Domingo, 06.11.16

 

Letra

 

Era tudo quando ela me dizia,
"benvindo a casa", numa voz bem calma
Acabado de entrar, pensava como reconforta a alma
Nunca tão poucas palavras tiveram tanto significado
E de repente era assim, do nada, como um ser iluminado -
Tudo fazia sentido, respirar fazia sentido,
Andar fazia sentido, todo o pequeno pormenor em pensamento perdido
Era isto que realmente importava,
Não qualquer outro tipo de gratificação
Não o que se ganhava,
Não o que dizem de nós não, não, não
Um novo carro, uma boa poupança,
Nem sequer a família, ou a tal aliança - nada?
Apenas duas palavras e um artigo,
Formavam a resposta universal
A minha pedra filosofal
Seguia para dentro do nosso pequeno universo
Um pouco disperso - pronto disponível para ser submerso
Naquele mar de temperatura amena que a minha pequena
Abria para mim, sempre tranquila e serena

Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Como queremos nós ter um sorriso maior

Bem-vindo a casa dizia quando saia de dentro dela
Bonito paradoxo inventado por aquela dama bela
Em dias que o tempo parou, gravou, dançou,
Não tou capaz de ir atrás, mas vou
Porque sou trapalhão, perdi a chave, nem sei o meu caminho
Nestes dias difusos em que ando sozinho definho
À procura de uma casa nova do caixão até a cova
O percurso é duro em toda a linha, sempre à prova

Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Como queremos nós ter um sorriso maior

Por isso escrevo na esperança que ela ouça o meu pedido
De desculpas
De socorro
De abrigo
Não consigo
Ver uma razão para continuar a viver sem a felicidade a meu lar
Na minha casa, doce casa, já ouviram falar?
É o refúgio de uma mulher que deus ousou criar
Com o simples e unico propósito de me abrigar
Não vejo a hora de voltar lá para dentro, faz frio cá fora
Faz tanto frio cá fora que eu já não vejo a hora?

O calor é um alimento que eu preciso
O amor é apenas um constante aviso
Se sabes que eu não vivo dessa forma
Tu sabes que eu não sinto dessa forma

Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Como queremos nós ter um sorriso maior (4x)

 



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Quarta-feira, 13.07.16

 

Letra

 

Nada de novo neste panorama, a mesma trama:
O people na rua continua todo à mama
Permanentemente em estado de alerta
À espera da altura certa, numa porta entreaberta
Há esquemas novos em folha para serem postos em prática
De uma forma maquinal, automática
Nada mais natural para todos os vivos
Nativos cativos da rua para sempre esquivos
Agarrados não tão parados por um segundo
De um lado para o outro correm meio mundo, no fundo
Há banhadas para serem dadas (contos de fadas)
Histórias maradas para serem contadas
Comeca um estrilho por dá cá aquela palha (malha, malha)
Um bacano todo fudido, nunca falha, nunca falha
Da necessidade muitos fizeram virtude
Com a esperança de que talvez um dia tudo mude...

Refrão:
Na mesma: as putas continuam a atacar, dealer's a dealar
Junkies a comprar, putos vivos a roubar
Não há nada de novo, não há nada de anormal
E as cenas desenrolam-se de forma casual

Pretendendo, querendo, falando, mostrando uma nova actividade
Não sei o que pensam, não sei o que vêem a não ser a realidade
Um mundo fudido que toda a gente desfruta:
Agarrados, putos fudidos, inocentes e até mesmo filhos da puta
No meio disto tudo as prostitutas são as lixadas:
Levam porrada, são violadas e têm que estar caladas
Mas a vida continua e enquanto há vida há esperança
Penso eu, pensamos nós que um dia haverá então a tal mudança
Só queremos que sigam o verdadeiro rumo
Que sigam o caminho certo e não um caminho oportuno
Porque este rumo, sim, é o futuro
E se este não é o caminho certo, pelo menos é o mais seguro

Refrão

Ao mesmo tempo que um drogado compra o produto
Uma velhinha é assaltada por um puto
Uma prostituta é violada e largada num viaduto, tudo isto é fruto
Resultado de uma desigualdade que nos rodeia
Pela cidade a criminalidade vagueia, começa a estender-se como uma teia
Ei-la aí: cada vez mais difícil de conter
Uns com ela a sofrer
Outros para o aumento dela contribuir, porque é dela que vão subsistir
Ladrões sempre haverão de existir, enquanto houver o que roubar...
Resta apenas saber-se o que vão roubar
Drogados sempre existirão enquanto houver dealers a traficar
Basta apenas lançar um pequeno olhar sobre o rumo dos acontecimentos para ver que as cenas têm tendência a piorar
É um cenário difícil de alterar...

