Domingo, 25.01.15

 

 

Rita Guerra regressa ao palco do Coliseu do Porto no próximo mês de março.

 

“Cumprindo a tradição de celebrar o mês da Mulher no Norte”, a cantora sobe, a 27 de março, ao palco do Coliseu, onde vai estrear o espetáculo “Volta”, no qual estará em destaque o seu novo álbum, com o mesmo nome.

 

“É quase um talismã, o Porto e o Coliseu dão-me sorte. Há uma generosidade e entusiasmo no público que me comove e me deixa feliz para o resto da tour. Todos os locais são únicos, mas o Porto recebe-me de uma forma muito especial”, revelou Rita Guerra sobre o facto de ter escolhido, de novo, o Coliseu do Porto para a estreia da sua nova digressão.

 

Na Invicta, serão também revisitados os maiores clássicos da carreira da cantora, entre “canções inesperadas”.

 

Os bilhetes para o concerto, já à venda nos locais habituais, custam entre €12,50 e €25.

 

“Volta” – o primeiro disco de originais de Rita Guerra em quatro anos – conta com a produção de Mikkel Solnado, “que conferiu ao disco um toque muito atual, próximo de sonoridades mais eletrónicas e R’n B”.

 

Retirada de Sapo Música



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Sexta-feira, 23.05.14

AS 3 MARIAS | com Simone de Oliveira

 

O desafio foi lançado pel’ «As 3 Marias» e prontamente aceite por Simone de Oliveira: a partilha de um palco, tendo como base o registo musical da banda – o tango fusão –, num espetáculo envolvente e multissensorial. O encontro está marcado para o próximo dia 31 de maio, pelas 22.00, no Casino da Figueira da Foz, e tem o apoio da Antena 1.


“Tango Maria”, do recém-editado álbum “Bipolar” foi um dos temas escolhidos pel’ «As 3 Marias” para o espetáculo conjunto, que contará, da parte de Simone de Oliveira, com uma nova versão de “No teu poema”.


Com este concerto, «As 3 Marias», banda portuense de «tango-fusão», e a artista portuguesa Simone de Oliveira, prometem trazer ao palco um “mix de sensações e experiências” que só a sua heterogeneidade permite.


O projeto «As 3 Marias», tem Cristina Bacelar na voz e na guitarra, Fátima Santos no acordeão e Ianina Khmelik no violino. Assenta num novo estilo musical que atravessa gerações, a que o crítico de música António Pires chamou de “novo tango da Invicta”.


O mais recente álbum, «Bipolar», foi lançado no final de 2013, num espetáculo que teve lugar na Casa da Música, com sala cheia e críticas que reiteram a qualidade musical do grupo. O percurso destas artistas tem sido de ascensão, o que lhes permitiu atuar já em vários países e fazer deste um movimento artístico reconhecido internacionalmente, pela forma harmoniosa e até divertida como aborda o «tango-fusão».



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Terça-feira, 01.04.14

Rock in Rio revela artistas portugueses que vão fazer homenagem a António Variações

Linda Martini, Gisela João, Rui Pregal da Cunha e os Deolinda sobem ao Palco Mundo para homenagear António Variações no dia 31 de maio.

No ano em que se comemoram 10 anos do Rock in Rio-Lisboa e 70 anos do nascimento de Variações, o evento não quis deixar de assinalar a data, convidando alguns dos protagonistas de atual cena musical a deixar o seu agradecimento ao cantor que quebrou barreiras e deixou uma marca incontestável, que perdura até aos dias de hoje.

 

“Este é um momento que vai trazer muita emoção ao Palco Mundo. António Variações foi um artista completo, que deixou obra verdadeiramente intemporal e que tem um forte impacto na nova geração. Para todos os que estão envolvidos nesta homenagem, é uma honra dar destaque à obra de Variações”, refere Zé Ricardo, diretor artístico do Rock in Rio. 

 

Durante a homenagem todos os artistas vão subir ao palco a solo, mas depois irão misturar-se, criando encontros únicos, que terão como ligação a música de Variações.

