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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

    Letra     De que túnel de que árvore De que zero de remorso De que rasura do vento De que núpcias de mármore De que fresta de que pórtico Saíste neste momento Para que praia que porto Que fugitiva garupa Que torre desconhecida Que mãos que braços que rosto Que tempestade difusa Te encontras já de partida Não és de nenhum sossego Vives no gume do ser Na fronteira do devir E assim me tornas eu mesma Entre nascer e morrer Entre chegar e partir
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