
CINETEATRO MUNICIPAL D. JOÃO V
O APOCALIPSE SOBRE FERNANDO PESSOA E OFÉLIA QUEIRÓS
MÚSICA/ TEATRO
25 NOV |21:30H |10€
Classificação Etária M6
É um espectáculo inovador onde a literatura e a poesia se cruzam com a música, o teatro, a dança e a multimédia numa unidade artística fantástica que nos traz uma perspectiva de Fernando Pessoa ímpar numa transversalidade que cruza Oriente e Ocidente.
O projecto "O Apocalipse sobre Fernando Pessoa e Ofélia Queirós", nasce especificamente a pensar na Cidade de Lisboa e em Fernando Pessoa, a cidade como laboratório e acolhimento da matriz do pensamento universal dirigido a Todos
Este espetáculo reúne várias artes – literatura, teatro, música, canto, dança – em torno da ideia do reencontro de Fernando Pessoa e Ofélia Queirós no Cais das Colunas, num plano intemporal e visionário muito ligado ao imaginário de Lisboa, do Tejo e do Atlântico. Num modelo inspirado no Apocalipse segundo São João, Ofélia revela a Pessoa a verdade fundamental sobre o sentido do seu encontro e do amor e obtém o reconhecimento do Pessoa ortónimo e dos seus vários heterónimos. A obra dá voz a passagens e momentos capitais da vida e obra de Pessoa e recria o episódio da Ilha dos Amores de Luís de Camões, em torno de Pessoa e Ofélia. A obra recria ainda aspectos fundamentais da mitologia cultural portuguesa, centrais em Fernando Pessoa, como a vocação universalista da mesma cultura para unir Oriente e Ocidente e contribuir para uma metamorfose da consciência e uma nova civilização mais fraterna em relação aos seres vivos e à Terra.
O projecto "O Apocalipse segundo Fernando Pessoa e Ofélia Queirós", de autoria de Paulo Borges, é um Espectáculo Interdisciplinar. Desafiado por Miguel Babo (produtor e actor) e escrito por Paulo Borges, professor do Departamento de Filosofia da Universidade de Lisboa e autor de vários livros sobre Fernando Pessoa, estende o convite a uma equipa de artistas multidisciplinares, contando com trabalho de imagem e multimédia de Luís Fernandes, com a direcção musical e composição original de Rui Filipe Reis e com a Amálgama Companhia de Dança | Sandra Battaglia na Coreografia e direcção de Movimento.
"Vinde a nós
ó vós todos
que é a Hora"
Paulo Borges
in O Apocalipse segundo Fernando Pessoa e Ofélia Queirós




THE FLOYD PORTUGAL - TRIBUTO A PINK FLOYD




LENA D'AGUA
Piano e Voz
MÚSICA
24JUN | 21:30H |10€
Classificação Etária M6
Uma voz única e inconfundível num desfilar de canções emblemáticas e de grande êxito. Acompanhada por Ricardo Dias no piano, Lena interpreta temas como o inesquecível “Sempre que o Amor me Quiser”, ou apetecível “Dou-te um Doce”, e ainda “A Noite Passada”, “A Barca dos Amantes”, “Estou Além”, “Nunca Me Fui Embora”…entre muitos outros. Uma intérprete ícone da melhor pop lusitana de sempre.

Cineteatro Municipal D. João V
MÚSICA
16 JUN | 21:30H |10€
Classificação Etária M6
Nota : o bilhete inclui a oferta do disco


Fadista já lendário e bem popular, é intérprete de um reportório vasto com mais de 30 discos gravados. Tem um estilo bastante original, condicente com a sua maneira (também ela original) de interpretar o Fado.
Da sua carreira destacam-se os inesquecíveis êxitos : Cais do Sodré, letra de Paco Bandeira; Gente do Mar e Eu sou povo e canto esperança, de João Dias; e Coentros e Rabanetes, de Jorge Atayde e o Fado do 31.

