Sexta-feira, 17.07.15

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A edição deste ano do Festival Músicas do Mundo (FMM), que começa na sexta-feira, em Porto Covo, apresenta um toque mais urbano, mostrando que a chamada world music “engloba todos os géneros”.

Em conversa telefónica com a agência Lusa, o diretor criativo e de produção do FMM, Carlos Seixas, justifica que “a música, neste momento, é um todo, não se divide em escaparates”.

Assumindo que, “este ano, não há muitos grandes nomes” no festival, Carlos Seixas explica que “descobrir novos projetos, novos artistas” foi a opção para a 17.ª edição do FMM. “Há uns anos em que há mais nomes consagrados, outras vezes experimentam-se outras surpresas”, frisa.

Mesmo assim, e ainda que “avesso” a destaques, Carlos Seixas não deixa de nomear os consagrados Salif Keita (Mali), Orlando Julius (Nigéria/Reino Unido) e Toumani (Mali) – todos agendados para o último dia do festival, 25 de julho.

O tempo dos estilos puros acabou, as migrações, o conhecimento sobre o que faz em todo o mundo e as novas experimentações dão um caráter global à chamada world music, de “maneira nenhuma” negativo, assinala. “São os tempos, os novos tempos, a grande contaminação da música. Aquilo que nós consideramos world music deixou de ter sentido desde há uns anos a esta parte. A world music não é um género, engloba todos os géneros”, considera.

Outro dos traços da 17.ª edição do FMM é a presença de mulheres dedicadas à música urbana e contemporânea, como Ana Tijoux (Chile), Eno Williams (Ibibio Sound Machine-Nigéria/Reino Unido), Shivani Ahlowalia (Alo Wala-Estados Unidos/Dinamarca) ou a portuguesa Capicua.

“Aqueles que inovam na música portuguesa” já são presença habitual no festival, entre nomes menos e mais conhecidos, como Janita Salomé e Ricardo Ribeiro. A angolana Aline Frazão, a cabo-verdiana Elida Almeida e a brasileira Dona Onete representam a lusofonia.

Montar mais uma edição do FMM – que, desde 1999, acolheu 385 concertos e 850 mil pessoas – “é sempre difícil”, quer pela altura do ano – “há uma grande procura, são centenas de festivais que se fazem na Europa” –, quer pelas “questões orçamentais”, reconhece Carlos Seixas.

O investimento manteve-se para este ano, embora “com alguma redução nalguns gastos”, e “a qualidade está assegurada”, garante. “Esperemos que venha muita gente, cada vez necessitamos de dias felizes e de festa”, diz o programador.

Para oferecer, o FMM tem quase meia centena de concertos durante nove dias – em Porto Covo até domingo, viajando depois para Sines, até 25 de julho.

Além dos concertos, há várias iniciativas paralelas – as já clássicas oficinas para crianças, as sessões de contos, as conversas com escritores, o ciclo de cinema e algumas novidades - por exemplo, as masterclasses para músicos e estudantes de música, com Ernst Reijseger, Jacky Molard e Hélène Labarrière.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 18.07.13

Na edição de 2013 Sines festeja a memória dos dias felizes

43 concertos das mais variadas geografias.

Quando, em 1999, arrancou o primeiro Festival Músicas do Mundo, só uma aspiração optimista permitiria sonhar que, passadas 15 edições, estar-se-ia a celebrar o percurso de um dos mais importantes acontecimentos internacionais da world music. Os sete concertos dessa primeira edição, para sete mil visitantes, deram lugar ao impressionante acumulado de quase 250 actuações e uma média anual entre os 80 mil e os 90 mil espectadores. Por isso o programador Carlos Seixas fala de 2013 como "uma espécie de memória dos dias felizes". Essa chamada de atenção para a história do FMM - começa hoje e prolonga-se até 27 - parte de um convite a vários dos artistas que deixaram em Sines concertos memoráveis, casos de Rokia Traoré, Hermeto Pascoal ou Amadou & Mariam.

 

Muitos outros haveria desde que, a partir de 2001 e 2003, o FMM deu um pulo de crescimento, estimulado pelas presenças inéditas em Portugal dos jamaicanos Black Uhuru e Skatalites. Foram as primeiras de muitas enchentes no interior do Castelo de Sines, de que Seixas se vale para afirmar que este é "um festival de serviço público", desde logo por cumprir com uma das principais funções que se atribui a tal missão: a criação de novos públicos. Nesse ponto, foi seguida uma estratégia tão simples quanto eficaz: cada noite misturavam-se linguagens longínquas, podendo viajar-se no espaço de cinco horas por blues do deserto, música caribenha e jazz.

