MARCO RODRIGUES
QUARTO ÁLBUM MARCA HOMENAGEM AOS HOMENS DO FADO
"Fados do Fado" sai amanhã e marca o arranque das edições mundiais à sexta-feira
Candymoon
“Storytales”
Disponível nas lojas digitais dia 08 de Junho
Candymoon é o projecto sonhado e materializado por Célia Ramos, Pedro Leónidas e Alessio Vellotti.
Sem obedecer a fronteiras, a música veste influências do Folk, Blues e da música pop moderna.
Acompanhada pelo som maioritariamente acústico da banda, a voz passeia pelos versos com melodias entre o liricismo e o jazz, cantando histórias, algumas reais, outras caricatas ou sonhadoras...
"Storytales" é a sequela do EP "Candymoon", e o primeiro álbum da banda.
“Mark The Question” é o novo single.

AH Nuc
Disponível nas lojas digitais
Pedro Cunha, baterista, compositor da banda Santos & Pecadores.
Em 2003, Pedro Cunha integra o projecto SPIN e edita o álbum em inglês,
"Scanning System for Problems", de forma independente, onde pela primeira vez assume o papel de vocalista.
Surge agora como AH Nuc.
No seu primeiro álbum a solo, "SATELITE ON", revela algumas das canções que foi escrevendo ao longo dos últimos anos.
“SATELITE ON” é essencialmente um trabalho dentro do universo Pop / Rock.
É um conjunto de canções guardadas numa espécie de "Satélite" virtual
adormecido e ao qual se fez ON para que sejam difundidas universalmente.
Kulpado (M.A.C) e Célia Ramos (Candymoon e Red Rose Motel) são os convidados de AH Nuc.
As influências correm ao lado do tempo e por isso podem notar-se nuances
catalogáveis temporalmente e transportadas para um contexto actual.
São canções de cor quente, cheias de energia e sentido único.
É o quebrar do silencio, é soltar o pó...saborear a luz!
“Tu & Eu” é o single de estreia.
Kampton Squad Collective editam álbum
“Kollectivo”. É este o nome do novo álbum dos Kampton Squad Collective, que é editado pela Music In My Soul no próximo dia 18 de maio. O videoclipe de “Área Restrita”, o single de apresentação deste trabalho, vai somando visualizações no YouTube.
Kampton Squad Collective é um projeto de Hip Hop/Rap português e crioulo, de Lisboa (zona de Campo de Ourique). O grupo surgiu por volta de 2010, embora alguns elementos já tivessem iniciado a atividade no movimento (Hip Hop) há mais tempo. Verbalshot, Zeblek, Stick Clek e MC Escriba são os principais representantes, contando com a participação regular de Ziki, Ari Gomes, Mad One e Kuza Bruto.
Os Kampton Squad Collective têm realizado projetos em comum com vários artistas e grupos, como é o caso de Souza Mentis Afro, Dominus Família, Mortex DF, Ilibado, Ari Gomes, Romi Anauel e The Jeiters. Já o primeiro concerto do grupo aconteceu em março de 2013, na Academia Dramática Familiar (Algés).
CD “Comunicação Verbal”, Mixtape “Encontro de Gerações”, Mixtape “Fuck Vips”, CD “Comunicação Verbal”, CD “Crimes por Contar vol.1”, Mixtape “Dark Side”, Mixtape “Terapia”, Mixtape “Dinamite vol.1”, Mixtape “Páginas de Rua – 2013”, Mixtape “A.T.I.R.O.N.O.E.S.C.U.R.O – 2014”, CD “Clima dos Anos 90 – 2014” e “Kompilação KS Kristhmas Vol.I, II, III – 2013” são os trabalhos que os Kampton Squad Collective já editaram a título individual e enquanto grupo.
Com inspiração nas vivências marcantes do dia a dia, bem como em artistas nacionais e internacionais de renome, procuram revolucionar o Hip Hop “tuga” e deixar a sua marca. Maio de 2015 trará um novo trabalho, com 12 temas cheios de ritmo e intenção, sempre com mensagens em português e para os portugueses.
Este é o primeiro single Área Restrita
Brito Ventura & Os Desalinhados
“The Reason”
Depois de a reedição do álbum “Até Sempre” nas lojas digitais e com o tema inédito “Outra Vez”, Brito Ventura & Os Desalinhados estão de regresso.
“The Reason” terá edição digital a 01 de Junho.
É o single de avanço do álbum que terá edição em Setembro.
Um tema para ouvir sem parar enquanto se aguarda pelo álbum...