MT 80
We rock the 80s - Tributo ao rock dos anos 80
Cineteatro Municipal D. João V
MÚSICA
rock/ pop
29 ABR| 21:30H |7,5€
Os MT80 são uma banda que optou por se assumir e especializar na recriação inspirada e renovada de grandes clássicos da pop e do rock dos tão emblemáticos anos 80. A sua energia em palco, musicalidade e grande desempenho profissional têm destacado este grupo ao longo de muitos concertos realizados dentro e fora de Portugal. Integram a banda a encantadora cantora Alana, o guitarrista Nuno Ferreira (também músico na banda de Tony Carreira. Fernando Pereira (Da Vinci e Orquestra de Herman José), José Jorge (ex baterista dos Meninos D'Avó) e o imparável Fábio Rodrigues no baixo.

Rua da Lua
MÚSICA
Fado/World Music
01 ABR | 21:30H |10€
Nascidos em 2008, pela mão da experiência marcante de dançar o Fado, Carlos Lopes, Tiago Oliveira, Manú Teixeira, Rui Silva e mais tarde Tatiana Pinto, apercebem-se da química que os une e que flui nas composições originais que então têm início. Assim nasce um nome de rua, de lua, onde cabe toda a inspiração, o que já era e volta a ser, as versões únicas revisitadas e os pequenos passos para a banda, grandes para a música Portuguesa.
Na Rua da Lua, as histórias são terrenas, quotidianas, evocam memórias e futuro, fazem a leitura de modos de estar e sentir, que se materializam quando cantados e aplaudidos por quem ouve.
Uma viagem pelo que já sabemos, sem sabermos que se podia dizê-lo assim. A Lua como pano de fundo é a luz de um cenário onde as peças originais se desenrolam e se ligam. “Sabe bem” ouvir que “Há vida no bairro”, onde por “Três paus” se fazia a festa, onde se canta o” Fado Bisnaga”, enquanto “Maria lua Mulher” assume ser amante do Mar. Onde a paixão é “Feita de Lua” e o “Tempo, dono de ninguém”, passa a correr e nos mostra “O fim”, que se veste de início de uma banda que já tem o seu lugar.
O CD de estreia Rua da Lua, com o apoio oficial da Antena 1, inclui nove originais e duas versões arrebatadoras de temas que ainda hoje fazem história. Músicos exímios e cúmplices, através da voz de Tatiana Pinto, criam um novo mundo, onde todos, por uma ou outra razão se revêem. Acordeão, Guitarra Clássica, Contrabaixo e Percussão são os ingredientes que cozinham um som universal, que atravessa gerações e as une, numa viagem que se quer repetir.


Aprendeu a tocar guitarra com a ajuda de um tio e aos 14 anos torna-se guitarrista e vocalista do grupo Cuban Boys, com o qual deu vários concertos em Portugal e Espanha. Também, durante cinco anos, foi locutor da estação regional Extremadura-Badajoz da rádio espanhola S.E.R. Acabou por se tornar conhecido por Paco devido à ascendência espanhola da sua família e pela sua actividade inicial em Espanha, onde os Franciscos são chamados de Pacos, Panchos ou Curros.
Após o serviço militar, ao regressar a Portugal, começa a compor os seus próprios temas, e só então passa a cantar em português, a partir de 1972, como solista, pela mão de Hermínia Silva, no Solar desta famosa artista.
O primeiro dos seus sucessos foi "A Minha Cidade" (mais conhecida por "Ó Elvas, Ó Elvas"), seguindo-se outros tantos êxitos, tais como "É Por Isso Que Eu Vivo", "Chula da livração" ou "Ceifeira Bonita". Em consequência destes êxitos, inicia uma intensa carreira internacional junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, actuando em palcos e televisões de Espanha, Itália , Austrália e Canadá..
Em 1980, edita o álbum "Malhas, Malhões e Outras Canções", com arranjos de Pedro Osório, cujo repertório foi registado também num programa para a RTP, intitulado "A Vez e a Voz".