Refrão

 



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Segunda-feira, 28.03.16

 

Letra

 

Ligo directo para a caixa de correio só para ouvir a
tua
voz,
Sei que é cena fora mas todo o dia chega a hora
em que
o lado esquerdo chora quando se lembra de nós
A vida corre tranquila, cada vez menos reguila
meto guita de parte e a cabeça não vacila tanto
Para minha alegria e meu espanto
Pode ser que o passado fique por onde deve estar:
No pretérito imperfeito, já que não é mais-que-
perfeito,
Este é um presente que eu aceito
Para atingir a tranquilidade
Que supostamente se atinge com a nossa idade
A verdade é que a saudade do que passou
Não é mais que muita...
Mas por muita força que faça ela passa por saber que
te vivi...
Tu deste tudo e eu joguei, arrisquei e perdi
Agora,

Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu Mundo que eu mudei o meu.

Cada vez que eu ligo tento deixar mensagem
mas acabo por nunca arranjar a coragem
Necessária
Gostava apenas de partilhar contigo o quotidiano
habitual
Nada que se compare com as correrias
doutras alturas e doutros abismos
E já que falo por eufemismos
Gostava de dizer que ainda gosto bastante de ti...
A casa tá diferente, parece digna de gente
Dá gosto sentar no sofá com a tv pela frente
Comprei uma máquina de café
Xpto, bem bonita, azul bebé
Ocasionalmente cozinho e bebo o meu vinho
E esqueço o fumo que nos dava aquele quentinho
Hoje em dia é mais à base do ar condicionado
Condicionei a tentação num clima controlado
Quero que saibas que tou bem, sei que tu mais ou
menos
Sempre gostaste de brincar em perigosos terrenos
Em relação a isso eu não sei o que fazer
E se calhar é por isso mesmo que acabo por não dizer
que
a verdade é que a saudade do que passou
Não é mais que muita...
Mas por muita força que faça ela passa por saber que
te vivi...
Tu deste tudo e eu joguei, arrisquei e perdi
Agora,

Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu Mundo que eu mudei o meu.

 



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Domingo, 27.03.16

 

Letra

 

Toda a gente critica o telemóvel do vizinho
Mas no fundo toda a gente queria ter um igualzinho
Toda a gente grita: todos diferentes todos iguais!
Mas se calhar há uns quantos bacanos a mais
Toda a gente quer ser solidária
Mas na hora da verdade toda a gente desaparece da área
Toda a gente quer ser muito moderna
Mas a tacanhez essa há-de ser eterna
Toda a gente quer fazer algo de original
Acabando por copiar aquilo que acham original
Toda a gente repara que acabo duas frases da mesma maneira
(se for esse o caso toda a gente caiu na ratoeira)
Apenas quero confirmar se estou a receber a devida atenção
Da parte de toda a gente que ouve essa canção
Toda a gente precisa de parar e relaxar um bocado
E eu, como toda a gente, já 'tou stressado

Refrão:
Pego no microfone e faço disso o meu talento
Por fora, por dentro, mostrando o meu rebento
Superficial, composto, directo e indirecto
Tá-se cool e tá-se bem
Entrega-te ao meu som é agora o que convém
(2x)Toda a gente critica
Toda a gente tem muita pica,
Mas é na mesa do café que toda a acção fica,
Não há dinheiro que pague este sozinho…
Manda mas é vir mais um cafézinho

Toda a gente até compra camisa
Mas dessa treta ao fim ao cabo já ninguém precisa
Toda a gente fala da situação em Timor
Muitos para ganharem algo, e muito poucos por amor
Há quem costume falar de revolução
Mas a revolução não vai ser transmitida na televisão
Ela tem que acontecer dentro de cada um
Caso contrário nunca chegaremos a lugar algum
Há quem queira resolver os problemas do mundo inteiro
De uma só vez, confiante, tal e qual um bom escuteiro
Mas enquanto se perseguem tão nobres ideais
Esquecemo-nos de limpar os nossos quintais
Tentamos combater todos os males da terra
Quando afinal é na nossa casa que começa a guerra
Toda a gente devia parar de falar olhar para dentro e agir
Virgul - dá-lhe a seguir

