
Super Superstição é o primeiro single extraído do disco que reúne as canções do musical FÃ que chega às lojas no dia 24 de Novembro.
O álbum FÃ é o registo em estúdio da banda sonora original do espectáculo com o mesmo nome, estreado em Janeiro de 2017 no Teatro Carlos Alberto no Porto.
Os Clã e os actores João Monteiro, Maria Quintelas e Pedro Frias dão corpo aos temas compostos por Hélder Gonçalves, com letras de Regina Guimarães – que assinou também as canções de “Disco Voador”, o primeiro registo em estúdio da banda dedicado ao público mais jovem. FÃ parte de um espectáculo pensado para os supernovos com composições que tocam também (e profundamente) os adultos.
O lançamento do disco antecede a reposição do espectáculo que estará em cena de 13 a 22 de Dezembro, no Teatro Nacional São João.
No Showcase especial para a comunicação social, a banda interpretará alguns dos temas integrantes do disco especialmente para os jornalistas e para os alunos de turmas do sétimo ano da Escola Secundária Manuel Gomes de Almeida.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra: Regina Guimarães / Música: Hélder Gonçalves.

DISCO NAS LOJAS A 24 NOVEMBRO
Super Superstição é o primeiro single extraído do disco que reúne as canções do musical FÃ que chega às lojas no dia 24 de Novembro.
O álbum FÃ é o registo em estúdio da banda sonora original do espectáculo com o mesmo nome, estreado em Janeiro de 2017 no Teatro Carlos Alberto no Porto.
Os Clã e os actores João Monteiro, Maria Quintelas e Pedro Frias dão corpo aos temas compostos por Hélder Gonçalves, com letras de Regina Guimarães – que assinou também as canções de “Disco Voador”, o primeiro registo em estúdio da banda dedicado ao público mais jovem. FÃ parte de um espectáculo pensado para os supernovos com composições que tocam também (e profundamente) os adultos.
O lançamento do disco antecede a reposição do espectáculo que estará em cena de 13 a 22 de Dezembro, no Teatro Nacional São João.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Música: Mayanglambam Mangangsana | Hélder Gonçalves
Letra: Mayanglambam Mangangsana | Carlos Tê | Hélder Gonçalves | Manuela Azevedo
CLÃ COMEMORAM 20 ANOS DE CARREIRA DISCOGRÁFICA
COM A EDIÇÃO DE COLECTÂNEA QUE RECOLHE NUM SÓ ÁLBUM OS SEUS MAIORES ÊXITOS.
A 29 de Julho é editado O Melhor dos Clã, álbum que reúne vinte canções de eleição, escolhidas de entre o majestoso rol de notáveis composições deste grupo.
Esta viagem permite-nos revisitar LusoQUALQUERcoisa – 1º disco do grupo e que comemora este ano o 20º aniversário da sua edição – Kazoo, Lustro, Rosa Carne, Cintura, Disco Voador e Corrente sem esquecer “Afinidades”, o disco ao vivo com Sérgio Godinho, e as participações dos Clã nos álbuns de homenagem aos Xutos & Pontapés e Rui Veloso.
Vinte anos depois de “Lusoqualquercoisa” a história dos Clã faz-se de uma mão-cheia de grandes álbuns e de concertos invariavelmente memoráveis. Entre os seus discos e canções há episódios que traduzem instantes de retrato das suas vidas pessoais e marcas de vivências do universo ao seu redor. E depois há canções que se tornaram coisa de nós todos. As 20 que aqui se recordam no alinhamento deste disco são por isso parte da banda sonora dos nossos últimos 20 anos.
Mas se esta edição comemorativa nos traz um olhar sobre o passado e história editorial da banda, os Clã continuam de olhos postos no futuro. Estão, neste momento, a pensar no sucessor de “Corrente” e ainda a preparar um musical para a infância - desafio lançado por Nuno Carinhas e que será estreado em Janeiro de 2017, no Teatro Carlos Alberto, no Porto.
Para se concentrarem nos novos trabalhos que têm em mãos, os Clã decidiram fechar a sua agenda para concertos, apenas com a excepção do mês de Agosto, para poderem “matar” as saudades de palco. Dia 18 de Agosto, estarão nos Concertos de Verão do Casino Estoril para mais um concerto memorável.
