Segunda-feira, 01.07.13

 

Letra

 

I loved you for a long, long time 
I know this love is real 
It don't matter how it all went wrong 
That don't change the way I feel 
And I can't believe that time's 
Gonna heal this wound I'm speaking of 
There ain't no cure, 
There ain't no cure, 
There ain't no cure for love. 

I'm aching for you baby 
I can't pretend I'm not 
I need to see you naked 
In your body and your thought 
I've got you like a habit 
And I'll never get enough 
There ain't no cure, 
There ain't no cure, 
There ain't no cure for love 

There ain't no cure for love 
There ain't no cure for love 
All the rocket ships are climbing through the sky 
The holy books are open wide 
The doctors working day and night 
But they'll never ever find that cure for love 
There ain't no drink no drug 
(ah tell them, angels) 
There's nothing pure enough to be a cure for love 

I see you in the subwayand I see you on the bus 
I see you lying down with me, I see you waking up 
I see your hand, I see your hair 
Your bracelets and your brush 
And I call to you, I call to you 
But I don't call soft enough 
There ain't no cure, 
There ain't no cure, 
There ain't no cure for love 

I walked into this empty church I had no place else to go 
When the sweetest voice I ever heard, whispered to my soul 
I don't need to be forgiven for loving you so much 
It's written in the scriptures 
It's written there in blood 
I even heard the angels declare it from above 
There ain't no cure, 
There ain't no cure, 
There ain't no cure for love 

There ain't no cure for love 
There ain't no cure for love 
All the rocket ships are climbing through the sky 
The holy books are open wide 
The doctors working day and night 
But they'll never ever find that cure, 
That cure for love



publicado por olhar para o mundo às 17:09 | link do post | comentar

Ana Stilwell, a estreia nos palcos com Aurea
«Demorei a assumir que sou cantora». Parece estranho ouvir estas palavras de quem tem ainda rosto de menina. A ‘menina’ é Ana Stilwell, uma nova voz no animado panorama musical português. Tem o lançamento do álbum de estreia Take my Coat marcado para o início de Julho, o single ‘Dibba Dee Doo’ já passa na rádio e o videoclip vai ser apresentado em breve.

«O sonho está a concretizar-se, depois de muitos passos e de a Blim Records ter apostado em mim», diz Ana. Pode parecer uma cena de filme, mas aconteceu. Tinha acabado de decidir que ia responder «Sou cantora» a quem lhe perguntasse o que fazia. Deu essa resposta a uma amiga e poucos dias depois o telefone tocou. Do outro lado ouviu a tão desejada frase: «Falaram-nos de si, somos uma produtora e estamos interessados em ouvir a sua música».

 

Ana tinha centenas de gravações caseiras, com a sua voz e guitarra, realizadas com um microfone de três euros em frente ao computador. «Sou compulsiva a escrever e a compor. Gravo como um mero exercício e por necessidade, porque me dá imenso prazer». Muitos dos temas que agora estão no álbum foram escritos como «um presente», para oferecer a familiares e amigos. Inspirados em histórias reais de amores e desamores, sofreram arranjos nas recentes gravações, mas continuam fiéis aos originais.

 

«Os solos de guitarra no disco foram todos feitos pelo Mário Delgado, que é um músico exímio». A gravação e produção esteve a cargo da Blim Records. A banda, constituída para entrar em estúdio, vai acompanhá-la nos palcos sempre que for preciso. Como na actuação de estreia, hoje no Centro Cultural de Belém, na primeira parte do concerto da Aurea. Uma responsabilidade que assume com «muito orgulho».

 

Antes cantora que jornalista


Ana frequentou aulas de canto e música na Arts Educational School of London durante alguns meses, num interregno do curso de Jornalismo que acabou por não concluir. «Não me identificava nada com o curso de Jornalismo, estava infeliz, não ia resultar». Não adiantava seguir as pisadas da mãe, a jornalista e escritora Isabel Stilwell, quando o apelo da música era mais forte e sonante.

 

«Quando fui estudar canto para Londres ganhei confiança e, acima de tudo, percebi que tinha de me esforçar e aplicar para conseguir entrar no mundo da música». De regresso a Lisboa, inscreveu-se no Hot Club, onde teve aulas durante três anos. Mas ainda voltou à universidade, para fazer o curso de educadora de infância.

 

Não podia cruzar os braços e ficar à espera da sorte. «A ideia de que alguém descobre o nosso talento na rua e nos diz: ‘Vais ser uma estrela’, não passa de uma ilusão». É preciso tempo, dar muitos passos, ter consciência das capacidades e limitações e não desanimar, recomenda.

 

Cantar em inglês foi uma escolha natural, pela musicalidade e universalidade da língua, mas também porque Ana é bilingue. «Sempre frequentei o ensino inglês», num colégio internacional em Oeiras, explica. Os avós maternos eram ingleses, daí o apelido Stilwell, que faz questão de usar como nome artístico.

 

Em casa nunca faltaram livros, irmãos e música. O pai tocava piano todas as noites e Ana acompanhava-o muitas vezes a cantar os clássicos do jazz. «Adormecia com os acordes do piano, porque ele ficava a tocar pela noite dentro». E não havia festa em família sem muitas vozes à volta do instrumento.

 

‘Dibba Dee Doo’, o primeiro single, nasceu de uma brincadeira. «Estava a compor e ocorreu-me: posso dizer o que eu quiser, na música não há limites, digo o que me apetecer!». O videoclip foi gravado no Alentejo e em Cascais, em cenários de campo e mar, em dois dias intensos e animados. «Tive de cair na água gelada do mar às oito da manhã, a sorrir, como se estivesse no pico do Verão!». Prosseguiu as filmagens quase em hipotermia, coberta de casacos.

 

Não gosta de dividir a música por estilos, por isso prefere não rotular a sua. «Sei que posso usar a minha voz num determinado registo e é isso o que procuro fazer». Podem chamar pop, folk, country, ou uma mistura dos três géneros, que Ana Stilwell aceita a catalogação. Agora que as filhas gémeas estão a caminho dos três anos, já se sente pronta para o que vier. «Elas já cantarolam Dibba Dee Doo…». O próximo desafio é conseguir que a plateia do Centro Cultural de Belém faça o mesmo.

 

Retirado do Sol



publicado por olhar para o mundo às 12:02 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:05 | link do post | comentar


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