Domingo, 27.12.15

 

Letra

 

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

 

Os pides desceram pela corda alegremente.

Os guardas andavam passeando em Alcoentre.

E a esquerda levou com mais um corno pela frente.

Esta maldade não se faz à gente.

Que merda!

 

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

 

As grades foram todas serradas a preceito.

A fuga aproveitou-se do que era imperfeito.

E a esquerda, por causa da vergonha deste feito,

pode apanhar uma bala no peito…

Que merda!

 

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

 

Quem foram os que de fora das grades ajudaram?

Quem foram os que dentro das grades os armaram?

A esquerda não esquece tubarões que a torturaram.

Não pode perdoar se a enganaram.

Que merda!

 

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

 

Agora, a vigilância é tudo o que nos resta.

Pr’ós pides, a vida na prisão… era uma festa.

E a esquerda tem mais do que razão quando protesta,

pois pode apanhar um tiro na testa…

Que merda!

 

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

Que se passa? Então isto não é uma ameaça?

Ali andou mãozinha de reaça. Deixaram fugir mais oitenta e nove…

 



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Letra

 

Os bonzinhos e os malvados

Dum lado os bonzinhos
com o seu ar sisudo
andando aos passinhos
dentro do veludo.
Do outro os malvados
cabelos ao vento
de fatos coçados
por bom e mau tempo.
Dum lado os bonzinhos
gordinhos, gulosos
comendo pratinhos
muito apetitosos.
Do outro os malvados
a ferrar o dente
em grandes bocados
de chouriço ardente.
Dum lado os bonzinhos
com muito cuidado
a dar beijinhos
com dia aprazado.
Do outro os malvados
a fazer amor
sem dias marcados
com frio ou calor.
Dum lado os bonzinhos
muito estudiosos
dizendo versinhos
em salões ranhosos.
Do outro os malvados
gritando na rua
que os braços estão dados
que a esperança está nua.
Dum lado os bonzinhos
metidos na cama
tomando chazinhos
molhando o pijama.
Do outro os malvados
os que dormem nus
sonhando acordados
com feixes de luz.
Dum lado os bonzinhos
batendo nos tectos
sempre que os vizinhos
são mais incorrectos.
Do outro os malvados
que fazem barulho
despreocupados
ao som do vasculho.
Teremos por certo
os gostos trocados
detesto os bonzinhos
adoro os malvados.

José Carlos Ary Dos Santos

 



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Sábado, 26.12.15

 

Letra

 

A letra é do poeta José Carlos Ary dos Santos e a música de Fernando Tordo.


Desde quando nasci
Que o conheço e lhe quero
Como a um irmão meu
Como ao pai que perdi,
Como tudo o que espero.

É um homem que tem o condão da doçura
No sorriso de água, nos olhos cansados,
É metade alegria, é metade ternura
Nas palavras cantadas, nos gestos dançados,
Nos silêncios magoados.

Tem um rosto moreno
Que o inverno o marcou
E apesar de ser forte,
É um homem pequeno
Mas maior do que eu sou.

Tem defeitos, é certo. Como todos nós.
Sonha, às vezes demais,
Fala, às vezes no ar
Mas quando dentro dele a alma ganha a voz
É tal como se fosse o som do nosso mar,
Se pudesse falar...

REFRÃO
Foi capaz de mentir,
Foi capaz de calar
É capaz de chorar e de rir,
Tem um quê de fadista,
Tem um quê de gaivota,
E a mania que há-de ser artista.
Quando vê que precisa
É capaz de roubar,
Mas também sabe dar a camisa.
Foi capaz de sofrer,
Foi capaz de lutar,
È capaz de ganhar
E perder.

É um amigo meu que às vezes me ofende
Mas que eu sei que me escuta,
Que eu sei que me ouve
E também compreende.
Quantas vezes lhe digo que tenha juízo,
Que a mania dos copos só lhe faz é mal,
Que a preguiça não paga e que o trabalho é preciso.
Ele encolhe-me os ombros num despreso total,
Este tipo é assim, mas...

REFRÃO
Foi capaz de mentir,
Foi capaz de calar
É capaz de chorar e de rir,
Tem um quê de fadista,
Tem um quê de gaivota,
E a mania que há-de ser artista.
Quando vê que precisa
É capaz de roubar,
Mas também sabe dar a camisa.
Qual o nome final
Deste amigo que eu canto?
Pois é claro que é
Portugal.

 



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Quarta-feira, 16.04.14

 

 

Letra

 

Poema: Guerra Junqueiro — Excertos de “Musa em Férias”
Música: Fernando Tordo
Orquestrações: Lino Guerreiro
Voz: Fernando Tordo

 

“Acendem-se na rua à noite os candeeiros,
Coloca-se um “gendarme” à porta dos banqueiros,
A Polícia fareja os becos e as vielas,
Dobram-se as precauções, dobram-se as sentinelas,
E apesar d’isto tudo há feras pela rua,
O vício não acaba, o roubo continua,
E é cada vez mais a criminalidade.


Pois bem, iluminai por dentro a sociedade.

