Letra
Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
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Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acord' accord
D'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord
Acorda, acorda, acorda, acorda, acord' accord
“Até Pensei Que Fosse Minha”, o mais recente álbum de António Zambujo, encontra-se nomeado para um Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de MPB (Música Popular Brasileira), ao lado de artistas como Edu Lobo ou Alexandre Pires.
O álbum, o seu sétimo de estúdio, é um disco muito especial, de tributo a Chico Buarque, que tem feito muito sucesso não só em Portugal e no Brasil, mas também em países como Espanha, França ou Reino Unido, onde o cantor tem atuado.
“Até Pensei Que Fosse Minha” é composto por grandes clássicos do mestre da música popular brasileira e nele António Zambujo contou com a participação de artistas como Carminho, que canta consigo o tema “O Meu Amor”, Roberta Sá, que participa em “Sem Fantasia”, ou do próprio Chico Buarque, com quem faz um dueto em “Joana Francesa”.
O álbum tem merecido os mais rasgados elogios não só da imprensa nacional, mas também dos meios brasileiros, com grandes destaques em publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Marie Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.
Em Portugal, “Até Pensei Que Fosse Minha” já atingiu a marca de platina e chegou ao 1.º lugar do top de vendas, sendo que os concertos que António Zambujo deu no Brasil foram incluídos pelos jornais “O Globo” e “A Folha de São Paulo” no seus Top 10 de Melhores Concertos do Ano.
A nomeação para o Grammy Latino vem reforçar o estatuto de António Zambujo enquanto um dos maiores artistas nacionais da atualidade.
Os vencedores dos Grammys Latinos serão conhecidos a 16 de novembro, numa cerimónia a ter lugar em Las Vegas.
Datas concertos no Brasil:
14 novembro - Florianópolis - Teatro Ademir Rosa - CIC
17 novembro - Salvador - Castro Alves
18 novembro - RJ - Circo Voador
19 novembro - SP - Tom Brasil
23 novembro - Santos - Sesc Santos
24 novembro - Belo Horizonte - Palácio das Artes
26 novembro - Brasília - Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Vencedores serão conhecidos em cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios
Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Globos de Ouro e são vários os artistas ligados à Universal Music Portugal que voltam a estar nomeados para estes prémios da SIC.
Na categoria de Melhor Intérprete Individual encontram-se entre os nomeados os cantores António Zambujo e Cristina Branco.
No ano passado, António Zambujo lançou “Até Pensei Que Fosses Minha”, disco de tributo a Chico Buarque (que também colabora), e que vai ser apresentado ao vivo nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente.
Já Cristina Branco lançou também em 2016 o álbum “Menina”, que já foi distinguido com o Prémio Autores 2017 na categoria de Melhor Disco, tendo nesse disco cantado temas assinados por Luís Severo, Filho da Mãe, André Henriques (Linda Martini), Kalaf, Jorge Cruz, entre outros.
Na categoria de Melhor Grupo estão entre os nomeados os Dead Combo e Deolinda.
Os Dead Combo conquistaram em 2016 a marca de Disco de Ouro com o álbum “A Bunch of Meninos”, além de terem lançado o disco “Dead Combo e as Cordas da Má Fama”.
Os Deolinda lançaram o álbum “Outras Histórias”, que na altura entrou diretamente para o n.º 1 do top de vendas, além de ter atingido o galardão de Disco de Ouro. O álbum foi reeditado a propósito da celebração de 10 anos de carreira do grupo no inicio deste ano, nos coliseus.
Os vencedores dos Globos de Ouro serão conhecidos numa cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, apresentada por João Manzarra.
Letra
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Cantor apresenta “Até Pensei Que Fosse Minha” nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente
Após esgotar por três noites consecutivas o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, António Zambujo apresenta “Até Pensei Que Fosse Minha” nos Coliseus do Porto e Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.
“Até Pensei Que Fosse Minha” é o sétimo álbum de estúdio editado por António Zambujo, um disco especial, de tributo a Chico Buarque, que é agora apresentado ao vivo, numa digressão que, em paralelo às duas dezenas de concertos em Portugal, visita territórios internacionais, como Espanha, França, ou o Reino Unido, que o recebe, uma vez mais, em Londres.