1 Pois É (Não É?) “LusoQUALQUERcoisa”
2 Novas Babilónias “LusoQUALQUERcoisa”
3 GTI (Gentle, Tall and Intelligent)“Kazoo”
4 Problema de Expressão“Kazoo”
5 Conta-me Histórias “XX anos, XX bandas”
6 Dançar na Corda Bamba“Lustro”
7 O Sopro do Coração “Lustro”
8 H2omem “Lustro”
9 Sangue Frio “Lustro”
10 Bairro do Oriente “ar de rock – 20 anos depois”
11 Espectáculo (ao vivo com Sérgio Godinho)“Afinidades”
12 Competência Para Amar“Rosa Carne”
13 Carrossel dos Esquisitos“Rosa Carne”
14 Tira a Teima “Cintura”
15 Sexto Andar “Cintura”
16 Vamos Esta Noite “Cintura”
17 Os Embeiçados “Disco Voador”
18 Asas Delta “Disco Voador”
19 A Paz Não Te Cai Bem “Corrente”
20 Outra Vez “Corrente”
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Dupla Clã e Victor Hugo Pontes jogam partida de ténis no CTE |
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Quando o Centro Cultural de Belém concedeu “carta branca” à vocalista dos Clã para a construção de um novo espetáculo, surgiu a palavra Coppia na lista de opções de Manuela Azevedo. Palavra italiana que significa parelha, dupla ou par, mas que também assume semelhanças gráficas com a palavra portuguesa Cópia. Este jogo semântico e simbólico entusiasmou Manuela Azevedo que logo tratou de explorar todas as possibilidades que a palavra Coppia levanta, contando com a ajuda de dois antigos cúmplices: Hélder Gonçalves ficou responsável pela direção musical e Victor Hugo Pontes pela direção cénica e coreografia. |
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SEX20 NOV 21H30 |
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http://www.cineteatroestarreja.com |
Letra
Oh! Rosa, Rosinha
Que bom seria se tu fosses minha
Oh! Rosa, que coisa louca
Seria dar um beijo em sua boca
Oh! Rosa, Rosinha
Quisera possuir teu coração
E ter o teu amor por toda a vida
Oh! Rosa, querida
Oh! Rosa, Rosinha
Que bom seria se tu fosses minha
Oh! Rosa, que coisa louca
Seria dar um beijo em sua boca
Oh! Rosa, Rosinha
Quisera possuir teu coração
E ter o teu amor por toda a vida
Oh! Rosa, querida
Oh! Rosa, querida
Letra
a menina do teu olho
a ravina do teu rim
a nudez de uma mão
talvez não, também sim
és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente
a orelha, o pulmão
a garganta, o joelho
tu e eu, grão a grão
também sim, talvez não
és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente
ensina-me magia na aula de anatomia
eu mesma sou lição, cobaia por vocação
o voo de asa cortada
a dança no pé de vento
o sopro do coração
talvez sim, também não
és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente
Letra
Artesanato
(Letra: Sérgio Godinho/ Música: Hélder Gonçalves)
O nosso amor
está no lugar exacto
artesanato
de calor apurado
Bicicleta
em roda livre e secreta
livre é a meta
desta vida inexacta
Setembro é mesmo
o começo do ano
sim, o vento mudou
cai o pano
Artesanato
exercício de estilo
intencionalmente
tão perfeito e inexacto
Matérias do corpo
tão particularmente
num pega e despega
frequente
Toca que toca
Setembro é chegado
sim, o vento mudou
dá de lado
Ai Ui
Ei por onde é que andaste
a subir escarpas
e a descer ao regato
Oi Ei
Ai que falta me fez
o teu artesanato
Escultura
pés de barro perenes
por vocação
tão espessos, tão ténues
por intuição
molda-se a mão à pele
não sabe do amor
quem só quer saber dele
Folha caduca
Setembro é chegado
nunca varre o vento
o passado
Artesanato
acto eléctrico acústico
mesmo rústico
se sofisticado
Matérias do corpo
tão particularmente
num pega e despega
frequente
Ai Ui
Ei por onde é que andaste
a subir escarpas
e a descer ao regato
Oi Ei
Ai que falta me fez
o teu artesanato
Letra
A CONTA DE SUBTRAIR
(Regina Guimarães/ H. Gonçalves)
cada bola cada bala mata um
lei da selva lei da escola
rei do pim pam pum
ó setora o meu pai ensinou-me assim
de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino
cada fala cada faca mata um
lei do sangue lei do medo
rei do pim pam pum
ó setora o papá é igual a mim
de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino
de pequenino se aceita o destino
de pequenino se faz o assassino
ó setora
quem mais chora menos mija
era o que dizia a minha avó
mãe do meu pai a cota
e a cota sabia-a toda
seja como for
sejas tu quem fores
o mundo é dos fortes
está ver a cena a cores
se a alma não é pequena
dez no focinho
noves fora
um herói
estamos todos fodidos
e mal pagos
a senhora também
não é setora?