Ponde o trabalho e a honra onde estiver a esmola,
Uni o amor ao berço e uni o berço à escola,
Acendei uma luz em cada coração.
Dai terra aos camponês que emigra; a emigração
É. como em Portugal presentemente a vejo,
Um esgoto da fome, um cano de despejo


Da miséria. Aboli dois grandes sorvedoiros:
Cadeias-tremedais e hospícios-matadoiros.

Forjai da redenção a esplêndida alvorada,
Libertai a oficina e libertai a enxada.


Fazei o bem, fazei a paz, fazei a glória.
Proclamai a instrução gratuita obrigatória,
Ter direito à ignorância é ter direito ao mal,
Alevantai o povo ao nível da moral,
A escola é para isso a única alavanca.

Vamos! Emancipai a escravatura branca.

 

E depois de ter dado enfim estas lições,
Podereis suprimir os vossos esquadrões,
Entregar à lavoira os braços dos soldados,
E caminhar na rua à noite,desarmados,
Deixando sem receio a vossa casa aberta;


Um polícia estará continuamente alerta,
Um polícia gratuito, universal, austero,
Vigiando e guardando assim como um cerbero,
Desde o melhor palácio à última choupana;
Esse polícia é Deus – a consciência humana.

 

Se acaso pretendeis sinceramente dar,
Uma grande lição austera e salutar,
Um exemplo viril e bom que frutifique,
Um exemplo que seja uma barreira, um dique


Ao cancro que nos mata, Às lepras que nos mordem,
À fome, à estupidez, aos vícios, à desordem,
então olhai; é este o exemplo imaculado:

Revogai a ignorância; a velha lei do Estado!”



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Sexta-feira, 21.02.14

Fernando tordo pediu ao filho que não entristeça e que não se deixe levar pelos "insultos"

Depois do escritor João Tordo ter dedicado, esta quarta-feira, um texto ao pai, o músico Fernando Tordo, por este último ter decidido emigrar para o Brasil por "cansado deste país", o progenitor respondeu na sua página no Facebook, pedindo-lhe que não entristeça e que não se deixe afectar pelos "insultos" que alguns teceram a respeito da sua partida.

 

O escritor João Tordo publicou, ontem, no seu blogue um texto dedicado ao pai, o músico Fernando Tordo, que ontem aos 65 anos emigrou para o Brasil. No texto 'Uma carta ao pai', o escritor conta que se sentiu "triste" com a partida do pai mas "ao mesmo feliz" pela "coragem de começar outra vez".

 

Na carta, o escritor "lamenta" ainda o "ódio" de alguns manifestado no Facebook, lembrando que em causa está, "quer se queira, quer não," um homem que "faz parte da história da música em Portugal" e que "partiu (...) cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba (...) ou limpar WC's, encontrarão a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows, as telenovelas e a vergonha". Na resposta, publicada ao final da tarde, o músico escreve na sua página na rede social "carta ao meu filho João. Magoaram-te. Não a mim, cinquenta anos de tudo e mais alguma coisa. Magoaram-te porque achas estranho que se diga de um tipo, que para mais conheces bem, o que algumas pessoas disseram e continuarão a dizer".

 

"Perante a tua carta (...) o que é fica? Tentação de devolver os insultos com o vernáculo que bem me conheces e és admirador? Não. O que fica, meu querido filho, é a tua carta", afirmou Fernando Tordo, endereçando-lhe um pedido: "Não entristeças, João".

 

"Temos dado o melhor de nós e isso não admite gentinha; só aceita dignidade e respeito por vidas que se dedicaram e dedicam não porque têm talento, mas sim porque têm aquele mistério revelado de poderem escrever uma carta como a tua", conclui o músico, deixando um "beijo" ao filho, o escritor João Tordo.

 

Retirado do HardMúsica



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Domingo, 01.09.13

 

Letra

 

Não importa sol ou sombra 
camarotes ou barreiras 
toureamos ombro a ombro 
as feras. 
Ninguém nos leva ao engano 
toureamos mano a mano 
só nos podem causar dano 
espera. 

Entram guizos chocas e capotes 
e mantilhas pretas 
entram espadas chifres e derrotes 
e alguns poetas 
entram bravos cravos e dichotes 
porque tudo o mais 
são tretas. 

Entram vacas depois dos forcados 
que não pegam nada. 
Soam brados e olés dos nabos 
que não pagam nada 
e só ficam os peões de brega 
cuja profissão 
não pega. 

Com bandarilhas de esperança 
afugentamos a fera 
estamos na praça 
da Primavera. 

Nós vamos pegar o mundo 
pelos cornos da desgraça 
e fazermos da tristeza 
graça. 

Entram velhas doidas e turistas 
entram excursões 
entram benefícios e cronistas 
entram aldrabões 
entram marialvas e coristas 
entram galifões 
de crista. 

Entram cavaleiros à garupa 
do seu heroísmo 
entra aquela música maluca 
do passodoblismo 
entra a aficionada e a caduca 
mais o snobismo 
e cismo... 

