Bruno.

Esta noite em que o concurso perdeu grandes vozes e grandes talentos – no final do directo, se havia quem dissesse que a maioria das saídas foi injusta, na verdade, também havia quem dissesse precisamente o contrário –, foi também uma noite de muita emoção. Essencialmente pelo facto de que foram vários os concorrentes que não conseguiram conter as lágrimas.


“Os concorrentes que foram eliminados esta gala não reagiram da mesma maneira de que os da anterior e as saídas foram momentos mais dolorosos”, disse a apresentadora Catarina Furtado, que confessou ainda ter ficado “comovida pelos candidatos mais velhos, que por norma trazem na bagagem mais complicações e inseguranças”.


Entre os mentores (que, relembramos, também estão a competir entre si através das suas equipas), voltou a existir troca de elogios a candidatos de equipas opostos.


Paulo Gonzo elogiou a sorte de Mia em ter Luís Almeida; Mia Rose disse que a actuação de Sandrine Orsini (do grupo de Gonzo) seria “difícil de esquecer”; os Anjos disseram ter pena que Daniel Moreira fosse “o menino” da Mia. E estes são apenas alguns exemplos.

 

Outra (espécie de) repetição nesta gala foi a prestação dos bailarinos que acompanharam quatro actuações e que, em todas elas, conseguiram desviar os nossos olhos do concorrente que se encontrava a cantar.


“No máximo conseguimos fazer seis coreografias num programa. É impossível mais do que isso, porque tanto a nível físico como de ensaios (pelo tempo que demoram as afinações, correcções e melhoramentos da coreografia e dos dançarinos) é muito complicado”, explicou o coreógrafo Marco de Camillis quando confrontado com a questão de nem todas as actuações terem acompanhamento de dança. As músicas que têm essa sorte, explicou também, “são escolhidas numa reunião com a produção, onde se tenta perceber quais os temas em que mais sentido faz ter dança”.


“Optamos pelas músicas mais mexidas e mais visuais”, explicitou Piet-Hein, produtor do programa.

 

No que respeita às músicas interpretadas, o mesmo disse serem escolhidas em conjunto pela produção e pelos mentores, “sempre a pensar no estilo musical de cada concorrente”. Para as próximas galas, Catarina Furtado deixou a promessa de mais música portuguesa e a continuação de um leque de temas conhecidos e eclécticos.

 

Esperamos pela próxima gala, no próximo Sábado. E esperamos música e dança, magia e paixão pelo cantar.

Via HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 17:12 | link do post | comentar


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