Domingo, 04.01.15

Cerca de uma dezena de grupos corais vão atuar no dia 25 no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, numa homenagem ao cante alentejano, declarado em novembro Património Imaterial da Humanidade.

 

De acordo com o CCB, no espetáculo no grande auditório estão confirmados os grupos corais de Baleizão, os Cantares de Évora, os Mainantes e Os Ceifeiros de Cuba. A eles juntam-se ainda os grupos corais e etnográficos da Casa do Povo de Serpa, Os Camponeses de Pias e Amigos do Alentejo do Feijó.

 

Este encontro em Lisboa pretende celebrar o reconhecimento internacional de "um canto coletivo, sem recurso a instrumentos e que incorpora música e poesia", associado geograficamente ao Baixo Alentejo.

 

O cante alentejano foi classificado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, a 27 de novembro em Paris.

 

De acordo com a candidatura portuguesa, o cante era sobretudo interpretado por classes trabalhadoras, consideradas rurais e camponesas no passado, mas que eram proto-industriais ou industriais, porque trabalhavam na agricultura com máquinas ou em explorações mineiras.

 

O grupo Os Mineiros de Aljustrel, formado em 1926, é considerado o primeiros grupo coral de cante alentejano.

 

A propósito daquela classificação internacional, a Câmara Municipal de Beja declarou 2015 como Ano Municipal do Cante Alentejano, com iniciativas para promover esta prática social e cultural.

 

Retirado de Sapo Música



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Terça-feira, 23.09.14

MARIA ANA BOBONE | 10 DE OUTUBRO | CENTRO CULTURAL DE BELÉM | 21:00H

 

MARIA ANA BOBONE | 10 DE OUTUBRO | CENTRO CULTURAL DE BELÉM

 

 

Compositora, pianista e intérprete de voz distinta, Maria Ana Bobone regressa ao Grande Auditório  do CCB  no dia 10 de Outubro. Desta feita, a artista MTV (linked pelo talento) comemora, para além dos seus vinte anos de carreira, a oportunidade de apresentar numa grande sala em Lisboa, a sua forma única e distinta de abordar o Fado.

 

Com uma carreira reconhecida internacionalmente (Fado & Piano foi distinguido pela World Music Central como um dos cinco melhores álbuns do ano 2013), a artista que conta também com uma nomeação para os Globos de Ouro no seu currículo, oferece um concerto em que destacará  as  fases mais marcantes da sua carreira e desvendará o caminho do seu próximo disco.

 

Deste concerto farão parte temas tão emblemáticos como Nome de Mar (poema que lhe foi dedicado por Manuel Alegre), ou ainda o recente dueto com Mikkel SolnadoIf the Stars Were to Waltz, com quem encerrará o espectáculo.

 

Ao longo do concerto, cantará acompanhando-se ao piano outros ícones do seu percurso: Que Deus me Perdoe, Auto-retrato, Fado Xuxu, Senhora do Monte, entre os quais, Ó meu Amor não te atrases numa agradecida homenagem a Vasco Graça Moura, (autor do poema).

 

Num Centro Cultural de Belém que sempre a acolheu de braços abertos, Maria Ana Bobonefar-se-á acompanhar pelos mais reconhecidos nomes da música nacional com a direcção musical a cargo do produtor Rodrigo Serrão:

 

Eurico Machado| Guitarra Portuguesa; Carlos Manuel Proença | Viola de Fado; Rodrigo Serrão |  Contrabaixo

 

Convidados Especiais:

Mikkel Solnado

António Palma| Piano; Andrés Perez | Percussão

 

Café Quarteto - extraído da orquestra Gulbenkian, liderado pela virtuosa Maria Balbi (violino) com Maria José Laginha (violino); Pedro Meireles (Viola); Guenrikh Elesin (Violoncelo)

 

Grande Auditório | 21:00h
M/6

 Preços :1ª Plateia 12,5 € |2ª Plateia 10 € |Laterais  7,5 € |Laterais deficientes 7,5 € |
Camarote Central 12,5 € |Camarote Lateral 10 € |Balcão Lateral 7,5 € |1º Balcão 5 € |2º Balcão3 €

 

 www.mariaanabobone.com | http://www.facebook.com/maria.a.bobone  |  www.kbranca.com



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Terça-feira, 10.06.14

CCB acolhe dia de concertos gratuitos nos 22 anos da Metropolitana

A Associação Música, Educação e Cultura (AMEC-Metropolitana) celebra 22 anos, na terça-feira, com um dia de concertos gratuitos, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, sob o lema “Uma Orquestra, Três Escolas”.

