Letra
Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama
Música de João Gil
Letra de Luís Represas:
Letra
Meu Deus eu vou viver pra sempre
Eu vou, eu vou, a casa é bom
Se a minha gente sente
Eu vou, vou, vou
Anda comigo sair na algazarra
Ouve o que eu digo puto, ninguém nos agarra
Hoje pintamos a manta, fazemos a farra
E para o ano vamos, não levamos a barra
O melhor da vida sempre foi de graça
Se o tempo passa que é que queres que faça
Larga lá o móvel
E o hi5 não é preciso rede só um hi5
Dá-me um hi5, sou de south side
Dá-me um hi5, eu e a naide
Queres um compromisso, assamos um chouriço
Bebemos um vinho, não penses muito nisso
A vida são dois dias, mas eu quero o terceiro
Que se lixe o dinheiro
Saúde primeiro, rimo no chuveiro
E roço na patroa com amor verdadeiro
Meu Deus eu vou viver pra sempre
Eu vou, a casa é bom
Se a minha gente sente
Eu vou, vou, vou
Vivo para sempre, sempre com os meus
Sai do ventre sem dizer adeus
A minha gente é o meu Deus
Vê meu Deus não somos ateus
Africanos europeus já não sei bem
São manos ou teus serão de alguém
Não interessa de onde vem se vier por bem
Não interessa quem é quem somos mais que cem
Mais que mil, enchemos pulmões
Mais que mil cagamos refrões
Mais que mil juntamos nações
Mais que mil milhares de milhões
A vida são dois dias, mas eu quero um terceiro
Que se lixe o dinheiro
Saúde primeiro, rimo no chuveiro
E roço na patroa com amor verdadeiro
Sente comigo
Canta comigo
Sente comigo
Dança comigo
Canta comigo
Vive comigo
Meu Deus eu vou viver pra sempre
Eu vou, eu vou, a casa é bom
Se a minha gente sente
Eu vou, vou, vou
Sente comigo
Canta comigo
Sente comigo
Dança comigo
Canta comigo
Vive comigo
“Viver Pra Sempre”
Letra/Lyrics - Carlos “Pac” Nobre
Música/Music – AC Firmino
Letra
Pára-me o coração sem noção da direcção do balcão
A minha ânsia não vê um travão não digo pão só perdão
Tenho a sensação de não ter chão estou na tracção de um furacão
Não é atracção isto é paixão daqui ao caixão
[Refrão]
Ela bate certo, no peito aberto
Aponta-me o caminho, no futuro incerto
Baby aproxima, faço-te uma rima
Faço um disco inteiro, tu és a agulha no palheiro
Aguenta coração, baby aproxima
Aguenta coração, faço-te uma rima
Aguenta coração, faço um disco inteiro
Aguenta coração, tu és a agulha no palheiro
Rap tuga e um shot, casa está ao barrote, camarim é camarote
Pode ser que ninguém note
Faço o impossível para isto ser possível, sou irredutível, nem sequer é discutível, enquanto o povo dança, o meu olhar alcança a futura dona da herança na minha poupança
Ela avança, escondo a minha pança, mostro a confiança que roubei ao segurança
[Refrão]
Ela bate certo, no peito aberto
Aponta-me o caminho, no futuro incerto
Baby aproxima, faço-te uma rima
Faço um disco inteiro, tu és a agulha no palheiro
Aguenta coração, baby aproxima
Aguenta coração, faço-te uma rima
Aguenta coração, faço um disco inteiro
Aguenta coração, tu és a agulha no palheiro
Meu deus, não sei se consigo
Cara séria quando falo contigo
Cá por dentro riu como um perdido
Mega nervoso faço um pedido
O teu nome e número por favor, levo-te a casa a pé porque está calor
Se quiseres um pequeno almoço superior, posso faze-lo para ti sem qualquer pudor
[Refrão]
Ela bate certo, no peito aberto
Aponta-me o caminho, no futuro incerto
Baby aproxima, faço-te uma rima
Faço um disco inteiro, tu és a agulha no palheiro
Aguenta coração, baby aproxima
Aguenta coração, faço-te uma rima
Aguenta coração, faço um disco inteiro
Aguenta coração, tu és a agulha no palheiro
Aguenta coração, baby aproxima
Aguenta coração, faço-te uma rima
Aguenta coração, faço um disco inteiro
Aguenta coração, tu és a agulha no palheiro
Baby aproxima
Faço-te uma rima
Faço um disco inteiro
Tu és a agulha no palheiro
Letra - Carlos “Pac” Nobre,
Música - Pedro Maurício

O novo single “Agulha No Palheiro” já se encontra disponível nas plataformas digitais.