VIRGEM SUTA
O Honorato editou uma compilação gratuita composta por doze temas, entre os quais cinco inéditos. "HONORATO #1" reúne nomes como DJ Ride, HMB, Mr. Bird, Cais Sodré Funk Connection, Richie Campbell, Groove4Tet, Vahagn, Valete, Holly, Regula (com Sam the Kid), Octa Push e Ka§par.
Com sonoridades que se movem entre o hip hop e a eletrónica, passando pelo reggae ou o funk, o disco está disponível para download gratuito em www.honorato.pt e foi lançado oficialmente na festa de inauguração do Honorato Chiado, na passada quinta-feira, evento que contou com aatuações de DJ Ride, Jimmy P e Ka§par.
"Artesanal é o mote para a compilação 'HONORATO #1', onde reunimos alguns dos nomes mais relevantes, no nosso país, de uma nova geração que, à sua maneira, trabalha a música em que acredita de uma forma, também ela, artisanal", refere Rui Murka, responsável pela seleção musical deste trabalho.
Segundo André Xavier, Diretor de Marketing da marca, "com esta compilação queremos transpor, para além dos nossos restaurantes, uma banda sonora que tentamos que faça parte da identidade Honorato, apostando em músicos portugueses e na sua diversidade musical. Contribuímos, igualmente, para a divulgação dos seus trabalhos, através da oferta de uma compilação que julgamos ser de bastante qualidade e que queremos que seja a primeira de uma série".
O Honorato surgiu em Lisboa em 2011. O mais espaço recente é o Honorato Chiado, que abriu ao public nesta sexta-feira e vem juntar-se aos restaurantes no Príncipe Real, Santa Marta, Rio, Mercado da Ribeira, Belém, Telheiras e Saldanha.
Retirado de Sapo Música
Richie Campbell, um dos músicos mais ativos no reggae em Portugal, edita esta segunda-feira um novo álbum, intitulado "In the 876", gravado entre Lisboa e Kingston, na Jamaica, berço do reggae, anunciou a editora Sony Music.
O novo álbum, do qual faz parte o tema "Best Friend", já revelado em fevereiro, foi produzido pelo jamaicano Nicholas "Niko" Browne e conta com a participação de vários convidados, entre os quais Sara Tavares e os músicos Jesse Royal, Toian e Agent Sasco, da Jamaica.
O disco chama-se "In the 876" numa referência ao indicativo telefónico da Jamaica, país que inspirou Richie Campbell na dedicação ao reggae. Segundo a editora, o álbum segue "a tendência do revivalismo reggae que se vive nos dias de hoje na Jamaica".
Richie Campbell é o nome artístico de Ricardo Costa, 29 anos, que se apresentou pela primeira vez como músico reggae em 2010, com um EP homónimo.
Nesse mesmo ano lançou o álbum de estreia, "My Path", e em 2012 saiu "Focused". "In the 876" sucede a esses registos. Pelo meio o músico editou o CD/DVD "Live at Campo Pequeno", que registou o concerto de encerramento da última digressão.
Na altura, em declarações à agência Lusa, o músico afirmou que queria mudar a visão que as pessoas têm do reggae, "uma música "fácil de comercializar e mais associada ao verão".
"O reggae sempre teve uma mensagem importante, uma mensagem e um pensamento que são lições de vida, e eu queria que tivesse um impacto na vida das pessoas", afirmou.
retirado de Sapo Música
Basic Black editam 1º álbum
"Machinity". É este o título do álbum de estreia dos Basic Black, cuja pré-venda se realiza no próximo dia 5 de maio – e a venda está prevista mais perto do final do mês. A edição tem o selo da Music In My Soul e “Wizard Ways” é o single de apresentação deste trabalho.
Basic Black é uma banda de Granite Rock portuguesa que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.
Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana – tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.
A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.
Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem e vão finalmente ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com o selo da Music In My Soul – que, segundo os músicos, apareceu na altura certa.
Vulture apresentam “Doomed to Fail” em Almada e Alfragide
"Doomed to Fail", o novo EP dos Vulture, vai ser apresentado em dois showcases no próximo mês de maio: dia 14 na FNAC do Almada Fórum (22h00) e dia 15 na FNAC de Alfragide (21h30). Com uma capa a fazer lembrar os Red Hot Chili Peppers em "The Abbey Road E.P.", este trabalho, editado pela Music In My Soul, já se encontra disponível nas principais lojas digitais.
Com uma mistura fresca de Grunge, Rock e a sonoridade Doom, os Vulture surgem agora com um novo trabalho. Este grupo de Santarém respeita as suas origens e reconhece-as em cada passo, admitindo ter-se deixado influenciar por detalhes geográficos e humanos exclusivos desta região do país.