mas a gente sabe da poda
da ganda foda
e a senhora não
que se lixe
bué da fixe
os alunos saberem mais
que a professora
é só uma conta de subtrair
e não vale trair
que a setora tem quatro pneus
e não há air bag que lhe valha
de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino
de pequenino se aceita o destino
de pequenino se faz o assassino
Letra
Pôs-se a cantar
O amor ao rio
E este seguiu
Sem replicar.
Veio a resposta
Em breve assobio,
Que o vento trouxe
Um travo a mar.
E ela provou que ele
Também está só:
Foi de água doce,
Mas amargou.
Emudeceu
Por estar sem rio.
O olhar vazio,
Voltou-se ao céu.
Raio e trovão,
Setas de cupido,
Volveu paixão
Quando choveu.
Ela esticou-se e
Molhou a mão.
Era água doce;
Fez-se em canção.
Letra
Ontem à noite pus-me a refletir
Nas coisas da vida em vez de dormir
Tive um quebranto fiquei surdo e mudo
Tolhido de espanto mas percebi tudo
O mundo era meu sentia-me um rei
O tempo era extenso e eu ditava a lei
Bastou dar um passo e crescer em frente
Perdi toda a graça quase de repente
Não fosse um sentido de humor apurado
Que me faz viver um sonho acordado
Não via tão claro o sentido da vida
E tudo seria bem mais complicado
Eu era feliz tinha os meus brinquedos
O anjo da guarda tirava-me os medos
Descobri o amor vi nele o paraíso
Mas para ser expulso às vezes pouco é preciso
Podia ter tudo do bom e do caro
Que nada acudia ao meu desamparo
Sou a alma do mundo mais bem informada
Quanto mais me informo mais sei que sei nada
Não fosse um sentido de humor apurado
Que me faz viver a sonhar acordado
Não via tão claro o significado
E tudo seria bem mais complicado
Letra
o estômago no coração
uma estrela pra pegar com a mão
mais um livro fora do lugar
um copo d' água para transbordar
uma bússola em vez de relógio
uma festa depois do velório
um quilómetro ao redor de mim
toda a primavera um dia chega ao fim
mas eu sei
que aproveitarei
e isso basta, basta
se é pouco
o resto eu dou de troco
e isso basta, basta
um botão pra desabotoar
uma boca para abocanhar
dez segundos para decidir
todo o mundo junto pra conseguir
um supermercado como labirinto
um olho fechado pra mostrar que minto
muita paciência para escutar
menos timidez para poder falar
mas de perto
o que pegar eu aperto
e isso basta, basta
e de dentro
o que não der eu invento
e isso basta, basta
eu sei que aproveitarei
e isso basta, basta
o resto eu dou de troco
e isso me basta, basta
basta
basta
Letra
Como se,
por fim, soubesse
aquilo que do amor se faz — mas
não sei bem.
Nunca sei,
visto que
vagueio em vão, só
no descrer
me demoro —
e se tu
fores meu chão?
Pois, tu
és o que me dás aos dias;
és o que cresceu em mim —
e ando eu tão perdida,
a ver
se sim...
Se o que sou
se confunde com o
que não dou,
quem vai ser capaz de
querer do amor
solução? Tu.