Carlão levanta o véu daquele que será o seu segundo disco de originais, com edição prevista para Setembro/Outubro: “Agulha No Palheiro”, uma canção de amor fresca para o Verão quente que se adivinha, com uma batida dançável e viciante.
A produção é de Kking Kong, Artista da Enchufada de BRANKO (ex- Buraka Som Sistema, responsável por “Os Tais”) que já tinha colaborado em várias músicas do primeiro disco.
Há dois anos - por esta mesma altura – Carlão editava o seu primeiro disco em nome próprio “Quarenta”, cujo tema de avanço, autobiográfico - “Os Tais”, foi um inesperado e estrondoso sucesso, tornando-se um hino adoptado por pais e filhos de todo o país.
Há um ano era lançado digitalmente o EP “Na Batalha” e o mundialmente reconhecido artista plástico Vhils, foi responsável pelo aclamado videoclipe de“A Minha Cena”, tema presente no EP, continuando assim a colaboração iniciada com a capa icónica que fez para “Quarenta”.
Carlão colaborou ainda com BOSS AC para assinar o tema “E Se Fosse Consigo?”, genérico do desafiador programa de Conceição Lino que liderou as audiências do canal televisivo SIC.
Letra
O lado cómico da coisa
é ainda estar vivo,
Vocação de excessos
à mercê do instinto.
Se calhar o que mais dói
é ainda estar vivo,
Os anjos morrem novos
solitários, sem filhos.
Só mais uma, mais uma vez
Só mais uma, e só eu sei porquê.
Com as contas por fechar
seguirei o meu rumo,
Um desejo a queimar
o eterno que procuro.
Só mais uma, mais uma vez
Só mais uma, e só eu sei porquê.
O lado cómico da coisa
é ainda estar vivo,..
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Instrumental
Suor nortenho maximiza o meu empenho
Dá-me um barco porque eu tenho uma panca de todo o tamanho
Pêlo na venta, significa desempenho
A tempestade assenta mas eu sei que me amanho
Gosto de saber com o que contar quando me entrenho
Gosto de saber que posso estar sem ser um estranho
Gosto de beber, asneirar enquanto não me venho
É aí que eu me liberto, é aí que eu me assanho
O corpo dela está no meu tipo (cola)
Maluco sabor do (suor)
Tem um feeling de blondie (mayday)
Vamos partir a casa toda
(Hardcore)
Aperta-me com as coxas até perder as forças
Depois eu dou-lhe a volta, lá se vão as loiças
Mesa da sala é nossa cama macia
A gente já não fala, há telepatia
Agarro-lhe o pescoço, enfia-me os dedos na boca
Mordo até o osso, grita com aquela voz rouca
Totoca, mas perfeitamente consciente
Por isso evito acidente e proponho um incidente
Recipiente quente, mealheiro hospitaleiro
Entro reincidente, estrangeiro passageiro
Adoro a pele e o seu cheiro
Remanescente caseiro, pleno, inteiro
O corpo dela está no meu tipo (cola)
Maluco sabor do (suor)
Tem um feeling de blondie (mayday)
Vamos partir a casa toda
(Hardcore)
Hm, tão hardcore
Hardcore
Hm
Oh, hm
(Tão hardcore)
Hardcore x3
Hm
Instrumental
O corpo dela tá no meu tipo (cola)
Maluco sabor do (suor)
Tem um feeling de blondie (mayday)
Vamos partir a casa toda
(Hardcore)
É aí que eu me assanho
Vamos partir a casa toda (hardcore)
É aí que eu me assanho
Vamos partir a casa toda (hardcore)
Suor nortenho maximiza o meu empenho
Dá-me um barco porque eu tenho uma panca de todo o tamanho
Vamos partir a casa toda (hardcore)
Gosto de saber com o que contar quando me entrenho
Gosto de saber que posso estar sem ser um estranho
Vamos partir a casa toda (hardcore)
Instrumental
Letra
E se fosse contigo e se fosse consigo
Sempre tão polido até tenho um amigo
Por isso não és racista, homofóbico, purista
Por isso não és xenófobo, porco, machista
Bateste na miúda porque bebeste um copo a mais
Não é isso que te muda e ninguém gosta demais
Agora é surda e muda à frente dos demais
Tem vergonha, não pede ajuda só pensa em funerais.