A banda é composta por Gerald (baixo), Casaca (guitarra), Leo (voz) e Duarte (bateria), músicos que decidiram produzir e gravar tudo no sítio onde estão, não vendo qualquer sentido em ir para estúdios desconhecidos e gravar músicas sobre um mundo diferente. Transportaram o estúdio até ao Ribatejo: procuraram casas antigas e quintas que pudessem utilizar e tentaram trabalhar sempre nesse ambiente único.
Os Vulture, que já existem desde junho de 2007, não pretendem mudar nada a não ser eles próprios. Colocam as ideias em cima da mesa, onde o debate é transparente, e encaram as verdades inconvenientes. Influenciados por grandes nomes como Led Zepplin, Faith No More, Manson, Sepultura e, claro, Moonspell, a banda vive dos ritmos pesados e da tensão melódica com voz crua e dura.
“Escuta” dos Fellows Nervous tem festa de lançamento em maio
“Escuta”, o mais recente trabalho dos Fellows Nervous, tem festa de lançamento agendada para o próximo dia 9 de maio, na FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, pelas 21h30. Um dos temas que vão poder ser ouvidos neste showcase, “Boa”, é também o single de apresentação do EP, editado em fevereiro pela Music In My Soul.
Dois amigos de infância, uma guitarra, uma voz e várias letras juntaram-se, na Páscoa de 2008, com uma ideia: homenagear as gentes da sua pequena terra, Arrifana, que os fizeram crescer, dando pelo nome de Fellows Nervous. A partir daí, as férias e os fins de semana eram passados num pequeno escritório, como que em modo conspiração, mas sempre com os acordes da guitarra como fio condutor e purificador. As letras começaram a ser cantadas, as canções provocavam sorrisos e novas pessoas apareceram na vida da banda.
Desde então, com Luís Almeida (voz e guitarra), Daniel Caetano (guitarra), Jorge Andrade (bateria e voz) e Henrique Carvalho (baixo), Fellows Nervous deixou de ser só um projeto de dois amigos de infância e todo aquele puro, genuíno e inocente sumo se espremeu num êxodo infiltrado nas suas melodias ecléticas, como uma homenagem às pessoas, aos modos, às modas, aos andares, ao civismo ou à falta dele. Às expressões, à vida, sem dever de politicamente correto ou incorreto. É uma forma de viver, um lema que forma hoje um grupo que não conhece limites à música, cuja existência não tem explicação, mas acontecimento.
Os quatro músicos já lançaram três EPs até ao momento: o primeiro em 2013, intitulado “Pum Pum”; o segundo, “
Tekilla
“Erro Perfeito”
Disponível nas lojas digitais
"Erro Perfeito" é o 3º trabalho de originais desta figura incontornável do hip-hop nacional. Depois de TEKILOGIA e "A PREVIEW", e de colaborações com Dj Cruz, Dj Kronic, Dj Bomberjack, Dj Assassino, Dj Ride, Dj Player, Kalaf e Conductor de Buraka Som Sistema, GNR, Sam The Kid, Valete, Kacetado, Cool Hipnoise, Otis (saxofonista), Xeg, Regula, T.T, Diana, Agir, Sagaz, New Max (Expensive Soul), S.P, Elaisa, Virgul (Da Weasel), Dino (NSF), surge agora este trabalho que revela a verdadeira essência deste MC e compositor, fruto de um percurso rico em experiências não só a nível musical .
Mais do que uma sequência de faixas este álbum é um relato honesto do percurso de Telmo Galeano. Um lado mais pessoal é aqui mostrado e é também uma forma de agradecer a quem o acompanhou nesta viagem, e que conta com participações de luxo como New Max de Expensive dos Expensive Soul que participa no tema "Nada de novo, Elaisa, Kalaf dos Buraka Som Sistema, Cool Hipnoise, Nigga Poison, Dino, Otis...
Ao longo de 17 faixas e quase uma hora de música Tekilla dá-nos a conhecer este lado, que muitos desconhecem e que pouco vimos nos trabalhos anteriores. Evidente em faixas como “AMADURECIMENTO” ou “O CAMINHO” (feat. Kalaf e João Gomes). Sem dúvida Amadurecimento é a palavra que melhor define este álbum e vão perceber porquê.
Como a sua personalidade, também "Erro Perfeito" é multifacetado, basta ouvir SINÓNIMO (feat. SAM THE KID ), dedicada aos fãs mais fundamentalistas, TEKILLA brinda-os com este hino ao hip-hop hardcore. " Chega de beats com pipocas" ou " a fazer barulho for real, não há campainhas aqui " são só algumas das punchlines.
