Quinta-feira, 14.04.16

 

Letra

 

Entre ruínas fui criado
Frei Farol me viu nascer
Ó menina tem cuidado
A dança é com pés no chão
Diz-se cobras e lagartos
Da obra que eu fiz erguer
Só que as vigas estão fundadas
E um dia haverá razão

Não adianta ver o todo pela metade
Siga o caminho o vidente anunciou
A Lebre está no prado
As silvas no silvado
Olé
Ai é tão lindo
Ai é tão lindo

Dona Isilda cante o fado
Que a rainha já morreu
Quem tem cu vê com atraso
Em César o que é seu
Já dizia o Shô Gonçalves
Emigrado no Gerês
Onde é que hoje se penhora
Um Moby português

Os mensageiros da luso-tempestade
Já eram fufas muito antes do Prior
Há festa na herdade
Se o amo acorda tarde
Olé
Ai é tão lindo
Ai é tão lindo

A Lebre está no prado
As silvas no silvado
Olé
Ai é tão lindo
Ai é tão lindo

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Saias de roda bordadas
Por baixo escondem meias
Meias de irmãs solteiras
Que rodam nas paradas
Descem a rua a sorrir cansadas
Mulheres bonitas e feias
O bom dos verões é o desfile das saias
Que tornam vilões os amigos das catraias
Sais vistosas, travadas
Saias passeadas e corridas
Saias a girar com o vento a entrar
Agarram-se aos punhos das camisas

Saias levantadas
Roda em meia volta
Cintura solta
E o baile a ir, a ir e a rodar meia volta
Uma volta p'ra acabar

Saias da roda de amigas
À noite são sirenes
Razões de amores perenes e querelas antigas
Vão aos salões onde nascem brigas
Treinar entradas solenes
Rapazes sãos viram loucos a ver saias
Que rodam nas mãos de dianas e soraias

Encontrei-te em junho de 93
O teu número era só ligar
E talvez pudesse ser o teu par
Par, par, par, par
Não fosses as saias, as outras saias
Saias de aventuras
Lições duras de aprender
Quando não se sabe bem o que se quer
E a mulher, é um mistério, a que se escapam
Entre saias e saias e saias
Saias curtinhas e compridas
Saias a girar com o vento a entrar
Na roda de danças explosivas
Saias de roda, rodadas
Saias campinas e urbanas
Batem quarteirões, ateiam emoções
Nas cintas de soraias e dianas
Saias levantadas, roda e meia volta
Cintura solta
E o baile a ir, a ir e a rodar
E a roda a andar, a andar e a esculpir
Uma esquina de revolta
Meia volta, uma volta p'ra acabar

É ver p'ra acreditar
É ver p'ra acreditar
É ver p'ra acreditar
É ver p'ra acreditar

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.02.16

 

Letra

 

Nada de novo no pai-nosso desta terra
Docs coladas aos estribos da acelera
Vamos ao Vouga beijar a ria
Festejar a maré vazia


Trazes mortalhas, eu a cassete dos Jesus
A viola, a litrosa, um caderno de anotar
É, se a sorte ajudar e a gente não se render
‘Inda acabamos a ser


Heróis da vila, estrelas do nada
Cavalos rebeldes no meio da picada
Com pouco mais pra fazer
Que escapar ou esmorecer


Cotas em filmes ausentes a divorciarem-se
Nós ao domingo, todos contentes na praia
A dedicar pose de artistas
Às namoradas dos surfistas


Cinquenta quilómetros contra o vento enquanto a noite cai
No prego, no prego
Que a lambreta não dá mais
Paramos na garagem pró teu pai não saber


Ensaiamos até amanhecer
Heróis da vila, estrelas do nada
Cavalos rebeldes em quem não se apostava
Com pouco mais pra fazer
Que escapar ou esmorecer


Heróis da vila em contos de fadas
Reféns improváveis da grande encruzilhada
Na corrida, em vias de saber