 

A partir de 2003, acabava-se a sensação de que todos os rostos eram familiares e o FMM transformava-se na presente romaria de largos milhares de curiosos em busca de músicas ausentes da agenda mediática. "Aqui não há uma questão comercial a ditar a programação", afirma Seixas. "Sobrepôs-se sempre a tentativa de mostrar a ponte cultural entre os vários meridianos e os paralelos do mundo". Por outro lado, o sucesso tem também sido alimentado por uma ligação de proximidade entre organização e músicos. Essa intenção acabaria por cativar os artistas, promovendo o festival num passa-palavra com outros músicos, mas possibilitaria também uma criação de afectos com o público potenciadora de devotos cultos. "Estes músicos que não acedem aos grandes festivais mais mediáticos sentem que há aqui um público que gosta deles - e isso cria ânimo nos próprios artistas".

 

Prestes a arrancar a 15.ª volta ao mundo sem sair de Sines, Seixas mantém a fé inicial no futuro de um FMM que até hoje era suportado sobretudo por um programa do QREN para o Litoral Alentejano (em fim de vida) e pela autarquia liderada pelo independente Manuel Coelho (que atingiu o limite de mandatos e sairá em Outubro). Por isso, um aviso esperançoso: "Por termos andado a navegar à bolina estes anos todos, correndo riscos de toda a natureza, mas chegando a um ponto de termos - a equipa, a organização, a cidade e o público - temos de alcançar um porto seguro. É uma pena se um jovem de 14/15 anos não tiver futuro". Mecenato, crise, sustentabilidade e resistência são, ainda assim, palavras para depois de dia 27: "Não nos deixemos mergulhar nesta onda negativa de que não se pode gastar em festa porque tem de se gastar em pão. A festa também é pão, é a catarse da nossa própria falta de pão".

 

Retirado do Público



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Terça-feira, 04.06.13

Ouve-se o mundo todo no festival de músicas em Sines

Rokia Traoré regressa ao festival onde já fez vibrar a multidão no Castelo de SinesÀ esquerda, também do Mali, Bassekou Kouyaté. MATHIEU ZAZZO

Os festejos das 15 edições do Festival Músicas do Mundo, em Sines, juntam muitos dos nomes que construíram a sua reputação enquanto um dos maiores eventos do género em todo o planeta.

 

No ano da sua 15.ª edição, o Festival Músicas do Mundo (FMM), na cidade alentejana de Sines, comporta-se de acordo com a prática habitual nos casos de sucesso da comunidade musical: engalana-se com vestes de best of, junta muitos dos seus exemplos de picos de popularidade e acrescenta-lhes alguns inéditos.

 

Quer isto dizer que o festival, a decorrer entre 18 e 27 de Julho, volta a alguns dos intérpretes que mais fizeram vibrar as multidões no Castelo de Sines, como Hermeto Pascoal, Rokia Traoré, Trilok Gurtu ou Amadou & Mariam, desde que, em 1999, a autarquia pôs nas mãos do programador Carlos Seixas a definição da identidade daquele que é o maior evento da world music em Portugal.

 

Tanto assim é que, nos últimos quatro anos, o FMM fez parte das escolhas da prestigiada revista inglesa Songlines enquanto um dos melhores festivais internacionais dedicados às músicas de todo o planeta.

 

A comemoração do 15.º FMM faz-se com a aposta forte na qualidade, mas também nos números, em saudáveis sentidos opostos: à maior concentração de espectáculos na história do festival - um impressionante número de 43 concertos distribuídos por pouco mais de uma semana - corresponde uma redução substancial no preço dos bilhetes. Mantendo a mesma dinâmica de concertos pagos no Castelo de Sines e outros gratuitos ao cair da tarde e ao fim da noite, junto à praia, as entradas para os nomes mais consagrados passam a custar 10 euros por dia (em vez de 15) ou, em alternativa, 50 euros na aquisição do passe para a totalidade do festival (contra 65 no ano passado). A medida, afirma a organização, justifica-se pela situação especialmente difícil no presente contexto económico nacional - que, de resto, se fez já sentir com um decréscimo de público pagante na edição de 2012, não repetindo enchentes de outros anos.