"Acima de Tudo" é a faixa número 6, uma homenagem aos grandes mestres do soul/funk e conta com a voz de Marga Munguábe e Milton Gulli juntamente com o resto do grupo Cool Hipnoise, numa parceria perfeita.
“Contra-Factos tem a participação de S.P. e é o 2º single do “Erro Perfeito”.
Um álbum para ouvir em loop, partilhar e preparar essas letras para os concertos ao vivo.
M.O.R.G. afirmam-se com “Nightmare of Sound”
O álbum “Nightmare of Sound” é a afirmação dos M.O.R.G. no panorama musical nacional. Enquanto se aguarda a estreia do segundo single deste trabalho, editado em janeiro pela Music In My Soul, recorde-se que “Criminal Intent” é o single de apresentação.
O início dos M.O.R.G. – abreviatura para "Music Of a Revolutionary Generation" – remonta a 2004 e partiu da vontade de Paulo Caetano (guitarrista) e de João Almeida (vocalista). Os dois músicos decidiram criar uma banda de Thrash Metal com influências do melhor da old school do género a nível mundial, tendo pisado um palco pela primeira vez em julho de 2004.
Ao longo da sua existência, a banda realizou mais de uma centena de concertos e, com a ajuda de vários prémios ganhos nos muitos concursos em que participou, surgiu a oportunidade de entrar em estúdio (Caos Armado) para a gravação do seu EP de estreia, produzido por Daniel Valente e lançado no final de 2010.
Deste então que o grupo, a nível de sonoridade, evoluiu para um estilo muito próprio de Thrash Metal, sendo notórias as influências musicais do Thrash da Bay Area e germânico, com denotações Heavy Metal do fim da década de 80 e inícios da década de 90. Acima de tudo, os M.O.R.G. procuram sempre uma sonoridade com a força e o sentimento dessas décadas, mas sem deixar de ser extremamente atual, repartida por melodias trabalhadas, riffs criativos e com uma lírica muito pessoal, bastante influenciada na imagem que têm da sociedade. Em 2012, conseguiram produzir e lançar o seu próprio videoclipe e, em 2013, entraram novamente em estúdio, para gravar o primeiro set de longa duração.
Durante estes dez anos, a banda experimentou várias mudanças de formação, mas, com a força de Paulo Caetano e João Almeida, persistiu – e, com a entrada do atual guitarrista solo, e baixista, em 2010, ganhou uma nova vida. Atualmente, após a mais recente saída de José Rodrigues, em agosto 2014 (até então, o baterista), os M.O.R.G. são compostos por João Almeida (voz), Paulo Caetano (guitarra ritmo), David Pedrosa (baixo) e Miguel Lima (guitarra solo).
Pedro Balse apresenta “Places” em showcase
Pedro Balse vai estar, no próximo dia 3 de maio, na FNAC do Centro Comercial Colombo para um showcase a partir das 17h00. O músico vai apresentar o seu segundo álbum, “Places”, editado pela Music In My Soul, do qual “Bella Firenze” é o single de estreia.
Pedro Balse nasceu em Portalegre, em 1972, e durante a adolescência pertenceu a diversas bandas, como baterista e baixista. Em 1996, terminou a licenciatura em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e hoje trabalha como professor de música, em Sintra.
A necessidade de se dedicar à composição surgiu em 2011, altura em que começou a criar o seu próprio estúdio. Em dezembro de 2012 editou o seu primeiro trabalho, “World chill” – trata-se de uma nova sonoridade, uma fusão de acústico com eletrónico, numa mistura de world music com chillout/lounge.
Em novembro do ano passado editou o seu segundo álbum, “Places”, numa continuação da viagem iniciada em 2012... um trabalho claramente influenciado pela sua formação clássica, que conta com 47 participações especiais.
Nas palavras do jornalista e comentador Nuno Rogeiro, “o português Pedro Balse investe, sensivelmente, na música ambiental topográfica”. Na generalidade, a música de Pedro Balse é relaxante. Pretende proporcionar bem-estar aos ouvintes. E pretende, também, ser uma viagem imaginária, através de temas com influências de vários locais no mundo... de Buenos Aires a Lisboa, passando por Paris, Andaluzia, Dubai, Rio de Janeiro, Himalaias, Irlanda, Marrocos, etc.
