Letra
Perdida nas janelas da alma
Olho as cidades sem tempo
Cenários de vidas imaginadas
Distante do trabalho intenso
Mundos no tempo imaginado
Só eu sei
Perdidos à entrada do labirinto
No meio da vastidão, a poesia
De um dia a mais a viver
Janelas da alma
Sol do meio dia
Riquezas de quem não tem o que fazer
Cenários de vidas imaginadas
Frestas de luz ao amanhecer
E se o amor
Bate as asas e voa sobre nós
Eu vou ser feliz
Hoje, amanhã e depois
E se o amor
Bate as asas e voa sobre nós
Eu vou ser feliz
Aqui tão perto de ti
No meio da vastidão, a poesia
De um dia a mais a viver
Janelas da alma
Sol do meio dia
Riquezas de quem não tem o que fazer
Cenários de vidas imaginadas
Frestas de luz ao amanhecer
E se o amor
Bate as asas e voa sobre nós
Eu vou ser feliz
Hoje, amanhã e depois
E se o amor
Bate as asas e voa sobre nós
Eu vou ser feliz
Aqui tão perto de ti
»»Instrumental««
E se o amor
Bate as asas e voa sobre nós
Eu vou ser feliz
Aqui tão perto de ti
Tão perto de ti
O CASTELO apresenta:
Donna Maria é uma banda portuguesa criada por Miguel Majer, com fortes influências de música electrónica e com recurso a instrumentos tradicionais, como a guitarra portuguesa ou o acordeão.
Em 2005, Miguel Majer (autor) e Miguel Rebelo (compositor) recebem o prémio de "Melhor Música do Ano" na Gala da Central FM, como responsáveis da autoria da canção "Quase Perfeito".
Os Donna Maria contribuíram para as banda sonoras das telenovelas como Ninguém Como Tu, Mundo Meu, Fala-me de Amor, Vila Faia, Flor do Mar ou Podia Acabar o Mundo.
Uma oportunidade unica de ver e ouvir uma das melhores bandas portuguesas da actualidade.
FARO | 22 AGOSTO | O CASTELO
A não perder!
Dez anos passados desde a sua formação, os Donna Maria regressam com o registo sonoro a que sempre nos habituaram, mantendo toda a sua estrutura musical de base.
Desde 2010 que Miguel Majer assumiu o desafio de encontrar uma nova voz para o seu projeto musical de sempre. Após meses de procura e audições, Patrícia Roque foi a escolhida para assumir a grande responsabilidade de dar voz aos Donna Maria. Com um timbre único e inconfundível, um forte carisma e originalidade na interpretação, Patrícia Roque confere aos Donna Maria um cunho muito particular.
Foram precisos três anos até chegarem ao trabalho pretendido, um trabalho que se revela mais maduro mas com a sonoridade a que nos habituaram. Miguel Majer, músico e produtor do álbum, mantém grande parte da autoria dos temas, continuando na liderança desta grande banda portuguesa. Inês Vaz, acordeonista da banda desde 2006, junta-se a Miguel Majer na produção deste disco e continua a acompanhar a formação musical de base da banda.
Letra
Morena, tua mão
Nem sei quando te beijo
Há quem diga que é desejo
Há quem pense que é paixão
Findara a solidão, gritar o quanto eu te quero
Quantas vezes desespero, quantas vezes perco o chão
O estranho vício da beleza
Corpos dançam sobre a mesa
Um tiro de canhão, acerta o coração
Oh! Fado sai desta canção.
Dois pra lá, dois pra cá, um arrepio como dá.
Vou, não vou... ah! eu sei lá, sinto água na boca.
Findara a solidão, gritar quanto eu te quero
Quantas vezes desespero, quantas vezes perco o chão
O estranho vício da beleza
Corpos dançam sobre a mesa
Um tiro de canhão, acerta o coração
Oh! Fado sai desta canção.
Dois pra lá, dois pra cá, um arrepio como dá
Vou, não vou... ah! Eu sei lá, sinto água na boca
Dois pra lá, dois pra cá, um arrepio como dá
Vou, não vou... ah! eu sei lá, sinto água na boca.
Os Donna Maria apresentam ao vivo o seu último trabalho de originais "Três", o grupo irá subir ao palco do B.leza, dia 3 de dezembro, pelas 22H00.
Dez anos passados desde a sua formação, os Donna Maria estão de volta com a identidade sonora a que nos sempre habituaram e mantendo toda a sua estrutura musical de base. Miguel Majer, músico e produtor do álbum, assina grande parte da autoria dos temas, continuando na liderança desta grande banda portuguesa.