Tu,
naquilo que dás aos dias,
na soma do que és em mim
com o que me traz perdida —
a ver
se sim.
Letra
Dizem pra te contentares
Se um amor a vida traz
Tanta gente sem nenhum
Que é errado querer mais
Não consigo ser assim
Tanto amor que há pra gastar
Se o romance acabar
Numa próxima estação
Eu sei que vou me apaixonar
Sei que vou me apaixonar
Outra vez
Dizem que se terminou
É porque não era amor
Não me venham reclamar
Que alguém sem par ficou
Não prejudiquei ninguém
Na matemática dos casais
Se o romance não valeu
No próximo verão
Sei que vou me apaixonar
Sei que vou me apaixonar
Outra vez
No certame lisboeta, a banda de Manuela Azevedo vai apresentar um concerto “único e especial”, com vários convidados especiais, entre os quais Samuel Úria - o único anunciado, até ao momento.
Os Clã juntam-se, no cartaz do evento, aos anteriormente confirmados Pharoahe Monch, Stereossauro, Salto, Francis Dale, Adult Jazz, Bristol, Capicua, Cloud Nothings, Curtis Harding, Deers, Duquesa, Éme, I Break Horses, JJ, Johanna Glaza, Kindness, King Gizzard & The Lizard Wizard, Meu Kamba Soundsystem, Modernos, Palma Violets, Perfume Genius, Savanna, Sensible Soccers, Sharon Van Etten, Shura, Sinkane, St. Vincent, Throes + The Shine, Tiago Iorc e Tune-Yards.
O Vodafone Mexefest regressa à Avenida da Liberdade, em Lisboa, nos dias 28 e 29 de setembro. Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, custam €40. Os mesmos podem ser adquiridos através da App Vodafone Mexefest, com desconto de €5 no bilhete do festival.
Retirado do Sapo Música
Letra
Eu ninguém
Eu ninguém comigo só
Posso ser
Travesti de quem quiser
Manequim de bazar
Ou rainha do lar
Madame Butterfly
Barbie, Suzie, Dolly, Polly Pocket
Tudo bem
Mas eu posso ser também
Emanuelle
Lady, miss, mademoiselle
Num harém meretriz
Ou apenas actriz
O espelho me diz
Gueixa, Vénus, Eva, dama, virgem, mãe
É que eu sei
O que eu sou e o que não sou
Mas é claro
O que eu for eu sou
Sem ninguém
Só o que eu tenho a saber
É quem de nós cem
Hoje eu vou ser
Sei lá, sei lá
Sei lá, sei lá
Sei lá, sei lá
Sei lá
Letra
Tô louco pra fazer
Um rock pra você
Tô punk de gritar
Seu nome sem parar
Primeiro eu fiz um blues
Não era tão feliz
E de um samba-canção
Até baião eu fiz
Tentei o tchá tchá tchá
Tentei um yê yê yê
Tô louco pra fazer
Um funk pra você
E tá consumado
Tá consumado
Tá consumado
Tá consumado
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você
Pra todo mundo usar
Pra todo mundo ouvir
Pra quem quiser chorar
Pra quem quiser sorrir
Na rádio e sem jabá
Na pista e sem cair
Um samba pra você
Um rock and roll to me
E tá consumido
Tá consumido
Tá consumido
Tá consumido
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você
Letra
Letra:
Se o amor faz sofrer
Se a paixão faz doer
O que o ódio fará
Não soube o que dizer
Magoei sem querer
Mas não queres perdoar
Discutiste
Insististe
E pior não me ouviste
Nem me viste chorar
Eu cedi
Concordei
Admiti que errei
Mas só queres guerrear
E eu sei
Não tem fim
Não queres a paz que trago em mim
Não Não
Argumentos que ferem
Silêncios torturam
Gestos são letais
E afinal, pra quê mais?