Joana Lisboa apresenta o seu “Rascunho” em showcase
Joana Lisboa vai estar na FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, no próximo dia 3 de maio, para um showcase a partir das 17h00. O single “Escrever” é um dos temas que vão poder ser ouvidos e que pertencem ao seu primeiro EP, “Rascunho”, editado em novembro de 2014 pela Music In My Soul.
Artista da voz, compositora experimental espontânea e exploradora dos sons circundantes e interiores. É assim que Joana Lisboa se define.
A cantora nasceu no dia 9 de agosto de 1983, em Lisboa, onde cresceu rodeada de diferentes referências musicais, com destaque para o Jazz, o Blues e o Rock Sinfónico. Na adolescência continuou a sua pesquisa e acrescentou o Grunge, música celta, o Trip Hop, a Eletrónica e a música de Zeca Afonso. Cantou sempre sozinha até aos 23 anos, altura em que começou a atuar ao vivo num projeto de covers acústicas (voz e guitarra) chamado Sacaroles. Mais tarde decidiu ter aulas de Jazz e de Canto, integrando vários projetos de standards de jazz. Também chegou a dar aulas de voz e fez parte de uma banda de originais, os Cromaki.
O início do processo de criação de originais acabou por ser natural, uma vez que Joana sempre foi uma estudiosa dessa arte. Embora conte com um passado musical muito rico e variado, é no som experimental que a artista se prefere destacar. A cantora é quem compõe todas as músicas, letras e coros, o que não invalida de se fazer acompanhar por uma banda nas atuações ao vivo. O EP “Rascunho”, que marca a sua estreia, apresenta uma música tranquila, conduzida por uma voz que transporta, quem a ouve, para outro plano.
Ash is a Robot
“Sympathetic Vibration”
Disponível nas lojas digitais
Os Ash is a Robot são uma banda de Post Hardcore formada no ano de 2012 por Cláudio Anibal na voz, Renato Sousa na guitarra, Francisco Caetano no baixo e Vasco Rydin na bateria.
As suas performances ao vivo são um dos pontos fortes, a sua energia já é conhecida dos media nacional e internacional.
Em 2015 editam o EP digital “Sympathetic Vibration” pela editora Farol Música e os autores assinam contrato de Publishing com a MCent Publishing.
“Sleep Paralysis” é o novo tema e single.https://youtu.be/mjItVPDD8Mc
Os Ash is a Robot irão fazer parte da “Hold On Pain Ends” European Tour dos The Color Morale (banda Norte Americana).
27.05.15 Alemanha, Frankfurt in Elfer
29.05.15 Itália, Bologna in Alchemica Music Club
30.05.15 Itália, Milano in Cerbero
31.05.15 Alemanha, München in Feierwerk
01.06.15 Áustria, Linz in Stadtwerkstatt
02.06.15 Àustria, Wien in Arena
03.06.15 Alemanha, Stuttgart in Keller Klub
05.06.15 Polónia, Poznan in Pod Minoga
06.06.15 Alemanha, Essen in Cafe Nova
Lenga Lenga estreia-se no mundo digital através de "Convite" em três volumes. Após o lançamento em edição limitada e numerada do CD em digipak, e da apresentação ao vivo nos fóruns FNAC, os Lenga Lenga estiveram em residência na Fábrica Braço de Prata. Agora editam os primeiros dois volumes nas plantaformas. Em breve, será também disponibilizado o terceiro, e último, episódio de "Convite".
Lenga Lenga é um grupo que nasce de uma enorme vontade de fazer música portuguesa, construída sobre a tradição (ladainha) e tendo, como pano de fundo, um texto também tradicional (lenga-lenga), mas embutido no contexto contemporâneo. Com temas que se focam em Portugal, no amor e no desamor, no quotidiano e nos sonhos, a banda convida-nos a descobrir, através da edição digital dos primeiros volumes de "Convite", uma sonoridade de mensagens fortes.
CUCA ROSETA
“Num concerto muito bem executado, os instrumentais ganharam vida com uma precisão quase cirúrgica, tornando Torpe, sem sombra de dúvidas, um dos momentos altos do Outfest (Reverence) - Carlos Cardoso (Against Magazine)
“Propaganda” é o álbum de estreia do projecto de rock instrumental Torpe – e já tem data de estreia anunciada! No próximo dia 13 de Abril, o disco vai estar disponível online, para download gratuito, podendo, igualmente, ser encontrado à venda, em formato CD.
Nascido na continuação do trabalho encetado na composição da banda sonora da série da RTP, “Os Filhos do Rock”, “Propaganda” vai ser oficialmente apresentado ao vivo no dia 17 de Abril, no Musicbox, em Lisboa. Para tornar a noite ainda mais memorável, a Torpe juntam-se os amigos Conjunto!Evite.