Entram empresários moralistas 
entram frustrações 
entram antiquários e fadistas 
e contradições 
e entra muito dólar muita gente 
que dá lucro as milhões. 

E diz o inteligente 
que acabaram asa canções. 


Nota:

Musica de Fernando Tordo. Escrito no final de 1972. Interpretada por Fernando Tordo, concorreu ao Festival da RTP de 1973 onde obteve o 1º lugar. Interpretado por Fernando Tordo no disco TECLA TE 20060.



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Sábado, 31.08.13

 

letra

 

Na minha vida tive palmas e fracassos
Fui amargura feita notas e compassos
Aconteceu-me estar no palco atrás do pano
Tive a promessa de um contrato por um ano
A entrevista que era boa
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida tive beijos e empurrões
Esqueci a fome num banquete de ilusões
Não entendi a maior parte dos amores
Só percebi que alguns deixaram muitas dores
Fiz as cantigas que afinal ninguém ouviu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

[Refrão:]
Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há  mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar

Na minha vida fiz viagens de ida e volta
Cantei de tudo por ser um cantor à solta
Devagarinho num couplé pra começar
Com muita força no refrão que é popular
Mas outra vez a triste sorte não sorriu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

[Refrão]

Na minha vida fui sempre um outro qualquer
Era tão fácil, bastava apenas escolher
Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade
Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade
Não ando cá para sofrer mas para viver
E o meu futuro há-de ser o que eu quiser

[Refrão]



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Sábado, 24.08.13

 

Letra

 

For you I was a flame
Love is a losing game
Five story fire as you came
Love is a losing game

One I wish I never played
Oh what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

Played out by the band
Love is a losing hand
More than I could stand
Love is a losing hand

Self professed, profound
'Til the chips were down
Know you're a gambling man
Love is a losing hand

Though I batted blind
Love is a fate resigned
Memories mar my mind
Love is a fate resigned

Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game



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Quinta-feira, 03.01.13

Fernando Tordo ao vivo


Fernando Tordo interpreta alguns novos temas e clássicos como "Adeus Tristeza", "Cavalo à solta", "Tourada", "Se digo meu amor", "Balada para os nossos filhos", "Estrela da Tarde", entre outras canções que fazem parte da história musical do nosso país.

É um encontro marcado pela relação de proximidade que o cantor estabelece com o seu público através do prazer que revela em cima do palco, fruto de 48 anos ininterruptos de total dedicação ao seu trabalho apresentando-se hoje com vários instrumentos característicos do nosso país (violas beiroa, campaniça, toeira e rajão), ajudando assim a recuperar estes instrumentos que estiveram praticamente desaparecidos), e criando-lhes novo repertório.

PRÓXIMOS ESPECTÁCULOS DE FERNANDO TORDO:

Data: 5 de Janeiro 
Nome:  Concerto de Ano Novo "Tributo ao Festival da Canção" - Fernando Tordo com Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras
Local: Pavilhão Multiusos de Torres Vedras 
Hora  21h30

Data: 11 Janeiro
Nome concerto: Fernando Tordo a Solo
Local: Casino de Vilamoura
Hora: 22h30

Data: 12 Janeiro
Nome concerto: Fernando Tordo a Solo
Local: Casino de Montegordo
Hora: 22h30

Data: 7,8 e 9 de Fevereiro
Nome concerto: Fernando Tordo em Dueto 
Local: Duetos da Sé, Lisboa
Hora: 23h00

Data: 15 e 16 de Fevereiro
Nome concerto: Fernando Tordo a Solo
Local: Teatro Maria Helena Torrado - Associação Cultural Confluência, Cascais
Hora: 22h00

Data: 6, 13, 20 e 27 de Março
Nome concerto: Recital intimista com Fernando Tordo 
Local: Fábrica do Braço de Prata, Lisboa
Hora: 22h00


Retirado de Antena 1



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Sexta-feira, 03.02.12
Comprem o CD. Vale a pena. O lucro integral do Cd/ Livro reverte para "Ajuda-me a Ajudar!" www.ajudameaajudar.org
Letra

Minha laranja amarga e doce

Meu poema feito de gomos de saudade

Minha pena pesada e leve

Secreta e pura

Minha passagem para o breve

Breve instante da loucura

Minha ousadia, meu galope, minha rédia,

Meu potro doido, minha chama,

Minha réstia de luz intensa, de voz aberta

Minha denúncia do que pensa

Do que sente a gente certa

Em ti respiro, em ti eu provo

Por ti consigo esta força que de novo

Em ti persigo, em ti percorro

Cavalo à solta pela margem do teu corpo

Minha alegria, minha amargura,

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha laranja amarga e doce

Minha espada, meu poema feito de dois gumes

Tudo ou nada

Por ti renego, por ti aceito

Este corcel que não sussego

À desfilada no meu peito

Por isso digo canção castigo

Amêndoa, travo, corpo, alma

Amante, amigo

Por isso canto, por isso digo

Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo

Minha alegria, minha amargura

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha ousadia, minha aventura

Minha coragem de correr contra a ternura (2x)



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