 

Tendo acompanhado o amadurecimento do circuito internacional das músicas do mundo, o FMM é igualmente responsável pela criação de um público desperto para o contacto com músicas de geografias mais ou menos próximas mas quase sempre arredadas do contacto quotidiano e mediatizado. Daí que Sines tenha assumido desde a primeira edição um papel de festival divulgador, onde se festeja a diferença e a diversidade cultural, e o público se desloca sobretudo pelo confronto com músicas "novas".

 

Ao mesmo tempo, o convívio com músicos como Rokia Traoré, Staff Benda Bilili, Konono n.º 1 ou Tinariwen, por exemplo, foi crucial para a eclosão de pequenos cultos destes músicos em solo português.

 

Se em 2012 o festival ficou marcado pelas magníficas estreias da maliana Fatoumata Diawara e do congolês Jupiter & Okwess International, Julho proporcionará primeiros contactos com o hipnótico cantor paquistanês Asif Ali Khan, a refundação da tradição congolesa por Baloji (que actua também em Lisboa na próxima semana), os contos do folclore chinês transformados por uma abordagem rock dos Dawanggang e dois dos mais importantes projectos de fusão neste domínio: os Skip & Die, liderados por uma Cata Pirata que soa a versão sul-africana de MIA; e Lo"Jo, colectivo francês que há três décadas dialoga com a música magrebina e foi decisivo no lançamento do míticoFestival au Désert.

 

Do Mali e do deserto do Sara, precisamente, chega uma comitiva de peso ao FMM, numa clara decisão de solidarização para com o sofrimento que tem assolado o país desde o golpe de Estado de Março de 2012. Assim, aos consagrados Rokia Traoré, Bassekou Kouyaté e Amadou & Mariam juntam-se ainda os tuaregues Tamikrest e o grupo lisboeta Imidiwan (título retirado de um álbum dos Tinariwen), inspirado pela música maliana.

Outra das comitivas - bastante mais reduzida - a despertar interesse elevado é a proveniente da Colômbia, com dois dos projectos mais elogiados actualmente no circuito da world music: Ondatrópica e Bomba Estéreo. Portugal estará representado por Custódio Castelo, Mu, Carlos Bica e Azul, o projecto luso-angolano Batida, Sei Miguel, JP Simões, Celina da Piedade, Orquestra Locomotiva e Gaiteiros de Lisboa.

 

Os Gaiteiros, de resto, integram o lote de repetentes seleccionados para o alinhamento best of, onde encontramos também o revolucionário do raï Rachid Taha, a lenda do jazz brasileiro Hermeto Pascoal e o jazz mais radical dos Barbez, mas também o virtuoso percussionista indiano Trilok Gurtu (acompanhado pelo prodígio pianístico do arménio Tigran Hamasyan) e o renovador do afrobeat Femi Kuti.

 

Como acontece todos os anos, a juntar a estes e outros concertos, o FMM proporcionará ainda um conjunto de actividades paralelas, entre conversas, visionamento de filmes, ateliês para crianças e teatro de rua.

 

Retirado do Público



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Segunda-feira, 15.04.13

Cristina Branco e Gaiteiros de Lisboa entre os convidados portugueses do FMM de Sines

Cristina Branco, Gaiteiros de Lisboa e Custódio Castelo (na foto) são alguns dos artistas portugueses que integram, em julho, o Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM), foi hoje anunciado.


De 18 a 27 de julho, o festival celebrará 15 anos de existência em torno das músicas do mundo, reservando na programação um espaço também para os sons portugueses.

 

Entre eles estarão a cantora Cristina Branco, que volta ao castelo de Sines para mostrar o novo álbum, "Alegria", depois de ter lá atuado em 2002 e 2005, e os Gaiteiros de Lisboa, com o disco "Avis Rara" e um património renovado da música tradicional portuguesa que já tinham apresentado no festival, em 2006.

 

Quem também estará de regresso a Sines é o contrabaixista Carlos Bica, desta vez a solo, depois de ter lá estado em 2007, com o trio Azul (com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black).

 

Estreia a solo no FMM de Sines protagonizará o guitarrista Custódio Castelo - que acompanhou Cristina Branco em 2002 - agora que lançou o segundo álbum "Inventus".