O que o mundo todo quer


Quero bem quero
Não quero que saibam
A quem eu quero
Bem como a ninguém


Do bem mais sincero
Meu querer bem-te-adoro
E nem por ti choro


Heróis da vila, estrelas do nada
Isolados de tudo, no centro da jogada
Rapazes com má reputação
Que ninguém sabe como são


Heróis da vila em contos de fadas
À noite, na praça, a cantar sem retirada
Vadios, esquisitos, perigosos, marginais
Não há na vila outros iguais


Heróis da vila, estrelas do nada
Cavalos rebeldes no meio da picada
Com pouco mais pra fazer
Que escapar ou esmorecer


Na roda de ilusões
Alvos que atraem o escárnio de gozões
Mas que um dia a vila haverá de receber
Como heróis que viu nascer

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10.06.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.06.15

 

Letra

 

Amélia, tu sabes
Contra tudo nós tentámos
Fixar record na tabela
Eu macleito barbarela
Amélia, que vício
Com esse mesmo olhar de lince
Juraste-me amor eterno
Entre o Céu e o Inferno
Dia a dia calcurreando pontes e rossios
Meia briga já ficava tudo por um fio
De lembrar até me riu
Sic sic sábio
a traição a mágoa
Não te tirarão honra de seres a mais bela
A fazer do mundo passarela
Não não podes
Falo e comoves
te, Mas tenho, tenho que ir
Amélia, contigo entalada na goela
Pasmado por saber de ti
Amélia
Amélia, no alfa
Os dois nus enquanto a bófia
Se perfilava à janela
A apreciar a espreitadela
Na arromba de noitadas
Copos e lumes ateiam ciúmes
E a pouco e pouco
Dois loucos um pelo outro
Acabam só loucos,
Só loucos é pouco!
Ano a ano
Calcurreando a linha da virtude
Já sem repetir
os tropeções da juventude
Apagamos quase tudo
Sic sic sábio
A traição a mágoa
Não te tirarão
honra de seres a mais bela
A fazer do mundo passarela
Não, não podes
Falo e comoves
Te, mas tenho, tenho de ir
Amélia
contigo entalada na goela
Pasmado por saber
pasmado por saber
Pasmado por saber de ti
Amélia
Amélia
Amélia
Amélia
Amélia

 

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.06.15

 

 

Letra

 

Duzentas Mil Horas
De solas em brasa
Agora clamor
Vou no diabo a vapor
Já só paro em casa
Viagens, canseiras
Por nevoeiro denso
Parece um milagre
Vou voltar ao lugar
Onde pertenço
Olha o sol a pôr
Lá por trás da encosta
Olha o alpendre já tem mesa posta
À bola embalou-se
Entre ramos de árvore
Olha o grito quem vem ajudar-me
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria tu avisavas
Eu não te ouvia
Ma, ma, ma, ma
Meia vida feito galo de corrida
Duzentas Mil Horas
De solas em brasa
Agora clamor
Vou no diabo a vapor
Já só paro em casa
Desvendei, desvendei
A morte da bezerra
Fui solnado a ligar prá guerra
Admiti, Admiti
A respetiva sé de sorte
De camilo calma de mamede
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria tu dizias
Eu não escutava
Ma, ma, ma, ma,
Mala antiga
Só do teu
Regasso acaba
Duzentas Mil Horas
De solas em brasa
Agora clamor
Vou no diabo a vapor
Já só paro em casa
Viagens, canseiras
Por nevoeiro denso
Parece um milagre
Vou voltar ao lugar
Onde pertenço
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria'gora
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria'gora
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria
Ma, ma, ma, ma,
Ma, Maria tu avisavas
Eu não te ouvia
Ma, ma, ma, ma
Meia vida feito galo de corrida
Duzentas Mil Horas
De solas em brasa
Agora amor
Vou no diabo a vapor
Já estou quase em casa
Adeus odisseias
E longos silêncios
Entrámos na estrada que vai dar
Onde eu pertenço
Duzentas Mil Horas
De solas em brasa
Agora clamor
Vou no diabo a vapor
Já só paro em casa
Adeus odisseias
E longos silêncios
Viagens, canseiras
Nevoeiro denso
Solas queimadas
Por regressar
Vou voltar, vou voltar, vou voltar
Ah tou mesmo a chegar

 

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.06.15

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

Segunda-feira, 20.04.15

unnamed (3)(7)(1).jpg

 

Diabo na Cruz, Carlão e Pé Na Terra dão concertos gratuitos na Avenida dos Aliados (Porto)

 

Os Diabo na Cruz e Carlão vão atuar, a 24 e 25 de abril, na Avenida dos Aliados, no Porto.

 

O concerto dos Diabo na Cruz, anunciado ontem na página de Facebook da banda, está agendado para as 22h00 do dia 24 de abril, sexta-feira. 

 

Em apresentação, no espetáculo promovido pela CGTP, estará o novo álbum do coletivo liderado por Jorge Cruz, cujas músicas serão intercaladas, com certeza, com os êxitos dos seus trabalhos anteriores.

 

No dia seguinte, às 16h00, no âmbito da mesma iniciativa, sobem ao palco montado na Avenida dos Aliados os Pé Na Terra, que comemoram dez anos de carreira dedicados à nova abordagem da música tradicional com um novo disco, intitulado “Sarilho”.

 

À noite, pelas 22h00, no âmbito de mais uma edição do Porto Sounds, iniciativa promovida pela Porto Lazer, é Carlão, ex-vocalista dos Da Weasel, a subir ao palco, para aquela que será a primeira apresentação pública do seu novo álbum a solo, “Quarenta”.

 

Os concertos têm entrada livre.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.12.14

diabo na cruz.jpg

 

 

A digressão que irá percorrer o país de norte a sul, arranca a 16 de janeiro, com um concerto no Teatro Avenida, em Castelo Branco, e segue para a Marinha Grande, Setúbal, Vila do Conde, Caldas da Rainha, Coimbra, Lisboa, Évora, Barreiro, Torres Novas, Porto, Ílhavo, Faro e Braga.

 

Os concertos em Lisboa e Porto acontecem a 26 de fevereiro e 26 de março, no Teatro Tivoli e na Casa da Música, respetivamente.

 

Novas datas serão anunciadas brevemente.

 

O disco homónimo dos Diabo na Cruz, sucessor de “Virou!” e “Roque Popular”, chegou às lojas em novembro passado, composto por 11 canções “peneiradas de dois anos de trabalho”.

 

Consulte as datas e os locais da digressão:

16 de Janeiro - Castelo Branco (Teatro Avenida)

18 de Janeiro - Marinha Grande (Casa da Cultura)

31 de Janeiro - Setúbal (Fórum Luísa Todi)

6 de Fevereiro - Vila do Conde (Teatro Municipal)

7 de Fevereiro - Caldas da Rainha (Centro Cultural)

12 de Fevereiro - Coimbra (Oficina Municipal de Teatro)

26 de Fevereiro - Lisboa (Teatro Tivoli)

28 de Fevereiro - Évora (Teatro Garcia de Resende)

14 de Março - Barreiro (Auditório Municipal Augusto Cabrita)

21 de Março - Torres Novas (Teatro Virgínia)

26 de Março - Porto (Casa da Música)

10 de Abril - Ílhavo (Centro Cultural)

18 de Abril - Faro (Teatro Municipal)

25 de Abril – Braga (Theatro Circo)

 

retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:04 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.12.14

 

 

Letra

 

Siga em Fila Vai
9 emprego 5 Sai
Quinto império do atalho
Bomba, Escola, Pão Talho

Trivia, televisão,
Aurora do Quadrilião
No ar um cheiro a esturro
Bom p´ro esperto mau pró burro

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Trânsito no Jamor
A Ouvir notícias do terror
Troika, Bolha Imobiliária
É cara a vida e a pensão precária

Água, Cabo, Net,
Luz, Ginásio, Yoga, Creche
IUC, IMI, IRS,
Paga, paga, Esquece, esquece

Fraco Tão fraco
O Sol neste buraco
Boa é tão boa
A vida boa

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Sismo no Japão
Zara nova coleção
Espionagem muda o tema
Woody Allen no Cinema