Por isso observa-me, diz-me aquilo que vês
Vá-la enerva-me. Não tenhas medo ou timidez
Cor da pele primeiro, a roupa que vesti
Diz-me se sou um rafeiro ou da raça pedigree
Para mim é suficiente para ser gozado na escola
Mandarem-me para a baliza se quiser jogar à bola
Serei pequeno o suficiente, parvo o suficiente
Ou será que o problema é ser demasiado inteligente
Se cada vez que alguém sofresse
Se cada vez que alguém morresse
E tu pudesses evitar, e se fosse contigo
Diz-me e se fosse contigo
Se cada vez que alguém chorasse
Se cada vez que alguém gritasse
E tu pudesses ajudar
E se fosse contigo
Diz-me e se fosse contigo
Preferência sexual não é escolha sexual
E mesmo que assim fosse yo o que tem isso de mal
Senão estou bem no meu corpo quero vê-lo corrigido
Devo ser encorajado, nunca coagido
Queres decidir por mim boy como é que te atreves
Não conheces a minha vida boy não podes não deves
E não leves a peito por favor leva à cabeça
Antes que ela aqueça, faço-te uma promessa
Um dia essa ignorância pode-te tocar
Ya um dia essa arrogância vai se quebrar
Podes vir a saber o que é viver numa sociedade
Que maltrata as suas crianças e 3ª idade
Um peso uma medida para todo e cada vida
Direito de respeito merecido à partida
A tua ofensa lança medo e insegurança
Indiferença mata a esperança de esperança
Se cada vez que alguém sofresse
Se cada vez que alguém morresse
E tu pudesses evitar, e se fosse contigo
E se fosse consigo
Se cada vez que alguém chorasse
Se cada vez que alguém gritasse
E tu pudesses ajudar e se fosse contigo
E se fosse consigo
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Carlão com novo EP "Na Batalha"
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Carlão lança hoje o seu novo EP "Na Batalha", numa edição exclusivamente digital. Chega um ano depois de "Quarenta", o álbum que marcou o regresso de Carlão à rima, e aprofunda temáticas, como as questões existenciais e as minudências do quotidiano. São quatro temas num registo reflexivo, pessoal e autobiográfico, com a produção de Branko & Dotorado no tema-título, "Na Batalha", Moullinex, em "Hardcore" (feat. Bruno Ribeiro), King Kong & Here’s Johnny em "Uma Vez é Demais" (feat. Bruno Ribeiro) e Here's Johnny em "A Minha Cena".
"Na Batalha" é o segundo single retirado deste EP - depois de "A Minha Cena", lançado no fim de 2015 que foi acompanhado por um vídeo notável realizado por Vhils - e já se faz ouvir nas rádios nacionais. O vídeo, que é hoje dado a conhecer, é uma experiência cinematográfica assinada pelo realizador Filipe C. Monteiro, que capta um intenso e físico exercício de expressão dramática protagonizado pelo ator Miguel Borges.