 

Há ainda a assinalar duas estreias absolutas em Sines: o músico JP Simões, que editará em maio o álbum "Roma", e a cantora e acordeonista Celina da Piedade, que se apresentou a solo aos portugueses em 2012, com "Em Casa".

 

O FMM de Sines soma já uma mão cheia de artistas convidados de todo o mundo, alguns dos quais com ligações antigas ao festival português, nomeadamente Amadou & Mariam (Mali), Rokia Traoré (Mali), mas também Hermeto Pascoal (Brasil) ou Rachid Taha (Argélia/França).

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 03.04.13

FMM Sines confirma mais três nomes


FMM Sines confirma mais três nomes

O FMM Sines 2013 anunciou mais três nomes a juntar à sua variada lista de artistas integrantes do seu cartaz. 


Hermeto Pascoal, o “Mago dos Sons” brasileiro, Rachid Taha, o principal rocker com origem no magrebe e a dupla Trilok Gurtu & Tigran Hamasyan, percussionista e pianista, estarão de visita a Portugal entre os dias 18 e 27 de Julho.

 

Hermeto Pascoal é um dos maiores nomes do panorama musical brasileiro. Compositor e arranjador, destaca-se por conseguir misturar sonoridades do país canarinho com o jazz, que torna o seu trabalho singular. 


A sua capacidade musical nota-se ainda pelo facto de tocar vários instrumentos, como flauta, piano e saxofone e a sua carreira vem desde os anos 60 sendo abarcado por influências que vão desde o folclore e a música popular ao experimentalismo que tanto o caracteriza.

 

Rachid Taha regressa ao nosso país para provar que ainda é rei depois de uma fase de maior afastamento. Surgirá em palco com “Zoom”, o seu novo disco de originais, onde uma vez mais promete misturar a sensibilidade árabe com a irreverência do Rock n’roll.

 

Trilok Gurtu dispensa apresentações. Considerado por cinco vezes o melhor percussionista do mundo, volta a pisar o palco algarvio depois de lá ter estado em 2006 e 2007. 


Desta vez traz consigo o jovem pianista arménio Tigran Hamasyan que, para o percussionista indiano, será o “próximo Keith Jarrett”. 

Com uma história de vida e uma enorme vocação musical, surgem neste projecto conjunto com o objectivo de mesclar a improvisação do jazz com as músicas tradicionais.

 

Esta será a 15ª edição do festival que tanta animação e diversidade tem levado até ao castelo da cidade de Sines.

 

David Barão Dias

 

Retirado do HardMúsica



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Domingo, 10.03.13


FMM Sines

Pela quarta vez consecutiva, a revista «Songlines» elegeu o Festival Músicas do Mundo na lista de eventos dedicados à world music

 

O Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM) foi considerado pela revista britânica «Songlines» um dos 25 melhores festivais dedicados à world music, escreve a agência Lusa.

Esta é a quarta vez consecutiva que o festival português integra esta lista da «Songlines. Todos os festivais internacionais escolhidos serão objeto de um perfil a publicar na edição de junho da revista.

Entre os restantes festivais escolhidos pela publicação britânica contam-se também o Kriol Jazz Festival (Cabo Verde), o WOMADelaide (Austrália) e o Musiques Metisses (França).

O FMM de Sines, que se centra no castelo medieval de Sines, cumprirá em julho a 15ª edição, contando já com os nomes confirmados de Amadou & Mariam, Rokia Traoré, e ainda Bassekou Kouyaté & Ngoni Ba, todos do Mali.

 

 

Retirado de IOL Música



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Quarta-feira, 18.07.12

 

FMM sines 2012
O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, o maior evento de “world music” e outras músicas realizado em Portugal, regressa a Sines entre 19 e 28 de julho. O alinhamento de concertos é um dos mais fortes da história do evento, juntando consagrados como Hugh Masekela, Mari Boine, Béla Fleck, Oumou Sangaré, Tony Allen e Marc Ribot, a novas estrelas como Fatoumata Diawara e Bombino.

