Sábado, 04.06.16

 

letra

 

És tão sensual quando te apresentas com esse olhar fatal andas em câmara lenta
a tua imagem entra na minha retina tás tão anos 80 ninguém se aproxima
tão meiga e tão hardcore vejo gotas de suor a escorrer lentamente pelo teu rosto quente
tu tens aquele fogo,tens aquele jogo,tens aquilo tudo que eu quero no fundo
dizes-me ao ouvido que queres fugir comigo,sermos fugitivos íntimos
a minha tentação.adoração...a paixão foi mais forte do que a razão

Ela diz-me coisas ao ouvido que eu não quero ouvir
como sermos fugitivos assaltar um banco e fugir
nos meus braços eu mantenho-te a salvo de todo o mal
porque o meu amor é real

Ela é um perigo,um pecado,deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me fora de mim

A atracção é quimica,enganas a ciência,corpo de uma deusa
não te quero tocar,vou beijar o vazio do teu imaginário
contigo o instinto é animal,pratico sexo mental
até ao ponto de sentir a tua pele macia a elevar-me o astral
pecado capital é ninguém te preencher
perdi um lugar no céu não te vou perder
na multidão sobressais,olhar felino traços sensuais
a dançar no meio da pista tou colado a ti
anseias que te sussurre..."vamos sair daqui"
embriagados no nosso suor á primeira vista conheço-te de cor
a lua o limite o calor subiu a pique como o apetite
fruto proibido a razão não te conhece
levito nessa órbita escurece
o feitiço do canto da sereia,envolveu-me caí na tua teia
fico indefeso...a minha balança tem ter o teu peso
cada movimento teu deixa-me aceso
não fales...absorve
lá fora já chove
mas contigo a cada segundo a temperatura sobe

Ela diz-me coisas ao ouvido que eu não quero ouvir
como sermos fugitivos assaltar um banco e fugir
nos meus braços eu mantenho-te a salvo de todo o mal
porque o meu amor é real

Ela é um perigo,um pecado,deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me descontrolado
é um perigo,um pecado deixa-me fora de mim

 



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Quarta-feira, 08.07.15

 

Letra

 

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Terça-feira, 16.12.14

 

Letra

 

[Verso 1 - DEAU]
Foi de modo inocente que nos conhecemos andorinha
Toda a gente falava-te e eu mal te conhecia
Nunca te procurei mas conseguiste dar comigo
Eu precisava de companhia,tu precisavas de abrigo
Mostraste-me a Primavera, há muito tempo que já não a via
Fizeste-me ver um lado que nem sequer sabia que eu tinha
Vivia a fase mais cinzenta quando nos cruzamos
A tua chegada anunciou o verde dos meus campos
Andorinha
Abre as asas e voa comigo,sabes...
Tenho impressão que há quem não goste de me ver contigo,fazes...
Ideia de como me sinto a voar nesta alturas?
Cada vez que caio parece que és só tu que me seguras
Eu sei,és frágil e voar assim é um grande risco
Mas cheira-me que se corre-lo,consigo viajar para outro sítio
Por isso não presto atenção ao que os outros me dizem
A nossa relação é incompreendida nem todos a atingem!
(Eles) Estranham a tua presença fora da época
Mas adoro a inconsciência de não sentir os pés na terra
Quem me ama desespera,quando saímos juntos
Mas está tudo sob controlo,preocupem-se com outros assuntos
Adoro que me percebas deixas-me usar-te quando queira
Ultimamente só não entendo porque é que sem querer te uso à mesma
Parece que se passa algo,não me dizes qual é o problema?
Desde que a nossa relação aqueceu tornaste-te ciumenta!

[Refrão 1 - Expeão]
Andorinha,porque é que viras ave de rapina?
Quando vês que a Primavera acaba
Começas a fazer a tua sisma...
Dei-te casa,dei-te abrigo
O que é que te falta andorinha?
Não percebo o porquê dessa ira
As vezes até penso que é mentira
Quando ameaças a tua partida
Andorinha...