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Letra
Som novo,
Jota é tua
Para ti meu mano
Stress incessante, eu perco o meu instante
O desvio é constante e torna-se irritante
A oferta é mais que muita longe de ser gratuita
O processo é moroso e a despesa fortuita
Precariedade lançada o mundo tá em guerra
Sociedade amassada um berra outro ferra
Encher a cabeça tenho medo que isso aconteça
Se patinar de novo a minha alma não regressa
É curta a minha palha, mas é assim que me concentro
Tudo à espera de uma falha de ver um podre cá dentro
Cada dia uma batalha fecham portas mas eu entro
Não atiro a minha toalha e se há janela tou lá dentro
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
A Luta começa mal eu saio de casa
Muita gente, muita pressa, man, não quero nenhuma brasa
E se alguém se atravessa tipo faixa de gaza
Eu respiro fundo depressa não me mata, só atrasa
Apanho a camioneta com a miúda pró infantário
Lá fora ta um homem que me tira pinta de otário
Para ele transporte público quer dizer pouco salário
Ele vê tudo ao contrário porque é outro meu erário
É curta a minha palha, mas é assim que me concentro
Tudo à espera de uma falha ver um podre cá dentro
Cada dia uma batalha fecham portas mas eu entro
Não atiro a minha toalha e se há janela tou lá dentro
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
Yep,
Às vezes parece que não há jeito e é isto que eu penso
Levanta mano, por favor não me morras
Traçamos um plano para sair destas masmorras
A lutar num faz de conta numa vida alugada
Somos escravos de uma conta que nunca irá ser apagada
Rasgamos o contrato, evitamos a armadilha
Criamos o sindicato e ensinamos a partilha
Bazamos para o mato treinar ações de guerrilha
Começamos pelo trato, depois o uso da cedilha
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
Eu só quero andar direito
Mas às vezes não há jeito
Que vontade de gritar
Tenho filhas para criar
Não dá pa vacilar
Tou lá dentro, tou lá dentro
Se há janela tou lá dentro (4x)
Jota, é tua
Sempre juntos
Descansa em paz
Tou lá dentro, tou lá dentro
Se há janela tou lá dentro (4x)
CARLÃO
Carlão apresenta Quarenta, um concerto que abre a temporada da programação do Novo Ciclo num ano que também a ACERT celebra os seus Quarenta Anos.
Carlão é um músico que deixou sinais inconfundíveis na música portuguesa. Os Da Weasel, conferiram-lhe uma merecida notoriedade e abriram caminho para uma contínua experimentação em apostas musicais com estilos e formatos diferenciados.
Chegado aos 40 anos, grava um novo disco a solo onde sublinha este número, mas é nos palcos que continua a afirmar a sua felicidade em continuar a conquistar o público com as propostas novas em que continua empenhado.
Sábado, 9 de janeiro às 21:45
Auditório 1, Novo Ciclo ACERT
Esteja atento no nosso facebook à HORA 40
CARLÃO
Tema inédito de Carlão com videoclip realizado por Vhils
Letra
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
A minha cena não é shit nem delinq,
Mas fica flix se não piro,
Por isso eu bully e arrebito,
Não sou esquisito, quando fico trabalho não olho
Não facilito, sou expedito(?), não encalho ou encolho
Eu sou clássico instântaneo,
Tu és um mero sucedânio
Não te encontro o miolo, filho
Mas furto esse crânio,
Enquanto fazes mais um risco,
Eu faço mais um disco
E penso numa maneira de conseguir fugir ao fisco, hey!
A minha cena é apurada,
Eu sei que tu bem tentas dar o teu melhor
São muitos anos, muita estrada, puto,
Não te passa o que eu já passei!
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
O meu tempo é precioso pra ficar ocioso,
Não sejas invejoso, deixas-me ansioso
Calimero choraminga, tua cena nunca vinga
O teu próprio povo xinga,
Verte lá mais uma pinga,
Ordena a tua vida, ratazana subnutrida!
Encena uma saída e acena a despedida
A arena 'tá despida
Faiena(?) foi servida,
Missão bem sucedida venha outra de seguida!
A minha cena é apurada,
Eu sei que tu bem tentas dar o teu melhor
São muitos anos, muita estrada, puto,
Não te passa o que eu já passei!
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
Bem vindo à minha cena,
Boy eu mato a tua cena
'Tás num deserto,
Mas bem perto eu nado na piscina!
Em céu aberto
Tudo certo
C'a minha pequena
Arranco pró concerto
Tocar numa milena(?)
A cena é fazer o som que me der na cana
A cena é romper mandamentos de filigrana
A cena é combater uma atitude provinciana
A cena é pra bater mais que marijuana!
(Eu explico, é fácil!)