Num festival que se assume desde a sua primeira edição, em 1999, como um serviço público cultural, a programação mantém como princípio orientador proporcionar aos espetadores portugueses e estrangeiros que o visitam uma imagem a cores do mundo musical, em que não há géneros nem geografias dominadores e em que os diálogos entre culturas são, cada vez mais, a forma de expressão que melhor define a contemporaneidade.
Serão 36 concertos com músicos dos cinco continentes e uma infinidade de estilos musicais repartidos por dois períodos principais: 19 a 21 de julho (primeiro fim de semana), com espetáculos no palco histórico do Castelo, e 25 a 28 de julho (segundo fim de semana), com espetáculos no Castelo e no palco do Pontal, montado junto à Praia Vasco da Gama. As iniciativas paralelas decorrem, em contínuo, entre 19 e 28 de julho, e no dia 24 de julho realiza-se um concerto especial no Centro de Artes de Sines.

PROGRAMA 2012

QUINTA, 19 DE JULHO 

19h00 (Castelo): AMÉLIA MUGE & MICHALES LOUKOVIKAS “PERIPLUS” (PORTUGAL / GRÉCIA)
21h45 (Castelo): WAZIMBO (MOÇAMBIQUE)
23h15 (Castelo): OTIS TAYLOR BAND (EUA)
00h45 (Castelo): BOMBINO (NÍGER – POVO TUAREGUE)
02h15 (Castelo): NARASIRATO (ILHAS SALOMÃO)

SEXTA, 20 DE JULHO

19h00 (Castelo): OSSO VAIDOSO (PORTUGAL)
21h45 (Castelo): AL-MADAR (LÍBANO / EUA)
23h15 (Castelo): L’ENFANCE ROUGE & LOTFI BOUCHNAK (FRANÇA / ITÁLIA / TUNÍSIA)
00h45 (Castelo): FRIGG (FINLÂNDIA)
02h15 (Castelo): NORTEC COLLECTIVE PRESENTS: CLOROFILA + LOS MEZCALEROS DE LA SIERRA (MÉXICO)

SÁBADO, 21 DE JULHO

19h00 (Castelo): DEAD COMBO feat. MARC RIBOT (PORTUGAL / EUA)
21h45 (Castelo): OUMOU SANGARÉ & BÉLA FLECK (MALI / EUA)
23h15 (Castelo): MARC RIBOT Y LOS CUBANOS POSTIZOS (EUA)
00h45 (Castelo): IMPERIAL TIGER ORCHESTRA & HAMELMAL ABATE (SUÍÇA / ETIÓPIA)
02h15 (Castelo): SHANGAAN ELECTRO (ÁFRICA DO SUL)

TERÇA, 24 DE JULHO

22h00 (Centro de Artes): JESSIKA KENNEY & EYVIND KANG (EUA)

QUARTA, 25 DE JULHO

22h00 (Castelo): ENSEMBLE NOTTE DELLA TARANTA (ITÁLIA – APÚLIA)
00h30 (Pontal): BILAN (CABO VERDE)

QUINTA, 26 DE JULHO

18h45 (Castelo): COUPLE COFFEE (PORTUGAL / BRASIL)
20h00 (Pontal): UXU KALHUS (PORTUGAL)
21h45 (Castelo): ASTILLERO (ARGENTINA)
23h15 (Castelo): GURRUMUL (AUSTRÁLIA) CANCELADO *
00h45 (Castelo): FATOUMATA DIAWARA (MALI)
02h30 (Pontal): DUBIOZA KOLEKTIV (BÓSNIA-HERZEGOVINA)

SEXTA, 27 DE JULHO

18h45 (Castelo): DIABO A SETE (PORTUGAL)
20h00 (Pontal): KOUYATÉ-NEERMAN (FRANÇA / MALI)
21h45 (Castelo): DHAFER YOUSSEF QUARTET (TUNÍSIA)
23h15 (Castelo): MARI BOINE (NORUEGA – POVO SAMI)
00h45 (Castelo): ZITA SWOON GROUP (BÉLGICA / BURKINA FASO)
02h30 (Pontal): JUJU (GÂMBIA / REINO UNIDO)

SÁBADO, 28 DE JULHO

18h45 (Castelo): ORQUESTRA TODOS (PORTUGAL)
20h00 (Pontal): SOCALLED (CANADÁ)
21h45 (Castelo): HUGH MASEKELA (ÁFRICA DO SUL)
23h15 (Castelo): TONY ALLEN’S “BLACK SERIES” FEAT. AMP FIDDLER (NIGÉRIA / EUA)
00h45 (Castelo): JUPITER & OKWESS INTERNATIONAL (R. D. CONGO)
02h30 (Pontal): LIRINHA (BRASIL)