[Verso 2 - DEAU]
Iniciei no Verão,mas este parece estar a dar as últimas
E a esta altura tu já devias estar nas alturas
O nosso amor está mais forte que nunca
Sempre que "transamos" parece a nossa noite de núpcias
Amas-me como eu te amo?
Nossa paixão é foda!
Não sei porquê,mas é só ciúme à nossa volta
O que eles dizem não importa
O Outono começou a bater à porta
E em minha casa já toda a gente nota que tu não foste embora
Obrigam-me a deixar-te partir mas isso é pedir muito
Detesto esta mania que eles têm de dramatizar tudo
Dizem que és demasiado selvagem para que eu te prenda
Aos poucos eu procuro gente que nos compreenda
Já sabia que não era o único a voar desta forma
Senão não tinha a percepção de quanta gente se transforma
No ir de uma andorinha libertina,dócil e traquina
Que vira ave de rapina quando o clima esfria

[Refrão 2 - Expeão]
Andorinha,quando viras ave de rapina
Há sombras de abutres na minha praça
Sinto que o Inverno se aproxima
Briol da Noite Fria
Quero voltar a minha casa
Mas a tua asa não me larga
Prende-me e não me deixa ir embora
Diz-me que a Primavera não tarda
A brilha cá fora
Andorinha
Tu diz-me, Tu diz-me
Que a Primavera não tarda a brilhar cá fora
Andorinha
Tu diz-me, Tu diz-me
Que a Primavera não tarda a brilhar cá fora
Andorinha
Tu diz-me, Tu diz-me
Que a Primavera não tarda a brilhar cá fora

[Verso 3 - DEAU]
Tinhas razão andorinha
Mais frio é o Inverno mas a Primavera é linda
A luz é tão forte, dilata a íris contrai-se a pupila
Nosso amor é cego,eu fecho os olhos só para ver a vida
Ouço-te cantar, o líquido do meu tímpano
Parece um diluvio
Perco o equilíbrio no meio disto tudo
Deixo-me cair atraído pelas cores desse buraco negro
Onde nos perdemos de amores indo os dois atrás do mesmo
Consumimos-nos um ao outro, pelo máximo tempo
A eternidade da Primavera dura cada vez menos
Explica-me andorinha,o porquê desta sensação
O frio mais frio de Inverno,o calor mais quente de Verão
Tudo na mesma estação,tudo ao mesmo tempo
Sinto que não é amor o nosso sentimento
É hábito,é vício,doença,prisão
Mais trágico foi nunca ter prestado atenção

[Refrão 3 - Expeão]
Andorinha,afinal és ave de rapina
E eu sou a presa da tua garra
Abutres rodeiam a minha carcaça
Andorinha
Assassina,o teu ar de graça é uma desgraça
Deixa-me ficar aqui na praça
A ser exemplo da tua chacina
Andorinha...

 



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Terça-feira, 14.10.14

 

Letra

 

Isto e o Bairro, excitante bairro, distante bairro alucinante
Isto e o Bairro, excitante bairro, distante bairro apaixonante
Isto e o Bairro, excitante bairro esta no sangue na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

Aqui encontras profetas, poetas
Pensadores revolucionarios como Mario Viegas
Estranha forma de vida aqui por entre as vielas
Isto é o bairro, nao aqui ninguem e piegas
Ei todas as noites temos barricadas
Estrada cortada enquanto afastada bem policiada
Aqui encontras tudo e nao encontras nada
Branca castanha b-boys gois e speedboys
Pitbuls rotweilers e redskins
Ei gunas carros quitados grandes colunas
Fanaticos de futebol ultras de portugal
De cascol na mao ou um taco de basebol
Vejo gajos fora nas ruas que apanham mokas com putas
Fogem da bofia e de carros patrulha
Vejo politicos no jogo no roubo vejo o meu povo
Mas nunca vi ruas pavimentadas a ouro

Refrao
Mano bairro excitante bairro corre no sangue
Na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

PJ as rusgas os gangues dos andes
As rixas os ninjas saltam das carrinhas a droga o trafico os dealers as filas
O drama a chama que arde nas feridas ma fama
Ei a frustraçao a raiva a mente entordecida
A adolescencia com tendencia suicida
A mae que chora o pai que foi embora a familia dividida
A dor essa nao demora
Nove anos dentro um ano ca fora embora a reinserçao nao quer chegar na hora
Ve as crianças as modas a giga-jogas as lagrimas que jorram pelos olhos fora
Ei os roubos os raptos os assassinatos as gringas usadas perante a brilha na calçada
O limbo o branco o tinto brinco com a 6.35
Isto e o bairro


Refrao
Bairro excitante bairro corre no sangue
Na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

 



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Segunda-feira, 13.10.14

 

Letra

 

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Segunda-feira, 29.07.13

 

Letra

 

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

 

 

Elas, querem deitar-se no meu colchão

Na ilusão que tenho um milhão

Contar dinheiro na mansão

Não, não, não, não

Querem deitar-se na minha cama

Pelos euros e pela fama

Mas daqui não levam nada

Não, não, não, não

 

