Letra
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“Este Corpo” Letra e Música/Lyrics and Music: Filipe Sambado
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MÚSICA
AUDITÓRIO| 6€ | 4€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
PASSE GERAL 22,5€ (ACESSO AOS CONCERTOS ESTARREJAZZ NO AUDITÓRIO E AFTER HOURS)
JAZZ| 75 MIN| M/6
Nesta formação Paulo Bandeira procura um repertório jazzistico, mas com raízes e estéticas europeias. Com João Paulo Esteves da Silva no piano e Bernardo Moreira no contrabaixo, este trio interpreta temas originais dos seus elementos e alguns de outros compositores. Para este concerto estes três músicos convidam a fantástica Cristina Branco, cantora reconhecida internacionalmente.
Bernando Moreira contrabaixo, Cristina Branco voz, José Paulo Bandeira bateria, João Paulo Esteves piano
[espetáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]
Letra
A Branca Aurora perdeu o cartão de cidadão
Nunca teve passaporte e não sabe bem a idade
Gosta de sentir o chão a afagar-lhe as plantas dos pés
A Branca Aurora perdeu o cartão de cidadão
A Branca Aurora deu cabo do espelho retrovisor
Acredita que o passado nunca teve grande futuro
E que o futuro está bem mais distante de tudo o que era dantes
A Branca Aurora deu cabo do espelho retrovisor
E se ela dança
Todos os passos em redor são seus
Quando ela balança
Salta do vocabulário a palavra adeus
A Branca Aurora é um manancial de inspiração
Goza com a própria sorte e não tem medo do destino
Se alguém lhe oferece um cocktail ela opta por um molotov
A Branca Aurora é um manancial de inspiração
E se ela dança
Todos os passos em redor são seus
Quando ela balança
Salta do vocabulário a palavra adeus
A Branca Aurora não vive no reino das ilusões
Quando vai ao mercado chega sempre fora de horas
Tira sempre partido daquilo que os outros deitam fora
A Branca Aurora não vive no reino das ilusões
Autoria: Jorge Palma
Intérpretes: Cristina Branco (Voz), Ricardo J. Dias (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (dobro)

Vencedores serão conhecidos em cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios
Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Globos de Ouro e são vários os artistas ligados à Universal Music Portugal que voltam a estar nomeados para estes prémios da SIC.
Na categoria de Melhor Intérprete Individual encontram-se entre os nomeados os cantores António Zambujo e Cristina Branco.
No ano passado, António Zambujo lançou “Até Pensei Que Fosses Minha”, disco de tributo a Chico Buarque (que também colabora), e que vai ser apresentado ao vivo nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente.
Já Cristina Branco lançou também em 2016 o álbum “Menina”, que já foi distinguido com o Prémio Autores 2017 na categoria de Melhor Disco, tendo nesse disco cantado temas assinados por Luís Severo, Filho da Mãe, André Henriques (Linda Martini), Kalaf, Jorge Cruz, entre outros.
Na categoria de Melhor Grupo estão entre os nomeados os Dead Combo e Deolinda.
Os Dead Combo conquistaram em 2016 a marca de Disco de Ouro com o álbum “A Bunch of Meninos”, além de terem lançado o disco “Dead Combo e as Cordas da Má Fama”.
Os Deolinda lançaram o álbum “Outras Histórias”, que na altura entrou diretamente para o n.º 1 do top de vendas, além de ter atingido o galardão de Disco de Ouro. O álbum foi reeditado a propósito da celebração de 10 anos de carreira do grupo no inicio deste ano, nos coliseus.
Os vencedores dos Globos de Ouro serão conhecidos numa cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, apresentada por João Manzarra.

Cristina Branco conquistou ontem o Prémio Autores com o seu mais recente disco, “Menina”. Atribuído ontem à noite na cerimónia que decorreu no centro Cultural de Belém, em Lisboa, pela Sociedade Portuguesa de Autores, “Menina” conquistou o prémio na categoria de Melhor Disco, onde concorria com os trabalhos dos Capitão Fausto e do Lisboa String Trio.
Na categoria de música, Cristina Branco ainda estava nomeada Melhor tema de Música Popular com o tema “E às Vezes Dou Por Mim”, o primeiro single de “Menina”, de Filho da Mãe e André Henriques Linda Martini).
Editado em Setembro de 2016, “Menina” foi seguramente um dos mais aplaudidos discos nacionais do ano passado, recebendo a aprovação generalizada da crítica. Agora chega o reconhecimento da Sociedade Portuguesa de Autores.