INICIATIVAS PARALELAS

EXPOSIÇÃO “SHORELINE – ARTES PLÁSTICAS NA COLEÇÃO DO AR.CO”
FEIRA DO LIVRO E DO DISCO
CONTOS DE TANTOS MUNDOS
ENCONTRO COM ESCRITORES: JOÃO TORDO E DAVID MACHADO
ATELIÊS PARA CRIANÇAS
CINEMA DOCUMENTAL
A CRIAÇÃO DE NOVOS PAÍSES E A IDEIA DE IDENTIDADE NACIONAL: CONVERSA COM RUI TAVARES EURODEPUTADO) E PEDRO MATOS (NAÇÕES UNIDAS)
ATELIÊ “I HATE WORLD MUSIC!”
DJs

* Informamos o público que, devido a doença, GURRUMUL cancelou a sua digressão europeia, não podendo por isso estar presente no FMM Sines 2012. Anunciaremos o novo projeto musical para o dia 26 de julho muito em breve.

Programa sujeito a alterações.

PREÇO - Entradas

Bilhetes para os concertos noturnos no Castelo (a partir das 21h45)
Bilhete diário: 15 euros / dia
Passe 1.º fim de semana (19, 20 e 21 de julho): 35 euros
Passe 2.º fim de semana (26, 27 e 28 de julho): 35 euros
Entrada permanente: 65 euros
IVA incluído à taxa legal em vigor

Concertos gratuitos
Concertos no palco do Pontal (junto à Praia Vasco da Gama)
Concertos das 18h45 / 19h00 no Castelo
Concerto especial do dia 25 de julho no Castelo
Concerto no Centro de Artes de Sines

LOCAIS DE VENDA

Rede Ticketline
RESERVAS/INFORMAÇÕES: Ligue 1820 (24 horas) | A partir do estrangeiro ligue +351 21 794 14 00. LOCAIS DE VENDA: www.ticketline.sapo.pt, Fnac, Worten, El Corte Inglés , C. C. Dolce Vita, Casino Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Ag. Abreu, C. C. MMM e C. C. Mundicenter

Em Sines
Centro de Artes de Sines, Posto de Informação Turística de Sines e Serviço Municipal de Atendimento de Porto Covo.

Dias dos espetáculos
Bilheteiras junto ao recinto.
Retirado de Destinos Lusos


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Quarta-feira, 06.06.12

FMM Sines 2012: Novos nomes no cartaz do certame

Al-Madar, Clorofila, Frigg, Dubioza Kolektiv, Shangaan Electro e Wazimbo são as mais recentes confirmações no cartaz do FMM Sines - festival que regressa a Sines nos dias 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de julho.

 

Nascido em 1948, Wazimbo é reconhecido desde a década de 1960 como um dos cantores fundamentais da marrabenta, estilo urbano desenvolvido em meados do século XX no sul de Moçambique. Entre 1979 e 1995, foi o vocalista principal da Orquestra Marrabenta Star de Moçambique, com a qual gravou dois discos pela editora alemã Piranha, que o apresentaram ao público mundial. A sua carreira a solo conta já com dois álbuns (“Makwero”, de 1998, e “Nwahulwana, de 2001) e está previsto um novo para este verão. Em palco, é capaz de nos derreter com uma balada como “Nwahulwana”, a sua canção mais conhecida, e de dar cadeiras aos ouvintes mais descadeirados com a sua música de dança feita com guitarras, percussão tradicional e metais. Passa pelo FMM Sines a 19 de julho.

 

No mesmo dia, atua Al-Madar. O ensemble Al-Madar é um projeto da New York Arabic Orchestra, liderada pelo libanês Bassam Saba, multi-instrumentista virtuoso e um dos mais respeitados professores das músicas árabes. Em Sines, será acompanhado por quatro músicos, dois dos quais - April Centrone (bateria e percussões) e Timba Harris (violino e trompete) - estiveram em Sines em 2011 com os alternativos Secret Chiefs 3. Os outros dois são Gyan Riley (guitarras) e Brian Holtz (baixo elétrico). Trazem-nos música árabe fundada em três mil anos de tradição mas moldada pela experiência rítmica nova-iorquina. No plano de viagem há um mapa - o disco “Wonderful Land” (2010), de Bassam Saba - mas espaço à aventura, através da arte árabe do improviso - o “taqsim” - e da liberdade de músicos que falam todas as línguas.