Algumas conhecem-me a anos
Outras seguem-me a anos
Mas só desde que tenho este skill
É que me querem nos seu quartos
Acham que eu sou o maior
Que movo o céu e a terra
Dizem que tenho o poder e a garra
Chamam-me fera
Tentam os meus amigos
Tudo o que me rodeia
Tudo o que me apoia
Tudo o que me vai na ideia
Querem falar comigo
Serem amigas do "P"
Só por uma vez com sorte
Pús os pés na TV
Umas quantas da escola
Outras tantas por moda
Mas a maior parte é mesmo pela status e a...
Uma vez, duas, três
Depende da disposição
Mas eu nem digo, nem falo
Calado o estilo é patrão
Não vos dou confiança
Nem tão pouco esperança
e não sinto mudanças
Por isso deixem-me crianças
Uma coisa é uma coisa
Outra coisa é outra coisa
Mas vocês querem-nas todas
Morenas, ruivas ou loiras

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não

Elas querem muitas coisas
Outras querem as coisa todas
Mas no fundo levam zero
ou seja, nem uma coisa
É todo um jogo de interesses
em que a atração só aparece
quando tenho roupa, carro, casa
E pago em cash ou check
mas querida eu não sou famoso
Sou é fabuloso
Tenho é um estilo de vida pouco ortodoxo
Não rigoroso
Chamam-me pintas, convencido,
arrogante agresivo
Mas quem me conhece sabe bem
Que sou um produto do que vivo
Fujo a regra, eu sei
A cima da media, eu sei
Sou o teu ídolo, eu sei
Mas perseguires-me, não sei
Sabido que me preferem 
Com este ar criminal
O infame MC favorito,
do teu RAPPER ANUAL
A sensação de adrenalina 
com perigo em mistura
O limiar do ilegal
com conforto, loucura
Aquela senção de estar a partilhar
Um colochão com um patrão estilo escovar

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Elas, querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Elas, querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não



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Terça-feira, 16.04.13

Expeão e um «virar de página» no «fim de todas as estradas»

O vocalista dos Dealema está de volta aos albúns de originais. Rui Pina é Expeão, que regressa com "O fim de todas as estradas": um disco que representa "um virar de página" na vida do cantor, com influências do rock dos anos 1970 mas onde o rap tem um papel de relevo.

“A história do disco é simples. Começou com a ideia de fazer um disco de rock. Já tinha feito um disco em 2006 também com influências de rock e pop”, conta Expeão, o cognome de Rui Pina, ao SAPO Música. 

Depois de um intervalo grande de tempo em que esteve envolvido noutros projetos, Expeão começou a compor novas músicas e naturalmente considerou que era a altura de lançar um novo trabalho.


 

“Desta vez optei por não usar o computador na produção do disco, a não ser para gravar, e usei instrumentos da década de 70 e início da década de 80”, explica. O resultado é um disco “mais maduro” e com um “ambiente analógico”. 

Apesar de querer afastar-se da mistura do rock e do rap, Expeão não nega o seu estilo, principalmente em algumas canções do álbum. “Há muitas músicas que escrevi de uma só vez mas depois existem algumas músicas mais pensadas”.

“Tenho no álbum duas ou três poesias que são para ser ouvidas por pessoas que apreciam o rap e apreciam o meu estilo próprio. São letras com metáforas encriptadas em metáforas, um estilo que eu tenho praticado desde 1996”, refere. 

O primeiro single do disco, “O teu amor por mim”, “é uma música talvez mais acessível ao público em geral”. “Temos outros singles que vão sair brevemente e que mostram também o lado mais obscuro e mais pesado do disco”, descreve. 

Quanto ao trabalho nos Dealema, um dos nomes fortes do hip-hop português, Expeão adiantou ao SAPO Música que o novo álbum deve sair no fim deste ano, “com muitas surpresas e convidados”.  

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 14.04.13
 


Letra


Não encontrei a letra desta música


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Quarta-feira, 13.03.13

 

 

 

Letra

 

Eu tive sonhos em que vi
esses belos olhos negros.
E tudo o que eu vivi
contigo são segredos.

Vidros partidos, pratas usadas
o sol brilhava nestas ilhas
mas já não brilha não há magia
Polícia vem e ameaça
a criança brinca com a pistola
no bairro a sinagoga.
O fumo afoga toda a magoa
a raiva solta numa richa
o sangue esguicha.
A mente desconfia
o olhar fixa no vazio
como segredo a sangue frio.
A cada tiro de cada pistola
o céu retira-se, como um papiro que se enrola.
A vista universal chora
quando brilha, o sol da revolta
no fio da ponta e mola
Embriagados em notícias,
em imagens inéditas, apocalípticas.
Esquecer as coisas belas vividas
e chorar nas falésias místicas.