Letra
Ela da tudo sem pensar nisso,
nao tem uma barreira no corpo nu e submisso,
despejado e tenaz no que toca ao serviço
é boa no que faz e mostra orgulho nisso,
ensina-me truques que não julgava possiveis,
posições acrobáticas matemáticas incriveis,
escalamos rapidamente para outros niveis
desfaze-mos num rebento tabus inacessiveis
olha-me nos olhos e o que eu vejo é transparente
humido e quente como deve ser um ventre
eu tou apaixonado porque miudo isto é diferente,
de tudo o que um dia me apareceu à frente
(New Max)
Não esperes por mim,
não, não, não,
Não esperes por mim
não, não, não,
Não esperes por mim,
não, não, não,
Não esperes por mim,
não, não, não
(Carlão)
Não esperes por mim esta noite ou outra
a tua cama já não é minha agora eu durmo noutra,
e juro, não andei à procura
baby sabes bem que eu não sou de frescura
aconteceu sem eu tar à espera,
gostava que tivesse sido doutra forma quem me dera,
não penses que já o tinha feito,
por ti só tenho respeito bébé,
eu admito parece suspeito mas,
para mim o que nos tinhamos era eterno,
tão certo como a primavera vir depois do inverno,
e eu quero que te lembres de mim como um gajo de barba eterna,
não como um intrujo que te fez passar um inferno,
mas eu tenho de ser honesto,
mesmo que digas que eu não presto,
dou o corpo ao manifesto,
não quero saber do resto
(New Max)
Faça o que eu fizer não muda o bem que me fizeste
Nada é eterno e isto não é mais um teste
Guarda apenas o melhor que quando eu dei eu dei
Estou de partida eu sei mas o importante é ficar bem
Esta noite não vai dar,
Ficares bem Não esperes por mim,
Não esperes por mim,
Não esperes por mim,
Letra
Krioula sabes bem,
Krioula ja mo sabi,
Krioula sabes bem,
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu
Tu és perfeita como fez o criador
És perfeita como fez o criador
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu,
Tu és perfeita como fez o criador
Krioula sabes bem
Mulata é nome feio para coisa tão bonita
Mêmo que não chateie eu trato como cabrita
Desculpa o hábito que em mim habita
Porque se ele não faz o monge ás vezes imita
Krioula tu és bendita entre as mulheres
O teu rabo levita e parece que levanta halteres
apita, sempre que quiseres
estejas tu onde estiveres
eu vou ter contigo e como-te as colheres
Tens o açucar que um homem precisa
Hidratos de carbono na medida precisa
Leva-me para África eu tou farto da Lisa
Bora dar de fuga a gente improvisa
Qualquer coisa, qualquer coisa, qualquer coisa
A gente improvisa, qualquer coisa
Krioula, nha Krioula
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu
Tu és perfeita como fez o criador
És perfeita como fez o criador
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu
Tu és perfeita como fez o criador
Krioula sabes bem,
Tu és bem em mão presente quando o pai está sempre ausente,
Chegas-te a frente sem medo de pegar no batente
minha Krioula
Krioula sabes bem
Ele carrega no grogue mas não há nada que te drope
Pessoal vadia passa e tão com medo que ele te afogue
minha Krioula
Krioula sabes bem
E se ele te chegar a roupa ao pêlo
Eu vou-te buscar ao Mindelo
Nem que leve um caça ao body
Vai ficar só com o cabelo
Mereces muito mais que esse vagabundo
Nem sequer olha para o filho que quis trazer ao mundo
Menina vem comigo eu faço meia dúzia deles
Trato bem de ti nina, trato bem deles
Nunca vais ficar sozinha se eu for teu e tu fores minha
Porque Krioula tu és rainha
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu
Tu és perfeita como fez o criador
És perfeita como fez o criador
Não alises o cabelo por favor não,
Vai queimar até ficar um pavor e tu
Tu és perfeita como fez o criador
Krioula sabes bem
Letra
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
Pra sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
Pra sentir-te
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá, blá
É o bê-á-bá da minha existência
Sem ele não há afluência, apetência e ciência
Dizem que uma imagem vale mil palavras
Nunca
Nem um filme inteiro vale mil palavras
E ainda assim, todas essas não chegarão
Para uma dissertação sobre a riqueza do seu filão
Não
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
