Letra
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Letra: Sebastião Antunes
Música: Paulo Loureiro

Portucalis é o país dos sonhos de Ana Laíns!
E é também o 3º álbum da uma cantora, que dedica integralmente o seu trabalho à Portugalidade que lhe define a identidade há mais de 18 anos.
Depois de “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010), Portucalis surge no tempo certo, sem atrasos, e com a certeza de uma Missão por cumprir – Passar a Mensagem:
“Este disco é dedicado a todos que gostam de Pessoas, que gostam de ser Pessoas do seu País, e compreendem que a Vida é uma Missão. É dedicado a todos que compreendem que desta Missão faz parte o Lugar onde nascemos!”
Alheio a rótulos, regras e conotações, Portucalis é um disco transversal, que viaja por todo o vasto Universo de cores da Música, Etnografia e Língua Portuguesa.
Do galaico-português ao Mirandês, passando pelo português actual, do Fado à Música de cariz Tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a escola no seu início de carreira (Jazz, Bossa Nova, Músicas do Mundo Ocidental e Oriental), este disco é uma viagem entre o Passado e o Futuro, que tem ao leme Ana Laíns, a “Cantora Colorida”.
O álbum conta com palavras de Ana Laíns, Mafalda Arnauth, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso, Sebastião Antunes, Carlos Leitão, D. Dinis, D. António de Bragança, e alguns temas populares de recolha.
Nas melodias a cantora contou com Ivan Lins, Fernando Alvim (a título póstumo), Paulo Loureiro, Filipe Raposo, Luís Caracol, Helena Del Alfonso e José Lara Gruñeiro.
Este álbum conta ainda com as participações especiais de Ivan Lins, Mafalda Arnauth, Luis Represas e Filipe Raposo.
“Portucalis é o país dos meus sonhos.
É o país que existe entre margens.
Existe entre as margens das minhas dualidades.
Ninguém “É” totalmente.
Todos “SOMOS” parcialmente.
Numa Era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “Missão”.
Porque “Alguém” me atribuiu a “Condição” de nascer aqui!
Porque me sinto em constante contra-ciclo.
Porque esta “Missão” me mata e renova todos os dias.
E é aqui que reside toda a minha dualidade!
Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!”

18 NOV | MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA AO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS|
CONVIDADOS: MAFALDA ARNAUTH E LUÍS REPRESAS
23 NOV | CASA DA MÚSICA | PORTO
CONVIDADA: MAFALDA ARNAUTH
24 NOV | CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ
CONVIDADA: MAFALDA ARNAUTH

Este disco é dedicado a todos que gostam de pessoas!
Este disco é dedicado a todos que gostam de ser pessoas do seu país!
Este disco é dedicado a todos que compreendem que a Vida é uma Missão!
E que desta Missão faz parte o lugar onde nascemos!
Portucalis é o país dos meus sonhos.
É o país que existe entre margens.
Existe entre as margens das minhas dualidades.
Mas ser dual é existir.
Ninguém “É” totalmente.
Todos “SOMOS” parcialmente.
Se não em permanência... em muitos momentos das nossas Vidas!
Porque todos “EXISTIMOS” tal qual moedas ou folhas de papel, com cara e coroa, com frente e verso.
O Escritor e Poeta Mia Couto, escreveu o poema “Identidade” em 1977, que escancara sem rodeios a sua Dualidade:
“ Existo onde me desconheço,
aguardando pelo meu passado,
ansiando a esperança do futuro.
No Mundo que combato, morro.
No Mundo por que luto, vivo. “
Ser dual é viver permanentemente entre a realidade social e o sonho do estado puro da nossa Natureza.
“Preciso ser outro para ser eu mesmo”
Mia Couto no mesmo poema “Identidade”.
Ser dual é viver a incerteza de uma decisão.
Ser dual é calar a boca à verdade em prol de uma mentira reconfortante.
Ser dual é sorrir ao Mundo dos outros, enquanto grita e chora o nosso Mundo interior.
Ser dual é viver na linha que separa as expectativas do Mundo sobre nós e quem somos realmente.
Por isso existe a Arte!
Porque é na Arte que procuramos (e encontramos muitas vezes) o conforto na nossa verdade pessoal (e colectiva).
O Artista é um canalizador de “Verdades”.
E o Poeta é um fingidor.