Na música que coloriu a viagem d’”Os Filhos do Rock”, a tarefa ficou ao cargo de Hugo Leitão, João Eleutério e Fred Gracias – “Propaganda”, no entanto, vai mais longe, depois de, ao trio, se terem juntado Francisco Gracias e Paulo Prazeres. Os cinco têm algo precioso em comum: a paixão pelo rock instrumental e por bandas sonoras e é esse o cenário de “Propaganda”!
A edição do primeiro álbum vem fechar com chave de ouro um ano verdadeiramente inesquecível, que levou Torpe a actuar em diversos palcos do país, com destaque para o Festival Reverence Valada, o Centro Cultural do Cartaxo ou Popular Alvalade.
TORPE:
João Eleutério - Guitarra
Hugo Leitão - Sintetizadores
Fred Gracias - Bateria
Paulo Prazeres - Guitarra
Francisco Gracias - Baixo
Naquilo que se normalmente se apelidava de Música Moderna Portuguesa, o impacto da primeira banda de Tó Trips – os Amen Sacristi – foi conjuntural. Frequentadores dos concursos do Rock Rendez-Vouslembrar-se-ão deles. E colecionadores de rock nacional terão algumas das K7s ou compilações nas quais figuravam entre 1986 e 1989. Tó recorda-os sob a influência de uns Chameleons, embora na altura surgissem associados aos nomes de Big Black (de Steve Albini) ou Glenn Branca. A fechar a década foi convidado por Jorge Ferraz para ingressar nos incendiários Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, com os quais gravou um EP. Se o combustível desses terminou, Tó não dava sinais de abrandar, fundando os Lulu Blind. O arranque da banda é apoteótico, culminando em 1993 na primeira parte do concerto dos Sonic Youth, no Campo Pequeno, e, pouco depois, na abertura para os Manic Street Preachers, no Pavilhão Carlos Lopes. Em 1994 editam “Dread”. Mas em Portugal, ao contrário do que se passou um pouco por todo o mundo, ounderground não se tornou no mainstream. E, como a de tantos outros (que na altura enchiam o JohnnyGuitar), a história dos Lulu Blind ao longo da década de 90 acaba por refletir a desagregação no interesse do público pela música portuguesa menos católica.
Não seria de estranhar que se impusesse uma mudança de ares que se fizesse equivaler a novas vivências e, claro, a uma entrada num novo milénio prenhe em significados e simbolismo. Dir-se-ia que o aparecimento do duo com Pedro Gonçalves – os Dead Combo – não tentou satisfazer outra ambição. Fiel ao tempo que a viu nascer, a curiosidade cultural que o grupo desde cedo revelou teve o paradoxal efeito de concentrar públicos. E tudo o que se passou entretanto poderá ter contribuído para que Tó, de uma só vez, pensasse em escancarar portas que permaneciam teimosamente fechadas. Fê-lo em 2009 com o terno e intimista “Guitarra 66”, o seu primeiro CD a solo, num momento em que a música portuguesa se tornava novamente mais livre e isenta de complexos. Só que neste caso materializava-se também algo que se impôs, ao fim de mais de duas décadas, como uma necessidade artística: projetar a visão que se quer própria ao indivíduo.
Tó resumia-o de forma geográfica: “um disco mediterrânico e com raízes portuguesas. Um disco ibérico e virado para o Atlântico. Cruza viagens pelo deserto africano, evoca bairros latinos nos Estados Unidos, imagina mares do sul”. Paralelamente a isso – e à construção de um público internacional através de uns Dead Combo de referências progressivamente mais arejadas – surgiram novas ideias: houve “Vi-os Desaparecer na Noite”, com Tiago Gomes, uma banda sonora em guitarra elétrica para leituras de “On The Road”, de Jack Kerouac; e deu-se a criação do iconoclasta Timespine, o trio com Adriana Sá e John Klima. Ou seja, não parou de se expandir o léxico de Tó Trips nem desapareceram do seu caminho os estímulos exteriores que tanto o alimentam.
Agora chega “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido”. E mais uma vez não se deixa Tó prender a fórmulas, não obstante possuir, à guitarra, um estilo particularmente distinto. Isto é, o aparecimento de um novo disco a solo seu deve-se, antes de mais, à necessidade de documentar o desenvolvimento e exploração de uma nova linguagem. Mais concretamente à guitarra Resonator, com os seus cones metálicos a ampliar de modo natural o som e raízes associadas a ícones como Tampa Red ou Bukka White. Não que Tó finja aqui ser quem não é - aliás, mais longe do blues do delta do Mississippi não podia estar. Afinal, o seu interesse na tradição será apenas por aquilo que – na acepção real do termo – ela possui de mais primitivo. Isto é, o seu projeto é efetivamente o da prossecução daquilo que, em rigor, nas cordas de aço, nunca existiu em lugar nenhum.
