Quarta-feira, 22.07.15

 

 

XXIII Festival Sete Sóis Sete Luas ~ Castelo Branco

Ritmos incendiários da tradição mediterrânica

 

A robusta elegância do linho e o sinuoso requinte da seda entrelaçam-se nas texturas das colchas, as cobertas bordadas com motivos de influência oriental que constituem o exemplo mais representativo da produç ão caseira de Castelo Branco. No edifício do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, onde estas se podem admirar, encontra-se também a sede de uma escola profissional que visa continuar esta importante tradiçã o que tem dado brilho e bem-estar a todo o distrito.

 

Usos que se transmitem vencendo o desafio do tempo porque est ão sempre a renovar-se e a reinventar-se e não existe velho ou novo, mas apenas o Belo: o Festival Sete Sóis Sete Luas há mais de 20 anos partilha este objetivo e a Arte e a Cultura são o seu linho e a sua seda.

 

Através dos instrumentos da música, da pintura, das artes plásticas faz-se promotor do conhecimento e do intercâmbio fluido das tradições culturais dos 11 Países – Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Marrocos, Portugal e Roménia – que compõem a sua Rede, 33 cidades estã o envolvidas numa fantástica viagem de encontros guiada pelo calor luso-mediterrânico.

 

Com o apoio da C â mara Municipal de Castelo Branco o Festival SSSL apresenta a sua programação, gratuita e aberta a todos os cidadãos com 2 concertos emocionantes de grupos que ilustram o melhor possível a filosofia da tradição ainda viva.

 

Toque de tambores Domingo 19 de Julho às 21h30 na Alcáçova do Castelo com o concerto das La MAL COIFFÉE, 5 artistas languedocianas que desde 2007, ano da fundaçã o do grupo, têm conquistado uma enorme aceitação a nível nacional e europeu tendo publicado 4 álbuns de sucesso imediato. Entoando as próprias vozes em polifonia, com o acompanhamento dos mais variados instrumentos de percuss ão - tammorra, caxixi, bendir, tam tam... - executam um repertório inspirado e inovativo retirado das tradições occitanas às quais dão o seu toque pessoal, moderno e sensual. No seu último trabalho, L'embelinaire, as poesias das duas maiores figuras da literatura da Linguadoca, os "encantadores" Jean-Marie Petit e Leon Cordes, são adaptadas musicalmente em contrapontos fascinantes, a linguagem evocativa transforma-se numa atmosfera rica de emoções e com um ritmo devastador.

 

No parque do Monte do Índio Sexta-feira 28 de Agosto às 21h30 explode a exuberante energia de Agus Barandarian com os seus KORRONTZI, do País Basco. O leader do grupo fundado em 2004, com um minucioso trabalho de pesquisa e de experimentação, conseguiu realizar o seu objetivo, isto é, trazer de volta as mais ancestrais tradições musicais bascas dando-lhes um aspeto actual, moderno mas sempre baseado no instrumento rei basco: o triki, acordeão diatónico que se lança em danças frenéticas com o bandolim, percussões e baixo. Os Korrontzi podem gabar-se de participações em numerosos Festivais europeus de música folk, numerosíssimas colaborações com artistas internacionais – entre os quais Mario Incudine, Custódio Castelo, Fernando Barroso – que contribuiram para a produçã o de 5 álbuns, dos quais os últimos 2 em particular são um incrível percurso entre as sonoridades de países entre eles distantes, mas que se encontram na música e na força artística do grupo. O nome da banda também é um reconhecimento orgulhoso das origens. Korrontzi era, de facto, um tocador de acorde ão, um trikitilari, que descia todos os domingos à praça central de Mungia – a cidade natal dos Korrontzi - para alegrar com a sua música os fiéis que saíam da Missa. E assim também fazem os Korrontzi: alegram, produzem eletricidade no sangue que obriga a dançar e a cantar com eles, em concertos que todas as vezes se transformam numa grandiosa festa coletiva. .