Zapping e jornal
Série e logo futebol
O vizinho num concurso
A fazer figura de urso

Chato, tão chato
Papar grupo barato
Oco tão oco
O circo louco

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Onde não há prazos
nem obrigações
Não há debates
Nem Euromilhões

Onde o Sol eleva
E a frescura acata
Sem consulta
Ao homeopata

Onde a cura é sem vacina
E a cardina sem pesar
Por lagoas e colinas
Vâ-se a lágrima a secar

Dá o vento na cara
E nada nos pára
Nada nos pára

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

 



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.10.14

 

Letra

 

Queres saber como eu sou
Como é esta geração
Quem não quer que o diabo fale
Não lhe dê ocasião

Eu trago pele de cordeiro
E memória de elefante
O meu trunfo é o triunfo
O motivo, ai o motivo é gigante

Andei nas passas do Algarve
Mas fui salvo como que por magia
A minha vez chegou
O céu desanuviou
Hoje os astros alinharam

E eu estou pronto para ganhar o dia
Estou Pronto para ganhar o dia
Estou pronto para me consolar
E ninguém, ninguém
Ninguém, ninguém
Me pode incomodar

Rapariga rosa punk
Põe o pé no junqueirinha
Fosse o punk menos punk
Acredita que tu rosa eras minha

Passai na rua do salitre
E vem por esse mundo fora
Trás a carta que tens escrito
Tradição é agora, agora, agora

Disseram que era um caso perdido
Explicaram o destino que eu teria
Por pouco desisti
Mas ainda bem que não cedi
Acabou se o mal bocado

Eu estou pronto para ganhar o dia
Estou pronto para ganhar o dia
Estou pronto para me consolar
E ninguém, ninguém
Ninguém, ninguém
Me pode incomodar

Anos de insonia a esboçar
Um voo desorientado
De zangão perdido da colmeia
Torna o pingo de mel em taça cheia

Venha lá ao bailarico
Por a pedra no rescaldo
Quem tem jeito do porfirio
Quem se esfalfa
Mas não é nenhum ronaldo

Eu vou na reparbadora
Que trabalha todo o ano
Levo malhas e batidas
De fazer redopiar o transmontano

É bom também ter contrariedades
Sem nunca perder a fantasia
Tentar, falhar, sofrer, perder
Um tempo a duvidar

Dobrar o empenho e humildade
É pintar cada momento de alegria
Ver que a chuva parou
O melro assobiou
Deixem lá contagiar-se que eu

Estou pronto para ganhar o dia (4x)
Estou pronto para me consolar
E ninguém, ninguém
Ninguém, ninguém
Me pode incomodar

 



publicado por olhar para o mundo às 20:10 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.06.14

Diabo na Cruz com concerto de entrada livre no Tivoli

Nesta quarta-feira, 25 de junho, os Diabo na Cruz regressam aos palcos em Lisboa, no teatro Tivoli, para um concerto gratuito que esgotou em duas horas e meia, segundo a organização.
 
"Vida de Estrada" é o mais recente single do grupo e um tema "sobre a vida portuguesa na actualidade, por um lado, e sobre o Diabo na Cruz, por outro. É sobre as vidas que todos levamos, sobre o que nos ocupa, o que nos distrai, o que nos consome", explica a banda em comunicado. "Mas é também o nosso regresso, enquanto Diabo na Cruz, à nossa vida que é a Vida de Estrada."

A ideia deste concerto surge da vontade do grupo em encontrar-se com o seu público. Neste concerto, os Diabo na Cruz apresentarão algumas canções do novo disco, a editar ainda este ano, e um pouco de todo o reportório do passado do grupo.
 
Os bilhetes para este concerto podiam ser levantados nas bilheteiras do Tivoli a partir de terça-feira (13h00) e na quarta-feira (13h00 até à hora do espetáculo), mas já se encontram esgotados.