Refrão

 



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Sábado, 21.06.14

 

 

Letra

 

A viver cada dia como se fosse o meu primeiro
Parto chavões pelo meio
E cago no letreiro
Que me diz que é proibido fumar por aqui
Acendo um nite por ai e a minha dama só se ri
Não é defeito nem feitio
É característica
Personalidade forte humana nunca artística
Artista faz que sente não sente o que faz
Trabalha para um para os demais é capataz
Eu quero a liberdade deixar voar a vontade
Deixa-la perseguir a sua própria verdade
É este o pressuposto genuíno compromisso
Não esperes mais do mesmo puto, já caguei nisso
Faço o que faço pelo lado esquerdo do peito
Ás vezes não suporta bem
Eu não lhe julgo defeito
O saldo é positivo mesmo que o banco não o diga
Cada dia é o primeiro e então vem comigo e siga
Putos precisam de levar um empurrão
Quando pensam para lá de apanhar um grande mocão
Eu também curto de vez em quando mas não é por sistema
Por falar em sistema eu até curto sistema
Não é sistema do governo 
É outro sistema
Uma xuinga na boca quê? não tem problema
Não é sistema do governo 
É outro sistema
Uma xuinga na boca quê? Não tem problema

Também vicio PSP, DVD e TV
Bato bola sobre bola no café com UGT
Mas há tanto mais na vida para além disso
O tempo vai passando e tu nem das por isso
“Quase nos 30 e ainda na casa dos teus pais? Tem vergonha na cara, quê? Não vês que estas a mais? O eufemismo gera tédio, o tédio gera ódio, eu não te vejo a batalhar por um lugar em qualquer pódio.”
Concentra a energia que desperdiças dia a dia
Muda de vida e ela muda em sintonia
Olhas para mim e eu vejo inveja e desprezo
Eu não tenho qualquer culpa que tu andes sempre teso
Parado no café a dissertar sobre o rui costa
Tu não tens o dez nas costas
Tu és o dez da costa da Caparica
Jogo de bola a dar paleta para a crica
Brinca na areia
Sem guita para uma briga
Que se foda a guita boy
Isso não é importante
O importante e que faças algo que faça valer cada instante
Acorda para a vida isso não é sistema
Por falar em sistema eu até curto sistema
Não é sistema do governo 
É outro sistema
Uma xuinga na boca quê? Não tem problema
Não é sistema do governo 
É outro sistema
Uma xuinga na boca quê? Não tem problema




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Quinta-feira, 20.03.14

 

Letra

 

(yo... ritmo amor e palavras.
é me'mo assim... doninha presente e AC a produzir um g'anda beat...
2005... quê?
sabes bem...
o quê?
check...)

O que seria do amarelo se tudo fosse azul?
Quem abanava esta merda se fossemos sempre cool?
Quem é quem para dizer o que é certo ou errado?
Antes não ser escutado a ser mal interpretado
Criticado por algum pseudo-músico frustrado
Julgado, condenado sem ser consultado
Não sei quem tu és, tu não sabes quem eu sou
Não sei onde estás, tu não sabes para onde vou
Onde estou, donde vim, o que faço, o que penso
Não me julgues, não rotules, etiquetas, eu dispenso
E o que é nem sempre parece à primeira vista
Não sei o que tu vês mas não me vejo artista
Sou igual e diferente, péssimo e excelente
Dou-me bem com toda a gente, conheço gente que conhece gente
Dou-lhe com a alma mas cansei-me desta porra
Cansado de vê-los sentados à espera que a cena morra

