Segunda-feira, 20.07.15

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Festival Músicas do Mundo com quase 50 concertos ao longo de nove dias

O cartaz para os nove dias de Festival Músicas do Mundo, que começa hoje, inclui 47 concertos de diferentes géneros e geografias, em Porto Covo, até domingo, e depois em Sines, até 25 de julho.

A 17.ª edição do Festival Músicas do Mundo (FMM) abre hoje portas com um português, como é de tradição. Caberá a Janita Salomé dar início a nove dias de música, às 19:00, na aldeia alentejana de Porto Covo, seguindo-se os grupos Forabandit (Occitânia/Turquia/Líbano, 21:45) e Esko Järvelä Epic Male Band (Finlândia, 23:15).

Os músicos portugueses vão assegurar presença ao longo do festival, com o coletivo Simply Rockers Sound System (dias 20 e 21), o fadista Ricardo Ribeiro (dia 22), o multi-instrumentista Bruno Pernadas (dia 24), a rapper Capicua (dia 24) e quatro DJs com raízes são-tomenses, Blacksea Não Maya e Marfox (dia 24).

É de África que chegam os nomes mais consagrados do cartaz do festival – Salif Keita e Toumani Diabaté e o filho Sidiki, os três do Mali, e o nigeriano Orlando Julius (acompanhado pelos britânicos The Heliocentrics), entre outros –, que, este ano, decidiu apostar em novos nomes e projetos mais urbanos, alguns conduzidos por mulheres.

Além dos concertos, há mais para fazer no FMM, desde os ateliês para crianças às ‘masterclasses’ para músicos e estudantes de música, passando pela tradicional Feira do Livro e do Disco e pela projeção dos filmes “Asilo – O Poder dos Índios Potiguara” (dia 22) e “I Love Kuduro” (dia 25).

A última edição do FMM recebeu quase 90 mil espetadores e, desde 1999, já passaram por Sines (e Porto Covo) cerca de 850 mil pessoas.

 

retirado de Sapo Música



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Sábado, 07.03.15

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A orquestra colombiana La 33, a cantora argentina Soema Montenegro, a MC chilena Ana Tijoux e os mexicanos Troker, nomes da música contemporânea da América Latina, estreiam-se em julho no Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM Sines).

De acordo com a organização, o festival dará destaque a "uma nova geração de compositores e intérpretes" da América Latina, seguindo uma linha programática de edições anteriores, a pensar também naquelas latitudes.

Àqueles quatro nomes, todos em estreia em Portugal, o FMM acolherá ainda o regresso do músico e produtor argentino Pedro Canale, que assina como Chancha Vía Circuito. O festival decorrerá em Sines e e Porto Covo entre os dias 17 e 25 de julho.

Com mais de uma década de existência, quatro álbuns e quase mil concertos em todo o mundo, a orquestra LA 33 é considerada, segundo a organização, uma das formações de salsa mais importantes da Colômbia. Formada pelos irmãos Sergio e Santiago Mejía, a orquestra resulta de um cruzamento de afinidades distintas de músicos oriundos da salsa, do rock, do jazz e do reggae.

Do Chile apresenta-se a MC Ana Tijoux, que se apresenta em nome próprio em Sines depois e ter passado pelo grupo hip hop Makiza. Absorvendo influências da música dos Andes, jazz e funk, a artista editou em 2014 o álbum "Vengo" e venceu um Grammy Latino com uma colaboração com o músico Jorge Drexler.

Soema Montenegro, cantora, compositora e instrumentista, nasceu na Argentina, cofundou o trio de improvisação vocal Adivina e editou em 2008 o primeiro álbum a solo, "Uno Una Uno". Em Sines apresentar-se-á com quatro músicos da banda El Conjuro e com as canções de "Ave del Cielo" (2014), inspirado no canto e no voo das aves.

Também em estreia estará o sexteto mexicano Troker, formado em 2003 em Guadalajara. "Na sua música de veia experimental fundem-se os universos do jazz, do rock progressivo, do funk, do hip hop e das músicas mexicanas de raiz tradicional", descreve a organização.

De regresso está o produtor e DJ argentino Pedro Canale, um dos nomes da cena eletrónica de Buenos Aires, que se apresenta como Chancha Vía Circuito e que editou em 2014 o álbum "Amansara".

O FMM de Sines já tinha anunciado a presença de seis nomes da música africana, entre os quais Dele Sosimi Afrobeat Orchestra, Ibibio Sound Machine e Toumani & Sidiki Diabaté.

O FMM é organizado pela autarquia de Sines e tem direção artística de Carlos Seixas.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 23.02.14

Anunciados primeiros nomes para o Festival Músicas do Mundo, em Sines  Ler mais: http://blitz.sapo.pt/anunciados-primeiros-nomes-para-o-festival-musicas-do-mundo-em-sines=f90982#ixzz2uBHJqihu

 

Anunciados primeiros nomes para o Festival Músicas do Mundo, em Sines

 

Angélique Kidjo, cantora e ativista do Benim, de regresso a Portugal. Conheça as primeiras novidades do cartaz.

 

A 16.ª edição do FMM de Sines, organizado pela autarquia, decorrerá de 18 a 26 de julho em Sines e em Porto Covo, tendo sido anunciados hoje os primeiros nomes do cartaz. 

O destaque vai para Angélique Kidjo, 53 anos, nascida no Benim e radicada nos Estados Unidos, uma das figuras mais icónicas da cultura africana, ativista pelos direitos das mulheres, pelo direito à educação das crianças e embaixadora da boa vontade pelas Nações Unidas. 

Além de Angélique Kidjo, o FMM de Sines contará com a estreia do músico e guitarrista Oliver Mtukudzi (Zimbabué), acompanhado da banda The Black Spirits, e com o regresso da cantora Fatoumata Diawara (Mali), desta vez em parceria com o músico cubano Roberto Fonseca. 

Em Sines estarão ainda os Mamar Kassey, liderados por Yacouba Moumoni, considerado o músico mais popular do Níger.

Retirado do Blitz



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Terça-feira, 07.01.14

Festival Músicas do Mundo de Sines decorre em julho e regressa a Porto Covo

O Festival Músicas do Mundo de Sines decorrerá de 18 a 26 de julho e voltará a ter concertos em Porto Covo, onde tinha sido suprimida a programação em 2010, disse à Lusa fonte da autarquia, organizadora do evento.

 

O festival, que habitualmente se realiza em dois fins de semana alargados de concertos, celebrou 15 anos em 2013, tendo sido o último a acontecer sob a alçada do anterior presidente de câmara, Manuel Coelho, que dirigiu a autarquia durante toda a existência do evento.

 

Fonte da organização referiu à Lusa que ainda não está definida programação, nem a sua distribuição por dias e por núcleos - Sines e Porto Covo.

 

A edição de 2013 foi considerada pelo diretor artístico, Carlos Seixas, a maior de sempre, com 43 concertos em nove dias, entre os quais o brasileiro Hermeto Pascoal, os malianos Rokia Traoré e Amadou & Mariam, o congolês Baloji, o nigeriano Femi Kuti e o argelino Rachid Taha.

 

Batida, Carlos Bica, Celina da Piedade, Custódio Castelo, Gaiteiros de Lisboa e JP Simões foram alguns dos artistas portugueses presentes.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 18.07.13

Na edição de 2013 Sines festeja a memória dos dias felizes

43 concertos das mais variadas geografias.

Quando, em 1999, arrancou o primeiro Festival Músicas do Mundo, só uma aspiração optimista permitiria sonhar que, passadas 15 edições, estar-se-ia a celebrar o percurso de um dos mais importantes acontecimentos internacionais da world music. Os sete concertos dessa primeira edição, para sete mil visitantes, deram lugar ao impressionante acumulado de quase 250 actuações e uma média anual entre os 80 mil e os 90 mil espectadores. Por isso o programador Carlos Seixas fala de 2013 como "uma espécie de memória dos dias felizes". Essa chamada de atenção para a história do FMM - começa hoje e prolonga-se até 27 - parte de um convite a vários dos artistas que deixaram em Sines concertos memoráveis, casos de Rokia Traoré, Hermeto Pascoal ou Amadou & Mariam.

 

Muitos outros haveria desde que, a partir de 2001 e 2003, o FMM deu um pulo de crescimento, estimulado pelas presenças inéditas em Portugal dos jamaicanos Black Uhuru e Skatalites. Foram as primeiras de muitas enchentes no interior do Castelo de Sines, de que Seixas se vale para afirmar que este é "um festival de serviço público", desde logo por cumprir com uma das principais funções que se atribui a tal missão: a criação de novos públicos. Nesse ponto, foi seguida uma estratégia tão simples quanto eficaz: cada noite misturavam-se linguagens longínquas, podendo viajar-se no espaço de cinco horas por blues do deserto, música caribenha e jazz.

 

A partir de 2003, acabava-se a sensação de que todos os rostos eram familiares e o FMM transformava-se na presente romaria de largos milhares de curiosos em busca de músicas ausentes da agenda mediática. "Aqui não há uma questão comercial a ditar a programação", afirma Seixas. "Sobrepôs-se sempre a tentativa de mostrar a ponte cultural entre os vários meridianos e os paralelos do mundo". Por outro lado, o sucesso tem também sido alimentado por uma ligação de proximidade entre organização e músicos. Essa intenção acabaria por cativar os artistas, promovendo o festival num passa-palavra com outros músicos, mas possibilitaria também uma criação de afectos com o público potenciadora de devotos cultos. "Estes músicos que não acedem aos grandes festivais mais mediáticos sentem que há aqui um público que gosta deles - e isso cria ânimo nos próprios artistas".

 

Prestes a arrancar a 15.ª volta ao mundo sem sair de Sines, Seixas mantém a fé inicial no futuro de um FMM que até hoje era suportado sobretudo por um programa do QREN para o Litoral Alentejano (em fim de vida) e pela autarquia liderada pelo independente Manuel Coelho (que atingiu o limite de mandatos e sairá em Outubro). Por isso, um aviso esperançoso: "Por termos andado a navegar à bolina estes anos todos, correndo riscos de toda a natureza, mas chegando a um ponto de termos - a equipa, a organização, a cidade e o público - temos de alcançar um porto seguro. É uma pena se um jovem de 14/15 anos não tiver futuro". Mecenato, crise, sustentabilidade e resistência são, ainda assim, palavras para depois de dia 27: "Não nos deixemos mergulhar nesta onda negativa de que não se pode gastar em festa porque tem de se gastar em pão. A festa também é pão, é a catarse da nossa própria falta de pão".

 

Retirado do Público



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Segunda-feira, 15.04.13

Cristina Branco e Gaiteiros de Lisboa entre os convidados portugueses do FMM de Sines

Cristina Branco, Gaiteiros de Lisboa e Custódio Castelo (na foto) são alguns dos artistas portugueses que integram, em julho, o Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM), foi hoje anunciado.


De 18 a 27 de julho, o festival celebrará 15 anos de existência em torno das músicas do mundo, reservando na programação um espaço também para os sons portugueses.

 

Entre eles estarão a cantora Cristina Branco, que volta ao castelo de Sines para mostrar o novo álbum, "Alegria", depois de ter lá atuado em 2002 e 2005, e os Gaiteiros de Lisboa, com o disco "Avis Rara" e um património renovado da música tradicional portuguesa que já tinham apresentado no festival, em 2006.

 

Quem também estará de regresso a Sines é o contrabaixista Carlos Bica, desta vez a solo, depois de ter lá estado em 2007, com o trio Azul (com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black).

 

Estreia a solo no FMM de Sines protagonizará o guitarrista Custódio Castelo - que acompanhou Cristina Branco em 2002 - agora que lançou o segundo álbum "Inventus".

 

Há ainda a assinalar duas estreias absolutas em Sines: o músico JP Simões, que editará em maio o álbum "Roma", e a cantora e acordeonista Celina da Piedade, que se apresentou a solo aos portugueses em 2012, com "Em Casa".

 

O FMM de Sines soma já uma mão cheia de artistas convidados de todo o mundo, alguns dos quais com ligações antigas ao festival português, nomeadamente Amadou & Mariam (Mali), Rokia Traoré (Mali), mas também Hermeto Pascoal (Brasil) ou Rachid Taha (Argélia/França).

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 25.07.12

O Festival de Musicas do Mundo que decorre em Sines e que terminará a 28 de Julho é um espaço onde artistas que estão em ascenção ou de créditos já firmados no mundo musical podem apresentar os seus trabalhos e a forma como têm evoluido ao longo dos tempos.

Deste modo a 25 de Julho entram em cena pelas 22:00, no Castelo o Ensemble La Notte Della Taranta, que vêm da Apúlia na Itália, seguindo-se pelas 00:30, no Pontal, Bilan, de Cabo Verde.

Na quinta-feira, dia 26 de Julho, o dia de música no Castelo é aberto por Couple Coffee, projecto da cantora Luanda Cozetti e do baixista Norton Daiello, músicos brasileiros radicados em Portugal. Minutos depois, no palco do Pontal, actua Uxu Kalhus, um dos grupos portugueses de músicas e danças de raiz tradicional mais poderosos.

 

Mas para esta noite de 26 de Julho, no Castelo, estarão, com o movimento “tango de ruptura”, os argentinos Astillero, o charme da maliana Fatoumata Diawara, vencedora da categoria Revelação dos últimos prémios de “world music” da revista britânica Songlines, e os congoleses Staff Benda Bilili, um dos grupos africanos mais bem sucedidos dos últimos anos, prémio Womex 2009 em reconhecimento do seu exemplo extraordinário de dedicação à música (nota: Staff Benda Bilili substitui o australiano Gurrumul, que cancelou o concerto em Sines devido a doença).

Ainda a 26 de Julho, mas já no palco do Pontal, os bósnios Dubioza Kolektiv mostram com os seus ritmos balcânicos com influências do hip hop e da música da Jamaica porque são uma das bandas mais populares da Europa de Leste.

 

No dia 27 de Julho, sexta-feira, Sines orgulha-se de receber a norueguesa Mari Boine, voz do povo Sami do norte da Escandinávia e uma das cantautoras mais importantes da folk europeia das últimas três décadas.

 

Ainda na sexta-feira, 27 de Julho, terá lugar no Castelo, um concerto com o quarteto do alaudista e cantor tunisino Dhafer Youssef, cuja estética é uma síntese entre a música árabe e o jazz europeu.

 

O septeto Diabo a Sete, uma das bandas mais importantes da folk portuguesa actual, também actuará no Castelo no dia 27 de Julho.

 

No sábado, 28 de Julho, a loucura saudável do canadiano Socalled, um músico situado entre os universos da tradição judaica e do hip hop, faz-se ouvir num concerto no palco do Pontal.

 

Também no dia 28 de Julho, dois gigantes de África passam pelo Castelo de Sines: o trompetista e cantor sul-africano Hugh Masekela, expoente do jazz e uma das figuras morais da cultura e da sociedade do seu país, e o baterista nigeriano Tony Allen, braço direito de Fela Kuti na revolução Afrobeat, que traz a Sines o seu novo projeto, “Black Series”, com a parceria do americano Amp Fiddler, teclista e cantor dos Parliament-Funkadelic.

 

A Orquestra Todos, projeto com músicos imigrantes de várias origens que mostra a multiculturalidade de Lisboa, pode ser vista no sábado, 28 de Julho, no Castelo.

 

O brasileiro Lirinha, uma das figuras da “MPB indie”, depois da sua presença em Sines em 2006 com o Cordel do Fogo Encantado, regressa com o seu projecto a solo para o concerto de encerramento do festival, no dia 28, no palco do Pontal.

 

O concerto final no Castelo, nesse mesmo dia, estará a cargo de Jupiter, da R. D. do Congo. Com uma carreira já longa, Jupiter só agora começa a ter o reconhecimento que merece fora do seu país, e promete, com a sua orquestra Okwess International, um concerto de trance congolesa.

Alinhamento do programa fornecido pela organização

25 de Julho- quarta
22:00 (Castelo): Ensemble La Notte Della Taranta (Itália - Apúlia)
00:30 (Pontal): Bilan (Cabo Verde)

 

26 de Julho quinta Novo Alinhamento

18:45 (Castelo): Couple Coffee (Portugal / Brasil)
20:00 (Pontal): Uxu Kalhus (Portugal)
21:45 (Castelo): Astillero (Argentina)
23:15 (Castelo): Fatoumata Diawara (Mali) Novo horário
00:45 (Castelo): Staff Benda Bilili (R. D. Congo) Novo grupo
02:30 (Pontal): Dubioza Kolektiv (Bósnia-Herzegovina) 04:00 (Pontal): Djs - Eka [ Unity ] Presents Smells Like Curry (Portugal)

27 de Julho - sexta

18:45 (Castelo): Diabo a sete (Portugal)
20:00 (Pontal): Kouyate-Neerman (França / Mali)
21:45 (Castelo): Dhafer Youssef Quartet (Tunisia)
23:15 (Castelo): Mari Boine (Noruega - Povo Sami)00:45 (Castelo): Zita Swoon Group (Bélgica / Burkina Faso)
02:30 (Pontal): Juju (Gâmbia / Reino Unido)
04:00 (Pontal): Djs – Irmãos Makossa (Portugal)

 

28 de Julho -sábado

18:45 (Castelo): Orquestra Todos (Portugal)
20:00 (Pontal): Socalled (Canadá)
21:45 (Castelo): Hugh Masekela (África do Sul)
23:15 (Castelo): Tony Allen's “Black Series” Feat. Amp Fiddler (Nigéria / EUA)
00:45 (Castelo): Jupiter & Okwess International (R. D. Congo)
02:30 (Pontal): Lirinha (Brasil)
04:00 (Pontal): Djs - Bailarico Sofisticado (Portugal)

 

Mas o Festival de Sines, embora maioritariamente de música e com música, tem também um programa de actividades paralelas onde as artes, as letras, os ateliers, os debates complementam a vertente musical que é o ponto alto deste Festival 

 

Retirado de HardMúsica



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