Cristina Branco estreou hoje o novo videoclip para o tema “Alvorada”. Realizado por Joana Linda, o vídeo dá vida à canção de Luís Severo (Cão da Morte), um dos compositores nacionais da nova geração, tema que integra o mais recente álbum da fadista, “Menina”.
Editado em Setembro de 2016, “Menina” foi seguramente um dos mais aplaudidos discos nacionais do ano passado, recebendo a aprovação generalizada da crítica. Agora chega o reconhecimento da Sociedade Portuguesa de Autores, que o nomeia para Melhor Disco para o Prémio Autores 2017. Na categira Música, Cristina Branco ainda tem uma segunda nomeação para Melhor tema de Música Popular com o tema “E às Vezes Dou Por Mim”, o primeiro single de “Menina”, de Filho da Mãe e André Henriques Linda Martini).
O álbum apresentou várias novas colaborações na carreira da fadista, como é o caso deste single. Falamos também de nomes como Cachupa Psicadélica, Peixe, Nuno Prata, Ana Bacalhau, Kalaf (Buraka Som Sistema), Jorge Cruz (Diabo na Cruz), entre outras parcerias já repetentes como o caso de Mário Laginha, Pedro da Silva Martins e António Lobo Antunes.
“Menina” será apresentado ao vivo no palco do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no próximo dia 25 de fevereiro, numa parceria com o Museu do Fado, no ciclo Há Fado No Cais. Uma semana depois, dia 9 de março, serão as Quintas do Conservatório, em Coimbra, a receber este concerto.
Letra
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Alvorada”
Música e Letra / Song and Lyrics: Luís Severo
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Letra
Dizem por aí
Desde o dia em que apareci
Que não há um lar seguro na cidade
Muito patois se ouve no salão de chá
Sobre o que esta sabe e a outra ouviu dizer
É o senhor doutor, é o juiz, é o prior
O que não falta é suspeitos das andanças
Tudo o que é marido
Pelos vistos, eu persigo
Até me chamam menina das alianças
Mas são boatos, são só boatos
Ninguém sabe quem eu sou
O que eu faço, de onde vim
São boatos, são só boatos
Todos falam mas ninguém conhece os factos
Não passam de boatos
Dizem que conheço camas grandes de mansões
Apesar de ter um pobre apartamento
Na Rua de São Brás,
Vinte e Sete, Quinto Trás
Onde o escândalo vem a acontecer
Homens bem casados
Diz que esbanjam ordenados
Em floristas, jóias, prendas e jantares
Agem sem alarde, mesmo quando chegam tarde
Têm sempre um álibi para escapar
Qual a verdade?
O que é que importa
Se fico só quando chega o amanhecer
Resta-me o pouco que me bate à porta
E se alguém me perguntar
Ainda tenho de dizer
Que são boatos, são só boatos
Ninguém sabe quem eu sou
O que eu faço, de onde vim
São boatos, são só boatos
Teorias, fantasias, aparatos
Devaneios, mexericos, desacatos
Todos falam mas ninguém conhece os factos
Não passam de boatos
“Boatos”
Música e Letra / Song and Lyrics: Jorge Cruz
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Letra
Espero-te
Como quem espera o futuro
Sem ciência, só por adivinhação
Não sei se és tu quem procuro
Mas é tarde pra tudo
Tarda-me o coração
Tenho-te nesta ideia que fiz de dois
Um qualquer, a mim já não me dobra
E entre um sim e um pois
Tu não matas nem mais
E o meu corpo já sobra
E às vezes dou por mim
Quando ninguém está a ver
Será que é por tanto crer
Que ninguém me quer
Sozinha na moldura
Na casa dos meus pais
Dizem que estou madura
E eu não quero esperar mais
Deixa que esta noite nos leve
Ai de mim, se não for agora
Que a razão só me pede
Que mata esta sede
E encerra a demora
Não sou eu, é o tempo que atraso
Me arrasta aos tombos pelo chão
Eu só quero um inquilino
Que paga no prazo
Esta solidão
E às vezes dou por mim
A queimar as janelas
Se ninguém me quer assim
E amo os maridos delas
Me acusem de pecados
Que me chamem nomes feios
Nos solteiros encalhados
Tenho eu os bolsos cheios
E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim.
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Letra
Dum botao de branco punho
Dum braço de fora preto
Vou pedir contas ao mundo
Além naquele coreto
Lá vai uma lá vao duas
Três pombas a descansar
Uma é minha outra é tua
Outra é de quem n'a agarrar
Na sala há cinco meninas
E um botao de sardinheira
Feitas de fruta madura
Nos braços duma rameira
Lá vai uma lá vao duas...