Em 1987, Paco Bandeira edita o seu vigésimo disco LP, intitulado "Com Sequências"
Seguiram-se temas de muito sucesso como "O Sol do Mendigo", "Minha Quinta Sinfonia", ou "A Ternura dos Quarenta".
Em 1994, edita o seu vigésimo quinto álbum intitulado "Cantigas Entrelaçadas", na mesma altura que preparava um programa para a RTP intitulado "Cantares de Amigo", exibido um ano depois. Ainda em 1995 compõe a banda sonora da telenovela "Roseira Brava", e uma série de programas para a Radio Comercial intitulados "Cantos da Casa". Em 1996 compõe as bandas sonoras das telenovelas "Primeiro Amor" e "Vidas de Sal; em 1997 as telenovelas "Filhos do Vento" e " A Grande Aposta"; em 1998 a telenovela "Os Lobos" e em 2000 "Ajuste de Contas".
Em 2006 lança uma antologia de alguns dos seus maiores sucessos, num duplo álbum intitulado "Paco Bandeira: Uma vida de canções", que se torna um enorme sucesso de vendas e alvo de rasgados elogios por parte de quase toda a crítica especializada. O álbum acabou por encabeçar as listas de melhores do ano de quase toda a imprensa.
Em Outubro de 2007 editou o álbum "Canto do espelho", com dez temas originais, cinco dos quais contam com os coros a cargo do Coral Harmonia de Santiago do Cacem.
Em 2016 editou " O Povo é sempre bom", o seu mais recente trabalho discográfico.
Uma carreira de mais de 50 anos, um nome incontornável da música ligeira portuguesa.

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António Manuel Ribeiro |
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Há sempre uma história, com o António
Em cada canção, que os discos receberam e o público tornou como suas, há histórias guardadas, algumas secretas. António Manuel Ribeiro, provavelmente o mais prolífero songwriter português da actualidade, apresenta-se num espectáculo em que a voz e a guitarra (várias guitarras acústicas) recriam o universo original de um lote de canções muito queridas. Na noite do dia 27 de Janeiro, no palco do Cineteatro D. João V, na Damaia, canções de sempre e canções esquecidas regressarão ao formato de onde um dia partiram: o cantor e o contador de histórias na intimidade. Com a estreia de alguns inéditos. O António terá em palco a companhia de dois convidados especiais: Ivan Cristiano (percussão) e António Côrte-Real (guitarra acústica). |
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Chico Fininho
Cineteatro Municipal D. João V |
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"Chico Fininho" é uma celebração dos 35 anos de carreira de um dos músicos mais consensuais e admirados da música Portuguesa.
Um desfile de canções que marcaram várias gerações de portugueses, entre os quais os cinco magníficos músicos que prestam este tributo, onde não faltam algumas das pérolas menos divulgadas pelas rádios. Do mítico "Ar de Rock" ao mais recente "A Espuma das Canções", nenhum disco ficará de fora desta viagem pelo Porto, pelos Blues, pelo Rock, pelas canções de amor e por todos os elementos que fazem parte da brilhante história de Rui Veloso, que é também uma parte importante da história dos últimos 35 anos dos portugueses... |
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António Pinto Basto |
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Após gravar, em 1988, o sucesso "Rosa Branca", um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, António Pinto Basto têm-se dedicado exclusivamente ao fado. Em 1989. editou o álbum, “Maria” (1989), que repetiu o sucesso de vendas. Seguiram-se “Confidências à Guitarra”, a colectânea “Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto” e “Desde o Berço” (1996). Fez parte do grupo. Fez parte do grupo Quatro Cantos que recuperou grandes nomes do fado.Para além de Portugal tem actuado em países como Brasil, India, Canadá, Estados Unidos da América e China sempre com grande prestigio.
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GONÇALO DA CÂMARA PEREIRA
Fado de um trovador.