 

Festival Sete Sóis Sete Luas Castelo Branco

 

Domingo 19 de Julho de 2015 às 21h30 – Alcáçova do Castelo | concerto LA MAL COIFFÉE (Languedoc- -Roussillon, França)

 

Sexta-feira 28 de Agosto 2015 às 21h30 – Monte do Índio | concerto KORRONTZI (País Basco)

 

Entrada livre

 

Info: www.7sois.eu



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Festival Sete Sóis Sete Luas 2015 - Elvas

 

Para além das muralhas uma explosão de notas No distrito de Portalegre existe uma jóia da coroa: Elvas. O majestoso aqueduto da Amoreira, o castelo, as igrejas, a calçada característica das ruas do centro histórico, e sobretudo as imponentes muralhas, essência da cidade de Elvas, praça-forte de fronteira, valeram à cidade em 2012 o precioso reconhecimento como Património da Humanidade por parte da UNESCO. A esta cidade onde se respira cultura a cada esquina, volta o Festival Sete Sóis Sete Luas, para oferecer o seu próprio contributo de arte, músicas e histórias do mundo luso-mediterrânico. 33 cidades de 11 Países - Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Marrocos, Portugal, Roménia - estão ligadas pela Rede Cutural do Festival SSSL, que em mais de 20 anos de atividade tem procurado constantemente divulgar o amor pelo sonho de liberdade que só a cultura pode oferecer, através de uma viagem sempre em evolução de pessoas, artistas, público, tradições e histórias.

 

A programação do Festival SSSL 2015 para Elvas começa com uma homenagem à própria cidade. Por ocasião do terceiro aniversário da classificação como Património da Humanidade, terça-feira, 30 de Junho às 19h na Biblioteca Municipal de Elvas Drª Elsa Grilo terá lugar uma conferência com o título “Fortificações abaluartadas ibéricas: do Mediterrâneo ao resto do mundo” proferida por JAVIER GALVÁN GUIJO, diretor do Instituto Cervantes de Rabat em Marrocos, conhecido órgão das embaixadas espanholas que se ocupa da difusão da língua e cultura espanholas no mundo. Guijo, arquiteto e homem de grande profundidade intelectual, fará uma reflexão histórica sobre a difusão e importância das fortificações como a de Elvas.

 

Espaço para a Música, sábado 25 de Julho às 21h30m, com o concerto da 7LUAS CORDAS ORKESTRA. À geometria do tabuleiro da Praça da República chegarão os sons mediterrânicos da produção original do Festival SSSL: trata-se de 6 músicos provenientes de Cabo Verde, Itália, Marrocos e Portugal, que se encontraram e uniram para criar um ensemble único, capaz de fundir num único coro uníssono os instrumentos e a sonoridade das terras de origem. De Portugal, o bandolim de Luís Peixoto e as percussões de André Sousa Machado; da Puglia, outro bandolim, o de Mimmo Epifani; de Cabo Verde, a voz de Dany Fonseca da Ilha de Santiago e da Ilha de São Vicente a guitarra de Hernani Almeida; por fim, de Marrocos, o canto de Sakina Al Azami e da Guiné-Bissau, Manecas Costa. Espectáculo grandioso com espírito de diálogo intercultural.

 

Sábado 22 de Agosto às 21h30m, emoções sensuais e pungentes com a exibição de JESÚS HELMO CORTÉS, mestre de flamenco da escola de Cádiz. Expressivo, envolvente, dramático, romântico. O espírito passional da dança andaluza é perfeitamente encarnado pelo talentoso bailarino. Impossível não acabar a dançar e a bater as mãos com ele.

 

Festival Sete Sóis Sete Luas Elvas Biblioteca Municipal

 

– terça-feira 30 de Junho de 2015, 19h - conferência de JAVIER GALVÁN GUIJO: “Fortificações abaluartadas ibéricas: do Mediterrâneo ao resto do mundo”

 

Praça da República •

 

Sábado 25 de Julho de 2015 , 21h30m, concerto 7LUAS CORDAS ORKESTRA (Mediterrâneo) •

 

Sábado 22 de Agosto de 2015, 21h30m - exibição de JESÚS HELMO CORTÉS (Andaluzia )

Entrada livre

 

Info www.7sois.eu www.cm-elvas.pt



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Festival Sete Sóis Sete Luas - Oeiras

Da pólvora negra às cores do Mediterrâneo

 

Houve um tempo em que na Fábrica da Pólvora de Oeiras se trabalhava com afinco. 4 séculos, de 1540 a 1940, dedicados à produção de pólvora negra, a pólvora para armas de fogo, contribuindo deste modo para o florescimento da economia local. Agora a pólvora negra já não existe e a cultura tomou o seu lugar: as instalações da antiga fábrica abrigam um museu e galerias de arte; passeia-se à beira-rio admirando o ocre dos muros que se reflete na água; organizam-se concertos. Tudo contribui para o respiro de um clima fresco, leve, de bem-estar espiritual. Neste maravilhoso contexto, com o apoio do Município de Oeiras, realizar-se-à a programação de Verão 2015 do Festival Sete Sóis Sete Luas, que há mais de duas décadas é promotor criativo de um novo modo de fazer cultura, através de viagens de melodias, imagens, sabores das terras que constituem as malhas da sua Rede cultural. 30 cidades de 11 Países - Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Marrocos, Portugal, Roménia- encontram-se, conhecem-se, trocam tradições e valores.

