
Vencedores serão conhecidos em cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios
Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Globos de Ouro e são vários os artistas ligados à Universal Music Portugal que voltam a estar nomeados para estes prémios da SIC.
Na categoria de Melhor Intérprete Individual encontram-se entre os nomeados os cantores António Zambujo e Cristina Branco.
No ano passado, António Zambujo lançou “Até Pensei Que Fosses Minha”, disco de tributo a Chico Buarque (que também colabora), e que vai ser apresentado ao vivo nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente.
Já Cristina Branco lançou também em 2016 o álbum “Menina”, que já foi distinguido com o Prémio Autores 2017 na categoria de Melhor Disco, tendo nesse disco cantado temas assinados por Luís Severo, Filho da Mãe, André Henriques (Linda Martini), Kalaf, Jorge Cruz, entre outros.
Na categoria de Melhor Grupo estão entre os nomeados os Dead Combo e Deolinda.
Os Dead Combo conquistaram em 2016 a marca de Disco de Ouro com o álbum “A Bunch of Meninos”, além de terem lançado o disco “Dead Combo e as Cordas da Má Fama”.
Os Deolinda lançaram o álbum “Outras Histórias”, que na altura entrou diretamente para o n.º 1 do top de vendas, além de ter atingido o galardão de Disco de Ouro. O álbum foi reeditado a propósito da celebração de 10 anos de carreira do grupo no inicio deste ano, nos coliseus.
Os vencedores dos Globos de Ouro serão conhecidos numa cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, apresentada por João Manzarra.
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Prémios são entregues a 24 de maio no Coliseu de Lisboa
DEAD COMBO
Digressão norte-americana arranca em Março
Banda sonora de novo filme com Will Smith inclui duas canções do grupo.
Os Dead Combo são a nova confirmação no cartaz do NOS Alive’15.
A dupla portuguesa passa pelo evento a 11 de julho, sendo a primeira confirmação para o terceiro dia do festival.
Em apresentação estará o seu mais recente álbum de originais, “A Bunch Of Meninos”, com o qual esgotaram, na semana passada, o Coliseu dos Recreios.
Além de Tó Trips e Pedro Gonçalves, já têm passagem assegurada pela edição 2015 do NOS Alive os Muse, Metronomy e Alt-J, que atuam no primeiro dia do certame; e The Ting Tings, Kodaline e Future Islands, que sobem ao palco no segundo.
O NOS Alive’15 regressa ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 9, 10 e 11 de julho. Os bilhetes para o festival já estão à venda nos locais habituais.
Retirado do Sapo Música
DEAD COMBO
"A Bunch of Meninos" reeditado antes dos concertos nos coliseus
Banda continua na estrada a promover o aclamado disco deste ano
DEAD COMBO
DEAD COMBO apresentam videoclip de "Povo Que Cais Descalço"
Em Dezembro, actuam no Coliseu de Lisboa
Concertos no final do ano no Coliseu de Lisboa, no Coliseu Micaelense - S. Miguel - Açores e no Teatro Rivoli - Porto
Letra
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

PORTUGAL ESTÁ RENDIDO AO NOVO
ÁLBUM DOS DEAD COMBO
«A BUNCH OF MENINOS» ENTROU DIRECTAMENTE PARA O Nº1 DO TOP NACIONAL
Nº 1 DO iTUNES E MEO MUSIC NA SEMANA DE ESTREIA
De uma banda única, não se podia esperar outra caminhada. Por isso, «A Bunch of Meninos» foi revelado de forma ímpar. Depois de uma pré-venda inovadora no mercado português – que incluía quatro «instant grats» –, antes da edição do novo álbum, os Dead Combolançaram-se à estrada e iniciaram uma digressão nacional. No regresso à Lisboa a que já chamaram Mulata, ocuparam os estúdios da SIC e tornaram o Jornal da Noite de domingo, dia 9 de Março, um evento inigualável, ao sonorizarem a totalidade do noticiário televisivo. Mas, se a sua música revela uma inspiração singular, ao longo da passada semana, os Dead Combo deram-se a conhecer, ainda, um pouco mais: ao serem os responsáveis pela primeira curadoria do canal do Ípsilon no Spotify, revelaram as obras que mais os inspiram. Diariamente, Pedro Gonçalves escolheu três canções e Tó Trips outras três, oferecendo, de forma genuinamente excepcional, as principais premissas condutoras para a paixão que motiva as canções por que todos já se deixaram seduzir. Tudo isto levou-os também a alcançar o nº 1 no iTunes e no Meo Music.