Desde 2010 que Miguel Majer assumiu o desafio de encontrar uma nova voz para o seu projecto musical de sempre. Após meses de procura e audições, Patrícia Roque foi a escolhida para assumir a grande responsabilidade de dar voz aos Donna Maria. Com um timbre único e inconfundível, um forte carisma e originalidade na interpretação, Patrícia Roque confere aos Donna Maria um cunho muito particular.
Inês Vaz, acordeonista da banda desde 2006, junta-se a Miguel Majer na produção deste disco e continua a acompanhar a formação musical de base.
Letra
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Letra
O amor não acontece à tua porta
Nem a vida se importa
é uma luz que não se corta
Não tem mapa
Não é ferro nem é lata
Não separa nem se trata
é hora que não se mata
E não julgues que te curas
pelas noites e aventuras
É a rosa é o espinho
e dorme sempre sozinho
o amor nem a própria alma salva
É luar é terra brava
é o que não se adivinhava
E passou quando mais ninguém o viu
é o quente é o frio
é copo nunca vazio
E não julgues que te curas
pelas noites e aventuras
É a rosa é o espinho
e dorme sempre sozinho
O amor é um pequeno santuário
Que se encontra ao contrário
Não é longe nem lendário
O amor é tão simples e complexo
Dá curvas é côncavo e convexo
é um anjo não tem sexo
E não penses que te molhas
se passares onde ela mora
Ou que tens a perfeição
se caires nesse chão
E se as noites estão perdidas
beijarás as tuas feridas
Porque o corpo tem memória
do que foi a nossa história
Quem são os Donna Maria?
Os Donna Maria estão de volta aos palcos e aos discos com uma nova formação:
Miguel Majer, Inês Vaz e Patrícia Roque.
Miguel Majer é músico, produtor e compositor, o mentor e fundador dos Donna Maria.
Inês Vaz é acordeonista, desde 2006 integrava a banda nos concertos e, como tal, não foi novidade. Novidade é fazer parte da produção do novo disco, juntamente com Miguel Majer.
Patrícia Roque é a nova voz dos Donna Maria. Selecionada num casting, não houve hesitações na escolha pelo seu timbre único, identidade e originalidade na interpretação.
Regressamos assim ao pop português dos Donna Maria, com uma nova formação, imagem renovada, e muitas mais novidades estão para vir.
Recorde-se que os Donna Maria surgiram em 2004, criados por Miguel Majer que convidou Ricardo Santos e Marisa Pinto para fazerem parte da banda. Uma ideia original de Miguel Majer, com a intenção de constituir uma “banda pop à portuguesa”.
Têm dois discos editados, “Tudo É Para Sempre” (2004) e “Música Para Ser Humano” (2007), dos quais saíram temas de grande sucesso como “Quase Perfeito”, “Há Amores Assim” e ainda a versão do tema “Vinho do Porto”, para a compilação “Tributo a Carlos Paião” (2008).
Em 2009, Marisa Pinto saiu da banda e em 2010 os Donna Maria fizeram um casting para seleccionar uma nova vocalista.
Actualmente, os Donna Maria são compostos por 3 elementos, o terceiro disco da banda está finalizado e tem previsão de edição para depois do Verão de 2014.
Regressamos assim ao pop português dos Donna Maria, com uma nova formação, imagem renovada, e muitas mais novidades estão para vir.
Os Donna Maria comunicaram a 24 de Junho o seu regresso aos seus fãs:
Estamos de volta! Novo disco pronto e com edição prevista para depois do Verão.
Há 3 anos que trabalhamos no novo trabalho. O terceiro disco dos Donna Maria.
Criaram-se novas amizades e afinidades. Trocaram-se ideias, sons e sonoridades. Nasceram novas canções, novas letras e poesias. Por aqui fez-se música em nome próprio. Fez-se Donna Maria!
Este tempo de "silêncio", foi o tempo de renovar e reconstruir. Foi tempo de "afinação" interior e colectiva. Durante este tempo, uns saíram e outros entraram. Uns ficaram e outros regressaram.
Tal qual a vida. Dinâmica e renovadora, num movimento contínuo e com uma única direção. Para a frente.
Em breve o novo disco dos Donna Maria deixará de ser apenas o "nosso disco". Que ganhe a utilidade e dimensão que desejamos. Que passe a morar onde todas as canções devem morar. Por aí! Espalhadas pelas vossas vidas e que vos façam boa companhia. Porque as canções são as nossas melhores confidentes.
E aqui chegámos. Agradecidos para quem nos esperou, prontos para quem nos esqueceu e disponíveis para quem nunca nos escutou. Como diz o poeta: "Espalhem a notícia!".