Concordar jamais
Mesmo que eu diga sim
E eu sei
Não tem fim
Não queres a paz que trago em mim
Vi também que a paz em ti não fica bem
Não Não
Oh Não
E eu vou
Vou desandar daqui
Antes que o céu
Decida desabar sobre mim
Eu sei
Não tem fim
Tu não queres a paz que trago em mim
Vi também que a paz em ti não fica bem
Não tem fim
Tu não queres a paz que trago em mim
Sei também que a paz em ti não fica bem
Não Não
A PAZ NÃO TE CAI BEM
Letra: John Ulhoa/ Música: Hélder Gonçalves. Tema extraído do álbum CORRENTE, dos Clã
www.cla.pt
www.facebook.com/musica.CLA
Letra
Rompe o Cerco
(Carlos Tê/ Hélder Gonçalves)
Limpo as mãos
Vou embora
É outro dia
A luta continua
Lavo a chaga
Purgo a dor
Salto a cerca
O luto continua
Pinto os olhos
Unto a pele
Venho à tona
A vida continua
Mordo a rua
Cuspo o fel
Rompo o cerco
A lama continua
O circo continua
A farsa continua
Eu sei que algo vai mudar
O jogo vira custe o que custar
Faz a mancha
Cava a falta
Esfrega a alma
A lama continua
Limpa a chaga
Salga a dor
Salta a cerca
A vida continua
Limpa as mãos
Vai embora
É outro dia
A luta continua
Lava a chaga
Purga a dor
Salta a cerca
A vida continua
Eu sei que algo vai mudar
O jogo vira custe o que custar
Letra
Sim, o amor é vão
É certo e sabido
Mas então (porque não) porque sopra ao ouvido
O sopro do coração
Se o amor é vão
Mera dor
Mero gozo
Sorvedouro caprichoso
No sopro do coração...
No sopro do coração...
Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas,
Raras
Raras
Raras
Corto em dois limão
Chego ao ouvido
Ao frescor
Ao barulho
Á acidez do mergulho
No sangue do coração
Pulsar em vão
É bem dele
É bem isso
E apesar disso eriça a pele
No sopro do coração...
No sopro do coração...
Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas,
Raras
Raras
Raras
No sopro do coração...
Sim, o amor é vão
Todo o amor é vão
Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas raras
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas raras,
Raras
Brisas Raras

Os Clã estão a preparar um novo álbum, mas têm saído do estúdio para experimentar as canções ao vivo, como acontecerá na sexta-feira, no festival Super Bock Super Rock (SBSR), no Meco, Sesimbra.
"Queremos saber a reação das pessoas. É um exercício saudável que já tínhamos feito com o 'Rosa Carne' e que nos levou a perceber algumas coisas", disse a vocalista, Manuela Azevedo, à agência Lusa.
A banda atuará perto das 23:00, no palco onde mais tarde estará o cantor "new soul" norte-americano Miguel, e tem preparado um concerto "mais físico, mais rock n'roll", até porque já tem experiência do tipo de público que ruma a este festival de música.
Uma das músicas novas que os Clã vão interpretar será "Apolo em Ascensão", com a participação do músico Samuel Úria (que também subirá ao palco, horas antes, no festival).
Além do concerto no SBSR, os Clã têm mantido uma agenda discreta pelo país - o tal laboratório de experimentação ao vivo - para que possam finalizar o novo álbum, que sucederá a "Disco Voador", de 2011, com canções feitas a pensar nos mais novos. O anterior, "Rosa Carne", data de 2007.
De acordo com Manuela Azevedo, para o novo disco foram convidados os letristas com quem têm trabalhado ao longo dos últimos anos, como Regina Guimarães, Carlos Tê e o brasileiro Arnaldo Antunes.
Os Clã têm dez canções prontas e outras "20 a 30 canções em mãos", mas o grupo ainda está a descobrir a linha musical do disco, porque "as músicas são bastante diferentes umas das outras", disse a cantora.
Entre concertos, vão-se mantendo em estúdio, em Vila do Conde, que tem funcionado como um prolongamento da casa do grupo.
Os Clã surgiram em 1992 e integram Manuela Azevedo, Helder Gonçalves, Miguel Ferreira, Fernando Gonçalves, Pedro Biscaia e Pedro Rito.
A 19.ª edição do Festival Super Bock Super Rock começa hoje e termina no sábado.
Além dos Clã, há outros artistas portugueses que atuarão no festival, entre os quais Samuel Úria, Mazgani, Oscat Push, Miss Lava, Anarckicks, Tara Perdida e Manuel Fúria.
