Sexta-feira, 31.03.17

 

Letra

 

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direcção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

Sou da gera guerreia
Não sou da turma da balda
Não da pica passageira
Mas de calo na palma
Não sou um puto de tretas
Sou um homem de palavra
E assumo sou real
Nunca sujo a minha cara
Nunca passei fome
Mas conheço a dificuldade
Um ordenado pra cinco

Bocas é complicado
Felizmente agradeço a minha educação
De bons princípios e a liberdade de opção
Quando era puto aprendi dar valor ao pouco
Que a vida e bela se fores bom
Ela vai dar o troco
Cresci no futebol de rua e apanhado a levar chineladas
Quando chegava com as pernas pisadas
Geração do dragonball e motorratos das cassetes
E mato tazzos balões de agua nos carros estacionados
Pistas em descampados

Corridas de bicicleta
Putos de olhos tapados
A brincar a cabra cega
Dou graças
Pelos tempos de miúdo
Por muitas amizades
Que mantêm enquanto adulto
Os anos passam
Conheci o dom
Abracei o som
Sem ter qualquer material de produção
Mas o que importava sempre teve la
Nunca saiu de cá

E a verdade e que ainda hoje se encontra cá
Alma de guerreiro sempre foi um recado
Eu vou tocar nas nuvens ou morrer a tenta lo
Por mais que aperte a mão a vida
Ela me deu um estalo
Por mais que me grite ao ouvido
"Não vais alcança-lo"
Podem fechar portas
Arrombamos janelas
Podem fazer rasteiras
Aprendemos com elas
São investidas repartidas
Em partidas sem chegadas
E um caminho infindável
Perco a conta às escadas mas
Sou o homem que caminha em direção a luz
Rosto limpo a escuridão não me seduz!

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

Com o tempo tudo se ajeita prefiro ser optimista
Num ponto de rotura tem outro ponto de vista
Sigo a conquista de sonhos sem medo dá tempestade
Recebo de braços abertos o que a vida me tem dado
Nada está predestinado ou acontece ao acaso
Sou abençoado por ter conhecido no passado
Está magia ritmo e poesia em perfeita sintonia
Que viria dar forma aquilo que sou
Vou tentar sonho um dia em triunfar

Se te contasse o que passei nem irias imaginar
Mas mantenho me prenso ao sonho de vencer
Uma coisa é ser vendido outra coisa é vender
E se esta noite adormecer a pensar vou visitar
Lá no céu onde tudo faz sentido vou me sentar
Nas estrelas agradecer e brindar
Foi bom ter lutado e ter conseguido

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direcção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

 

Letra

 


REFRÃO:
Saíste de madrugada e nem disseste nada e eu fiquei,
Sozinho na almofada, até que a noite acaba e o sol vem,
Pensei que estavas perto mas quando desperto eu notei
Que foste como o vento, só ficou cinzento e eu é que o pintei

Saíste como o vento e nem senti a brisa
E começar com um lamento não nos concretiza
Deixei morrer um sentimento que ao tempo que avisa
Que pode chegar o momento em que o tempo nos pisa

Inocente desculpa, de eu ser tão imaturo
Como é que quero que me atures se eu não me aturo
Mas eu via um futuro, e estava tão perto
Agora tão longe e era tão certo

Mas eu sou tão teimoso, até que a vida me ensine o oposto
Só ficaram as marcas do teu corpo
Sou eu no meu conforto, à espera do encosto
Para apontar em ti a culpa de todo este desgosto

Assim não era suposto, como é que a chama se apaga?
Paixão numa só cama não paga
Afinal era suposto, abandonei o meu posto
Como pudeste dar-me tudo sem que eu desse nada

REFRÃO

Saíste nessa brisa e eu nem senti o vento,
Num espaço tão vazio que nem lá cabe o tempo,
Fingi não estar atento, como se adiantasse,
Como seria se este dia nunca mais chegasse?

No fundo eu só queria que fosse uma fase,
Que amanhã acordaria a ver a tua face,
(uh...) Eu quero que isto passe... como se a vontade anulasse,
Ou que fizesse que o ponteiro atrasasse,

Sei que no fundo eu sou culpado se a vida me alerta,
Se nada é garantido e só a morte é certa,
Como um dado adquirido e o que eu tinha prometido,
Música para o teu ouvido, mas duvido que esta,

Te embale e convença,
Já que esta presença é só corpo e não pensa,
Este amor não compensa é só uma doença,
E só na minha cabeça é que resulta,
Não voltes meu amor tu não tens culpa,

REFRÃO X2

 

 

Escrito, Produzido e Gravado por Cálculo
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https://www.instagram.com/ocalculo

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Domingo, 18.12.16

 

Letra

 

REFRÃO:
O que é que eu vou fazer aqui?
Se eu não me consigo salvar,
e tenho o mundo inteiro a esperar por mim,
Eu já não sei, yeah
Porque eu já não sei.

VERSO:
Não é fácil a incerteza que esta vida traz,
não é táctil a riqueza a que eu corro atrás,
mas as contas não se pagam com batidas
por mais que palavras gravadas nelas mudem vidas

Mãe, o que me deste nem o universo inteiro paga,
nunca cedeste, mesmo quando a situação amarga
do berço trago a marca, única que caracteriza,
do que sou feito e o imperfeito que simboliza,

filho da D. Ana e do Daniel,
vim com a raça do Cris talento do Lionel
prometo, tudo o que fiz, nunca vai ser em vão,
e o que me faz feliz há-de ser o ganha pão,

mesmo, mesmo que corra contra a corrente,
vou depositar o vosso amor numa conta corrente,
vou colorir o céu com tinta permanente
para que no dia que partir eu possa viver para sempre (sempre, sempre, sempre)

REFRÃO:
O que é que eu vou fazer aqui?
Se eu não me consigo salvar,
e tenho o mundo inteiro a esperar por mim,
Eu já não sei, yeah
Porque eu já não sei.

VERSO:
Quis salvar o mundo inteiro,
para poder salvar-te a ti,
vou socorrer o meu primeiro,
se cada um sabe de si

(Não) não vou dar-te o que eu não tenho
quero-te levar daqui
quero-te levar daqui
(mas não)

Não posso querer salvar o mundo inteiro,
sim! A família vem mesmo em primeiro,
cifrão nunca foi a motivação é a diferença,
quero ser feliz o resto é só uma consequência disso,

Não quero só viver eu quero estar vivo
Sentir-me vivo saber que tenho um motivo,
então agarrei a caneta foguete da NASA
tive de ver o mundo inteiro para poder gostar de casa,

regresso na minha nave de um sonho profundo,
só quero dar o universo a quem me deu o mundo,
o resto fica para amanhã ou depois
quero salvar-te mas não pode ser hoje
(Na, na, na)

REFRÃO:
O que é que eu vou fazer aqui?
Se eu não me consigo salvar,
e tenho o mundo inteiro a esperar por mim,
Eu já não sei, yeah
Porque eu já não sei.

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar


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