Neste álbum composto por grandes clássicos do mestre da música popular brasileira, António Zambujo contou com a participação de artistas como Carminho, que canta consigo o tema “O Meu Amor”, Roberta Sá, que participa em “Sem Fantasia”, ou do próprio Chico Buarque, com quem faz um dueto em “Joana Francesa”.
“Até Pensei Que Fosse Minha” tem merecido os mais rasgados elogios não só da imprensa nacional, mas também dos meios brasileiros, com grandes destaques em publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Marie Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.
A digressão de apresentação deste disco começou no Brasil, no final de 2016, com concertos no Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, integrados pelos jornais “O Globo” e “A Folha de São Paulo” nos seus Top 10 de Melhores Concertos do Ano. Em Portugal, “Até Pensei Que Fosse Minha” já atingiu a marca de platina, chegou ao 1.º lugar do top de vendas e mantém-se na tabela de discos mais vendidos desde o seu lançamento.
10 de março - Teatro Municipal da Guarda - Guarda
1 de abril - Teatro Micaelense - São Miguel (Açores)
6 de abril - Teatro Vila Real - Vila Real
8 de abril - Cineteatro Alba - Albergaria-a-Velha
15 de abril - Teatro das Figuras - Faro
21 de abril - Cadogan Hall - Londres
22 de abril - Teatro Cinema de Fafe - Fafe
23 de abril - Cine Teatro Avenida - Castelo Branco
25 de abril - Theatro Circo - Braga
6 de maio - Teatro Virgínia - Torres Novas
12 de maio - Casino da Póvoa de Varzim - Póvoa de Varzim
13 de maio - Arena d'Évora - Évora
27 de maio - Centro de Congressos de Arade - Lagoa
9 de junho - Casino de Chaves – Chaves
10 de junho - Convento de São Francisco - Coimbra
16 de junho - Coliseu do Porto - Porto
24 de junho - Coliseu dos Recreios - Lisboa

António Zambujo em Beja a 4 de março
O músico bejense, que conquistou o Brasil ao cantar Chico Buarque em São Paulo, num concerto considerado entre os 10 melhores do ano de 2016, no Brasil, está de regresso a Beja a 4 de março.
António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja.
Será no sábado, dia 4 de março, que o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.
Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de Carminho, Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.
É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".
Uma produção da Câmara Municipal de Beja em parceria com a Produtora Sons em Trânsito com bilhetes à venda no Teatro e na bilheteira online.
Um concerto a não perder, dia 4 de março, pelas 21h30, no Pax Julia - Teatro Municipal de Beja!
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Letra
Trago Alentejo na voz
Do cantar da minha gente
Ai rios de todos nós
Que te perdes na corrente
Ai planícies sonhadas
Ai sentir de olivais
Ai ventos na madrugada
Que me transcendem demais
Amigos, amigos
Papoilas no trigo
Só lá eu as tenho
E de braço dado contigo a meu lado
É de lá que eu venho
E de braço dado
Cantando ao amor
Guardamos o gado, papoilas em flor,
Que o vento num brado
Refresca o calor
E de braço dado, contigo a meu lado
Cantamos o amor
Ai rebanhos de saudades
Que deixei naqueles montes
Ai pastores de ansiedade
Bebendo água nas fontes
Ai sede das tardes quentes
Ai lembrança que me alcança
Ai terra prenhe de gente
Nos olhos duma criança
Letra
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim
“João E Maria”
Música e Letra / Song and Lyrics: Chico Buarque, Sivuca
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Letra
SEM FANTASIA
(Chico Buarque, para a peça Roda Viva. 1967)
ANTÔNIO ZAMBUJO & ROBERTA SÁ
Vem, meu menino vadio
Vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia
Que da noite pro dia
Você não vai crescer
Vem, por favor não evites
Meu amor, meus convites
Minha dor, meus apelos
Vou te envolver nos cabelos
Vem perder-te em meus braços
Pelo amor de Deus
Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu
Ah, eu quero te dizer
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer
De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus
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Letra
É comum a gente sonhar, eu sei,
Quando vem o entardecer;
Pois, eu também dei de sonhar
Um sonho lindo de morrer.