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

Se uma pancada no olho faz ver eu vejo bem melhor
Quando a situação tá pesada e todo nigga é hardcore
Mantenho um nível de eleição para toda a gente ouvir
Aquilo que me faz sentido sentir quando quero posso e mando fluir
Deixa-me explicar o que sou, donde vim, para onde vou
Experiencia genetica como Michael Franti falou
Luso-Africano ou Afro-Lusitano? Não sou cavalo, sou humano
Puro-sangue aqui é engano, Tenho tuga, bife e cabo-verdeano
A mistura é refinada, o resultado? Mulato bem bacano
Represento a união em carne e osso - a prova viva
Que é possível quebrar qualquer barreira
Com a saliva bem activa eu rimo tipo united colors of carlão
O som tem que ser fusão ou seria uma decepção
Rapper janado, gosto de punk e hardcore, mas dá-me bossa nova
E eu peço-te um encore
O espaço já foi criado a identidade é própria
A variedade é mais que muita chama-lhe panóplia
De estilos livres que abrem mundos neste mundo
A revolução é nossa puto, não pára por um segundo

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

A ideia é ser original e criar a nossa própria cena
Não movimento: movimentos, assim já vale a pena
Mantenho a diferença de ser igual a mim próprio, a mais ninguém
Já nasceu comigo, comigo irá até ao além
Há que respeitar para conhecer, conhecer para respeitar,
Aprender com aquilo que à partida se possa estranhar
A vida é curta para desperdicio de tempo precioso
E a inveja apenas o reflexo de um espírito ocioso

Ah pois é,
Toda a gente fala, toda a gente opina e sabe
Espetem o barrete onde ele cabe
Sem favores faço por merecer o meu espaço
E dou tudo o que tenho em cada novo compasso
Por onde passo, deixo a marca que marca o que faço
E o que faço, faço fazendo eu não ameaço
Ambiciono o amor, não ambiciono a fama
E acredito que só somos alguém quando alguém nos ama

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

Eu não sei quem tu és
Tu não sabes quem sou
Só vês o que queres ver
O que é que vais fazer?

 



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Terça-feira, 14.05.13

 

Letra

 

A noite era calma, a chuva era intensa...uma fartasana mas isso é sem ofensa..sou eu e ela naquele fartote..amor, prazer...e eu mostrava o meu forte...com muita calma..com muito amor...ela na minha alma e eu gritando por favor...

Refrão:
Nunca me deixes...preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar...sinto a tua presença até no meu olhar... (bis)

Meu amor..minha dor...meu prazer...meu terror...razão de toda a fé e desgraça no criador...tarde de verão..noite de inverno...brisa de paraíso ou chama de inferno...és como dois num...versão concentrada...para a minha razão..angustia da serenata...sempre ao meu lado..sempre longe de mim...sempre mais que suficiente...sempre assim assim

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar....sinto a tua presença até no meu olhar!! (bis)

Agora... Embora...tudo passou!!..ela endoideceu...e logo me largou...sem preconceito andar à deriva...eu andava só...e não tinha mais saída...agora meu irmão..pensa um bocado...como passarias se estivesses neste caso...entre duas paredes num lugar estreito...é como querer nadar sem ter o braço direito!!!

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar...sinto a tua presença até no meu olhar (bis)

(interrupção instrumental...)

Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar..sinto a tua presença até no meu olhar...(bis)...



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Letra

 

Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos, 
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício. 
A minha vida passada misturou-se com a futura, 
E houve no meio um ruído do salão de fumo, 
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez. 

Ah, balouçado 
Na sensação das ondas, 
Ah, embalado 
Na ideia tão confortável de hoje ainda não ser amanhã, 
De pelo menos neste momento não ter responsabilidades nenhumas,

De não ter personalidade propriamente, mas sentir-me ali, 
Em cima da cadeira como um livro que a sueca ali deixasse. 

Ah, afundado 
Num torpor da imaginação, sem dúvida um pouco sono, 
Irrequieto tão sossegadamente, 
Tão análogo de repente à criança que fui outrora 
Quando brincava na quinta e não sabia álgebra, 
Nem as outras álgebras com x e y's de sentimento. 

Ah, todo eu anseio 
Por esse momento sem importância nenhuma 
Na minha vida, 
Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos —

Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma, 
Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem
inteligência para o 
Compreender 
E havia luar e mar e a solidão, ó Álvaro.