Nos vários espaços do CCB, apresenta-se o projeto Metropolitana, nas diferentes formações, desde a orquestra clássica aos ensembles, passando pela orquestra de sopros e a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML), que é o “cartão-de-visita” do projeto AMEC, disse à Lusa o seu diretor executivo, António Mega Ferreira.

“A nossa missão é essencialmente artística e pedagógica. A OML é o cartão-de-visita, mas não é só. Nós temos uma importante vertente pedagógica com três escolas e um projeto em parceria com a Casa Pia de Lisboa”, realçou. “Hei de repetir até à exaustão: o que é a Metropolitana? ‘Uma orquestra e três escolas’”, sublinhou Mega Ferreira.

As três escolas são o Conservatório de Música Metropolitana, a Escola Profissional de Música e a Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO), havendo um acordo com a Casa Pia de Lisboa, que “vai ser renovado e aprofundado”, visando atribuir um diploma de frequência do respetivo curso aos alunos daquela instituição.

Em declarações à Lusa, o responsável afirmou que estão “muito apostados em consolidar o trabalho da ANSO, na sua dupla vertente pedagógica, como academia superior e artística, como orquestra académica, e atualizar uma série de procedimentos nas três escolas”. Mega Ferreira defendeu que “é necessário consolidar métodos de trabalho na vertente pedagógica” em prol de “uma normalidade” que se deseja e que a associação vive atualmente.

Relativamente à ANSO, a possibilidade de abrir um novo curso, adiantada à Lusa em outubro passado pelo diretor artístico e pedagógico da AMEC, o compositor Pedro Amaral, “foi posta de lado". O curso anunciado “não faz sentido na conjuntura atual, e foi abandonado, mas em velocidade de cruzeiro da associação, faria todo o sentido”, disse Mega Ferreira.

O responsável descartou também a possibilidade de extensões da Metropolitana a países lusófonos, nomeadamente Cabo Verde e Angola, que foi aventada em 2012. “Gostaríamos muito, mas temos de consolidar a situação aqui [em Portugal], com tanta solicitação que temos”, disse.

Há uma outra possibilidade no domínio pedagógico que está a ser estudada com o Instituto Cultural de Macau, que é a vinda para as escolas da Metropolitana, de estudantes de música daquele ex-território sob administração portuguesa. “Exige meios financeiros e estamos só a dar os primeiros passos nesse sentido”, acautelou Mega Ferreira.

Na terça-feira, o programa que é apresentado no CCB abre às 14:00 com o Duo das Percussões da Metropolitana, seguindo-se a atuação de pianistas e cravistas das escolas da Metropolitana e, às 15:00, inicia-se um programa de música de câmara protagonizado pelos alunos.

Do programa anunciado está ainda prevista a atuação do Coro da Metropolitana, da Piccola Orquestra Metropolitana, com alunos entre os três e os seis anos, da Orquestra Juvenil Metropolitana, com alunos de idades maiores, e ainda das orquestras Clássica Metropolitana e de Cordas da Casa Pia de Lisboa.

O programa encerra às 19:00, com a atuação das orquestras de Sopros, da Académica e da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção Reinaldo Guerreiro, que foi um dos alunos da ANSO.

 

Retirado de Sapo Música



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Domingo, 23.03.14

Na passada quinta-feira à noite, os melhores e mais jovens bigodes de Lisboa estavam concentrados no pequeno auditório da sala à beira Tejo. Estes e os seus portadores, esperavam ansiosos o regresso dos Capitão Fausto, em palco.

 

O alinhamento abre com “Litoral”, com toda a sua pujança rítmica, destacada pela máquina animalesca que é Salvador Seabra.

 

“Nunca Faço Nem Metade” marca uma sonoridade próxima de Tame Impala, ácida, distorcida, psicadélica e garra punk de Yeah Yeah Yeahs. Entre a tempestade e a bonança, os Faustos, apresentam-se melódicos, mesmo enquanto Tomás Wallenstein se adapta a um novo pedal para a guitarra.

 

Depois de uma corda partida e a sorte de haver mais uma telecaster, escondida atras de um amplificador, quebra-se a apresentação de Pesar O Sol, para tocar “Supernova".  A esta hora já pouco era o público que aproveitava o conforto da cadeira e todos se deixavam levar pelo rock intelectual, vestido com casacos de cabedal.

 

Entre distorções, dinâmicas sonoras explosivas e progressivas, o caminho foi-se construíndo, maduro e certeiro. “Flores do mal" foi planeada para ser uma experiência apropriada ao auditório, para ouvir de saborear sem vontade de moches ou crowdsurfing que, mesmo assim, não ficaram longe de acontecer. Uma dedicatória, sobre o brilho de um olhar, explorada numa viagem sonora e visual.

 

Uma jornada intergaláctica, partilhada pelo quarteto, antecede “Célebre Batalha de Formariz”. Sem tempo para retomar o fôlego, em cada intervalo entre canções, há sempre um instrumental presente.

 

A "Febre” pelo revisitar do repertório passado, encheu os corpos de felicidade mesmo antes dos devaneios praticados por Francisco Ferreira, o homem das teclas e do casaco de lantejolas a tocar o final de “Ideias” em cima do banco, com o pé sobre as teclas. A brotar de imagens de tanques de guerra, bombas e carroceis, ouvem-se riffs gritantes e o baixo metálico e encorpado do também estudante de Relações Internacionais, Domingos Coimbra.

 

À Gazela e à manga, vão buscar os truques harmoniosos, de onde vem “Santa Ana”, pronto a alimentar-se da plateia sedenta de sons dançantes. O capitão Salvador, perdeu-se num solo de bateria, onde a única maneira de tocar na perfeição seria com o cabelo á frente dos olhos.

 

Entra o Diogo do baixo, seguido pelas as teclas cósmicas do maestro Ferreira, sucedido pela inconfundível lead guitar de Manuel Palha e por último chega Tomás, o rei da camisa de folhos, da voz hipnótica e sorriso rasgado.

 

“Maneiras Más” embala e leva as palavras a passear pelos lábios de quem era iluminado pelos flashes do palco. Com um turbilhão de varias fases, o compasso foi crescendo...até se dissipar.

 

Wallenstein introduz os lisboetas amigos e entusiastas, a uma canção “antiga mas actual”. “Verdade”, pronta para a festa, foi a música de despedida.

 

O truque do encore volta a funcionar sem  complicações. “Lameira” vem calma, sublime e leve, ideal para refrescar um dia de calor, numa roadtrip pelo interior de Portugal.


Duas horas depois, sem margem para dúvidas, a conclusão era certa: estes são os filhos do rock dos dias de hoje.

 

Texto: Sara Fidalgo

 

retirado do Palco Principal



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Terça-feira, 14.01.14

You Can't Win, Charlie Brown no Centro Cultural de Belém com novo disco

No próximo dia 20 de Janeiro, a banda portuguesa You Can't Win, Charlie Brown, lançará o seu segundo trabalho, «Diffraction/Refraction», em seguimento ao seu primeiro álbum, «Chromatic».

 

Os You Can't Win, Charlie Brown tocam, no próximo dia 18 de Janeiro e pelas 21:00, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém para apresentar este novo disco, sob o retorno da iniciativa CCBeat, dedicada às tendências de música urbana. Os bilhetes custam entre os cinco e 15 euros.


De volta aos estúdios da Pataca Discos, a banda trabalhou em «Diffraction/Refraction» desde a Primavera de 2013, contando com o sound engineering de Tiago de Sousa, com a edição de Luís "Walter Benjamin" Nunes e com a masterização de Rafael Toral. 

A banda já lançou dois singles do mesmo trabalho, "Be My World" e "After December", prometendo um trabalho mais desafiador do que o seu de estreia, ainda que com a sonoridade que a caracteriza.


Os You Can't Win, Charlie Brown, são Afonso Cabral, David Santos, João Gil, Luís Costa, Salvador Menezes e Tomás Sousa.

 

Retirado do HardMúsica



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Sexta-feira, 03.01.14

Mafalda Veiga

 

A data de 09 de Janeiro para o concerto de Mafalda Veiga no CCB encontra-se esgotada. A data extra será 10 de Janeiro.

 

"Todas as palavras tocam", o espectáculo que Mafalda Veiga levará ao Centro Cultural de Belém (CCB) no dia 10 de Janeiro encontra-se esgotado. Dai que tenha sido criada uma data extra, que será a 09 de Janeiro.

Neste espectáculo acústico, Mafalda Veiga traz à superfície as palavras de cada canção, tornando-as mais visíveis, como se fossem pele, capazes de ser tocadas e de tocar, nesse caminho único, tão misteriosamente evocativo e extraordinário, que é a música.

A acompanhar a cantora estarão Filipe Raposo ao piano, Lars Arens no trombone e eufónio e Cláudio Silva no trompete e no flugel.

O alinhamento terá como critério a relação de afecto da autora com as suas próprias canções, as que o público adoptou também como suas e as canções de alguns outros autores e compositores que fazem parte da sua vida.

O preço dos bilhetes para dia 09 de Janeiro variam entre os 10 e os 25 euros.

 

retirado do HardMúsica



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Quarta-feira, 11.12.13

Madredeus celebram 25 anos no CCB e na Casa da Música

Os Madredeus, no novo formato – guitarra clássica, sintetizadores, violinos, violoncelo e voz – , sob a liderança de Pedro Ayres Magalhães, tocam na quinta-feira no Centro Cultural de Belém, no périplo celebrativo dos 25 anos de carreira.


Os atuais Madredeus reúnem Pedro Ayres Magalhães (guitarra clássica), fundador da banda, Carlos Maria Trindade (sintetizadores), que a integra desde 1994, e os recentes “companheiros de jornada” Beatriz Nunes (voz), os violinistas Jorge Varrecoso e António Figueiredo e o violoncelista Luís Clode.

 

A nova formação gravou no ano passado, quando se iniciaram as comemorações do quarto de século de atividade, o álbum “Essência”, que constitui o veio do concerto que apresenta na quinta-feira, no grande auditório do CCB, e no domingo, na Casa da Música, no Porto.

 

As treze músicas, com novos arranjos, registadas em “Essência”, percorrem os registos dos diferentes álbuns do grupo desde “Os Dias da Madredeus” (1987) até “Metafonia” (2008), passado por “Existir” (1990), “Espírito da Paz” (1994), “O Paraíso” (1997) e “Movimento” (2001)

 

A seleção é uma amostra da nova vida dos Madredeus em palco, recaiu sobre clássicos absolutos e temas um pouco mais secretos como “Ao Longe o Mar”, “O Pomar das Laranjeiras”, “Palpitação”, “A Sombra”, “A Confissão”, “O Navio”, “Coisas Pequenas” e, entre outros temas, “Adeus e Nem Voltei”.

 

Das 180 canções editadas pelos Madredeus, ao longo da sua existência, “foi selecionado um grupo que, por um lado, revisita o reportório todo e, por outro lado, pode viver bem com a nova instrumentação”, explicou á Lusa Ayres Magalhães.

 

A nova formação resulta do anterior formato dos Madredeus & A Banda Cósmica, que incluía bateria, harpa e duas vozes femininas.

 

Para Pedro Ayres Magalhães, que passou por alguns grupos históricos da música portuguesa, como os Heróis do Mar e os Faíscas, os novos Madredeus surgem “essencialmente à volta da ideia de tocar ao vivo”.

 

Esta nova formação estreou-se em abril do ano passado nas Caldas da Rainha, e, seguindo as pisadas do grupo inicial, já tocou em Inglaterra, Espanha, França, Suíça, Hungria, Turquia, entre outros países.

 

Ao longo da sua existência os Madredeus passaram por diferentes fases, a que corresponderam distintas formações instrumentais, sendo trio constituído pela guitarra, sintetizadores e voz feminina, a presença constante na base da formação. “Desta vez acompanhamos esse trio com dois violinos e um violoncelo, garantidos por músicos da Sinfónicas Portuguesa”, disse Ayres Magalhães.

 

O grupo foi criado em 1986, sob a liderança de Pedro Ayres Magalhães (ex-Heróis do Mar, Corpo Diplomático, etc.), tendo sido as instalações do Teatro Ibérico (antiga igreja do Convento de Xabregas) o seu primeiro local de ensaios, de onde se inspiraram para dar nome ao grupo (Convento da Madre de Deus), que experimentava tocar música em português com instrumentos acústicos.

 

O grupo era ainda constituído por Rodrigo Leão, nos teclados, Gabriel Gomes, no acordeão, e Francisco Ribeiro, que faleceu em 2010, no violoncelo, aos quais se juntou depois a voz de Teresa Salgueiro.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 03.10.13

Jorge Palma

 

O filho, Vicente Palma, e Gabriel Gomes (dos Sétima Legião, Madredeus) vão juntar-se ao artista em Lisboa.

 

Jorge Palma vai regressar aos palcos lisboetas para um concerto "íntimo" no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no dia 10 de dezembro. Consigo, o músico vai ter o filho, Vicente Palma, e Gabriel Gomes (Sétima Legião, Madredeus).

 

O início do espetáculo está marcado para as 21h00 e os bilhetes estão à venda pelos seguintes preços:  10,00 euros - galerias; 12,50 euros - 2º balcão; 15,00 euros - balcões laterais; 17,50 euros - 1º balcão; 20,00 euros - laterais; 22,50 euros - camarotes laterais;  25,00 - 1ª plateia, 2ª plateia e camarotes centrais.


Retirado do Blitz



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Domingo, 02.06.13

Sebastião Antunes


Dia 8 de Junho no CCB

Sebastião Antunes celebra, neste concerto, 20 anos de carreira com a Quadrilha, e 25 com os Peace Makers. Partilha momentos actuais, marca reencontros, e percorre uma história que cruza sentimentos, junta influências, amigos e a alegria da partilha. Recorda os caminhos trilhados, em nome das paixões, que as cantigas nos despertam.


A noite de 08 de Junho, no CCB, é de celebração e Sebastião Antunes convida alguns amigos para, com ele, fazerem a festa. Para partilhar o palco com Sebastião Antunes estão Tito Paris, Galandum Galundaina, Sara Vidal e Miguel Quitério, que também colaboraram no seu no mais recente disco 'Com Um Abraço'.


Uma noite especial, que se pretende, de alegria!

Bilhetes à venda no CCB e em Ticketline - 12.50Є / 15.00Є


Retirado de Antena 1



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Sexta-feira, 31.05.13

Carta Branca a Sérgio Godinho: «Há certas coisas que não ousaria cantar»

O Centro Cultural de Belém (CCB) recebe esta sexta-feira as Caríssimas Canções de Sérgio Godinho, espetáculo que também passa pela Casa da Música, no Porto, a 15 de junho. O cantautor vai arriscar universos diferentes do seu e correr riscos, sabendo porém que há canções "onde não cabe uma segunda interpretação".

"É um desafio, é um risco, mas se não corremos riscos na vida andamos sempre a moer territórios demasiado conhecidos, naquilo que já está seguro e sabemos que as pessoas vão gostar", começa por dizer Sérgio Godinho, anunciando-nos que nesta Carta Branca dará voz não só às suas canções como às de alguns dos interpretes que o acompanharam toda a vida.

No palco do CCB canções de "universos diferentes" unem-se para dar corpo a um espetáculo que nasceu de um conjunto de crónicas escritas no Expresso e mais tarde publicadas em livro. "São memórias cruzadas que fazem o meu estímulo para criar as minhas próprias canções e saber melhor como fazer canções", explica o músico.

 

O convite para este concerto, chamado Carta Branca a Sérgio Godinho, surgiu exatamente da vontade de "corporizar em palco" aquilo que já vivia no papel. 
"Eu achei que o convite veio mesmo a calhar porque estas canções têm como vocação primeira serem habitadas por outros intérpretes, serem ouvidas pelos intérpretes originais, agitarem a memória dos outros", diz Sérgio Godinho, que vai ter ao seu lado Hélder Gonçalves, Nuno Rafael e Manuela Azevedo, que assume aqui o papel de instrumentista.

A vocalista dos Clã quer "experimentar coisas novas", conta Sérgio Godinho, crente de que "as pessoas também se vão surpreender com o explorar de muitas facetas musicais que não estão à espera".

O músico assume que vai correr riscos e aventurar-se por "universos diferentes" do seu, salvaguardando porém que "há certas coisas que não ousaria cantar. Há canções como o 'Fever', da Peggy Lee, cuja versão é absolutamente final". 

Sérgio Godinho procura neste espetáculo reservar "uma memória da canção original, mas adotar uma outra atitude", como se estivesse a olhar para "uma outra face" do mesmo tema.

A expectativa do músico é que este concerto, cujo preço varia entre os 5€ e os 18€, seja, acima de tudo, um "prazer partilhado".

 

retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 18.01.13
CCB propõe viagens gratuitas pela história do fado

A partir de 19 de janeiro, o Centro Cultural de Belém (CCB) inicia as "Viagens pelas Histórias do Fado", uma iniciativa de entrada livre (mediante inscrição prévia) orientada por Rui Vieira Nery.

O fado tem vindo a adquirir uma dimensão cada vez mais importante na vida cultural portuguesa e tem alcançado uma crescente projeção internacional, que culminou com a sua integração no elenco do património imaterial da Humanidade, decidida em 2011, pela UNESCO. 

Integrando de modo muito característico as artes da poesia e da música, quer de matriz popular, quer de matriz “cultivada”, e permitindo, ao mesmo tempo, uma grande liberdade na criação e na utilização das formas e dos conteúdos literários e musicais, o fado foi objecto de um protocolo de colaboração e de co-produção celebrado entre a Fundação CCB e o Museu do Fado.

Nesse âmbito, realizam-se diversas iniciativas nas duas instituições, que se prolongarão ao longo de 2013, incluindo concertos, cursos e conferências, com destaque para a criação de um prémio oferecido pelo Centro Cultural de Belém e pelo Museu do Fado, intitulado «David Mourão-Ferreira», que será atribuído, a partir de 2014, à melhor tese de mestrado sobre Fado e Literatura.

O primeiro momento desta colaboração tem inicio no próximo dia 19 de janeiro com a realização do curso “Viagens pelas Histórias do Fado” orientado por Rui Vieira Nery. O curso decorre na Sala Luís de Freitas Branco do CCB, de 19 e 26 janeiro e de 2 e 9 fevereiro, sempre entre as 17h30 e as 19h00. A entrada é livre mediante inscrição prévia que pode ser feita por e-mail (inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt) ou telefone (21 361 24 08).

Para ficar a par de mais iniciativas no CCB dedicadas ao fado, basta passar pelo site oficial do espaço.

Retirado de Sapo Música


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Segunda-feira, 09.05.11
A cantora Aurea

O Centro Cultural de Belém, em Lisboa, recebe a programação CCBeat nos dias 19, 20 e 21 de Maio.

 

Lisbon Underground Music Ensemble - Lume, colectivo de 15 músicos de campos tão diversos como o jazz, pop, rock e música clássicae contemporânea, e Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras, formação que nasceu em 2003, dão o pontapé de saída na programação CCBeat, no dia 19. Na sexta-feira, dia 20, actuam Kaki King, a primeira mulher nomeada "Guitar God" pela revista "Rolling Stone", e a portuguesa Aurea, de 23 anos, cujo primeiro disco, homónimo, foi lançado em Setembro de 2010.

 

No dia 21, terceiro e último dia da programação do CCBeat, sobem ao palco a banda Diabo na Cruz (de B Fachada, João Gil, Bernardo Barata, João Pinheiro e Jorge Cruz), e os Linda Martini, nascidos em 2003, cujo último álbum, "Casa Ocupada", foi lançado em Setembro de 2010.

Os concertos têm lugar no Grande Auditório do CCB, às 21.00.

 

Via DN



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