 

A direção artística deste momento está a cargo do cantor e compositor Zé Ricardo e tem curadoria do jornalista Nuno Galopim. A elaboração do espetáculo está a ser acompanhada de perto pela família do cantor.

 

Retirado de Sapo Música



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Segunda-feira, 10.03.14

Sérgio Godinho convida novos músicos portugueses para espetáculo «Liberdade»

Os músicos Nuno Prata, Joana Barra Vaz, They're Heading West e Capicua vão atuar em abril em Lisboa a convite de Sérgio Godinho, tendo como mote a canção "Liberdade", nos 40 anos da revolução de abril, foi hoje anunciado.

Os concertos acontecerão de 10 a 12 de abril no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz, como complemento do espetáculo "Liberdade", que Sérgio Godinho protagonizará na sala principal, no âmbito das celebrações dos 40 anos da "revolução dos cravos".

Sérgio Godinho revisitará naqueles dias o repertório de um percurso na música que segue em paralelo às quatro décadas de democracia em Portugal e incluirá as canções que mais se aproximam da ideia de "liberdade".

Além de protagonista, o autor será o curador de três noites de concertos, convidando artistas portugueses de uma geração mais nova, que "olhem também para os textos [sobre liberdade e democracia] com outros significados", como disse em janeiro, na apresentação da temporada do teatro municipal.

No dia 10, no Jardim de Inverno apresenta-se Nuno Prata, músico que lançou dois álbuns a solo depois da despedida dos Ornatos Violeta, na qual era baixista.

No dia 11, estará Joana Barra Vaz, realizadora e cantora, autora do documentário "Meu caro amigo Chico" e criadora dos Flume, com os quais gravou o EP "Passeio Pelo Trilho" (2012) e prepara o registo "Mergulho em Loba".

No dia 12, no São Luiz estarão os They’re Heading West, acompanhados da rapper Capicua, retomando uma parceria em palco que aconteceu no ano passado na Casa Independente, em Lisboa, onde fizeram uma versão de "Liberdade", tema de Sérgio Godinho.

Dos They're Heading West, que participam no novo álbum de Capicua, "Sereia Louca", fazem parte Francisca Cortesão, João Correia, Mariana Ricardo e Sérgio Nascimento.

Há ainda outras afinidades de Sérgio Godinho com este grupo: O músico já fez uma versão de um tema de Francisca Cortesão, a autora já revisitou o álbum "Sobreviventes" e Sérgio Nascimento toca habitualmente com ele.

Depois das três noites de atuações em Lisboa, Sérgio Godinho apresentará o espetáculo "Liberdade" noutras cidades durante o mês de abril: Loulé, Beja, Castelo Branco, Setúbal, Viseu e Ovar.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 06.03.14

 Depois de um ano de trabalho de estúdio, o projeto nacional Kind of Magic apresenta-se ao vivo no Armazém F, em Lisboa, a 28 de março.  Os Kind of Magic são seis músicos e um coro de três vozes adicionais que se dedicam a versões dos Queen.

 

Depois de um ano de trabalho de estúdio, o projeto nacional Kind of Magic apresenta-se ao vivo no Armazém F, em Lisboa, a 28 de março.

Os Kind of Magic são seis músicos e um coro de três vozes adicionais que se dedicam a versões dos Queen. "Pretendemos ser a melhor e mais conhecida banda de tributo aos Queen, não só em Portugal, mas também a nível internacional, pois a internacionalização da banda é uma ideia que perseguimos", sublinha o projeto.

A banda tem a particularidade de deixar ao critério dos fãs dos Queen a escolha do repertório a tocar em cada concerto. As sugestões podem ser feitas a partir da página de Facebook do grupo.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 11.02.14

40 anos depois, Encontro da Canção volta ao Coliseu de Lisboa -

Será reeditado o espetáculo que a 29 de março de 1974 transformou "Grândola, Vila Morena" numa das senhas do 25 de Abril, avança a edição de hoje do jornal "Expresso".

 

A Associação José Afonso e a Casa da Imprensa preparam-se para reeditar o I Encontro da Canção Portuguesa que a 29 de março de 1974 juntou nomes como José Ary dos Santos, Fernando Tordo, Manuel Freire, Fausto, Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira. O espetáculo terá lugar a 28 de março deste ano, no Coliseu de Lisboa. 