E assim o é o Cantor.
Neste disco pretendo revelar todas as minhas verdades, e ir de encontro às Verdades dos Outros.
Preciso de ser fadista e não ser.
Preciso de viver em pleno o meu amor a este país, que é, concomitantemente, a minha maior Paixão e Desalento. O brilho nos meus olhos e as minhas lágrimas.
O Espelho onde vejo reflectidos todos os meus sonhos e desejos.
Numa Era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “Missão”.
Porque “Deus” me atribuiu a “Condição” de nascer aqui!
Porque me sinto em constante contra-ciclo.
Porque esta “Missão” me mata e renova todos os dias.
E é aqui que reside toda a minha dualidade!
Falta cumprir-se Portugal.
Este é o meu pequenino (mas genuíno) contributo.
Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!
Sejam muito bem-vindos!
Ana Laíns

ANA LAÍNS - NOVO ÁLBUM "PORTUCALIS " A 27 OUTUBRO
"PORTUCALIS" ao vivo:
18 Novembro | Museu Nacional de Arqueologia
Mosteiro dos Jerónimos
23 Novembro | Casa da Música | Porto
24 Novembro | Casino da Figueira da Foz
Novidades em breve!!!
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Ana Laíns em digressão pedagógica nos Estados Unidos
Ana Laíns prepara-se para rumar aos Estados Unidos da América, onde fará a sua primeira grande digressão. Entre 16 e 24 de Outubro, a cantora realizará uma série de concertos e workshops, a convite de várias Universidades Norte-Americanas, em parceria com a Portuguese/American Cultural Exchange, Inc.
Esta digressão é o culminar de um ano cheio de concertos para Ana Laíns, que recentemente encheu o CCB para o concerto de encerramento das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa, das quais foi embaixadora em 2015. Um ano que encerra da melhor maneira, em Dezembro, com uma digressão nos países nórdicos que passa pela Suécia, Dinamarca e Noruega.
Com a cantora viajarão também o guitarrista Sandro Costa, o viola António Neto e o fadista Pedro Galveias.
"Estou muito empenhada neste projecto. Não se trata de uma digressão com contornos comuns. Tem uma forte componente pedagógica, e é, por isso mesmo, um enorme desafio. Faremos concertos normais, e teremos dias dedicados, exclusivamente, a oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa.
É um projecto que me honra, e me preenche profundamente, porque me faz todo o sentido e cabe perfeitamente no que considero ser o meu grande objetivo enquanto cantora: Sentir-me útil na divulgação e desenvolvimento da cultura do meu país".
Concertos e workshops:
16 Outubro – Concerto e Workshop, Eastman School of Music, Rochester
(20.00h)
17 Outubro – Concerto, Woodland Hill Montessori School Albany, NY
(16.00h)
19 Outubro – Worshop, Middlesex Community College, Lowell, MA
(10.45h)
19 Outubro – Visita à Cambridge Portuguese School Cambridge, MA
(16.30h)
20 Outubro – Workshop, University of Massachusets/Dartmouth
(12.30h)
20 Outubro - Concerto, Brown University Providence, RI
(20.00h)
21 Outubro – Workshop, University of Massachusets/Boston
(09.00h)
21 Outubro – Workshop, Rhode Island College
(16.00h)
22 Outubro – Workshop, University of Massachusets/Lowell
(13.00h)
22 Outubro – Visita à Lowell Portuguese School Lowell
(17.00h)
23 Outubro – Concerto, University of Massachusets/Lowell
(19.00h)
24 Outubro – Concerto, Lusitano Restaurant Fall River, MA
(19.00h)
A Associação 8 séculos de Língua Portuguesa apresenta:
Grande concerto de encerramento das Comemorações dos 8 séculos de Língua portuguesa.
Ana Laíns e convidados:
Ana Laíns, nomeada Embaixadora pela Associação, é a grande anfitriã deste evento de celebração, que se avizinha repleto de partilha e transversalidade, tendo como ponto de partida a Língua Portuguesa, que liga a História de mais de 250 milhões de pessoas.