Retirado do Sapo Música
Letra
A vida é como uma corda
De tristeza e alegria
Que saltamos a correr
Pé em baixo, pé em cima
Até morrer
Não convém esticá-la
Nem que fique muito solta
Bamba é a conta certa
Como dança de ida e volta
Que mantém a via aberta
Dançar na corda bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba
Salta agora pelo amor
Ele dá o paladar
Mesmo que a tua sorte
Seja a de um perdedor
Nunca deixes de saltar
Se saltares muito alto
Não tenhas medo de cair (baby)
De ficar infeliz
Feliz a cem por cento
Só mesmo um pateta feliz
Dançar na Corda Bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba
Letra
Letra e música: Sérgio Godinho
Letra
Agora que pousas a cabeça
Na almofada e respiras satisfeito
Quero o teu amor
Sem sentido nem proveito
Agora que repousas
Lentamente sigo a curva do teu peito
Procuro o segredo do teu cheiro
Do teu cheiro...
Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi
Logo juntas a tua roupa
E dizes que a vida está lá fora
Passou a minha hora
Passou a minha hora
Passou a minha hora...
Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi
Que não vi..
.
Letra
Im free to do what I want any old time
Im free to do what I want any old time
So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want
Im free to sing my song knowing it's out of trend
Im free to sing my song knowing it's out of trend
So love me hold me love me hold me
Cause Im free any old time to get what I want
So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want
Im free to choose who I see any old time
Im free to bring who I choose any old time
Love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want
letra
Venho do deserto
do reino dos cactos
lá onde brota a virtude
e a pureza dos actos
sou um caubói solidário
venho salvar a cidade
puxo do meu breviário
e vou pregar a verdade
o que me prende ao humanos
é a salvação dos maus
prefiro o cheiro do gado
e o silvo dos lacraus
caubói, caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral
atravesso o rio Bravo
e na rua principal
da cidade perdida
travo um duelo mortal
com o egoísmo reinante
com os agentes do mal
e sem olhar para trás
com medo da estátua de sal
digo adeus à mulher
salva da perdição
que me pede o meu amor
mas eu nem lhe dou atenção
ele é um caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral
caubói, caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral
parto sem recompensa
sem conferência do imprensa
no meu cavalo lendário
sou um caubói solidário
sou muito mais que rotário
não quero ficar na história
quero voltar ao deserto
sem a gordura da glória
para o conforto dos cactos
para os escorpiões
se precisarem de mim
eu ouço as vossas orações
letra
olha a lua partida ao meio
de tao baixinha que esta
quase leva as copas das árvores
e o cabelo dos homens altos.
se eu fosse muito guloso
comia esta lua em forma de queijo.
olha a nuvem, a nuvem branca
quer tapar o nosso queijo
nuvem gorda e sem vergonha
invejosa da luz da lua.
tu já viu que esta noite não tem vento?
olha a lua partida ao meio
se eu pudesse sentava nela
e ficava espiando a terra
e me via olhando ela!
´
Letra
Lá voltaste a puxar para ti o lençol
Como que a privar meus sonhos do último raio de sol
Amigos são sobras do tempo
Que enrolam seu tempo á espera de ver
O que não existe acontecer
Mas teimas em riscar o fim do meu chão
Nunca medes a distância
Dos passos á razão
Meus votos são claros na forma
Desejo-te o mesmo que guardo p'ra mim
E o que não existe não tem fim
É só dizer e volto a mergulhar
Voltar a ler não é morrer é procurar
Não vai doer mais do que andar assim a fugir
Deixa-te entrar para tentar ou destruir
Mas quem te ouviu falar
Pensou tudo vai bem
Só que alguém vestiu a pele
Que nunca serve a ninguém
E a dúvida está do meu lado
Mas eu não consigo olhá-la e achar
Ser esse o lado em que ela deve estar
Erguemos um grande castelo
Mas não nos lembramos bem para quê
E é essa a verdade que se vê
É só dizer e volto a mergulhar
Voltar a ler não é morrer é procurar
Não vai doer mais do que andar assim a fugir
Deixa-te entrar para tentar ou destruir
Mas sem fingir
Sem fingir
Sem desistir
Música
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