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Sábado, 20.04.13

 

Letra

 

A noite era calma
a chuva era intensa
uma fartazana
mas isso é sem ofensa
só eu e ela
naquele fartote
amor prazer e eu mostrava o meu forte
com muita calma,com muito amor
ela na minha alma
e eu gritando por favor
Nunca me deixes
preciso de
o amor é uma locura e tu precisas de mim
em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presença
até no meu olhar.
Meu amor
minha dor
meu prazer
meu terror
razao de toda a fé e descrença no criador
tarde de verão
noite de inverno
brisa de paraiso
ou chama de inferno
és como 2 em 1
versão concentrada
para minha razão angustiada serenata
sempre ao meu lado semprelonge de mim
sempre mais q suficiente,
sempre assim,assim...
Agora embora tudo passou
ela endoideceu
e logo me largou
sem preconceito
andar à deriva
eu andava

e não tinha mais saida
Agora meu irmão
pensa um bocado
como passarias
se estivesses neste caso
entre duas paredes
num lugar estreito
é como querer nadar sem ter o braço
direito


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Sexta-feira, 01.03.13

 

 

 

Letra

 

Bora lá fazer a puta da revolução
Dar a volta a esta merda de uma vez por todas
Eu não me consigo pactuar com este estado de coisas
Tá na hora de pegarmos no assunto com as nossas mãos
Vamos ver...
Segunda não dá jeito porque saio sempre tarde
Á terça e á quinta tenho terapia não dá para faltar
Ás quartas tenho a lerda com a rapaziada
Sabes que a cartada é sagrada boy, não me digas nada
Sexta feira é dia de apanhar uma bela toca
Sábado levo o puto ao happymeal com um sorriso na boca
Resta o domingo, só espero não estar muito cansado
Se o benfica não jogar boy, ta combinado.



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Sábado, 26.01.13

 

 

letra

 

Acordas todo santo dia a ressacar
Sempre a pensar como é que te vais orientar
Ainda ontem tinhas tudo na mão
Mas nunca chega pois não meu irmão ?
Vais ter que inventar mais um esquema marado
Um pouco de sorte e és de novo catado
Não há espiga Desde de que fiques de cabeça cheia
Que se lixe o mundo ,tu queres é a tua meia
Cada vez há menos espaço na tua cabeça
Não há ideia nova que não te aborreça
Atrofias , atrofias , não dás por nada
Não percebes que alguma coisa esta errada
Tenta compreender eu não falo á toa
Porque eu não sou como qualquer pessoa
Que fala sem saber ….
Sinceramente gostava de o ser
Mas eu já senti na minha própria pele
Essa dor tão amarga como puro fel
Um corpo necessitado
Só precisa de um bafo para ser reanimado

1,2,3 é a ressaca outra vez

Estou a tentar chegar a ti
Antes que te tornes em algo que já vi
Tantas e tantas vezes na minha vida
Ainda não estou pronto para a despedida
Não ensines a missa ao padre , meu
Não sejas mais um irmão que se perdeu
E entrou para o clube de ladrões
Intrujas, atrofiados sem opções
Que nem sequer tentam sair dessa prisão
Chegaram a um ponto de perda da razão
Agora podes pensar que estou a ser muito duro
É a única maneira de assegurar o futuro
Ambos sabemos que não é fácil parar
Mas podes contar comigo se isso ajudar


1,2,3 é a ressaca outra vez


O teu estado deve-se á hipocrisia
Da policia e governo que deitam pela pia
Juramento e promessas que deveriam cumprir
Aceitam luvas e acabam por cair
Num ciclo vicioso que a todos apanha
E cada vez mais ateia fogo á lenha
O casal ventoso movimenta mais dinheiro do
Que o Banco de Portugal tem no mealheiro
Toda a gente sabe o que se passa
Mas a indiferença já ultrapassa
Todas as esperanças de precaver
Os erros que outra geração venha a cometer
Não informação sobre a droga
Em que mais e mais gente se afoga
Nas leves nem vale a pena falar
São tão perigosas como o teu gato a miar
Se já tivessem sido legalizadas
Talvez as outras pudessem ser evitadas
Não caiam na asneira como eu cai
Passei mal para poder estar aqui
A tentar marcar uma diferença
É na ignorância que está a doença

1,2,3 é a ressaca outra vez



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letra

 

Tás a sentir
Uma página de história
Um pedaço da tua glória
Que vai passar breve memória
Tamos no pico do verão mas chove
Por todo o lado
Levo uma de cada
Já tou bem aviado
Cuspo directo no caderno
Rimas saídas do inferno
Que passei à tua pala
Num tempo que pareceu eterno
Tou de cara lavada
Tenho a casa arrumada
Lembrança apagada
De uma vida quase lixada