Os Donna Maria voltaram!
letra
Somos dois caminhos paralelos
Vamos pela vida lado a lado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Nem sei qual é de nós mais desgraçado
Lado a lado meu amor mas tão longe
Como é grande a distância entre nós
O que foi que se passou entre nós dois que nos separou
Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim
Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
Indiferença entre nós quem diria
Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado
E nós ambos sem amor lado a lado
Fomos no passado um só destino
Somos um amor desencontrado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Não sei qual é de nós mais desgraçado
Letra
á morri a morte certa
Já senti a fome apert'a dor
Já bati à porta incerta
Viajei de caixa aberta à dor
Pecado, fundido, queimado
Já desci lá em baixo ao fundo
Já falei com outro mundo...e então?
Já passei o limbo-limbo
Já subi ao purgatório...e vou
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, fundido e queimado...
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Letra
Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
letra
Eu não espero ser eterna
Nem a cor da igualdade
Eu não quero ser quem grita
Muito menos ser quem bate
Eu não espero ser moderna
Nem sabor a chocolate
Eu não quero ser quem fica
Muito menos ser quem parte
Sou tua sou carne crua
Tu és a mão eu sou a luva
Sou louca sou coisa pouca
Tu és a língua eu sou a boca
Tu és a língua eu sou a boca
Hoje estou aqui
A viver o meu futuro
Porque ontem descobri
Que o amor também é escuro
Se um beijo não te der
Uma ideia original
Não é o fim do mundo
Quando num segundo o fantástico é normal
letra
Não sei não sabe ninguém
Porque canto o fado neste tom magoado de dor e de pranto
E neste tormento todo o sofrimento
Eu sinto que a alma cá dentro se acalma nos versos que canto
Foi Deus que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas deu ouro ao sol e prata ao luar
Foi Deus que me pôs no peito
um rosário de penas
Que vou desfiando e choro a cantar
E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto às andorinhas
E deu-me esta voz a mim
Se canto não sei o que canto
Misto de ventura saudade ternura e talvez amor
Mas sei que cantando sinto o mesmo quando
Se tem um desgosto e o pranto no rosto nos deixa melhor
Foi Deus que deu voz ao vento
Luz ao firmamento e deu o azul às ondas do mar
Foi Deus que me pôs no peito um rosário de penas
Que vou desfiando e choro a cantar
Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à primavera
E deu-me esta voz a mim
Primeiro a serra semeada terra a terra
Nas vertentes da promessa
Nas vertentes da promessa
Depois o verde que se ganha ou que se perde
Quando a chuva cai depressa
Quando a chuva cai depressa
E nasce o fruto quantas vezes diminuto
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia
Suor do rosto pra pisar e ver o mosto
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho
E pelo rio vai dourado o nosso brio
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida
E para o mundo vão garrafas cá do fundo
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira mar
À beira Porto
À vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o nosso mar
Vinho do Porto
Vinho de Portugal
E vai à nossa
À nossa beira mar
À beira Porto
À vinho Porto mar
Há-de haver Porto
Para o desconforto
Para o que anda torto
Neste navegar
Por isso há festa não há gente como esta
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão
E são atletas, corredores de bicicletas
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz
E as barracas mais os cortes nas casacas
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz
Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice
Alicerce da amizade em Portugal
É o conforto de um amor tomado aos tragos
Que trazemos por vontade em Portugal
Se nós quisermos entornar a pequenez
Se nós soubermos ser amigos desta vez
Não há champanhe que nos ganhe
Nem ninguém que nos apanhe
Porque o vinho é português
Letra
Há amores assim
Que nunca têm inicio
Muito menos têm fim
Na esquina de uma rua
Ou num banco de jardim
Quando menos esperamos
Há amores assim
Não demores tanto assim
Enquanto espero o céu azul
Cai a chuva sobre mim
Não me importo com mais nada
Se és direito ou o avesso
Se tu fores o meu final
Eu serei o teu começo
Não vou ganhar
Nem perder
Nem me lamentar
Estou pronta a saltar
De cabeça contra o mar
Não vou medir
Nem julgar
Eu quero arriscar
Tenho encontro marcado
Sem tempo nem lugar
Je t'aime j'adore
Um amor nunca se escolhe
Mas sei que vais reparar em mim
Yo te quiero tanto
E converso com o meu santo
Eu rezo e até peço em latim
Quando te encontrar sei que tudo se iluminará
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar
Sem lágrima caída
Sou dona da minha vida
Sem nada mais nada
De bem com a vida
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
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