Daí que se socorra da alegoria da “ilha imaginária”, embora trabalhe igualmente no sentido de evocar memórias específicas. Muitos o fizeram antes, é certo. Falar de alguns deles – como dos Martha and the Muffins de ‘Echo Beach’ – não serve para explicar a música, mas, antes, lembrar a atitude. Os Blondie, para dar outro exemplo com berço no punk, sonorizaram em 1982 ‘Island of Lost Souls’, um falso calipso da estirpe do ‘Island Girl’, de Elton John, com credibilidade insular no trompete do porto-riquenho Perico Ortiz e inclinação nativa nuns segundos de gritos e guinchos a imitar araras e saguis. A canção inspirava-se na adaptação para cinema de “The Island of Dr. Moreau”, de H.G. Wells, produzida em 1933 pela Paramount e na qual, reagindo a um clamor ritualista que se presumia de origem autóctone, declarou Charles Laughton no papel do doutor: “They are restless tonight.” De facto, porque nem todos podem ser o Eden Ahbez de ‘Nature Boy’, e por aí se escrutinar a condição humana em circunstâncias laboratoriais, muitas vezes se voltou à metáfora da ilha para atingir fins moralistas. Parece a cultura popular saber o que no contexto da biogeografia postulou David Quammen em “The Song of the Dodo”: que “as ilhas são santuários e terrenos férteis para o único e o anómalo”. Não terá sido por outra razão que, para dar voz a uma relação inter-racial, conforme então se dizia, tenha inventado Harry Belafonte a ficcional ilha de Santa Marta em ‘Island in the Sun’. Ou, muito antes, no ciclo “Noites de Verão”, tenha Berlioz feito residir o amor eterno numa ‘Île inconnue’. Com a devida vénia a More, e numa palavra, trata-se de utopia.
Disso, sim, partilha Tó Trips. Escutam-se os temas deste “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido” – e nem chamámos Steinbeck ao barulho – e em muito disto se pensa e de outro tanto se desconfia. No fundo, mais não se fala do que de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si. Levem-na convosco para uma ilha deserta que não se irão arrepender.
Retirado de Mbari
The StoneWolf Band apresentam o álbum "Fear Less" nas FNAC´s:
Colombo - 7 de Maio - 18h30
Vasco da Gama - 8 de Maio - 21h30
Cascais - 4 de Junho - 22h00
Fear Less
The StoneWolf Band - “Fear Less”
Os The StoneWolf Band surgem no início de 2012 pela mão de Ricardo Lobo, o StoneWolf.
A sua sonoridade resulta de uma mistura de géneros, influências e idéias.
Inspirados pelo rock, blues, country, roots, folk-rock, surf-rock e reggae, definem-se pela sua atitude positiva e pelo seu amor à música.
Vendo na música a sua forma de expressão artística, os The StoneWolf Band já passaram por grandes palcos como Festival MUSA, Vodafone Mexefest, Festival Med, Sintra Fest e outros.
Após o enorme sucesso da banda ao estar presente no Music Matters Live 2014 em Singapura, os The StoneWolf Band receberam propostas de concertos de tão longe como da China, e ofertas da indústria da música.
A banda orgulha-se de apresentar o seu primeiro álbum “Fear Less” em formato CD.
CANDEIO-NOVO ÀLBUM EM PRÈ ESCUTA AQUI!

Os Brantner apresentam “You Can’t Be Waiting” a 10 de abril
Os Brantner apresentam o seu novo álbum, “You Can’t Be Waiting”, já no próximo dia 10 de abril, na Fnac do GaiaShopping. O showcase, que servirá para a banda de Caminha dar a conhecer o mais recente single “We Don’t Feel That Way”, começa às 22h00.
Os Brantner são um duo determinado, carismático e impetuoso, com uma abordagem muito própria no que respeita à sua música.
Marco Brantner (de Portugal) e Evita Brantner (da Bélgica) juntaram forças em palco e na vida, criando uma mistura direta e sincera de Rock alternativo, apoiando-se em influências tão diversas como The Queen, U2, Pink Floyd, Beatles, Bonnie Tyler, Tinna Turner, CCR, Damien Rice, Ryan Adams e Bon Jovi. A intimidade do artista-compositor mescla-se com a energia do Rock ‘n’ Roll de uma forma muito pessoal e inovadora.