Passeio na praia
Atacado pelos clones
São tantos e iguais
Sem contar com os silicones
Olho para o céu
Mas toda a gente foi de férias
Apetece-me gritar
Até rebentar as artérias

[REFRÃO 4x:]
(Respiro fundo)
E lembro-me da força
(Que guardo dentro do meu corpo)
Espero que ela ouça

Todo o amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o riso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto:
O MEU AMOR MORREU
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há de vir

Flashback instantâneo
Prazer momentâneo
Penso em ti até
Que bate duro
No meu crânio
Toda a dor
Toda a raiva
Todo o ciúme
Toda a luta
Toda a mágoa e pesar
Toda a lágrima enxuta
Alieno como posso
Não posso encher a cabeça
Não há dinheiro
Nem vontade
Ou amor que o mereça
Não vou pensar de novo,
Vou-me pôr novo
Neste dia novo
Estreio um coração novo
Visto-me de branco
Bem alegre no meu luto
Saio para a rua
Mais contente que um puto
Acredita que custou
Mas finalmente passou
No final do dia
Foi só isto que restou

[REFRÃO 4x:]
(Respiro fundo)
E lembro-me da força
(Que guardo dentro do meu corpo)
Espero que ela ouça

Todo o amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o riso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto:
O MEU AMOR MORREU
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há de vir
Vai haver um outro alguém
Que me ame e trate bem
Vai haver um outro alguém
Que me ouça também
Vai haver um outro alguém
Que faça valer a pena
Vai haver um outro alguém
Que me cante este poema



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Sexta-feira, 03.08.12

 

 

letra

 

Vou levar-te para casa
Tomar conta de ti
Dar-te um bom banho
Vestir-te um pijama
E
Fazer-te uma papinha
Meter-te na caminha
Ler-te uma historinha
E deixar-te bem calminha
Ouve bem:
Preciso de alguam do meu lado
Que me da um bom dia
Com um soriso bem rasgado
Amor pela manha, 
Pela tarde e pelo fim do dia
Mais um pouco quando o sonho 
Era o que eu queria
Na£o a preciso muito
Muito simples, nao a verdade?
So quero amor bom
Carinho e solidariedade
Faz-me rir e eu prometo que
Nao te faso chorar
Trata bem de mim 
E eu bem de ti vou tratar

Ola¡ nina
Quero tatar de ti
Dar-te o mundo e o outro
Tenho tudo aqui
Chega sa³ um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim!
Yea, yea, na na nana
Trata-me bem, eu juro que
Solucei por ti
Faz a coisa certa
...
Podes usar e abusar 
Tipo brinquedo favorito
Mas tem cuidado por favor
Nao o deixes partido
Dou-te tudo o que puder
Tudo o que tiver 
O que nao tiver
Tiro aos deuses para a minha mulher
Roubamos um foguete 
Vamos dar uma volta ata a lua
Escrevo um livro no caminho
Com a alma toda nua
Procriamos como coelhos
Quando nos derem pelos joelhos
Procriamos mais um pouco 
Que eu adoro fedelhos
Escrevo o teu nome no meu corpo
Para toda a gente ver
Bem piroso e lamexas como 
"O amor deve ser verdadeiro"

Ola¡ nina
Quero tratar de ti
Dar-te o mundo e o outro
Tenho tudo aqui
Chega so um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim!
Yea.. nanana...
Ola¡ nina
Quero tratar de ti
Dar-te o mundo e o outro
Tenho tudo aqui
Chega so um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim...

Gostas de filmes?
Podiamos fazer um bem privado
Eu escrevo, realizo e actuo do teu lado
Podes ser a minha estrela
Nou-te dar um bom papel
Pouca palavra muita aca£o
Acredita que a mel
Nasceste para isto
Ta tudo, previsto
Por isso insisto 
E nao resisto
A dar-te um pouco disto
Amor puro fresco 
Como a brisa do mar
Tenho montes dele guardado,
E esta¡ quase a estragar
Envelheso ao teu lado
Eu bem gordo e tu bem magra
Acabamos com stock nacional de viagra
Faz-me rir que eu prometo que
Nao te faso chorar
Trata bem de mim 
E eu bem de ti vou tratar
Ola¡... nina... 
Chega ao pa de mim
Deixa-me dar-te o que tu mereces
Tu as a resposta para as minhas presses
Senta-te aqui vou cantar-te um som
Doce como tu, como um bombom!
Yea....
Ola¡ nina quero tratar de ti
Dar-te o mundo e o outro
Tenho tudo aqui
Chega so um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim!
Ola nina
Quero tratar de ti 
Dar-te o mundo e o outro
Tenho tudo aqui
Chega so um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim!!!