 

 

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 22:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 27.02.14

 

 

letra

 

Diabo na Cruz - Vida na estrada

Siga em Fila Vai
9 emprego 5 Sai
Quinto império do atalho
Bomba, Escola, Pão Talho

Trivia, televisão,
Aurora do Quadrilião
No ar um cheiro a esturro
Bom p´ro esperto mau pró burro

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Trânsito no Jamor
A Ouvir notícias do terror
Troika, Bolha Imobiliária
É cara a vida e a pensão precária

Água, Cabo, Net,
Luz, Ginásio, Yoga, Creche
IUC, IMI, IRS,
Paga, paga, Esquece, esquece

Fraco Tão fraco
O Sol neste buraco
Boa é tão boa
A vida boa

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Sismo no Japão
Zara nova coleção
Espionagem muda o tema
Woody Allen no Cinema

Zapping e jornal
Série e logo futebol
O vizinho num concurso
A fazer figura de urso

Chato, tão chato
Papar grupo barato
Oco tão oco
O circo louco

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Onde não há prazos
nem obrigações
Não há debates
Nem Euromilhões

Onde o Sol eleva
E a frescura acata
Sem consulta
Ao homeopata

Onde a cura é sem vacina
E a cardina sem pesar
Por lagoas e colinas
Vâ-se a lágrima a secar

Dá o vento na cara
E nada nos pára
Nada nos pára

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada



publicado por olhar para o mundo às 23:25 | link do post | comentar

Terça-feira, 02.04.13

 

Letra

 

Quem deu pé e fé dispôs-se
Quem tem pernas esperneou
Quem viu corda ao pescoço
Se é safado se safou
Quem quis cola foi a Sagres
Quem se sente pinta a manta

 

Quem não bebe e é borracho
Muito raro se (a)levanta
Quem viu banho mudou de lado
Quem foi mal piorou
Quem tem cá protecturado
Não fez fila nem pagou
Quem tem vala de bandido
Leva a frade luva branca

 

Quem viu cabras na pastagem
Lhes cantasse a moda franca

 

Siga a rusga
Siga a rusga ei oh
Siga a rusga Edgar
Siga rusga let's go
Siga a rusga zé vai
Siga a rusga vai-se lá
Siga a rusga...
Ferro onde a volta dá
Siga, siga agora
Siga, siga a rusga agora
Siga a rusga, foi bem boa a nossa hora

 

Quem fez caso não descase
Quem tem queda se quedou
Quem sumiu não se alheasse
Deve ao estranho que acordou

 

Quem colheu raia pisada
Hoje toma a carreteira
Toca aí a champanhada
Que hoje é noite de sexta-feira



publicado por olhar para o mundo às 17:55 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.10.12

 

 

letra

 

Chegaram os santos
E os meus pecados são tantos
Pego fogo à avenida
E a quem traz medo da vida

 

Chegaram as férias
Aviadas as artérias
Baila o tolo com a criança
Toda a miúda linda dança

 

Ai, a mim ninguém me pára
Mês de junho é mês de farra
Não se nega uma aventura
Ai, de mim niguém duvida
Vai meu barco de saída
Dar boas vindas à bravura

 

Chegaram os novos
Com saberes de muitos povos
Vêm vergar a obra suada
Valerão o que nos derem
Chegaram os livres
Minuciosos como ourives
Diz que vêm mundos claros
Têm paixões e modos raros

 

Ai, a mim não me preocupa
Quem viu céus incendiados
Viu oceanos de secura
Ai, até fico agradecido
Para o sovado
Para o traído
Não há melhor que pedra dura

 

Todos aos santos
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Todos ao Porto
Ver se a tradição impera
Todos aos santos
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Todos a Alfama
Ver se a tradição nos chama

 

Vivas aos santos!
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Vivas ao Porto!
Onde a tradição impera
Vivas aos santos!
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Vivas a Alfama!
Onde a tradição nos chama

 

Vivas ao novos!
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Vivas a todos arreigados a esta terra
Vivas ao novos!
Ai-i-ó-ai, lari-lo-lela
Vivas ao livres que hão-de herdar a nossa terra



publicado por olhar para o mundo às 08:19 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.10.12