Este espectáculo leva ao público aproximadamente durante 2h, sucessos dos 30 anos de carreira musical do fadista Gonçalo da Camara Pereira.
A qualidade dos músicos que o acompanham é de reconhecimento nacional. Gonçalo faz uma exibição fantástica, proporcionando um concerto inesquecível para o público.
Gonçalo é atualmente um dos fadistas mais conceituados de Portugal, dono de um excelente timbre de voz e uma enorme simpatia para com o público.
Um verdadeiro contador de histórias a cantar.
RITA GUERRA
Uma das cantoras portuguesas mais populares volta a surpreender. Apresentando -se agora numa nova formação de sonoridade mais acústica, acompanhada de músicos de eleição, revisita alguns dos grandes temas da sua carreira, num renovado e inédito concerto intimista.
Neste espetáculo justamente intitulado ”Uma noite em…”, para além dos maiores êxitos de 30 anos de carreira da cantora e compositora, teremos a possibilidade de ouvir as histórias sobre as canções que sempre a acompanharam.
MARIA ARMANDA
Em 1967 participou na Grande Noite do Fado da Casa da Imprensa, gravando no ano seguinte, o seu primeiro trabalho discográfico, o EP O Meu Soldadinho.
Participou em vários festivais, como o de Espinho e o Festival da Figueira da Foz, no ano de 1969, interpretando o tema da autoria de António José e Ferrer Trindade, "Sombras da Madrugada", acabando por arrecadar um terceiro lugar.
O primeiro álbum surgiu em 1972, Maria Armanda no qual gravou fados inéditos de vários compositores.
Em 1979 estreou-se no teatro, no palco do Teatro Laura Alves, em Lisboa, actuando posteriormente no Parque Mayer , no Teatro Maria Vitória, como atracção na revista "Rei Capitão Soldado Ladrão".
Nos anos seguintes marcaria presença em mais duas revistas, "Mais Vale Sá Que Mal Acompanhada" (de onde foi retirado o tema "Lisboa Das Barracas") e "Ó Patego olha o balão", contracenando com Ivone Silva e Camilo de Oliveira.
Voltaria à "revista" em 2001, participando na peça "Tem a Palavra a Revista".
Para além de "O Meu Soldadinho", "Só Porque Desenhaste A Rosa Branca" e "Mulher De Qualquer Povo da Terra", um dos seus maiores sucessos de sempre foi "Mãe Solteira", e tem no seu repertório muitas canções com letras de José Carlos Ary dos Santos e músicas Nuno Nazareth Fernandes.
Maria Armanda marcou presença em espectáculos da Europália realizados na Bélgica, ao lado de Carlos do Carmo
Sendo " alfacinha" não poderia passar ao lado das Marchas Populares, chegando a participar em diversas
A partir do ano 2000, Maria Armanda faz parte do grupo Entre Vozes com outras fadistas (Alice Pires, Lenita Gentil e Teresa Tapadas) que acabaria por editar 3 álbuns.
Em 2004, Maria Armanda integrou novo grupo de 4 fadistas, denominado de Quatro Cantos, novamente com Teresa Tapadas mas agora com as vozes masculinas de António Pinto Basto e José da Câmara.
Em 2006 edita o DVD " Do presente ao passado no Fado
Actua regularmente em várias Casas de Fado como o "Senhor Vinho", no "Clube de Fado João da Praça" ou no Restaurante "Guitarras de Lisboa", em Alfama.
MÚSICA FADO
13 NOV | 16:00H | 8€
De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música cultivando o seu gosto pela arte do canto. Jovem de belíssima presença e voz carismática, de entrega interpretativa cativante, Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado. Desde 2010 que Rita Santos tem participado em inúmeros espectáculos de Fado, programas de televisão, rádio e é voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa, tendo já conquistado um público fiel.
Música Unida apresenta “'Retratos d'Alma”, o primeiro trabalho discográfico da fadista.
