
Concerto de apresentação
13 de Julho, 22 horas, Popular, em Lisboa.
O projeto Boémia Vadia, nasceu em Valencia no ano 2011, a partir das cinzas dos Fado Blues, e do Circo Ô Cirque, teatro equestre contemporâneo. Fusão entre influências dos anos 80, 90, desde o rock, pop, até às raízes da musica popular e tradicional portuguesa, (com “o olho posto” no fado), e as belas influencias do cabaret de Paris, e da literatura e poesia francesa de Baudelaire, Apolinaire.
Durante o ano de 2015 rodaram ao vivo por Portugal com uma sonoridade que já se aproximava bastante do objectivo estabelecido, e todo o ano de 2016 foi dedicado à composição, arranjos e gravações no estúdio AQUI HÁ GATO no Algueirão, produzido por Emanuel Ramalho.
Formação da banda
Voz - Rebecca Amar;
Baixo, guitarra e voz – Mário Ferreira;
Teclas, guitarra – Kim Coutinho;
Guitarras – Eduardo “Bufalo”;
Bateria e programações – Emanuel Ramalho
Concerto de apresentação
13 de Julho, 22 horas, Popular, em Lisboa.
Alinhamento
01 - ARAIGNÉE DU SOIR (letra: Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
02 - RADAR DEPENDÊNCIA (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
03 - BODAS DE SANGRE (letra: Frederico Garcia Lorca; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
04 – L´HOMME EN HABIT ROUGE (letra: Barbara; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
O5 – SE TU VIESSES VÊR-ME (letra: Florbela Espanca; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
06 - CHAPITEAU DE L´ATLANTIQUE (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
07 - FOUTEZ-MOI LA PAIX! (letra: John Martinez; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
08 - O NIÑO SOLDADO (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
09 - ALMA GÉMEA (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
10 – DOUCEMENT (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
11 – EXODUS (letra: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa; Valerie Rebecca Amar; música: Mário Augusto Ferreira dos Santos de Sousa);
BOÉMIA VADIA LANÇAM “LISBOA SAUDADE”
Os Boémia Vadia acabam de desvendar “Lisboa Saudade”, o mais recente single do EP “Circo Amar”, editado em novembro passado.
Este é já o terceiro avanço do EP de estreia do grupo, que nos apresenta a sua sonoridade recriada em ambientes electro-cabaret, world music e de pop alternativa. Ainda este ano é esperado o longa-duração de estreia, que se encontra atualmente em fase de produção.
A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho – que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
http://ppl.com.pt/pt/prj/boemia-vadia
Estamos a gravar um disco. Que fixe!!!
Durante dois ou três dias por semana, levanto-me de manhã e apanho um autocarro para Cacilhas. Depois apanho o barco para o Cais do Sodré. Depois vou de Metro até ao Rossio, onde apanho um comboio até ao Algueirão. Tardo mais ou menos duas horas em chegar.
Não tenho carta de conduzir nem veículo próprio.
Quando chego, trabalhamos em sessões de habitualmente 5 horas, e depois faço tudo de novo para regressar a casa, na Marisol.
Em casa, passo os dias a preparar as gravações, entre ensaio e ensaio.
Para gravar com o mínimo de qualidade, (independentemente do som e das condições do estúdio, que são excelentes), temos que investir em material á altura, (instrumentos, pedaleiras, racks, etc...).
Não temos uma editora que cubra as despesas, não temos um patrão que nos pague um ordenado, não temos subsídios nem subvenções (algo já perfeitamente possível e habitual por esse estrangeiro fora), assim que tudo é pago pelo nosso bolso, entre gincanas e sacrifícios.
Por isso mesmo, iniciámos ontem uma campanha de crowd-funding para poder angariar fundos que nos ajudem a cobrir parte desta "bola de neve" económica, que esperamos ter um resultado final surpreendente e fascinante.
Desde já pedimos desculpas aos navegantes pela insistência na partilha da informação, mas ensinaram-nos que quem não pede, não mama.
Se vocês estiverem interessados em colaborar connosco, entrem no link que aqui deixo. As contrapartidas que oferecemos são excelentes, ver para crer.
Se não podem ou não é momento para "abrir os cordões á bolsa", ajudem-nos a partilhar esta informação, por favor.
Obrigado pela vossa atenção e apoio.
BOÉMIA VÁDIA APRESENTAM “CIRCO AMAR”, O NOVO EP
Após terem apresentado dois singles, “Humanofobia” e “Cabaret dos Vampiros”, os Boémia Vádia preparam-se para editar o EP “Circo Amar”. Com uma sonoridade recriada entre o electro-cabaret, o world music e o pop-alterativo, a banda vai lançar o EP digital no dia 16 de Novembro, com o selo da Music In My Soul.
A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
Letra
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“CABARET DOS VAMPIROS” É O NOVO SINGLE DOS BOÉMIA VÁDIA
Os Boémia Vadia lançam hoje, dia 23 de outubro, o seu novo single “Cabaret dos Vampiros”. Este tema, que sucede ao single “Humanofobia”, é já o segundo extraído do seu novo EP “Circo Amar”, que chega ao mercado já no próximo dia 16 de novembro.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electrodark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar(voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho(bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
BOÉMIA VADIA NA FNAC DO CASCAISHOPPING
A Boémia Vadia continua a promover o lançamento do seu primeiro single, “Humanofobia”, tema de apresentação daquele que é o EP de estreia da banda, a ser editado pela Music In My Soul. Os músicos vão atuar na FNAC do Cascaishopping já na próxima sexta-feira, dia 18 de setembro, às 22h00. Já no dia 25 de setembro prometem surpreender o público na Livraria Ler Devagar, também às 22h00, com um concerto muito distinto do habitual!
A Boémia Vadia nasceu em janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
Letra
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Novo concerto da Boémia Vadia em Almada
A Boémia Vadia está numa série de concertos de promoção ao single “Humanofobia”, tema de apresentação daquele que é o EP de estreia da banda, a ser editado pela Music In My Soul. Depois do showcase na FNAC de Almada, os músicos vão atuar no Teatro Extremo já no próximo sábado, dia 23 de maio, às 22h00.
A Boémia Vadia nasceu em janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
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A “Humanofobia” da Boémia Vadia em estreia nacional
O single “Humanofobia” da Boémia Vadia, que estreou no passado dia 8 de maio, vai poder ser ouvido em primeira mão na FNAC do Almada Fórum já no próximo domingo, dia 17 de maio, às 17h00. O showcase servirá para a banda apresentar alguns temas daquele que será o seu primeiro EP, a ser editado pela Music In My Soul.
A Boémia Vadia nasceu em janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.
Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.
Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.
Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.
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