 

 

letra

 

OUVE OS FOGUETES, LUZIA
EU VIM ÀS FESTAS DA SENHORA DA AGONIA
PARA TE ENCONTRAR
LARGA O ESTÁGIO E OS DEVERES
FAZ-TE À SORTE QUE TU QUERES
É HOJE LUZIA QUE TUDO VAI MUDAR

DIZ AO TEU PAI QUE NÃO PERCEBES ESTE MUNDO
A QUE FOSTE CONDENADA
CONTA À TUA MÃE QUE ISTO AGORA É PREGO A FUNDO
TU NÃO PODES ESTAR PARADA
BORA! VAMBORA! VAMBORA! BORA!

VEM COMIGO LUZIA
É O NOSSO TEMPO QUE NOS CHAMA
COM O CERCO QUE AGORA SE ANUNCIA
HÁ-DE VIR UM NOVO DIA
PRA ESCREVERMOS OUTRA TRAMA

OS MOÇOS QUE RIEM NOS BARCOS
NÃO VIERAM PELA SANTA
VÃO DESCALÇOS
TÊM TANTO A ESQUECER
TU E EU QUEREMOS ALGO
QUE HÁ QUEM DIGA ESTICA A CONTA
QUEM SABE, LUZIA
SE É A NÓS QUE A VIDA QUER

E SE AS CORRENTES TODOS SABEM ESTÃO À BEIRA
MESMO À BEIRA DE QUEBRAR
À NOSSA FRENTE JÁ SE VÊEM AS PORTADAS PARA UM MUNDO A COMEÇAR
BORA! VAMBORA! VAMBORA! BORA!

VEM COMIGO LUZIA
É O NOSSO TEMPO QUE NOS CHAMA
COM O CERCO QUE AGORA SE ANUNCIA
HÁ-DE VIR UM NOVO DIA
VEM ESCREVER UMA OUTRA TRAMA

AO ALTO BOMBOS!
AS RUAS CHEIAS DE FLORES
PELOS BECOS VÃO GENTES AMANSANDO SUAS DORES
TODOS RENEGADOS, ATURDIDOS
SEM CERTEZAS
É ESTA A NOSSA HORA
LUZIA VIANEZA

E SE O TEU PAI NÃO ACEITA, DESCONFIA
DO QUE EU TENHO PRA TE DAR
ELE QUE SAIBA QUE EU TRABALHO NOITE E DIA
PELO ROQUE POPULAR
BORA! VAMBORA! VAMBORA! BORA!

VEM COMIGO LUZIA
VEM COMIGO LUZIA
VEM COMIGO LUZIA



publicado por olhar para o mundo às 17:17 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Sábado, 26.05.12

 

Letra

 

Segui-te na estrada
Cantei-te para nada
Fiz montes e vales em busca de ti
Encontrei-me às portas da Morte
De tanto vergar, de tanto insistir
E, no mar, mil virgens à espera gritaram meu nome
Eu não respondi!

Sonhei que era cego
No bico de um prego
E quando acordei fui chorar escondido
Quem for Rei, virá num cruzeiro
Se eu quis ser rei foi para sê-lo contigo
Quando o Sol girar, e o Céu afundar
Ouvirás, finalmente, o que eu digo

Dei o teu retrato ao genro de um sapo
Herdei comprimidos para adormecer
Ah, e rezei à Santa Fortuna
À Deusa das Tréguas do meu querer
E a Verdade roubou um bote
De casco partido para ir morrer

A Jurisprudência
Leu-me a sentença:
Eu fora detido por parecer diferente
E morar na casca de um ovo
Sem ter cabido na cova de um dente
Quando eu quis falar ela pôs-se a andar
Tal o medo de ficar doente

Até que a Mãe-Feia
Me deu a ideia
De partir para a Guerra Santa do Sul
Ah, e talvez aí avistasse
Nalguma burka o teu olho azul
Só que o Vento ouviu no deserto
Que alguém andava perto e não eras tu