«A Bunch of Meninos» marca o regresso dos Dead Combo aos discos e dá mote para uma digressão que vai ter um momento muito especial: no dia 21 de Março, todos os caminhos vão, literalmente, dar ao palco do emblemático Coliseu dos Recreios, em Lisboa, o lugar onde a dupla e o seu público se vão reunir, de forma intimista e com lotação limitada. É certo que a jornada de «A Bunch of Meninos» já se tornou inesquecível mas esta será uma noite que todos vão querer recordar.
Com edição da Universal Portugal e composto por 13 novas canções, assinadas integralmente por Tó Trips e Pedro Gonçalves. Gravado em Setembro de 2013, nos Atlantic Blue Studios, o quinto álbum dosDead Combo foi produzido pela banda e por Hélder Nelson, contando com as participações especiais de Alexandre Frazão (bateria e percussão) e António Sérginho (percussão).
Letra
Esas lagrimas son pocas
No, me pueden conmover
Tienes que llorarme un rio
Si me quieres convencer
Subete aquella montaña
Y en sus cumbres con valor
Grita al mundo que te mueres
Porque te falta mi amor
Entonces habras pasado por lo que pase
Te acuerdas cuando te fuiste
Como suplique
Ay esas lagrimas son pocas
No, no me pueden convencer
Tienes que llorarme un rio
Y me tendras a tus pies
Entonces habras pasado por lo que pase
Te acuerdas cuanto te fuiste
Como suplique
Ay esas lagrimas son pocas
No, no me pueden conmover
Tienes que llorarme un rio
Y me tendras a tus pies
A ESPERA PELO NOVO ÁLBUM DOS DEAD COMBO ESTÁ A CHEGAR AO FIM!
«A Bunch of Meninos» vai ser editado na próxima segunda-feira, dia 10 de Março
Quinto registo da dupla portuguesa já pode ser ouvido, em exclusivo, no Spotify
O vídeo “ a bunch of Meninos” também já está disponível aqui.
Composto por 13 novas canções, assinadas integralmente por Tó Trips e Pedro Gonçalves, «A Bunch of Meninos» é o sucessor do aclamado «Lisboa Mulata», de 2011. Gravado em Setembro de 2013, nos Atlantic Blue Studios, o quinto álbum dos Dead Combo foi produzido pela banda e por Hélder Nelson, contando com as participações especiais de Alexandre Frazão (bateria e percussão) e António Sérginho (percussão).
No dia seguinte à edição do disco, a 11 de Março, a partir das 18h30, «A Bunch of Meninos» será o ponto de partida para uma conversa animada e descontraída, que reunirá a dupla com as jornalistas Vanessa Augusto, da Antena 3, e Cláudia Matos Silva, da Oxigénio, na Fnac do Chiado. Mas os convites não se ficam por aqui: no dia 21 de Março, o público dos Dead Combo pode juntar-se novamente à banda, desta feita, para subir ao palco do mítico Coliseu dos Recreios, em Lisboa, num formato intimista e com lotação limitada – exactamente os moldes nos quais as melhores memórias são criadas.
«A Bunch of Meninos» vai ser editado, pela Universal Music Portugal, no dia 10 de Março.
NOVO ÁLBUM DOS DEAD COMBO
VAI SER EDITADO A 10 DE MARÇO
Pré-venda de «A Bunch of Meninos» disponível
no iTunes e inclui quatro «instant grats»
Foi a primeira vez que uma banda nacional decidiu apresentar um álbum desta forma mas a visão dos Dead Combo já se revelou um sucesso: o novo registo da dupla composta por Tó Trips e Pedro Gonçalves está disponível, em pré-venda, no iTunes, a um preço especial, e inclui quatro canções em forma de «instant grat», à cadência de uma por semana.
«A Bunch of Meninos» só chega às lojas no dia 10 de Março mas o véu começou, assim, a ser desvendado. Depois de «A Bunch of Meninos», a canção que dá nome ao álbum, e de «Povo Que Cais Descalço», «Miúdas e Motas» é o «instant grat» desta semana, seguindo-se «Waits», finalmente, no dia 3 de Março.
O segundo teaser para «A Bunch of Meninos» já está disponível,aqui.

«A BUNCH OF MENINOS»
NOVO ÁLBUM DOS DEAD COMBO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL EM PRÉ-VENDA NO iTUNES
Compra antecipada inclui quatro «instant grats»
«A Bunch of Meninos» chega às lojas dia 10 de Março
No entanto, as novidades não se ficam por aqui: quem adquirir «A Bunch of Meninos» antecipadamente, receberá quatro canções do quinto registo da dupla de Tó Trips e Pedro Gonçalves, em forma de«instant grat» e à cadência de uma por semana. Mas ainda há mais – além de desvendar estes singles, esta pré-venda permite, igualmente, a compra de «A Bunch of Meninos» a um preço especial!