Ana Laíns convida músicos, letristas, compositores, cantores e declamadores para visitar a sua natural Condição de pessoa nascida em Portugal, e viaja com os seus convidados pela sua igualmente natural Condição, pelas suas histórias, identidades, poesia e bater de coração.... Fado, Cante Alentejano, Morna, Samba, Semba, Marrabenta... sonoridades de expressão étnica de cada um dos países envolvidos, unidos “P’lo som presente D’esse mar futuro”, como diria Pessoa, com o intuito basilar de celebrar esta Língua que é a Ponte entre o Passado e o Futuro.
A Lusofonia estará em palco, e será representada por alguns dos mais emblemáticos nomes da cultura dos países de Língua Oficial Portuguesa. Ana Laíns convida:
Aline Frazão (Angola), Celina Pereira (Cabo Verde), Ivan Lins (Brasil), Karyna Gomes (Guiné-Bissau), Luiz Avellar (Brasil), Marta Dias (São Tomé e Princípe), Paulo de Carvalho (Portugal), Prof. Júlio Soares (Timor), Joaquim de Almeida (Portugal), Elsa de Noronha (Moçambique), Olinda Beja (São Tomé e Princípe), Jorge Arrimar (Portugal – Macau), Valéria Carvalho (Brasil), Adufeiras da Idanha (Portugal) e A Moda Mãe (Portugal).
Os músicos: Paulo Loureiro (Piano e direção musical), Carlos Lopes (acordeão), João Coelho (Percussão portuguesa), Miguel Veras (Viola), Hugo Edgar Silva (Guitarra portuguesa), Rolando Semedo (Baixo) e Iuri Oliveira (Percussão Afro-brasileira)
O concerto contará com 3 temas inéditos em colaboração com José Eduardo Agualusa, João Gil, Nuno Júdice e Luiz Caracol.
Celebrar 8 séculos de Língua Portuguesa, é celebrar estórias, rostos, tons de pele, cheiros, raízes e formas de vida!
É celebrar as diferenças que nos tornam tão iguais! É celebrar a diversidade cultural que nos aproxima. É celebrar a Condição de uma comunidade vasta e rica que tem em comum este Bem Maior – a Língua Portuguesa.
Letra
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letra
Quatro caminhos abertos
P’ra prever qualquer viagem
Virada p’rós quatro pontos
Dos cardeais das aragens
Quatro caminhos perdidos
Quem sabe até se existiram
Estão no rasto de outros passos
Que deles não se serviram
Quatro caminhos à espera
Do tempo que os vem trazer
Dois foram dados à vida
E outros dois ao morrer
Quatro caminhos traçados
Aqui na palma da mão
Prevêem vidas e mortes
Dias sim e dias não
Dias sim e dias não
Quatro caminhos roubados
P’los ladrãos que andam nos sonhos
Figuras, monstros, fantasmas
Que nos perseguem, medonhos
Quatro caminhos arados
Pelos terrenos do peito
Depois de tanta canseira
Nasceu um amor perfeito
Letra
Parti, com as horas e a razão
Cheguei, mais um adeus, mais uma vez
Que há-de ser maior que a angústia, o meu perdão
porque hei-de sempre estar na soma que Deus fez.
Parti, ja sem longe sem olhar,
Cheguei com olhos de água à tua mão.
No fundo nabateia casa por esperar
e deixo o frio, a dor e as roupas pelo chão.
Depois pouco mais que um Outono
vem pra ficar,
sobre mim
Sei de cor esta entrega a noite vem
meu amor somos barcos de outro mar
Nós morremos devagar
e nascemos pla manhã!
Parti do teu mundo e como vês
Aqui me tens inteira por te amar
Sou como a beira-mar de inverno e as marés
que vão e voltam sempre à areia, sempre ao mar.
Depois pouco mais que um outono
vem pra ficar,
sobre mim
Sei de cor esta entrega a noite vem
meu amor somos barcos de outro mar
Nós morremos devagar
e nascemos pla manhã!
(Ana Laíns - Condição)
Letra
Vem, quando a luz
Morrer bem p’ra lá do mar
E anoitecer em mim e no meu olhar
Vem, negra cor
Negro olhar que me vês
E a quem o amor ao chegar se desfez
Se acaso o amor
Partir sem dizer adeus
Vem, espelho meu, sentir os teus lábios nos meus
Tarda encontrar
O lugar de um amor
Meu triste mar, negro olhar, minha cor
Vem, se a saudade
Cantar versos que escrevi
Quando à cidade cantei saudades de ti
Música
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