O Sol é quem faz a cura
Com alfinete de dama
Na sala há cinco meninas
Feitas duma capulana
Lá vai uma lá vao duas...
Quando a noite se avizinha
Do outro lado da rua
Vem Ana, vem Serafina
Vem Mariana, a mais pura
Lá vai uma lá vao duas...
Há sempre um botao de punho
Num braço de fora preto
Vou pedir contas ao mundo
Além naquele coreto
Lá vai uma lá vao duas...
O noite das columbas
Leva-as na tua algibeira
Na sala há cinco meninas
Feitas da mesma maneira
Lá vai uma lá vao duas
Três pombas a descansar
Uma é minha outra é tua
Outra é de quem n'a agarrar
Letra
Perguntaste-me outro dia
Se eu sabia o que era o fado
Disse-te que não sabia
Tu ficaste admirado
Sem saber o que dizia
Eu menti naquela hora
Disse-te que não sabia
Mas vou-te dizer agora
Almas vencidas
Noites perdidas
Sombras bizarras
Na Mouraria
Canta um rufia
Choram guitarras
Amor ciúme
Cinzas e lume
Dor e pecado
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é fado
Se queres ser o meu senhor
E teres-me sempre a teu lado
Não me fales só de amor
Fala-me também do fado
E o fado é o meu castigo
Só nasceu pra me perder
O fado é tudo o que digo
Mais o que eu não sei dizer
Letra
O Sol
A brilhar
A sorrir
E a brincar
Para nós
Fim de tarde a sonhar
Um búzio
A contar
Uma lenda
Do mar
Um naufrágio
E um barquinho a passar
Deitados na areia
Desenhamos os sons
Com tons de Verão
Que em ondas se vão
E assim, nosso sonho voou...
A noite
Ao chegar
Trás com ela
Uma estrela
Melodia
Que convida a dançar...
Dá cor
Ao luar
A paixão
Que se sente
Ilusão
De um sonho
Ao poente
[instrumental]
Deitados na areia
Desenhamos canções
Com tons de Verão
Que em ondas se vão
E assim, o Universo cantou...
A cor
Do luar
Ao sentir a paixão
Ilusão
De um sonho
(A) acabar
* Cristina Branco – voz
Fernando Alvim – guitarra
Ricardo Toscano – clarinete
Produção musical e direcção artística – Fernando Alvim
Concepção e idealização – Fernando Alvim
Produção executiva – Rosário Worisch Alvim
Gravação (voz e instrumentos) – Samuel Nascimento, no Estúdio Alvalade, Lisboa
Mistura – Samuel Nascimento, no Estúdio Alvalade, Lisboa
Masterização – Fernando Nunes, no Estúdio Pé-de-Vento, Salvaterra de Magos
CRISTINA BRANCO
Fecha um ano de concertos com Camané e Manuela Azevedo no CCB
Dia 11 de Dezembro, Grande Auditório do CCB, 21h00
Letra
Por la blanda arena
Que lame el mar
Su pequeña huella
No vuelve más
Un sendero solo
De pena y silencio llegó
Hasta el agua profunda
Un sendero solo
De penas mudas llegó
Hasta la espuma.
Sabe Dios qué angustia
Te acompañó
Qué dolores viejos
Calló tu voz
Para recostarte
Arrullada en el canto
De las caracolas marinas
La canción que canta
En el fondo oscuro del mar
La caracola.
Te vas Alfonsina
Con tu soledad
¿Qué poemas nuevos
Fuíste a buscar?
Una voz antigüa
De viento y de sal
Te requiebra el alma
Y la está llevando
Y te vas hacia allá
Como en sueños
Dormida, Alfonsina
Vestida de mar.
Cinco sirenitas
Te llevarán
Por caminos de algas
Y de coral
Y fosforescentes
Caballos marinos harán
Una ronda a tu lado
Y los habitantes
Del agua van a jugar
Pronto a tu lado.
Bájame la lámpara
Un poco más
Déjame que duerma,
nodriza en paz
Y si llama él no le digas que estoy
Dile que Alfonsina no vuelve
Y si llama él no le digas nunca que estoy
Di que me he ido.
Te vas Alfonsina
Con tu soledad
¿Qué poemas nuevos
Fueste a buscar?
Una voz antigüa
De viento y de sal
Te requiebra el alma
Y la está llevando
Y te vas hacia allá
Como en sueños
Dormida, Alfonsina
Vestida de mar.