 

Começa Sexta-feira 3 de Julho às 22h com o concerto da primeira produção original do Festival SSSL 2015, a DOM SEBASTIÃO ORKESTRA, 6 músicos provenientes de Cabo Verde, Itália, Marrocos e Portugal uniram-se para recriar num modo original e contempor âneo o estilo musical típico marroquino Joujouka.

 

Sexta-feira 10 de Julho às 22h espaço para a energia melancólica de BAU, um artista excepcional caboverdiano com a música no sangue, protagonista de tournées internacionais ao lado da grande cantora de morna Cesária Évora e compositor com uma sensibilidade atenta às tradições do seu Cabo Verde.

 

Sexta-feira 17 de Julho às 22h é a vez do encontro com as músicas occitanas da LA MAL COIFFÉE, do Languedoc-Roussillon. Acompanhadas pelas suas percussões, as 5 mulheres cantam em polifonia melodias de sabor antigo, com um toque sensual e vivo de moderno.

 

Sexta-feira 24 de Julho às 22h a produção original do Festival SSSL 2014, a 7LUAS CORDA ORKESTRA, ensemble de 6 artistas de Cabo Verde, Itália, Marrocos e Portugal para oferecer ao p úblico uma história feliz do encontro entre as sonoridades dos seus países.

 

Na Sexta-feira 31 de Julho às 22h prontos para dançar com as notas evocativas de épocas long íquas e fantásticas das gaitas-de-fole de três tubos melódicos dos TEJEDOR, grupo que desde a sua formação tem sabido fazer carreira no panorama folk internacional graças à sua energia e à sua capacidade de fundir tradições e modernidade.

 

Ainda outra criação original do Festival SSSL para 2015 exibir-se-à no palco Sexta-feira 7 de Agosto, sempre às 22h: a LUASIBERICA ORKESTRA, um casamento fascinante de artistas de Portugal e dos Países do Festival SSSL, um romance em música das belezas das terras mediterrânicas.

 

Encerra o cartaz Sexta-feira 14 de Agosto às 22h o encanto da exibição de flamenco da dançarina LIDIA CABELLO, da Andaluzia, terra mãe deste estilo sanguíneo e passional. Bailarina de máxima graça e versatilidade, desde 2005 dirige em Cádiz a sua própria Academia de Dança Flamenca e exibe-se desde há tempo em espectáculos internacionais. Prazer sensual para o público será fremir perante os seus mantón di Manila que cortam o ar às batidas do ritmo cadenciado dos palmeros.

 

Festival Sete Sóis Sete Luas Oeiras - Fábrica da Pólvora de Barcarena

 

Sexta-feira 3 de Julho de 2015 22h - concerto DOM SEBASTIÃO ORKESTRA ( Mediterrâneo )

 

Sexta-feira 10 de Julho de 2015 22h - concerto BAU ( Cabo Verde )

 

Sexta-feira 17 de Julho de 2015 22h - concerto LA MAL COIFFÉE ( Languedoc-Roussillon, França )

 

Sexta-feira 24 de Julho de 2015 22h - concerto 7LUAS CORDAS ORKESTRA ( Mediterrâneo )

 

Sexta-feira 31 de Julho de 2015 22h - concerto TEJEDOR ( Astúrias )

 

Sexta-feira 7 de Agosto de 2015 22h - concerto LUASIBERICA ORKESTRA ( Mediterrâneo )

 

Sexta-feira 14 de Agosto de 2015 22h - exibição LIDIA CABELLO ( Andaluzia )

 

Bilhetes ( a partir dos 3 anos ) : 2 euros individual

 

Info www.7sois.eu



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Segunda-feira, 02.09.13

Festival Sete Sóis Sete Luas 2013


A Planície Mediterrânica é uma iniciativa enraizada na atividade cultural deCastro Verde e é também a secção local do Festival Sete Sóis Sete Luas, rede cultural que envolve 30 localidades de 11 países.

 

Pela curiosidade e audácia de um grupo de estudantes da Toscana e o apoio de um escritor português nasce a experiência do Festival Sete Sóis Sete Luas.


Jovens sonhadores, com uma grande paixão pelo teatro, fundam o Gruppo Teatrale Immagini (Grupo Teatral Imagens) em 1987. Ansiosos por atravessar a fronteira italiana, em 1991, voam até ao Alentejo. Aqui apresentam vários espectáculos com muito sucesso e entram em contacto com José Saramago, convidando-o a visitar Pontedera. O escritor português não só aceita o convite, como também lhes oferece os direitos de autor em Itália do seu livro "O ano de 1993". Em 1993 nasce o Festival Sete Sóis Sete Luas, dirigido por Marco Abbondanza desde a sua primeira edição, e começa  o original e rico intercâmbio cultural entre Itália e Portugal que, ao longo dos seus 21 anos (1993-2013), já viu aderir muitos outros países: Grécia (1993), Espanha (1997), Cabo Verde (1998), França e Marrocos (2005), Israel (2006), Croácia (2008), Brasil (2009), Roménia (2012), Eslovénia e Tunísia (2013), privilegiando sempre as localidades periféricas e não os grandes centros.

Um Presidente honorário militante e um símbolo iluminista

José Saramago deu ao Festival SSSL os instrumentos, filosóficos e práticos, para começar esta fantástica viagem pelo Mediterrâneo e pelo mundo lusófono. O Festival inspira-se nos valores presentes na sua obra "Memorial do Convento", cujas personagens são sonhadores de alma visionária, que vivem numa Europa medieval, oprimidos por uma intolerante e tenebrosa Inquisição. Baltazar Sete Sóis e Blimunda Sete Luas criam a "passarola", uma máquina voadora, que é o símbolo do Festival pelo seu poder evocativo e simbólico, representando a metáfora do sonho e da liberdade utópica. O Festival serve-se da capacidade da arte, da música e da literatura de ver para além da realidade do nosso tempo.

O que é

- Uma Rede cultural de 30 cidades de 13 Países - Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Israel, Itália, Marrocos, Portugal, Roménia e Tunísia - que privilegia relações vivas e directas com os pequenos centros e os artistas;


- Uma viagem pelo Mediterrâneo e pelo mundo lusófono: uma viagem feita de encontros. Os artistas, os operadores culturais e os espectadores participam nas acções de mobilidade internacional ;


- Um Festival que vai ao encontro das pessoas, não das praças e dos monumentos;


- Um Festival da criação musical: cada ano produz uma ou mais orquestra multicultural;


- Promotor de turismo cultural: o público pode seguir o Festival nas várias paragens da sua viagem pelo mundo lusófono e mediterrâneo;


Conheça toda a programação

Sítio do Festival


Retirado de Antena 1



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Quinta-feira, 28.06.12

Festival 7 Sóis 7 Luas

 

Conheça toda a programação do Festival 


30 cidades de 11 países 
da bacia mediterrânea vão este ano acolher mais uma edição do "Festival 7 Sóis, 7 Luas".


Em Portugal para além de Reguengos de Monsaraz, Castro Verde e Odemira o Festival vai estar também em OeirasAlfandega da FéPonte de Sôr,  e Madalena (Açores).





O Festival Sete Sóis Sete Luas chega - como todos os anos - às sextas feiras deOeiras e aos eventos culturais de Alfândega da Fé para aquecer o verão e dar a sensação de ter voado, ao som da música, até alguns dos locais mais bonitos do Mediterrâneo. Desta vez a viagem é até ao sul da Itália: serão os Jureduré da Calábria a abrir o cartaz musical da Fábrica da Pólvora de Barcarena de Oeiras e do Largo S. Sebastião de Alfandega. 



Jureduré  


Os Jureduré contam as histórias, sempre atuais, das migrações: tanto das do povo italiano do século anterior, como das dos africanos que chegam todos os dias em condições desumanas à ilha de Lampedusa, no sul da Sicília. Com a música- cheia de energia e paixão - eles lançam denuncias, contam histórias que concernem a todos nós e que não podemos ignorar. O grupo também é fruto duma "migração": embora tenha nascido em Bolonha, em 2004, é composto por sete músicos, todos com origem na região da Calábria. Trabalham ativamente desde 2006 em músicas para cinema e interpretaram bandas sonoras de realizadores relevantes como Giorgio Diritti no pluri-prémiado "O homem que chegará", e na obra " O voo",  cuja ação se desenrola numa aldeia da Calábria do realizador alemão Wim Wenders. Os Jureduré levam ao palco os sons, as atualidades e as memórias históricas que constituem o fio condutor da sua história musical, suspendida entre as origens calabresas e a adoção de Bolonha. 

 

Retitrado de Antena 1 



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