 

Juntos há mais de dez anos, os sete instrumentistas da banda finlandesa Frigg, todos com treino clássico, desenvolvem um estilo de música próprio - o Nordgrass, que é uma combinação de folk nórdica, bluegrass americano e elementos de música irlandesa. Têm cinco discos (o sexto deve chegar este verão) e muita estrada debaixo dos pés, em especial junto dos públicos dos EUA e do Canadá. Tocam sobretudo composições próprias, embora mantendo ligações ao repertório tradicional. Os quatro violinos (Alina e Esko Järvelä, Tero Hyväluoma e Tommi Asplund) são o rosto sonoro e cénico do grupo, mas não teriam a mesma potência sem o contrabaixo de Antti Järvelä, a guitarra de Tuomas Logrén e o bandolim, cistre e gaitas de Petri Prauda, que ajudam a dar fogo a uma das bandas mais refrescantes do festival. Passam pelo FMM Sines a 20 de julho, no mesmo dia que Clorofila.

 

Jorge Verdín (Clorofila), baseado na cidade de Tijuana, na fronteira entre o México e os EUA, é um dos expoentes do “nortec”, música de dança onde se fundem ritmos e sons da música nortenha e de banda com música eletrónica e instrumental. Clorofila integra o coletivo de DJs Nortec Collective desde 1999 e esteve presente como músico e diretor de arte nos álbuns “The Tijuana Sessions Vol. 1” (2001) e “Tijuana Sessions Vol. 3” (2005). Nortec Collective, que desde 2007 não tem atividade como grupo, continua a viver através dos projetos individuais dos seus DJs: em 2008, Sines recebeu Bostich e Fussible, e, em 2012, é Clorofila, com o ensemble de metais Los Mezcaleros de la Sierra. O seu álbum a solo, “Corridos Urbanos” (2010), reflete a sua visão pessoal do género, que integra baixo, guitarras e arranjos de cordas experimentais.

 

A 21 de julho passam pelo certame Shangaan Electro. Conhecido do público europeu através de uma compilação de 2010 da editora britânica Honest Jon’s, o projeto Shangaan Electro foi criado em 2005. É uma transformação digital, com uma aceleração acima das 180 batidas por minuto, do shangaan tradicional da província sul-africana do Limpopo. Nozinja (ou “Dog”) é o líder e o faz-tudo do grupo: dono do estúdio e da editora do Soweto onde os Shangaan Electro gravam, olheiro, engenheiro de som, compositor, motorista, cantor… Em palco é ele o MC, tendo à sua frente bailarinos com vestes entre o tradicional e o clownesco num combate de dança supersónica que não dá descanso a pernas e a glúteos.

 

Nascida em 2003, a banda Dubioza Kolektiv é constituída por sete elementos que começaram a fazer música nos abrigos subterrâneos, durante a guerra na Bósnia. Funde folclore bósnio com hip hop, reggae, dub e rock e tem um caráter de intervenção política assumida. O lançamento do seu álbum “Firma Illegal” (2008), manifesto contra a corrupção, foi feito em frente ao parlamento bósnio, e, em 2010, trabalharam para aumentar a participação dos jovens nas eleições. Hoje são uma das bandas ao vivo mais populares da Europa de Leste, nomeados para um prémio IMPALA e vencedores do melhor “act” do Adriático nos prémios MTV EMA 2011. Com “Wild Wild East”, o seu sexto álbum, de 2011, vão pôr Sines a dançar, a 26 de julho.

 

Os bilhetes para o festival de World Music, que comemora este ano a sua 14ª edição, custam entre €15 (ingresso diário) e €65 (entrada permanente) e serão colocados à venda nas próximas semanas, na Ticketline.

 

Sara Novais

 

Retirado de Sapo Música



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Sábado, 25.02.12

Rock, blues e tradição africanas em julho no Festival Músicas do Mundo de Sines

 

O Festival Músicas do Mundo de Sines terá em julho pelo menos mais três estreias da música africana, com as presenças da cantora Fatoumata Diawara e dos músicos Bombino e Jupiter Bokondji, disse à Lusa fonte da organização.


A 14ª edição do festival FMM de Sines estará repartida por dois fins de semana: de 19 a 21 e de 26 a 28 de julho.

 

Uma das estreias é a do músico Jupiter Bokondji, 50 anos, oriundo de um gueto da República Democrática do Congo e que editará em abril o primeiro álbum, «Hotel Univers».