Letra
De que túnel de que árvore
De que zero de remorso
De que rasura do vento
De que núpcias de mármore
De que fresta de que pórtico
Saíste neste momento
Para que praia que porto
Que fugitiva garupa
Que torre desconhecida
Que mãos que braços que rosto
Que tempestade difusa
Te encontras já de partida
Não és de nenhum sossego
Vives no gume do ser
Na fronteira do devir
E assim me tornas eu mesma
Entre nascer e morrer
Entre chegar e partir
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Este amor não é um rio
Tem a vastidão do mar
A dança verde das ondas
Soluça no meu olhar
Tentei esquecer as palavras
Nunca ditas entre nós
Mas pairam sobre o silencio
Nas margens da nossa voz
Tentei esquecer os teus olhos
Que não sabem ler nos meus
Mas neles nasce a alvorada
Que amanhece a terra e os céus
Tentei esquecer o teu nome
Arrancá-lo ao pensamento
Mas regressa a todo o instante
Entrelaçado no vento
Tentei ver a minha imagem
Mas foi a tua que vi
No meu espelho, porque trago
Os olhos rasos de ti
Este amor não é um rio
Tem abismos como o mar
E o manto negro das ondas
Cobre-me de negro o olhar
Este amor não é um rio
Tem a vastidão do mar
Letra
Adeus oh minha gente
Vou fazer-me à dura estrada
Minh’alma ardentemente
Quer erguer-se e está prustrada
Longe está meu horizonte
Uma luz resta-me ao longe
Qual fogueira em alto monte
Adeus oh minha gente
A quem vejo arrependidos
As mãos que me negaram
Já me as deram como amigos
Mas dentro de mim arde
Um sossego abrasador
Do Alentejo em fim de tarde
Adeus oh minha gente
Venham ver-me à despedida
Nasci no lado errado
No lado errado da vida
Partindo fico ausente
Nem memória vou guardar
Ai! Adeus oh minha gente…
Letra
__ Canção de embalar ___
Letra / música: Zeca Afonso
Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
Letra
Vou deixar esta cidade
Passar a corrente do rio
É o inverso da saudade
Vou procurar um caminho
P'ra ficar perto de ti
P'ra te sonhar longe daqui
Entre nós, entre nós
A saudade de amanhã
O mar é tão salgado
Um mar de saudade
Het land was niet het mijne
En de zee niet diep genoeg
Voor de onbestemde verten
Waar mijn hart om vroeg
Ik kan alleen maar bij je komen
In de dromen voor de boeg
Tussen jou en mij
De herinnering aan later
Het nu zo zoute water
Had beloofd om zoet te zijn
Nooit meer naar huis
(Deixo o meu lar)
Alles blijft vrij
(Vou seguir livre)
De dakens en dekens
(Sem mais amarras contra a maré)
Betekenen niets meer voor mij
Het is omgekeerde heimwee
En de belofte van de zee
En dat verlangen neem ik mee
Tussen jou en mij
(Entre nós, entre nós)
De herinnering aan later
(A saudade de amanhã)
Het nu zo zoute water
(O mar é tão salgado)
Had beloofd om zoet te zijn
(Um mar de saudade)
Tussen jou en mij
Ligt de oudste brug ter wereld
(A saudade de amanhã)
Ontmoet me halverwege
(O mar é tão salgado)
En ik zal bij je zijn
(Um mar de saudade)
Letra
(Blof)
Daar komt mijn schip al aan
Ik kijk vanaf het strand
Schrijven in het zand
Is voor mij nu wel gedaan
Want de letters van je naam
Blijven in het zand niet staan
(Cristina Branco)
Ja la vem o meu navío
Na praia onde quero olhar
Escrever teu nome na areia
E coisa que me cansei
Pois na areia se apagao
As letras que eu tracei
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Een afscheidswals aan de waterlijn
(Together)
Dansen aan zee
(Cristina Branco)
Uma para as tuas lágrimas
Duas para as minhas
Trez para o horizonte
Onde a viste nos perdemos
(At the same time as the last line of C.B.)