A notícia é dada pela edição de hoje do "Expresso", que assegura que a edição comemorativa dos 40 anos do evento será pautada por várias ausências. "Alguns como José Barata Moura e Carlos Alberto Moniz nem chegaram a ser convidados. Outros, como Fausto, Fernando Tordo ou Vitorino estavam indisponíveis", refere o semanário. Também José Mário Branco e Luís Cília, que não estiveram presentes no Encontro de 1974 por se encontrarem fora do país, não deverão atuar este ano. A Associação José Afonso assegura, contudo, que todos os participantes de 1974 serão convidados a comparecer. 

No novo espetáculo, misturam-se gerações. Nomes como Filipa Pais, Amélia Muge, João Afonso e Ester Merino vão juntar-se aos "veteranos" Manuel Freire, Janita Salomé e Sérgio Godinho, entre outros. 

Em 1974, mais de cinco mil pessoas assistiram ao I Encontro da Canção Portuguesa, sob forte vigilância da polícia. "Grândola, Vila Morena", canção de José Afonso (incluída em Cantigas do Maio , de 1971, e interpretada pela primeira vez ao vivo em Santiago de Compostela, na Galiza) foi então entoada espontaneamente pela audiência e, posteriormente, escolhida por militares como uma das senhas de arranque da Revolução dos Cravos. 

Leia aqui a reportagem do diário "A Capital", na edição de 30 de março de 1974: 

"Cinco mil pessoas, de pé, deram os braços e em toda a sala do Coliseu se cantou, em coro com José Afonso, 'Grândola, Terra [sic] Morena'. (...) A multidão que já ouvira, na primeira parte do espectáculo, o quarteto de Marcos Resendo, o conjunto espanhol Vino Tinto, o duo Carlos Alberto Moniz-Maria do Amparo (...) Manuel José Soares, Carlos Paredes e o poeta José Carlos Ary dos Santos teve uma segunda parte em cheio. (...) Na segunda parte, subiram para o palco ao mesmo tempo, e depois da apresentação feita por Joaquim Furtado, Manuel Freire, José Barata Moura, José Jorge Letria, o quarteto Introito, Fernando Tordo, Adriando Correia de Oliveira e José Afonso. Cada um, por sua vez, chegou ao microfone e interpretou as suas canções. 

O público começou então a participar no espectáculo. De tal modo que, quando José Jorge Letria se preparava para cantar a sua segunda canção, foi ele que teve de acompanhar o espectacular coral de cinco mil pessoas que lhe impuseram a canção. As palavras que Letria disse antes de começar a cantar, quando referiu a necessidade de todos cantarem juntos, foram proféticas. De tal modo que, quando José Afonso se aproximou dos microfones e disse que só ia cantar uma canção, 'Grândola, Terra [sic] Morena', os seus companheiros de espectáculo aprocimaram-se, deram os braços e, de imediato, a sala toda se levantou, imitou-os e entoou com eles o canto alentejano, acompanhado a voz com o ritmado do corpo balançado. Filas e filas da plateia, das bancadas, dos camarotes, das galerias, eram massas de gente, de braços dados como que a participar de um fantástico cerimonial. Depois, José Afonso ainda cantou 'Milho Verde' e voltou a repetir-se 'Grândola', repetindo-se o mesmo espectáculo impressionante, com a sala às escuras com as luzes de gala do Coliseu acesas." 

Foto: Arquivo A Capital/IP

Retirado do Blitz



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Quinta-feira, 30.01.14

A Naifa

 

Álbum de versões, «As Canções d'A Naifa», dá origem ao novo espetáculo do grupo

 

O grupo A Naifa inicia a 8 de fevereiro, no Barreiro, uma nova digressão pelo país, que assinala dez anos de vida e um novo espetáculo, com o repertório do álbum «As Canções d'A Naifa».

Entre fevereiro e maio, Mitó Mendes, Luís Varatojo, Sandra Baptista e Samuel Palitos celebrarão na estrada uma década d'A Naifa, que incluirá repertório de eleição de outros artistas, espelhado no mais recente álbum.

«As Canções d'A Naifa» reúne nove músicas, do pop rock português ao fado, entre as quais «Libertação», gravada por Amália Rodrigues, «Inquietação», de José Mário Branco, «Sentidos Pêsames», dos GNR, «Tourada», de Ary dos Santos e Fernando Tordo, e «Bolero do Coronel Sensível que Fez Amor em Monsanto», com letra de António Lobo Antunes.

Na digressão, o grupo irá ainda repescar temas dos álbuns «3 Minutos Antes de a Maré Encher», «Uma Inocente Inclinação Para o Mal» e «Não Se Deitam Comigo Corações Obedientes».

A digressão começa a 8 de fevereiro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, seguindo depois para Coimbra, Ponta Delgada, Évora, Estarreja, Seixal, Almada, Caldas da Rainha e Braga, a 10 de maio.



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Terça-feira, 28.01.14

Sérgio Godinho

 

Sérgio Godinho

‘Liberdade’ dá o mote a 3 concertos
no Teatro S. Luiz, em Lisboa, em Abril


 

“Liberdade” é de todas as palavras e conceitos que uso na minha vida, e por arrasto nas canções, a que mais acarinho e que mais defendo, aquela que dá ao norte a sua bússola.”

Sérgio Godinho

 

Ao longo de três dias, Sérgio Godinho revê, através do seu repertório, os quarenta anos do Portugal democrático. Desde a música empenhada, bandeira de causas e consciência social, ao diário íntimo e plural, uma visão de nós próprios a partir do trabalho de um dos mais importantes criadores de imaginário destas últimas quatro décadas.

 

Serão três concertos especiais, sempre às 21h30, na sala principal do Teatro Municipal de São Luiz, em Lisboa, em que as “liberdades” que desde sempre povoam a obra de Sérgio Godinho, definirão o corpo principal do repertório dos concertos. Para além das canções, “caríssimas” companheiras de Sérgio Godinho, contará com a presença de convidados especiais a anunciar oportunamente.

 

Em complemento, às apresentações na Sala Principal, Sérgio Godinho é ainda curador dos finais de noite no Jardim de Inverno do São Luiz e para os quais convidará três nomes emergentes do panorama nacional. A ligar estas apresentações, a (re)interpretação de “Liberdade”, tema composto exactamente em 1974 e publicado originalmente em “À Queima Roupa”.

 

O espectáculo “Liberdade” percorrerá ainda nos meses de Abril e Maio alguns teatros nacionais.

 

Sérgio Godinho editou no final do ano passado ‘Caríssimas Canções’,  o CD ao vivo que resultou dos concertos que o artista deu com o mesmo nome, baseados no livro de crónicas “Caríssimas 40 Canções – Sérgio Godinho & As Canções dos Outros”. Aqui, Godinho, acompanhado por Nuno Rafael, Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves, interpretou músicas de intérpretes, compositores e autores que o marcaram no seu percurso artístico.

 

Canções de Bob Dylan, Serge Gainsbourg, Jim Morrison, Caetano Veloso, Ray Davies, Chico Buarque, The Rolling Stones, The Beatles, Violeta Parra ou Zeca Afonso tomam agora novos contornos, numa experiência surpreendente.



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Quarta-feira, 06.11.13

Espetáculo dos 75 anos do nascimento de Ary dos Santos inicia digressão na sexta-feira

O espetáculo celebrativo dos 75 anos do nascimento do poeta José Carlos Ary dos Santos, com QuimZé Lourenço, inicia na sexta-feira na Figueira da Foz uma digressão nacional, que culminará com a edição de um CD em 2014.


“Poeta maior da música portuguesa, Ary dos Santos continua hoje a ser cantado e a ele se deve alguns dos maiores sucessos de sempre da música portuguesa como ‘Cavalo à solta’, ‘Desfolhada Portuguesa’, ‘Lisboa, menina e moça’, ‘Os putos’, ‘Alfama’, para citar alguns interpretados por algumas das nossas maiores vozes como Amália Rodrigues, Simone de Oliveira, Fernando Tordo e Carlos do Carmo”, disse à Lusa o produtor do espetáculo, Joaquim Lourenço

 

O espetáculo, adiantou Joaquim Lourenço, “recria canções históricas como ‘Tourada’, ‘Canção de Madrugar’, ‘Estrela da tarde’, ‘O cacilheiro’, ‘ Retalhos da vida de um médico’, com novos arranjos musicais, com recurso a diferentes linguagens, géneros e estéticas musicais, desde a música clássica e contemporânea, ao jazz, passando pelo fado, claro está”.

 

Ao palco sobem o cantor QuimZé Lourenço, João Guerra Madeira, ao piano, Eduardo Lopes, no contrabaixo, Tiago Ramos, na bateria, cajón e djambé, Naná Sousa Dias, nos saxofones e flauta, Pedro Amendoeira, ma guitarra portuguesa, e ainda a bailarina Leonor Barata, que assina a coreografia. A cenografia e efeitos multimédia são da responsabilidade de Nuno Guedelha,

 

Depois da Figueira da Foz, o espetáculo “Ary o poeta das canções – 75 anos” sobe, no dia 29, ao palco do Teatro Sá da Bandeira, em Santarém.

No dia 6 de dezembro está em cartaz no Cine-Teatro Municipal João Mota, em Sesimbra, no dia 08 no Teatro-Cine de Pombal, dia 13 no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e no dia seguinte no Cine-Teatro S. Pedro, em Abrantes.

 

A digressão “continuará em 2014, ano dos 30 anos do desaparecimento do homenageado e dos 40 anos da Revolução de Abril, com passagens já asseguradas pelo Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre, pelo Pax Júlia em Beja, pelos Recreios da Amadora, pelo Centro Cultural Município do Cartaxo, Teatro-Cine de Torres Vedras, uma sala em Lisboa e outra do Porto”, disse à Lusa Joaquim Lourenço.

 

A poetisa e ensaísta Natália Correia, no prefácio à antologia de canções de Ary dos Santos, “As palavras das cantigas”, comparou o poeta a Gomes Leal, que “não desejaria melhor sucessor.

 

“Enraizadamente português”, escreve Natália Correia, salienta que se deve reconhecer na poesia de Ary dos Santos que ”o atributo não se perdeu do literário ao cantável”, antes se transferiu para “uma comunicação mais popularizante, mais comunicante”.

 

Carlos do Carmo, Simone de Oliveira, Fernando Tordo e Amália foram as vozes que mais cantaram a sua poesia, mas também José Afonso, José Manuel Osório, Tonicha, Luísa Bastos, Vasco Rafael, Teresa Silva Carvalho, Maria Armanda, Beatriz da Conceição e Hugo Maia Loureiro.

 

Entre as dezenas de temas que escreveu refira-se “Amêndoa Amarga”, “Meu corpo”, “Balada para uma velhinha”, “Fado excursionista”, “Os gatos”, “A Cidade”, “Sete Letras”, “Pedras preciosas”, “Fado do operário leal” e “Mãe solteira”.

 

Venceu por três vezes o Festival RTP da Canção, em 1969, 1971, 1973 e 1977, respetivamente, com “Desfolhada Portuguesa”, “Menina do Alto da Serra”, “Tourada” e “Portugal no Coração”.

 

O espetáculo “Ary o poeta das canções – 75 anos” foi estreado em maio passado no Teatro da Malaposta, em Olival de Basto (Odivelas), nos arredores de Lisboa.

 

retirado do Sapo Música



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Sábado, 21.09.13

Bruno Nogueira e Manuela Azevedo exploram o potencial da música pimba

O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo vão explorar o potencial da música pimba portuguesa, com novos arranjos, num espetáculo que se estreará no dia 28 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa.


Em "Deixem o pimba em paz", Bruno Nogueira e Manuela Azevedo irão interpretar canções do repertório de música portuguesa, mais brejeira e popular, com novos arranjos musicais assinados por Filipe Melo, pianista ligado ao jazz, e Nuno Rafael, conhecido sobretudo no universo do pop rock português. "Queria explorar o potencial da música pimba para lá do que as pessoas conhecem", afirmou Bruno Nogueira, autor da ideia do espetáculo, em entrevista à agência Lusa.