Vejo um berço e nele eu me debruçar
com um pranto a mim correr
e assim chorando acalentar
o filho que eu quero ter.
Dorme, meu pequenininho
Dorme, que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho
De tanto amor que ele tem.
De repente eu o vejo se transformar
No menino igual a mim
Que vem correndo me beijar
Quando eu chegar lá de onde vim.
Um menino sempre a me perguntar
Um porquê que não tem fim
Um filho a quem só queira bem
E a quem só diga que sim.
Dorme, menino levado
Dorme, que a vida já vem
Teu pai está muito cansado
De tanta dor que ele tem.
Quando a vida enfim me quiser levar
Pelo tanto que me deu,
[Sentir-lhe] a barba me roçar
No derradeiro beijo seu.
E ao sentir também sua mão vedar
Meu olhar dos olhos seus,
[Ouvir-lhe] a voz a me embalar
Num acalanto de adeus.
Dorme, meu pai sem cuidado
Dorme, que ao entardecer
Teu filho sonha acordado
Com o filho que ele quer ter.
Música: Toquinho
Letra: Vinicius de Moraes
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Letra
MORENA DOS OLHOS D’ÁGUA
(Chico Buarque)
Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.
Descansa um meu pobre peito
Que jamais enfrenta o mar,
Mas que tem abraço estreito, morena,
Com jeito de lhe agradar.
Vem ouvir lindas histórias
Que por seu amor sonhei.
Vem saber quantas vitórias, morena,
Por mares que só eu sei.
Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.
Seu homem foi-se embora,
Prometendo voltar já.
Mas as ondas não tem hora, morena,
De partir ou de voltar.
Passa a vela e vai-se embora
Passa o tempo e vai também.
Mas meu canto 'inda lhe implora, morena,
Agora, morena, vem.
Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.
FUTUROS AMANTES
(Chico Buarque)
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Letra
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
Letra de Chico Buarque
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Letra
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Porque anda agora falando de mim
“Injuriado”
Música e Letra / Song and Lyrics: Chico Buarque
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Letra
Eu quero ir p’ra cidade
Já que o campo me aborrece
Que eu lá na cidade tenho
Quem penas por mim padece
♪
Fui colher uma romã
Estava madura no ramo
Fui encontrar no jardim
Aquela mulher que eu amo
♪
Aquela mulher que eu amo
Dê-lhe um aperto de mão
Estava madura no ramo
E o ramo caiu ao chão
Tradicional Alentejana
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Letra
Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar
Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.
Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.
E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria
[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento
E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa
Letra
Eu sei, meu bem-querer, que um dia vai faltar
A luz, e vou perder o pé no coração
Não há perda maior, eu sei que vou chorar
Não sei se isso é amor, não sei se isso é perdão
Eu sei que a vida tem um rio para navegar
Barquinho vai e vem e a gente sbe lá
A saudade é a foz, depois, é tanto mar
E só ficamos nós os dois ao Deus-dará
Mas sei meu bem-querer, que perto do final
Ninguém vai prometer sarar a nossa dor
Só quero a tua mão, depois sou imortal
Se não é só perdão, só pode ser amor
Letra
No berço que a ilha encerra
Bebo as rimas deste canto
No mar alto desta terra
Nada a razão do meu pranto
Mas no terreiro da vida
O jantar serve de ceia
E mesmo a dor mais sentida
Dá lugar à chamateia
Oh meu bem
Oh chamarrita
Meu alento, vai e vem
Vou embarcar nesta dança
Sapateia, oh meu bem
Se a sapateia não der
Pra acalmar minh´alma inquieta
Estou pro que der e vier
Nas voltas da chamarrita
Chamarrita, sapateia
Eu quero é contradizer
O aperto desta bruma
Que às vezes me quer vencer
Letra
És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando existes
Beleza assim de musa tal qual trazes
Arrebata o tonto olhar de quem avista
E arrisca ter a vida
Por um fio
Mas perco-me num assobio
Porque a vida é dela
És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando insistes
Em me inspirar
Aquilo que o teu silêncio explica
O destino traz para mim em labaredas
Veredas
Onde somes da visão
Descompassam o coração
Mas a vida é bela
Música
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