Quero sentir que todo o esforço não foi em vão
fugir do sangue espalhado no chão.
Quero fugir da arma, largar o drama
tentar limpar o karma, tocar a alma.
Eu quero abrir as portas da precessão,
e por um selo sobre o corte do meu coração.
Que o vento sopre, agora é hora da minha morte.

Eu tive sonhos em que vi
esses belos olhos negros.
E tudo o que eu vivi
contigo são segredos.

Sonhei que andei no meio
dos sete castiçais de ouro
Com doze criminosos
olhos como chamas de fogo.
Olhei ao céu de novo e vi as almas do povo
a serem elevadas ao som de palmas e trovoadas.
O filho da madrugada reaparece
o bem aventurado faz uma prece, por ti!
Sofres-te tanto, neste antro
dizes que canto abensuado pelo espirito santo.
Vivi, como o último dia morri pro mundo
longe do sangue e do mal
eu procurei o mais alto ideial
Nunca encontrei em templos
igrejas com monumentos, queria respostas.
Comi as hóstia, mas vomitei as orações faladas
como meras repetições vagas.
Mas não sentidas, chorei por dentro
curei as feridas com o meu sal
o mal, que me assombra é fatal.

Eu tive sonhos em que vi
esses belos olhos negros.
E tudo o que eu vivi
contigo são segredos.

O dia da morte é como oh juízo final
como um relâmpago, um armagedom pessoal.
Ouvi os canticos de salomão que me acordaram
desci as escadas até ao portal
.Alguém se esconde numa emboscada de madrugada
Sua cara de terror de uma rusga polícial.
Gatilhos que soltam em dias sombrios
balas falham alvos
quem atingem sem abrigos, sem motivos testemunhas.
PJ's sanguinários
faço uma oração nas ruas pelo pessoal que eu paro
na grande tribulação
estamos todos em delirio numa alucinação
eu ouço uma voz que grita, "alguém me ajude!"
a rua cheia de putos rudes
na confusão eu vejo um amigo meu abaixado agarrado a barriga
apanhado desprevenido por uma bala perdida
enquanto falava ao telefone com a sua amada querida.

Quero sentir que todo o esforço não foi em vão
fugir do sangue espalhado no chão.
Quero fugir da arma, largar o drama
tentar limpar o karma, tocar a alma.
Eu quero abrir as portas da precessão,
e por um selo sobre o corte do meu coração.
Que o vento sopre, agora é hora da minha morte

Eu tive sonhos em que vi
esses belos olhos negros.
E tudo o que eu vivi
contigo são segredos.



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Sábado, 09.03.13

 

 

Letra

 

Foi tudo tão bom, nem parecia ser verdade
E a sensação de encontrar a cara metade
E agora tudo acabou, o filme amor pra mim morreu

 

Ela tinha os olhos como pérolas, rubis
Vinha lá de cima do norte do país
Tinha sardas na cara como as fadas
Eram como estrelas entre as suas tranças
Seus olhos castanhos de encanto tamanhos
Era um dos meus pecados mais estranhos
Mesmo quando mente seu olhar diz a verdade
Mas deixou-me sem piedade

 

Ela tinha uns lindos olhos negros
Eram como corvos entre os seus cabelos
Caracóis soltos, borboletas na barriga
Sempre que encontrava aquela rapariga
Ela não gostava de joalheria
Comprei-lhe um colar, vendeu no mesmo dia
Quando começou era tudo tão perfeito
Agora tenho o coração desfeito

 

Foi tudo tão bom, nem parecia ser verdade
E a sensação de encontrar a cara metade
E agora tudo acabou, o filme amor pra mim morreu

 

Ela tinha uns olhos de menina tão docinhos
Os pés de rainha tinha montes de carinho
Tinha muita manha, dava na castanha
Bazava, voltava passado uma semana
Não valia nada mas eu gostava dela
Nem sei como me apaixonei por está cadela
Descia 'pra ribeira subia com a bebedeira
Mas essa noite foi a derradeira

 

"e agora tudo acabou"

 

Ela tinha os olhos cor de mel
Seios doces como marmelos e sua pele
Dourada, macia como pura sede
Uma louca na cama, uma lady na mesa
Empenhei um tirante meu
Para leva-la a um concerto que havia no coliseu
Mas, ela não gostou e bazou sem ver o show
Eu acho que tudo acabou

 

Ainda me lembro do começo
Era tão, tão bom!

 

Foi tudo tão bom, nem parecia ser verdade
E a sensação de encontrar a cara metade
E agora tudo acabou, o filme amor pra mim morreu



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