Formados em 2003, como resposta a um desafio do radialista Henrique Amaro, para participarem numa homenagem ao guitarrista Carlos Paredes, a dupla já foi descrita como «uma lufada de ar fresco», não sendo, por isso, de estranhar que seja, também, a primeira banda portuguesa a apresentar um disco desta forma inovadora. A canção que dá nome ao álbum é o primeiro single de«A Bunch of Meninos» e o «instant grat» desta semana. Seguir-se-á, a 17 de Fevereiro, «Povo Que Cais Descalço», «Miúdas e Motas» no dia 24 de Fevereiro e, finalmente, dia 3 de Março, «Waits». Ou seja, semanalmente, o «instant grat» vai mitigar a grande ansiedade pela descoberta daquele que é, sem sombra de dúvidas, um dos mais aguardados registos de 2014.
Composto por 13 novas canções, assinadas integralmente por Tó Trips e Pedro Gonçalves, «A Bunch of Meninos» foi gravado em Setembro de 2013, nos Atlantic Blue Studios. Produzido por Hélder Nelson e pelos Dead Combo, o disco conta com as participações especiais de Alexandre Frazão (bateria e percussão) e António Sérginho (percussão).
«A Bunch of Meninos» vai ser editado, pela Universal Portugal, no dia 10 de Março.
«A BUNCH OF MENINOS»
É O REGRESSO DOS DEAD COMBO
Novo álbum vai ser editado a 10 de Março
Depois de um 2013 inesquecível, marcado pelas comemorações de uma década de carreira, os Dead Combo estão de volta aos álbuns: «A Bunch of Meninos» vai ser editado, pela Universal Portugal, no dia 10 de Março. Para apresentar o novo registo, a dupla de Tó Trips e Pedro Gonçalves faz as malas e parte para uma digressão nacional, que arranca no dia 8 de Março, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e que se estenderá até ao próximo mês de Junho. Com passagem garantida pelos principais teatros portugueses, este périplo dos Dead Combo terá como momento especial o concerto de 21 de Março, onde, em formato intimista e para uma plateia com lotação limitada, a dupla irá, literalmente, ocupar o palco do Coliseu dos Recreios, uma das mais emblemáticas salas do país.
Composto por 13 novas canções, assinadas integralmente por Tó Trips e Pedro Gonçalves, «A Bunch of Meninos» foi gravado em Setembro de 2013, nos Atlantic Blue Studios. Produzido por Hélder Nelson e pelos Dead Combo, o álbum conta com as participações especiais de Alexandre Frazão (bateria e percussão) e António Sérginho (percussão).
«A Bunch of Meninos» é a narração de uma aventura de perseguição e sobrevivência, misto de dura realidade e estranho sonho, passado numa qualquer cidade sinuosa e cinzenta, como fica demonstrado no texto de Pedro Gonçalves que acompanha o disco:«Saíram pela porta das traseiras, no meio do espesso nevoeiro que se tinha colado à pele da cidade. A já ténue luz das ruas transformara-se em fantasmas que desapareciam. Eu fiquei sentada na poltrona cor de sangue, apontando o revólver àquela cambada de meninos. Eram seis, mal encarados, bem vestidos, mal cheirosos, lacaios como sempre. Enquanto eles os dois corriam pelas ruas em direcção ao infinito, eu mantinha-os à distância de uma bala. Depois entrou o de bigode, o mexicano do casaco de pele de coelho. Foi quando partiram os seis em busca deles. “Tus amigos…. Esos que se hacen llamar músicos, están muertos!” – disse. Ri-me. Levantei-me e saí. Dias mais tarde, encontrámo-nos num hotel distante e celebrámos termos escapado vivos daquele buraco em que se tinha transformado a cidade. “A Bunch of Meninos”, gritávamos, enquanto esvaziávamos mais uma garrafa. Quando acordei, com o sol a rasgar o branco das cortinas, estava só, mais uma vez…»
Estes são os primeiros espectáculos confirmados na digressão nacional dos Dead Combo:
8 Março - Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)
14 Março - Fórum Municipal Luísa Todi (Setúbal)
15 Março - Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha
21 Março - Coliseu de Lisboa – Palco
22 Março - Teatro Aveirense (Aveiro)
29 Março - Escola de Artes e Ofícios (Ovar)
3 Abril - Oficina Municipal de Teatro (Coimbra)
5 Abril - Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre
10 Maio - Teatro Faialense (Horta / Açores)
17 Maio - Auditório Municipal Augusto Cabrita (Barreiro)
22 Maio - Teatro Garcia de Resende (Évora)
23 Maio - Teatro Municipal de Faro
5 Junho - Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)
7 Junho - Theatro Circo (Braga)
Depois de terem dado um concerto esgotado em Abril, em Lisboa, de terem andado por França, Macau, México ou, mais recentemente, pelo Brasil, depois de terem lançado uma banda desenhada biográfica e uma fotobiografia, o guitarrista Tó Trips e o contrabaixista Pedro Gonçalves reúnem-se na Galeria Zé dos Bois (ZDB) para tocar todas as canções.