Perdido e cansado quis voltar a nado
Mas já ia longe a minha juventude
Fui deitar-me ao pé de um barraco
Adormeci num balde de crude
Quando o Sol nasceu Deus mostrou-se e eu
Defendi-me o melhor que pude



publicado por olhar para o mundo às 17:02 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.05.12

 

letra

 

As flores pelo chão

Pisadas desde o baile

O vento frio

Só mulheres de xaile

 

Tudo me contaram

Quando eu dei aos ares de Espanha

Uns desceram para sul

Eu fiquei a ver Idanha

 

Ai de mim

Não faço nem ideia

Prometi partir na lua cheia

Pago por um  bagaço na estação

Nos olhos de um varão

Vejo a fera da fronteira

 

Ir pra angola

pode mesmo ser a salvação

Ou são Paulo

receber calor de um povo irmão

 

Ir abastecer

onde há quem dance

 

Promessas de verão

Os mar e nozes quebram

Praia fora vão

Se águas más lhe pegam

Num posso mais remar

Que terra se alevante

Se firme a procurar

Quero ir pra adiante

 

Ai de mim

Se tudo é ao contrario

Tenho de ir cumprir nosso fadário

Acabo de engolir num repelão

Pregunta um bom beirão

se isto era necessário

 

Ir embora

pode mesmo ser solução

Ver trabalho

o frio compensa pela aflição

 

Mas se isto não mudar

Eu não descanso

 

E se eu for

Quem espera Mariana

Faz de mim nas guardas quentes de sua cama

 

E se eu for

Quem me faz de tua estampa

Para onde irás se só voltar

pra encontrar a minha campa

 

Ai de mim

Não faço nem ideia

Prometi partir na lua cheia

Pago-te um bagaço na estação

Nos olhos de um varão

Vejo a fera da fronteira



publicado por olhar para o mundo às 08:54 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.05.12

Os Diabo na Cruz abriram a casa, em Nova Oeiras, onde tocam faça sol ou chuva, ao DN. Ensaiaram à sombra das árvores da vivenda dos irmãos Pinheiro, os responsáveis pelas percussões da banda.

 

 

No espaço amplo repleto de flores, árvores e arbustos, pensaram e compuseram as músicas do álbum editado no mês passado " Roque Popular". Agora estão numa fase mais acústica, como afirma Jorge Cruz.

 

Antes de partirem para os dois próximos concertos, dia 23 de maio no Ritz Clube, em Lisboa e no próximo mês, em Praga, República Checa, receberam o DN no local onde, além de prepararem os próximos espetáculos, também descontraem.

 

Sob um sol abrasador, Jorge Cruz, o líder dos Diabo na Cruz, explicou como misturam a música tradicional com a linguagem do rock. Falou do espaço, da sala e do jardim de ensaio. Palavras ditas ao som da "Bomba Canção" tocada para o DN em versão acústica.

 

Retirado do DN



publicado por olhar para o mundo às 13:50 | link do post | comentar

Sábado, 14.04.12
Diabo na Cruz

Depois do lançamento de "Sete Preces", o primeiro single do novo disco "Roque Popular", os Diabo na Cruz desvendam um pouco mais do muito aguardado segundo álbum de estúdio com o video do tema"Bomba-Canção".

"Roque Popular" tem edição marcada para 23 de Abril, no mesmo dia em que arranca a Tour Roque Popular com as seguintes datas já confirmadas:

23 Abril: Castelo Branco, Semana Académica
24 Abril: Guimarães, CAE São Mamede, Capital Europeia da Cultura 2012
26 Abril: Viseu, Semana Académica
27 Abril: Porto, Hard Club
03 Maio: Leiria, Semana Académica
11 Maio: Ílhavo, Centro Cultural de Ílhavo
23 Junho: Praga, República Checa, Festival Lusófona

Bilhetes para o concerto do Porto já à venda em www.ticketline.pt e locais habituais. 