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Quarta-feira, 11.04.12

 

Letra

 

Baile (Aquele Beat)

 Da Weasel

 

Aquele beat que gostavas de fazer 
(Mas) não tens o engenho para o conceber 
Aquele flow que escorrega melhor que vaselina 
Que deixa molhada a menina da menina 
Aquele som que prova que não é acidente 
Ter o dom de mover muito boa gente 
Aquela letra que vais odiar - 
Fala uma verdade dura de aceitar 
Aqueles manos que partem a louça toda 
Não aguentas mas que se foda 
Manda vir mais um bocado 
Vê o meu ar de ralado 

Pára escuta olha sente 
Este beat não te mente 
Sabes bem que toda a gente 
Sabe bem que tá à frente 

Neste baile de máscaras onde toda a a gente dança 
E homem que baila por gosto às vezes perde a esperança 
Agarro-me ao que posso, quando posso agarrar 
Faço o meu possível para me tentar orientar 
Dito as minhas regras, e deixo o fato no armário 
Podes crer, a mim não me tiram pinta de otário 
Danço quando quero e controlo bem a batida 
Porque a vida neste tom às vezes pode ser fodida... 

Aquela banda que soma e insiste 
Leva na cabeça mas nunca desiste 
Vendeu uma beca por isso não curtiste 
Já bateu na testa e tu não sentiste 
Aquele estilo que não dá para definir 
Faz confusão e por isso tens que cuspir 
Não há truque na manga 
Não há clique nem capanga 
Não há conversa de chacha, 
ou música da tanga 
não há video fatela 
com esta e com aquela 
coro de bandido 
que nunca viu uma cela 
nem sequer estás perto 
puto fica esperto 
és um livro aberto 
sabes que tou certo 

Pára escuta olha sente 
Este beat não te mente 
Sabes bem que toda a gente 
Sabe bem que tá à frente 

Neste baile de máscaras onde toda a a gente dança 
E homem que baila por gosto às vezes perde a esperança 
Agarro-me ao que posso, quando posso agarrar 
Faço o meu possível para me tentar orientar 
Dito as minhas regras, e deixo o fato no armário 
Podes crer, a mim não me tiram pinta de otário 
Danço quando quero e controlo bem a batida 
Porque a vida neste tom às vezes pode ser fodida... (+2x)



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Sexta-feira, 24.06.11
Letra
"Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a
lave?
Vamos
para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele
nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir...
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da Ternura
Tipo...

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (2x)

Água morna em pele quente poro aberto não perfura
a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão
Ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente
E Diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé(4x)

Em cada beijo há uma frase, em cada frase há um
Verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei, em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (10x)"

uhhh, uhhh!
yeah,yeah!


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Letra
Eu preciso de sentir aquele toque feminino, imagino
Que me possas entender erradamente então declino
Qualquer intenção que não a de trocar uma impressão
Opinião, informação, e, quem sabe, emoção?
Hora e meia de concerto e tou meio estourado
Preciso dum cigarro, sentar um bocado:
Fica do meu lado porque eu tou interessado
Em quase tudo menos sexo sem significado, então
"Vem fazer de conta" e acredita em mim...
Podemos falar do Manel, ou das canções do Jobim
Hoje eu tou memo assim, com uma carência sem fim
E quero saber tudo de ti, timtim por timtim
Vou trocar de roupa dá-me só um minuto
Queres um bom vinho tinto ou um champanhe bruto?
Já caguei no duto, tou seguro, resoluto
E a vida deve ser levada com olhar de puto