RAIZES NA MÚSICA
ESPECTÁCULO INFANTIL
12 NOV | 10:30H | 5€
THE MAGIC CONCERT
“The Magic Concert” é um conceito de espectáculo em formato concerto que combina o teatro com a dança e a música.
O seu elenco é constituído por sete magnificas vozes, acompanhadas por piano e percussão.
Totalmente cantado ao vivo e em português!
Durante, aproximadamente, 80 minutos, num jogo de luz e cor, o espectador entra numa “viagem” pelos melhores temas de musicais e filmes infantis, desde os mais conhecidos como “O Rei Leão”, passando pela “Pequena Sereia”, “ A Bela e o Monstro”, “Hércules”, “Aladino” e muitos mais! Um espetáculo para todas as familias.
Rogério Charraz está de volta com o terceiro álbum de originais. Não Tenhas Medo do Escuro é o nome do seu novo trabalho, composto por 11 canções da autoria do próprio, uma delas composta em parceria com o pianista Júlio Resende.
O autor volta assim a rodear-se de convidados de peso, depois de nos trabalhos anteriores já ter gravado com nomes como Rui Veloso, José Mário Branco, Fernando Tordo ou Rui Pregal da Cunha. Rogério Charraz gravou também no mais recente trabalho de Fausto e assina um dos temas no disco de estreia de Marta Pereira da Costa, gravado em parceria com Richard Bona, conceituado baixista de jazz nascido nos Camarões.
Ao Cineteatro D. João V, Rogério Charraz traz as canções do mais recente disco e revisita os dois primeiros álbuns - A Chave e Espelho, numa versão trio com Paulo Loureiro (teclas e clarinetes) e Carlos Lopes (acordeão, cavaquinho e percussão).
The LUCKY DUCKIES Glamour & Nostalgia Lisbon Rentrée
A mais mediática banda revivalista portuguesa volta em Setembro à região da grande Lisboa para um concerto de "rentrée" no Cineteatro D. João V no Município da Amadora, situado na Damaia. Para além dos temas inclusos na sua discografia, trazem-nos algumas novidades de arranjos de clássicos pelos quais os seus fãs há muito estão sedentos. Vão de forma descontraída ter alguns colegas amigos da música como o José Manuel Concha, o Zé Luís dos EKOS, entre outros. Nesta soirée vai-se ouvir muito Swing e Rock'n'Roll, não esquecendo alguns clássicos portugueses e latinos! Os sapatinhos não vão conseguir impedir um bom ritmado bater do pé, nem os lábios do público ficarão indiferentes aos refrões destes clássicos internacionais!
A MARAFONA é um quinteto acústico composto por cordófones (viola, guitarra portuguesa/cavaquinho/campaniça e contrabaixo), percussões encimadas pela voz poderosa de Artur Serra e amiúde recorre ao seu coro masculino.
Como conta histórias as canções são quase visuais e a junção tímbrica de instrumentos e a varidade de arranjos transportam-nos por um périplo de cenários musicais inesperados ou para memórias escondidas.
A MARAFONA realiza também uma viagem pelas recolhas poeirentas de textos e canções do cancioneiro popular português, colhendo do património cultural que nos define, abraçando a sua condição de povo.
Somam-se depois, necessariamente, um pouco do ser e percurso de cada músico. Encontram-se a espaços as influências de géneros musicais que marcaram as mais recentes gerações, mas vincadas numa criação de autor.
Por último, assoma-se que o périplo da MARAFONA assenta na procura de um rumo imaginário para a música popular portuguesa, um caminho de regresso à criação popular, a emergir e com ela, da esmagadora globalização.
Guitarra Portuguesa, Cavaquinho, "Braganiça", Trancanholas, Gaita de Foles -Gonçalo Almeida; Viola Clássica - Daniel Sousa; Percussões - Ian Carlo Mendoza;contrabaixo - Cláudio Cruz; Voz , Adufe, Berimbau de boca - Artur Serra
Música
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