E sentir-te
E quando me faltar tudo o resto
Eu terei sempre a palavra
A palavra comprimido para toda a situação
Hum, palavra cantada ao meu ouvido
Palavra de honra
Palavra sussurrada no coração
Palavra inventada pelo poeta e maquilhada pelo esteta
Palavra solta, borboleta
A tua palavra guardada numa gaveta, é a poeira de um cometa
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá, blá (blá, blá, blá)
Eu quero ouvir (blá, blá, blá)
Blá, blá, blá (blá, blá, blá)
E sentir-te
Letra
Aquela dica nova, tu sabes, tu sabes
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada
Entre o céu e a terra amada (nada)
Entre o céu e a terra amada
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega
Nunca nada te vai chegar aos pés
Tem que ser duro ser assim como tu és
Tudo aquilo que possas conseguir um dia
Só te vai server pra subir um pouco mais a fasquia
Siga, sempre à procura de um alugar acima
Levas o tempo a dançar numa luta de esgrima
Guarda lá a espada um minuto que seja
Aproveita o que tu tens de bandeja antes que seja tarde
Demais para o poderes fazer
A vida é curta, difícil de prever
Pode ser que acabes por ficar rico e sozinho
Consigas perceber como és fútil e mesquinho (vais ver)
Na verdade queres tanto fora de ti
Porque lá no fundo não tens nada dentro de ti
Publicidade enganosa, ente-lhes de novo
Não vão cair, sempre em ti
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega
Ei, bora aí dar uma volta até ao IPO
Murro atrás de murro, até ficares bem KO
Quem sabe se assim páras um bocado
Pensas um bocado, pões essas merdas de lado
Não queiras ter a Kim, só há um Kanye
Tanto dinheiro é crime, é desigualdade e é
Muito ofensivo, no mundo onde vivo
És mais que uma razão pra usar preservativo
Sossega a carapinha
Não vás à casa de banho
Só pra fazer mais uma linha
Segue caminho mais a menina da linha
Fica na tua boy, eu fico na minha
porque se a casa fica onde está no coração
Tu és como um sem abrigo à procura de ração
Obrigado mas não a sério que não
Eu faço questão de te pôr um travão
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega
Os Diabo na Cruz e Carlão vão atuar, a 24 e 25 de abril, na Avenida dos Aliados, no Porto.
O concerto dos Diabo na Cruz, anunciado ontem na página de Facebook da banda, está agendado para as 22h00 do dia 24 de abril, sexta-feira.
Em apresentação, no espetáculo promovido pela CGTP, estará o novo álbum do coletivo liderado por Jorge Cruz, cujas músicas serão intercaladas, com certeza, com os êxitos dos seus trabalhos anteriores.
No dia seguinte, às 16h00, no âmbito da mesma iniciativa, sobem ao palco montado na Avenida dos Aliados os Pé Na Terra, que comemoram dez anos de carreira dedicados à nova abordagem da música tradicional com um novo disco, intitulado “Sarilho”.
À noite, pelas 22h00, no âmbito de mais uma edição do Porto Sounds, iniciativa promovida pela Porto Lazer, é Carlão, ex-vocalista dos Da Weasel, a subir ao palco, para aquela que será a primeira apresentação pública do seu novo álbum a solo, “Quarenta”.
Os concertos têm entrada livre.
Retirado do Sapo Música
Os Buraka Som Sistema e Carlão são as mais recentes confirmações no cartaz do MEO Sudoeste.
Os dois projetos têm atuação agendada para 7 de agosto. Na bagagem, os Buraka Som Sistema vão levar o seu mais recente álbum, “Buraka”, responsável por êxitos como Stoopid ou Vuvuzela. Já Carlão, ex-vocalista dos Da Weasel, irá apresentar o seu primeiro disco em nome próprio, “Quarenta”, do qual já são conhecidos os temasOs Tais ou Intro (Quarenta). O álbum chega às lojas na próxima segunda-feira.
No mesmo dia atuam os já confirmados Clean Bandit e Jimmy P.
Além destes, já têm passagem assegura pelo festival alentejano Dimitri Vegas & Like Mike, Calvin Harris, Emeli Sandé, D.A.M.A, Dengaz, Tinashe, Hardwell, Lil Jon, Regula, AnselmoRalph, Pérola, Steve Aoki, Showtek e Oliver Heldens.
O MEO Sudoeste regressa à Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, entre os dias 5 e 9 de agosto. Os bilhetes para o certame, já à venda nos locais habituais, custam entre €48 (ingresso diário) e €95 (passe 5 dias, c/ campismo).