 

O humorista vai cantar, ao lado de Manuela Azevedo, dos Clã, mais de uma dezena de canções que abrangem "um bocadinho de tudo da música pimba" e que, apesar de transformadas com novos arranjos, vão ser reconhecidas pelo público português. "Incomoda-me essa coisa de rotular a música. O pimba é uma música unificadora, mais popular, passa em festas e bailes, mas não é tudo brega; também abrange histórias que podiam passar-se com qualquer um", sustentou o humorista.

 

Aliás, Bruno Nogueira sublinha que "a maior parte das pessoas que criticam a música pimba são as primeiras a ir dançar". O termo "pimba", que tem uma conotação pejorativa para determinadas canções da música portuguesa, tem sido utilizado sobretudo desde os anos 1990, quando o cantor Emanuel revelou a canção "Pimba, Pimba", em 1995. Sobre o repertório escolhido, Bruno Nogueira referiu apenas a escolha de "Taras e manias", de Marco Paulo, escusando-se a revelar o restante alinhamento.

 

"Deixem o pimba em paz" estará nos dias 28 e 29 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, seguindo depois para o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, nos dias 02 e 03 de outubro. Depois destas datas, o espetáculo seguirá em digressão pelo resto do país.

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 01.04.13

Muito riso muito siso


Muito Riso, Muito Siso na 35ª Feiras Francas

 

Palácio das Artes – Fábrica de Talentos (Porto) 16h

Espetáculo que comprove a capacidade de muitos textos lusófonos  dizer
em grandes coisas, nem sempre com as palavras mais sérias e formais.
Um espectáculo simplista, algo despido, não só suportado no fio das palavras mas também de humor potente!
Um solo de Luís Fernandes, no papel de músico-“diseur”, dando vida e voz a textos humorísticos de grandes vultos da literatura de expressão portuguesa, criteriosamente selecionados por Odete Ferreira.

http://www.dorfeu.pt/muitorisomuitosiso
http://dorfeuclipping.blogspot.pt/search/label/Muito%20Riso%20Muito%20Siso


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Segunda-feira, 04.03.13
Tertúlia dos 40
Um espectáculo de memórias dedicado aos anos 80 

06 de Março | Lisboa - Ritz Clube, 22:00h

22 e 23 de Março | Porto - Teatro Rivoli, 22:00h


Tertúlia dos 40 

 

Ver imagens ao vivo - FOGUETE
Ver imagens ao vivo  - MEDLEY
Spot RTP 1
VER AQUI
 

 

O que acontece quando reunimos no mesmo palco um músico, um pivot de televisão e um relatador de jogos de futebol, todos eles com idade para terem juízo?

Tertúlia dos 40 ... Quem se lembra do foguete?!

Um espectáculo de memórias onde Filipe Fonseca (músico/produtor) , Carlos Daniel (jornalista/pivot da RTP) e João Ricardo Pateiro (jornalista/relatador da TSF), lançam um olhar refrescante sobre os anos que mais marcaram as suas vidas - os anos 80.

Os temas de abordagem são variados: as grandes músicas, os desenhos animados, as séries televisivas, o Festival da Canção, entre outros.
Tudo misturado com recordações hilariantes de "gaffes" e muitas histórias do futebol e do jornalismo.

No fundo, uma tertúlia de três amigos que em palco falam, cantam e riem, interagindo com os espectadores.

Um espectáculo de "puro entretenimento!!"

Bilhetes à venda em Ticket Line | Preço dos bilhetes: 10.00 euros.


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Sexta-feira, 08.02.13
Por motivos de força maior, as datas dos espectáculos do Porto foram alteradas para Março.

Tertúlia dos 40

Um espectáculo de memórias dedicado aos anos 80 

06 de Março | Ritz Clube, 22:00h  - Lisboa
22 e 23 de Março | Porto - Teatro Rivoli, 22:00h


Tertúlia dos 40
 
Ver imagens ao vivo - FOGUETE
Ver imagens ao vivo  - MEDLEY
 
 
O que acontece quando reunimos no mesmo palco um músico, um pivot de televisão e um relatador de jogos de futebol, todos eles com idade para terem juízo?