Waaraan we verdwijnen
(Blof)
Jij wist wel wie ik was
Zwaaiend met mijn jas
(Cristina Branco)
De braços abertos vazíos
O coração calado gritando
Sentindo crescer o desejo
Nas carícias do teu rosto
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Een afscheidswals aan de waterlijn
(Together)
Dansen aan zee
(Cristina Branco)
Uma para as tuas lágrimas
Duas para as minhas
Trez para o horizonte
Onde a viste nos perdemos
(Blof)
Zeg dat het niets was
(Cristina Branco)
Podes dizer que sonhei
(Blof)
Zeg dat ik gek was
(Cristina Branco
Vá la diz que sonhei
(Blof)
Zeg dat ik dom was
(Cristina Branco)
Mas sonhar, eu não sonhei
(Blof at the same time as C.B. after the , )
Maar dromen deed ik niet
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Laten we dansen, m'n liefste
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Een afscheidswals aan de waterlijn
(Together)
Dansen aan zee
(Blof)
Eén voor je tranen
(Cristina Branco)
Uma para as tuas lágrimas
(Blof)
Twee voor de mijne
(Cristina Branco)
Duas para as minhas
(Blof)
Drie voor de horizon
(Cristina Branco)
Trez para o horizonte
(Blof)
Waaraan we verdwijnen
(Cristina Branco)
Onde a vista nos perdemos
“IDEALIST” DE CRISTINA BRANCO
BOX COM TRÊS DISCOS DISPONÍVEL
A PARTIR DE 3 DE FEVEREIRO
A box contempla ainda três temas novos, dois deles completamente originais – ‘Fado da Partilha’ e ‘Se Fores, Não Chores Por Mim’, ambos com letra de Mário Cláudio e música de Ricardo Dias - e o tradicional Fado Estoril, intitulado ‘Na Rua do Silêncio’.
«Resumir 13 discos é tarefa ingrata para quem considera uma vertigem o canto, o palco, a vida. Ajuizar 17 anos de trabalho é uma árdua tarefa e do passado restam-me fiapos de tempo, aprendizagens, umas quantas alegrias, inúmeras lembranças, gratidão para com os que elevaram o meu nome, um imenso amor e respeito pelos que pacientemente esperam por mim», escreve sobre esta caixa Cristina Branco.
«Nunca voltaria atrás e confesso-o sem pudor, por saber o difícil que foi voltar a ouvir tudo e sentir, na limpidez dos anos, o que a vida me deu e me roubou de igual modo. Gosto-me e gosto sobretudo da veemência de não acrescentar uma vírgula ao meu propósito de vida”, refere Cristina Branco. “As músicas que por aqui desfilam são retratos do tempo que vivi naquele instante e do meu estado de alma. O que quis cantar (que sempre foi uma condição respeitadíssima), conduzido e tecido a fio de frágil seda por homens e algumas mulheres que me entendem, foi (é) a minha história e dessa ainda terei mais para dizer”, conclui a cantora.
Depois de dois concertos no México em meados de Janeiro, o concerto de apresentação de “Idealist” acontece em Paris, a 31 do mesmo mês, no Festival “Au Fil des Voix”. Segue-se uma longa tournée por dezenas de salas holandesas, belgas, alemãs, espanholas e francesas, com incursões por Israel, em Maio, pela Rússia, em Junho, e pela Suécia, em Agosto. A tournée em Portugal terá lugar no último trimestre deste ano, culminando com um concerto especial no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, a 11 de Dezembro, com a participação de convidados de especiais.
Letra
Acendem-se os olhos do dia
Um sol feito de água e janelas
Na rua e nas praças
Na cal e nas pedras
No cais que abrigou caravelas
Do alto das tuas muralhas
É todo o teu corpo que eu vejo
Vestido de claro
De azul e gaivotas
E os olhos no espelho do Tejo
Ai céu que encandeia os meus olhos
Ai estrelas nos olhos do dia
Ai margens que nos contam histórias
Do mar que ninguém conhecia
Ai naus de aventura
Com anjos na proa
Nos portos
Da minha alegria
No chão feito de preto e branco
Da calçada à portuguesa
Demoro o olhar
E escrevo o teu nome
De dona do mar e princesa
Do alto das ruas muralhas
É todo o teu corpo que eu vejo
Vestido de claro
De azul e gaivotas
E os olhos no espelho do Tejo
Ai céu que encandeia os meus olhos
Ai estrelas nos olhos do dia
Ai margens que nos contam histórias
Do mar que ninguém conhecia
Ai nau de aventura
Com anjos na proa
É assim que eu te vejo
Lisboa
Letra
Meu amor é marinheiro E mora no alto mar Seus braços são como o vento Ninguém os pode amarrar. Quando chega à minha beira Todo o meu sangue é um rio Onde o meu amor aporta Meu coração - um navio. Meu amor disse que eu tinha Na boca um gosto a saudade E uns cabelos onde nascem Os ventos e a liberdade. Meu amor é marinheiro Quando chega à minha beira Acende um cravo na boca E canta desta maneira. Eu vivo lá longe, longe Onde moram os navios Mas um dia hei-de voltar Às águas dos nossos rios. Hei-de passar nas cidades Como o vento nas areias E abrir todas as janelas E abrir todas as cadeias. Assim falou meu amor Assim falou-me ele um dia Desde então eu vivo à espera Que volte como dizia.
Música
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Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses