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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Podes não saber cantar Nem sequer assobiar Com certeza que não vais desafinar Em play-back, em play-back, em play-back   Só precisas de acertar Não tem nada que enganar E assim mesmo, sem cantar vais encantar Em play-back, em play-back, em play-back   Põe o microfone à frente Muito disfarçadamente Vai sorrindo, que é pra gente Lá presente Não notar!   Em play-back tu és alguém Mesmo afónico cantas bem Em play-back A fazer play-back E viva o play-back Hás- (...)
  Letra   Eu sou ga-gago mas go-gosto à b-brava de c-cantar o rock & roll o-o meu pai t-t-também ca-ca-cantava quando apa-panhava sol uma vez ele foi à pe-praia apa-apanhou sol to-todo o dia c-c-contando que depois quis fa-falar e não não não podia Aqui-aquilo deixou-me pro-profundamente aba-batido e conste-te-rangido (Uff!) e eu e eu que até essa altura a ca-cantar nunca enga-gagueci pa-passei a cantar a ga-gaguejar foi de-de-desde aí [refrão]: Eu sou sou ga-gago eu (...)
O editor discográfico David Ferreira, que assina o texto que acompanha o álbum, afirma que Carlos Paião tinha “tanto talento que ainda hoje, vinte e cinco anos depois de ter deixado de nos surpreender com canções novas, nos confunde ele não ter sabido administrar melhor esse extraordinário dom”. David Ferreira, que conviveu com o músico, sublinha o seu talento, para quem “parecia tudo tão fácil”.   Conta o editor que, numa sexta-feira, foi pedido a Paião um hino (...)
    letra   Ouve, quero contar-te uma história de amor Dessas que a gente já sabe de cor Igual a tantas que esta vida tem Vais conhecer duas pessoas como outras quaisquer Dois namorados que foram viver A história linda de quem se quer bem Apaixonados com o tempo à frente Tinham caricias a queimar na mão Tocando a dor de quem se sente Um escravo do seu coração E num só corpo quando se abraçavam Beijando as horas com melancolia Nunca as palavras chegavam Para tudo o que no (...)
    letra   Quem me dera saber  Fazer versos, rimar  Para um dia escrever  Que tu és a mulher que eu quero amar  Quem me dera fazer poesia  Inspirada na minha paixão  Inventar sofrimento, agonia,  O amor de Platão  Quem me dera chamar-te de musa  Em sonetos e coisas que tais  Uma escrita solene e confusa  Com palavras a mais  Refrão:  Eu não sou poeta, não  Não sou poeta  Nunca fui um grande sofredor  Eu não sou poeta, não  Não sou poeta  Não te sei (...)
    letra   Podes não saber cantar,  Nem sequer assobiar  Com certeza que não vais desafinar  Em play-back, em play back, em play-back!  Só precisas de acertar,  Não tem nada que enganar,  E, assim mesmo, sem cantar vais encantar  Em play-back, em play back, em play-back!  Põe o microfone à frente,  Muito disfarçadamente,  Vai sorrindo, que é p´ra gente  Lá presente  Não notar!...  Em play-back tu és alguém  Mesmo afónico cantas bem...  Em play-back,  (...)
  Letra   Carlos: Não chores, se o tempo não ri... Ficarei a teu lado, esperando por ti... Perdidos na noite, unidos na sorte e na dor... Guardando as palavras que temos pensadas de amor... Refrão: Quando as nuvens chorarem, E as águas secarem, teus olhos sem fim Partirei nessa hora, chovendo lá fora, Por dentro de mim... Dina: Contigo, consigo chegar... E partir na magia, de um dia voltar... Não tenho o direito, de ter o que aceito E não dou... Em troca de tanto, entre nós (...)
    Letra   Primeiro a serra semeada terra a terra  Nas vertentes da promessa  Nas vertentes da promessa  Depois o verde que se ganha ou que se perde  Quando a chuva cai depressa  Quando a chuva cai depressa E nasce o fruto quantas vezes diminuto  Como as uvas da alegria Como as uvas da alegria E na vindima vão as cestas até cima  Com o pão de cada dia Com o pão de cada dia  Suor do rosto pra pisar e ver o mosto  Nos lagares do bom caminho Nos lagares do bom caminho  Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
    Letra   Pó de Arroz, Na face das pequenas Será beleza apenas, só Uma corzinha com Pó de arroz Rosa é, mulher o pôs E o homem vai nas cenas Eva e Adão outra vez É como enfeitar um embrulho Arroz com gorgulho talvez REFRÃO: Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Todo o teu arroz (bis) Pó de Arroz Tens hoje só pra mim Pós de perlimpimpim (...)
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