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Perigosamente perto, absolutamente certo
O teu sorriso brilha e deixa-me liberto
Pega na minha mão, vou-te tirar a pressão,
Nunca durmo na primeira noite, haja ou não tesão
Por isso baza à minha casa, só para um pouco de,
Nós não temos que, mas podemos se...
Pausamos na descontra com som ou tv
Eu tenho fox na cabo stand up em dvd
Quê quê quê, sorriso duvidoso?
Não tenho habilidade para coro manhoso
Só covinha na bochecha e olhar curioso
Charme de trapalhão, tu és doce eu sou guloso
Eu dou-te tick tick, tu dás-me tock tock
Embala slick rick e leva-me a reboque
Eu não sou payboy, rude boy, bad boy,
Pura e simplesmente posso vir a ser o teu boy

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Temos empatia, quem sabe se um dia
A nossa simetria não acaba em sinfonia
Falo com o Massena nós temos boa cena
Dedico-te um poema vamos ganhar um ema
Longe de perfeito digamos que tenho jeito
Para director de casting e o teu timing é perfeito
Dás-me toque-de-caixa e eu fico em sentido
A tua voz encaixa directo no ouvido
É poesia em movimento no terceiro andamento
Dum concerto em Sol maior, para tocar em casamento

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou



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Quarta-feira, 06.04.11

 

 

Letra

 

1ªparte
Como no som do Jay "I Still Can Smell You In My Clothes",
A melodia do teu riso – digna de um Fender Rhodes
Mergulhei nos teus cabelos de ouro, grandes, ondulados
nadei no teu sexo até ficarmos esgotados
O suor passeava do teu corpo para o meu do meu corpo para o teu
já não sabia se era eu
quem gemia, estremecia, a carne não adormecia
e de repente, a noite ficou dia
Lá fora o barulho já acordou a cidade
e a fantasia deu enfim lugar à realidade 
Carrega stop, faz rewind, por favor, volta para trás
não quero sair daqui, nunca mais, não sou capaz 
Quero

Refrão:
Ficar contigo, agora e para sempre
Nadar no teu corpo eternamente
Teus sonhos os meus serão 
Meus sonhos os teus serão

Quero 

Ficar contigo, agore e para sempre
Nadar no teu corpo enternamente
Teus sonhos os meus serão
Meus sonhos os teus serão

2ª parte
Sinto-me de novo um teenager inconsciente, 
adolescente irreverente com vontade de ser diferente
Passava tardes no meu quarto fechado à chave 
tentava descobrir a vida – a minha cama era a nave
com o (meu) primeiro amor fazia planos a dois 
trocava juras e carinhos e não pensava e se depois não der certo?
‘tava carregado de certezas
a nossa paixão deixava as almas acesas
Não havia ciúme, nem sequer desconfiança,
apenas inocência e muita esperança
O mundo inteiro brilhava e sorria para nós
Lembro-me perfeitamente de ouvir a tua voz:
Quero

Refrão:
Ficar contigo, agora e para sempre 
Nadar no teu corpo – eternamente 
Teus sonhos os meus serão
Meus sonhos os teus serão

 



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Terça-feira, 05.04.11

 

 

Letra

 

a caminho da essencia eu verifico a cadencia
da materia que se mostra mim livre de regencia
mato a dor de sentir demais, d amar demais, de pisar demais
em convençoes fundamentais
encho a cabeça mas n ha' carga nos contentores
digo ola' aos meus amores, benvidas novas cores
da utopia eu crio a filosofia todo o dia quando a apatia
senta no meu colo e arrelia
eu faço a liturgia da verdadeira alegria
musica nos meus ouvidos agua benta em benta pia
a caminho com prudencia eu nao esqueço a violencia
que levou alguns dos melhores da minha existencia
mata a saudade de curtir demais,de tirar demais, de pisar demais
em convençoes fundamentais
eu uso o tacto pra tazer a agua da minha fonte
hoje em dia nem sequer preciso de atravessar a ponte
tenho a palavra escrita a tinta negra na minha pele
menina dos meus olhos, oce como o mel
palavra puxa palavra poe.me disponivel pra amar
tudo aquilo que me seja sensivel
e nao sao poucos aqueles que eu quero sem querer os poder ver
foi tanto o que me deram para nunca mais esquecer
palavra de honra, guardo a a palavra no meu bolso
na parede, no conforto de uma cama de rede
PALAVRA DE HONRA

 



publicado por olhar para o mundo às 17:27 | link do post | comentar


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