Vê aqui  o vídeo de "Bomba-Canção":

Retirado de Antena 3


publicado por olhar para o mundo às 12:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.03.12

 

Letra

 

Sete preces para evitar o que mereces
Para falsar se tu quisesses
Para emendar o que virá
Sete rezas numa só colher de chá 
Boa cama, bom encosto em mau sofá

Sete pragas na costura
Das noitadas, romarias
Franquiadas mal vestir e mal pagar
Mau respeito, má alcofa, mau deitar
Mau emprego, má canseira e mau sear 

Quer tu queiras, quer não
Os tempos são ?
Pouco importa o quanto tinhas
Saqueado, sem espinhas
rico em soar e perdas minhas
Falas para mim
? descobre seios sem fim
Mas mal o vento muda a direcção
Do telhado chova a mingua
Pinga... como água de seringa

Sete preces para evitar o que mereces
Para falsar se tu quisesses
Para emendar o que virá
Sete rezas numa só colher de chá 
Boa fama, boa cura de erva-mar

Sete raios concentrados em favaios
?
?
Sete formas ? até errar 
Sete noites de chuvada em alto mar



publicado por olhar para o mundo às 19:58 | link do post | comentar

Terça-feira, 08.03.11

 

 

Letra

 

Os loucos estão certos
Os certos estão fartos
Os fartos são modernos com os pés no chão

Os sogros estão pobres
Os pobres estão mortos
Os mortos são vivos em preservação

O bairro está cheio
As cheias estão à porta
O António das chamuças mudou de canal

Os loucos estão certos
É preciso ouvi-los
Foram avisados não nos querem mal

Os loucos estão parvos
Os parvos estão no trono
O trono que era bênção fez-se maldição

Os trilhos estão cruzados
A fome aí à espera
O tio veio ao casório para insultar o irmão

Os padres comem putos
Os putos comem ratos
Na igreja de São Torpes hoje há bacanal

Os loucos estão certos
É preciso ouvi-los
Foram avisados não nos querem mal

Ai, ai, ai
Já que a gente se habitua ao ai
Ai, ai, ai
Já que a borga continua
Já que o ritmo não recua
Seja o filho avô do pai

Os loucos estão certos
Os certos estão fartos
Os fartos são modernos com os pés no chão

Os trilhos estão cruzados
A fome aí à espera
O tio veio ao casório para insultar o irmão

Os padres comem putos
Os putos comem ratos
Na igreja de São Torpes hoje há bacanal

Os loucos estão certos
É preciso ouvi-los
Foram avisados não nos querem mal

Ai, ai, ai
Já que a gente se habitua ao ai
Ai, ai, ai
Já que a borga continua
Já que o ritmo não recua
Seja o filho avô do pai

 

 



publicado por olhar para o mundo às 17:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.03.11

 

 

Letra

 

Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que o comércio lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o rosto andar contente

Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que o comércio lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o rosto andar contente

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que a conversa lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o gosto andar contente

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

 

 



publicado por olhar para o mundo às 14:23 | link do post | comentar


Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
mais sobre mim
posts recentes

Diabo Na Cruz - Tão lindo

Diabo na Cruz - Saias

Diabo na Cruz - Heróis da...

Diabo na Cruz - Ó Luar

Amélia - Diabo na Cruz

Diabo na Cruz - Duzentas ...

Diabo na Cruz - Moça Esqu...

Diabo na Cruz, Carlão e P...

Diabo na Cruz anunciam di...

Diabo na Cruz - Vida de E...

arquivos

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

links
comentários recentes
Pena estes rapazes não terem mais popularidade. A ...
Nome do autor da letra?Não se escreve?Falta de res...
A LETRA É ASSIM!!!E NÃO ASSADO!!!!MaMãe, tu estás ...
As partes que não consegui perceber estão com reti...
https://www.google.pt/amp/s/www.musixmatch.com/pt/...
Vou adicionar nos meus favoritos, sou brasileira, ...
" Para que o tremoço o almoço e o alvoroço demorem...
Letra e música do SiulProdução do Siul Sotnas e Mi...
que puta de letra fdx
Epá, o que é isto?Borrei-me todo com este "Mal des...
Posts mais comentados
blogs SAPO
subscrever feeds