 

Jupiter Bokondji, conhecido no gueto de Lemba como «general rebelde», foi «descoberto» por dois realizadores franceses – os mesmos que deram a conhecer os Staff Benda Bilili – que o filmaram para o documentário «Jupiter’s Dance», em 2004.

 

O músico diz-se fundador de um novo estilo musical – o «bofenia rock» – que é um cruzamento entre a música tribal e a música urbana do Congo. No verão andará em digressão com o grupo Okwess International, formado por músicos de cerca de uma dezena de províncias do Congo.

 

As duas outras estreias no FMM de Sines são de dois músicos nascidos nos anos 1980: a cantora Fatoumata Diawara, do Mali, e o cantor e guitarrista Omara Moctar, mais conhecido como Bombino, do Níger.

 

Fatoumata Diawara, que editou em 2011 o álbum de estreia «Fatou», nasceu no Mali, mas o percurso na música passa por França, onde trabalhou como atriz, seguindo hoje na música um percurso influenciado, segundo a organização do festival, pela tradição das artistas Oumou Sangaré e Rokia Traoré.

 

Já Bombino, nome artístico de Omar Moctar, filho de pastores tuaregues e que começou por ser cozinheiro, chegará a Sines como um guitarrista marcado por músicos como Ali Farka Touré e Jimi Hendrix, escreve a organização do festival.

 

Em 2004 estreou-se com o álbum «Agamgam» e em 2011 editou «Agadez». Ambos revelam uma sonoridade entre os blues, o rock e a música tradicional tuaregue, já antes trilhada por nomes como Tinariwen e Tartit.

 

Aqueles três nomes juntam-se às já anunciadas presenças da cantora Oumou Sangaré (Mali), do instrumentista Béla Fleck (EUA) e do trompetista Hugh Masekela (África do Sul).

 

Retirado de Sapo Música



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Segunda-feira, 21.03.11

António Zambujo dá concerto inaugural do FMM Sines 2011


 

O músico português António Zambujo dará o concerto inaugural do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2011, no dia 22 de Julho, no Castelo de Sines.

Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo cresceu a ouvir o cante alentejano, cuja harmonia, cadência e tempo são uma das suas principais influências.

Estudante de clarinete no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, ainda pequeno apaixona-se pelo fado, que o leva a Alfama, onde Mário Pacheco lhe abre a porta para cantar no “Clube do Fado”. Mais tarde cantará noutra casa de fado mítica de Lisboa, “Senhor Vinho”.

Grava o seu primeiro disco, “O mesmo fado”, em 2002, com marcada influência alentejana, que continua a fazer-se sentir em “Por meu cante”, de 2004, o seu segundo álbum.

Em 2006, vence o prémio Amália Rodrigues (atribuído pela Fundação Amália Rodrigues) na categoria de “Melhor Intérprete Masculino de Fado”.

O seu terceiro disco, “Outro Sentido”, é editado em 2007. Em 2008, este trabalho é levado pela editora Harmonia Mundi aos mercados da Europa e do EUA e revela-se decisivo para o seu conhecimento pelo público internacional, chegando ao 3.º lugar de vendas na Fnac francesa e multiplicando as presenças em palcos fora de Portugal.

O Brasil, onde “Outro Sentido” é editado pela editora MPB com participações de vários artistas locais, torna-se um dos países que o ouve com mais atenção. Caetano Veloso escreve no seu blog: «Quero ouvir mais, mais vezes, mais fundo (…) É de arrepiar e fazer chorar». Um dos seus concertos de 2009 naquele país é eleito pelo jornal O Globo como um dos 10 Melhores Concertos Internacionais do Ano.

Em 2010, é lançado o seu quarto disco, “Guia”, onde são interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros. O disco é muito bem recebido pelo público e pela crítica e António Zambujo é escolhido para abrir o palco do prestigiado Copenhagen Concert Center na Womex 2010.

“Guia” é, como já tinha sido “Outro Sentido”, considerado Top of the World Album pela revista Songlines e a imprensa portuguesa (Público, Blitz, Jornal de Letras) coloca-o entre os cinco primeiros lugares nas escolhas de melhor disco de 2010.

Depois de Vitorino e Janita Salomé com o Grupo de Cantadores de Redondo o terem feito em 2010, tem a honra de abrir a programação do FMM Sines 2011 num concerto vespertino, de entrada livre.

 

 
Retirado de FMM

 



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