Inspirados no som dos intensos anos 80 e 90, esta banda de Caminha é transversal a várias idades e facilmente conquistará diversos públicos, de Portugal à Belgica, país que tem múltiplas afinidades com a banda.
“You Can’t Be Waiting”, reeditado em novembro passado pela Music In My Soul, apresenta uma sonoridade característica. Um trabalho com 12 temas, onde se destacam são as vozes de Marco e Evita, que se complementam em harmonia, navegando entre os sons mais Rock e as baladas planáveis.

Pedro Alsama apresenta álbum de estreia em Lisboa
Pedro Alsama apresenta no próximo dia 9 de abril o seu álbum de estreia, homónimo, editado no passado dia 20 de março pela Music In My Soul. Num showcase a partir das 21h30, na Fnac Vasco da Gama, o cantor e compositor vai dar a conhecer alguns temas deste trabalho com influências Folk e Indie, do qual “Health” é o single de apresentação.
Pedro Alsama é um projeto que existe desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e
mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.
O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.
Com o álbum de estreia, surgem agora dez temas de um Pop alternativo. “Health”, o primeiro single, é um tema que antecipa um trabalho em perfeita harmonia com o que de melhor a música pode oferecer.
Nuno Machado apresenta “Love and Sorrow” em Matosinhos
Nuno Machado tem showcase agendado para a Fnac do Mar Shopping no próximo dia 10 de abril, a partir das 22h00. O músico vai apresentar o seu EP “Love and Sorrow”, editado pela Music In My Soul em outubro de 2014. Destaque-se que o segundo single, “Just Say”, estreia já no dia 7 de abril.
Nascido no Porto a 20 de maio de 1977, Nuno Machado é guitarrista, cantor e compositor. A paixão pela guitarra acústica vem desde a adolescência. Com o passar do tempo, o gosto foi evoluindo, acabando por formar a sua primeira banda. Em paralelo, surgiu este projeto a solo, onde pretende manter viva a sonoridade acústica, fazendo pequenos concertos de covers e de alguns originais.
No verão de 2011, durante uma viagem pela Escócia, passou por Glasgow, onde teve a oportunidade de atuar numa open mic night show do O'Neill's, um pub local de música ao vivo, e conviver com os talentosos músicos espalhados pela cidade, tocando nas ruas. Dessa experiência, surgiu a ideia de, em outubro desse ano, num gesto simples, descomprometido e sem grandes produções, gravar os primeiros temas originais e começar a divulgá-los através da Internet. Em fevereiro de 2012, e durante esse ano, iniciou a gravação de versões em estúdio da sua sonoridade acústica, para o lançamento do seu álbum de estreia "Past & Future".
Mais recentemente, em outubro de 2014, o músico editou o EP “Love and Sorrow”, trabalho que continua a promover e cujo single de apresentação é “Crossroads”.
MOULLINEX
Um dos fundadores da essencial Discotexas acaba de carimbar o seu bilhete para "Elsewhere".
Espiral edita disco homónimo a 28 de Março de 2015, sob a chancela da Sons Vadios.
O trio aguedense constituído por Emiliana Silva (violino), Lara Figueiredo (flauta transversal e flautim) e Sara Vidal (harpa celta, guitarra, pandeireta galega e voz) iniciou o seu percurso musical em 2012, que agora culmina com este primeiro registo discográfico homónimo “Espiral“, numa partilha constante através da música, que tem permitido estreitar laços e construir pontes de encontro.
Neste disco, o trio pretendeu plasmar a sonoridade acústica e intimista que se vive nos seus concertos, não só pelo reportório em si, como também nos próprios instrumentos, ao mesmo tempo que convida a uma viagem pelas músicas tradicionais da Irlanda, Escócia, Bretanha e Galiza.
O disco já se encontra à venda e será apresentado em diversos pontos do país, com o lançamento a decorrer na cidade-mãe, Águeda, a 28 de Março, pelas 17h30, no Espaço Ágora da Fundação Dionísio Pinheiro, que apoiou a edição deste disco, a par da MUSA Aveiro. Seguem-se outras apresentações em Coimbra (11 Abril), Aveiro (16 Maio), Viseu (17 Maio), Odivelas (30 Maio), Braga (9 Julho), Lisboa (16 Julho), Setúbal (17 Julho) e Faro (18 Julho).
Disco do maestro já está nas lojas e muito bem posicionado nos Tops nacionais
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