Tertúlia dos 40 ... Quem se lembra do foguete?!

Um espectáculo de memórias onde Filipe Fonseca (músico/produtor) , Carlos Daniel (jornalista/pivot da RTP) e João Ricardo Pateiro (jornalista/relatador da TSF), lançam um olhar refrescante sobre os anos que mais marcaram as suas vidas - os anos 80.

Os temas de abordagem são variados: as grandes músicas, os desenhos animados, as séries televisivas, o Festival da Canção, entre outros.
Tudo misturado com recordações hilariantes de "gaffes" e muitas histórias do futebol e do jornalismo.
No fundo, uma tertúlia de três amigos que em palco falam, cantam e riem, interagindo com os espectadores.
Um espectáculo de "puro entretenimento!!"


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Terça-feira, 01.03.11

Os dias da música

 

 “Da Europa ao Novo Mundo (1883-1945)” será o tema da próxima edição dos Dias da Música, agendada para o fim-de-semana de 15 a 17 de Abril, no Centro Cultural de Belém (CCB).

As balizas cronológicas situam-se entre a morte de Wagner e o fim da II Guerra Mundial, permitindo contemplar uma grande diversidade de compositores e estilos e “abrir janelas”, nas palavras de Francisco Sassetti (assessor para a programação musical), para outros géneros. O jazz, os blues, o ragtime, o tango ou a música para gamelão, que tanto fascinou Debussy, terão também um lugar na programação.

O presidente do CCB, António Mega Ferreira, sublinhou na conferência de imprensa de apresentação, o facto de pela primeira vez Os Dias da Música abrirem com uma obra portuguesa (“Paraísos Artificiais”, de Luís de Freitas Branco) ao lado de composições que sintetizam a ideia condutora do festival como “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, e a Sinfonia nº9, “Do Novo Mundo”, de Dvorák. A interpretação será da Filarmónica de Brno, que faz a sua estreia em Lisboa, com a colaboração de Jorge Moyano como solista.

“Procurámos que houvesse um equilíbrio entre os vários compositores e incluir várias obras portuguesas”, explicou Francisco Sassetti. Além de Freitas Branco, será possível ouvir, por exemplo, música de António Fragoso, Armando José Fernandes, Vianna da Motta ou Joly Braga Santos. “Queremos também desmistificar a ideia de que a música do século XX é difícil de ouvir”, acrescentou o assessor responsável pela música. 

Os 65 concertos permitem ouvir obras de 88 compositores e têm uma forte presença de intérpretes portugueses. “É uma seleção apurada, não é a prata da casa, é o ouro da casa!”, afirmou Mega Ferreira. O piano tem uma presença forte (a solo e em duo) através da participação de Javier Perianes, Sergio Tiempo, Louis Lortie, Miguel Borges Coelho, Marta Zabaleta, Mário Laginha e muitos outros, e na música de câmara destacam-se os Quartetos Prazák e Brodsky. Entre as propostas da Fábrica das Artes avulta o projecto “Ma mère l’oye”, que junta os contos de Perrault à música de Ravel, numa instrumentação de Nuno Côrte-Real. O orçamento desta edição é de 650 mil euros (o mesmo que em 2010) e os bilhetes tiveram um aumento e 50 cêntimos.

 

Via Público



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Quinta-feira, 24.02.11

B Fachada

 

No dia 2 Abril apresentará dois espectáculos em formato trio, com Martim no contrabaixo, Mariana na bateria e uma convidada já confirmada, Francisca Cortesão, que participa na música "Primeiro dia". O concerto destina-se a famílias e realiza-se no âmbito do Projecto Educativo do Teatro Maria de Matos, com o intuito de fazer com que as crianças se sentem à volta dos músicos em palco: terão a duração de meia hora.

No dia 3, haverá um concerto para o público em geral.

O cantor de 25 anos inspirou-se nos seus tempos de infância e adolescência para este disco que contém um registo aparentemente para os mais novos, mas que apresenta letras com grande carga irónica.

 

Via Público

 

 

 

 



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