Consulte o cartaz provisório:
Dia 5 de agosto / Noite de Receção ao Campista
Dimitri Vegas & Like Mike
Dia 6 de agosto
Calvin Harris
Emeli Sandé
D.A.M.A
Dengaz
Tinashe
Dia 7 de agosto
Clean Bandit
Jimmy P
Clean Bandit
Buraka Som Sistema
Carlão
Jimmy P
8 de Agosto
Hardwell
Lil Jon
Regula
Anselmo Ralph
Pérola
9 de Agosto/Dia D
Steve Aoki
Showtek
Oliver Heldens
CARLÃO
CARLÃO
Carlão lança "Os Tais", primeiro single do álbum "Quarenta"
Letra
Às vezes não é facil (2x)
Mas bebé, nós damos a volta damos sempre a volta a tudo (4x)
Nós damos a volta
Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes
Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes
Ai há bebé (7x)
Letra
Tento resistir a esta tentação
Por mais que eu queira tenho de dizer que não
Se entre nós não pode haver uma relação
Não passa mais do que uma forte atracção
[sam the kid]
Primeira aparição tua aparência deu boa impressão
Mas a experiência é que a aparência é ilusão
A tua presença foi intensa e a minha intenção
Era ensinar-te a não seres tão sensivel
Ao mencionares a mão que te acarinha
O teu barão eu tenho a minha também
Mas não resisto à tentação se não disseres a ninguém
Isto é apenas atracção convinha sublinhar bem
Antes de ultrapassar a linha que nos tem como amantes, ok?
Vieram noites de prazer e nunca foi preciso uma cama
Grande robusta, beleza que custa a querer dama
Que assusta até chama
O sentimento de alguém de quem sem crer se ama
Mas eu já tenho a protecção nem vou matar a relação
Que existe há buéda anos eu já tenho planos
Enquanto a dela é triste ficamos tetris
Sempre à procura do encaixe
É quando eu acho que só te amo da cintura para baixo
Não leves a mal nada é pessoal sempre foi sexo
Mas os dias sem latex tornaram tudo complexo
Vens bater-me à porta prenha nunca quis um compromisso
Dama aborta eu compro-te isso e se eu falo eu concretizo
Por isso não me venhas com uma coisa dessas
Até parece que algum dia eu te fiz promessas
Foi um erro logo à partida então não fiques ofendida
Se eu disser que não há nada em comum e queres uma vida ?
[refrão sp]
Tento resistir a esta tentação
Por mais que eu queira tenho de dizer que não
Se entre nós não pode haver uma relação
Não passa mais do que uma forte atracção
[pacman]
Meu deus como pode ser tão bom esse mal que tu me fazes
Que me obriga a ir a jogo sem figuras nem ases
Sabendo que não vou ganhar como nunca ganhei
Sabendo que não consigo parar como nunca parei
Como podem magras mãos ficar tão grandes assim
Que as gentes esgravatar cabem dentro de mim
Só pode ser verdade o que me conta a poesia
Eu gosto de gostar e sinto a tua falta todo o dia
Que posso eu fazer se me fazes tão bem/mal
Desafiando as leis da gravidade, a minha moral
O prazer da tua carne tornou-se essencial
Para a minha sanidade, física e mental
Fatal fatalmente o coração sente
E a minha boca mente em ritmo desplicente
Escrevo para ti em papel de carta
Tinta preta como a cor dos teus cabelos
Envoltos em tons de violeta
Palavras que nunca direi à tua frente
Aprendi a ser humano haveria eu de ser diferente?
Eu só amo e não reclamo um prémio sem cautela
Fechado numa cela sem chave nem janela
A coisa mais bonita deste planeta
Beleza rara no meio de uma sarjeta
Amor impossível como o romeu e julieta
Ao menos sonho contigo e podes crer já não é cheta
Amor não dá, não dá, não dá...
[sp]
Eu sei e tu sabes que não podemos ficar juntos
Não passa de uma atracção tentemos não ir mais fundo
Ambos sabemos que não dá para termos uma relação
Temos de nos afastar e esquecer esta paixão
No futuro nunca vai ser mais do que tentação para ele
[refrão sp]
Tento resistir a esta tentação
Por mais que eu queira tenho de dizer que não
Se entre nós não pode haver uma relação
Não passa mais do que uma forte atracção
Música
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Cultura
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