Na quinta-feira, interpretam "vol. 1" (2004), na sexta-feira "Vol. 2 - Quando a alma não é pequena" (2006), no sábado, "Lusitânia Playboys" (2008) e, no domingo, "Lisboa Mulata" (2011).
O espaço escolhido foi a pequena sala de concertos da ZDB, associação cultural que serviu de casa de ensaios e palco para alguns concertos do grupo ao longo dos dez anos de carreira.
Aliás, foi na ZDB que os dois músicos se conheceram, formando pouco depois a identidade musical dos Dead Combo, com um contrabaixo e uma guitarra eléctrica em torno de referências que vão da música portuguesa à americana, passando pela América Latina.
Há dez anos, Pedro Gonçalves e Tó Trips estavam em paralelos distintos da música independente, mas gravaram uma música para uma compilação dedicada a Carlos Paredes e perceberam que tinham afinidades.
"Não queríamos um conjunto com bateria e cantor. Queríamos que houvesse uma identidade portuguesa. De resto não havia ambições. Estávamos um bocado cansados dos meios de onde vínhamos", afirmaram os músicos no começo deste ano à agência Lusa.
Ainda hoje, passados dez anos, acham que Dead Combo ainda é um projecto um "bocado ovni", como descreveu Tó Trips.
"Um dos problemas é não saberem bem onde nos encaixar: no rock, na alternativa, na world music. Têm tendência para associar a música ao fado e não tem nada a ver. Também associam à música do [Ennio] Morricone, a Tim Burton, à cidade de Lisboa", enumeraram.
Aos quatro álbuns de estúdio que revisitam até domingo, juntam-se ainda os registos ao vivo "Dead Combo & Royal Orquestra das caveiras ao vivo no São Luiz" (2009) e "Live Hot Clube" (2010).
Para 2014 fica reservada a edição do novo álbum.
Retirado do Sol
Letra
Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar
Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Já vejo a vida a fugir
Da força de resistir
Já não consegue respirar
Do céu eu vejo descer
O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar
Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...
Impressionar...

Os Dead Combo regressam à Galeria Zé dos Bois, espaço associado à criação da banda, entre os dias 12 e 15 de dezembro, para quatro concertos especiais, comemorativos dos dez anos de carreira do projeto.
A dupla reservou para cada uma das noites a interpretação, na íntegra, de cada álbum editado. “VOL.I” será interpretado no dia 12 de dezembro; “VOL.II” no dia 13; “Lusitânia Playboys” no dia 14; e “Lisboa Mulata” no dia 15.
As verbas de bilheteira resultantes destes concertos irão reverter para a gravação do novo disco de originais da dupla, cuja edição está prevista para o primeiro trimestre de 2014. A respetiva digressão de apresentação irá decorrer entre março e maio do mesmo ano.
Também no âmbito dos dez anos de carreira, os Dead Combo lançam, a 7 de novembro, “10 anos de Vadiagem” – uma fotobiografia que reúne imagens de bastidores, de concertos e ensaios, captadas por fãs e profissionais, que registam esta década de vida da dupla lisboeta.O livro é uma edição da Chiado Editora e estará disponível nas lojas pelo preço de €15.
Nesse mesmo dia, a obra será apresentada na Galeria ZDB, num evento que contará com a presença de Tó Trips, Pedro Gonçalves, do jornalista Mário Lopes e dos responsáveis deste espaço cultural, Sérgio Hydalgo e Naxto, como oradores convidados, pela ligação íntima que têm à origem e percurso da banda.
Ficará depois patente, naquele espaço do Bairro Alto, de 7 a 14 de novembro, uma exposição que destaca algumas das fotografias que integram o livro.
Note-se que os Dead Combo passam esta semana pelo México, onde se estreiam no Festival Cervantino, o maior da América Latina. A dupla atravessa, depois, o Atlântico, para uma participação especial no Festival SIM, em São Paulo, em dezembro.
Retirado do Sapo Música
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