Sexta-feira, 03.11.17

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Ana Bacalhau estreia “Nome Próprio” na estrada e anuncia a primeira parte da sua extensa digressão nacional

 

Duas semanas após o lançamento do seu disco de estreia, Ana Bacalhau dá o pontapé de saída na sua longa digressão nacional. Amanhã, dia 3 de Novembro, será a cidade algarvia de Loulé, no Cine-Teatro Louletano, a assistir à estreia de “Nome Próprio” em palco, num concerto que está já praticamente esgotado. Após a viagem ao Algarve, Ana Bacalhau passará por todas as regiões do país numa digressão que arranca neste final de 2017 e prosseguirá ao longo do próximo ano, com destaque para os espectáculos já anunciados para Lisboa (Teatro Tivoli BBVA a 26/1) e para o Porto (Casa da Música a 31/1).

Simultaneamente, Ana Bacalhau está também de assalto aos primeiros lugares do top nacional de vendas e ao coração da melhor crítica nacional. “Nome Próprio” instalou-se logo à primeira semana no quinto lugar do top nacional da AFP e tem merecido os mais rasgados elogios da esmagadora maioria da imprensa especializada.

datas já anunciadas

3 de Novembro | Teatro Louletano, Loulé
25 de Novembro | Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde
1 Dezembro | Teatro Aveirense, Aveiro
2 Dezembro | Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão
9 Dezembro | Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
26 Janeiro | Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
31 Janeiro | Casa da Música, Porto

8 Fevereiro | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
14 Fevereiro | Casino da Póvoa, Póvoa de Varzim
24 Março | Cineteatro de Estarreja, Estarreja
8 Abril | CAE Figueira, Figueira da Foz
21 Abril | CAE de Portalegre, Portalegre
18 Maio | Teatro Vila Real, Vila Real
26 Maio | Teatro Municipal da Guarda, Guarda
22 Junho | Theatro Circo, Braga
13 Outubro | Cineteatro Alba, Albergaria-a-Velha
19 Jan. 2019 | Auditório Municipal da Lousada, Lousada



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Sábado, 28.10.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Sexta-feira, 20.10.17

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Ana Bacalhau

“Nome Próprio” é hoje editado

Veja aqui o novo videoclipe de “Leve Como Uma Pena

 

 

Foi hoje editado o álbum de estreia de Ana Bacalhau. “Nome Próprio” já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas digitais.

Este é o muito aguardado álbum de Ana Bacalhau, após dez anos a dar voz às canções da Deolinda. Aqui reúne alguns dos melhores compositores nacionais da atualidade, casos de Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão e, na versão do disco em exclusivo na Fnac, de António Zambujo e João Monge. “Nome Próprio” tem ainda dois temas da própria Ana Bacalhau, ambos com música de Janeiro.

Datas já anunciadas:

3 de Novembro | Teatro Louletano, Loulé
25 de Novembro | Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde
1 Dezembro | Teatro Aveirense, Aveiro
2 Dezembro - Vila Nova de Famalicão - Casa das Artes
9 Dezembro - Ponte de Lima - Teatro Diogo Bernardes

26 Janeiro | Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
31 Janeiro | Casa da Música, Porto



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Letra

 

E olha ao longe a praia
O bote aguentou
Bom vento sopra forte
Que é para lá que eu vou
Formosa e segura
Venha quem vier
Finalmente livre
Sem nada a temer

Uns dizem que não posso
Outros que não sou capaz
Se aprovam ou reprovam
A mim tanto faz
Passou a tempestade
O momento chegou
É hora de mostrar quem eu sou

Até podem rogar-me pragas
Ou lançar-me às feras
Insistirem encaixar-me 
Onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar-me o mundo à perna
Para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros
Que eu sinto-me leve
Leve como uma pena

O medo atrapalha
A ilusão confunde
A obra boca e abre
A boca a meio mundo
E se o que eu for for feito
E o que eu fizer for meu
Pode não ser perfeito
Mas há de ser eu

Caíram rios de chuva
O vento igual lá fora
A pouco e pouco o temporal
Foi acalmando agora
Já só falta uma nuvem
Para o sol brilhar
É hora de por isto a andar

Até podem rogar-me pragas
Ou lançar-me às feras
Insistirem encaixar-me 
Onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar-me o mundo à perna
Para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros
Que eu sinto-me leve
Leve como uma pena

Dias e dias
Carregando um fardo 
Que afinal não era meu
À procura de uma resposta
E a resposta
A resposta
Pelos vistos a resposta
Sou eu

 

Letra e Música/Lyrics and Music: Jorge Cruz

 



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Terça-feira, 17.10.17

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Ana Bacalhau

‘Leve Como uma Pena’ é o segundo single de ‘Nome Próprio’

Videoclipe estreia dia 20, na data em que chega às lojas o álbum

Foi escrita e composta por Jorge Cruz a nova canção agora retirada do álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau, ‘Nome Próprio”. O videoclipe da canção, com realização de André Tentúgal, foi gravado no Aeródromo de Manobra N.º1 da Força Aérea Portuguesa, tem estreia marcada para a manhã da próxima sexta-feira, no canal AnaBacalhauVevo.

Aqui podem ver um pequeno teaser do vídeo:

 

É também dia 20 que chega às lojas e a todas as plataformas digitais, ‘Nome Próprio”, o muito aguardado álbum de estreia de Ana Bacalhau. Masterizado nos estúdios de Abbey Road,
Nome Próprio teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e, para além dos já conhecidos singles ‘Ciúme’, de Miguel Araújo, e ‘Leve Como Uma Pena’ de Jorge Cruz, conta ainda com canções de Samuel Úria, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

O Observador tem estado a desvendar imagens do processo de gravação e ensaios de ‘Nome Próprio’ em pequenos vídeos com imagens captadas por Filipe Ferreira que podem ser vistas aqui: Teaser 1 | Teaser 2 | Teaser 3. O jornal online terá este documentário online dia 20, uma versão mais curta do que a televisiva que se espera estrear no inicio de 2018.

"Nome Próprio" encontra-se em pré-venda na Fnac, numa edição exclusiva, com um formato diferente e com uma canção extra, "Dama da Noite", de António Zambujo e João Monge.

A digressão de “Nome Próprio” arranca com o praticamente concerto esgotado a 3 de novembro em Loulé, passando em Janeiro pelo por Lisboa e Porto, dias 26 no Teatro Tivoli BBVA e 31, na Casa da Música.



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Sexta-feira, 13.10.17

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A oito dias do lançamento do aguardado álbum de estreia, Ana Bacalhau anuncia datas em Lisboa e Porto

Em Janeiro Ana Bacalhau desvenda “Nome Próprio” no Teatro Tivoli BBVA e na Casa da Música

Janeiro é o mês escolhido por Ana Bacalhau para os concertos de apresentação do seu primeiro álbum a solo, “Nome Próprio”, em Lisboa e no Porto - nos dias 26, no Teatro Tivoli BBVA e 31, na Casa da Música. Datas que se juntam à praticamente esgotada noite em Loulé, Vila do Conde e Aveiro (consultar agenda no final).

Em concerto, Ana Bacalhau será acompanhada por Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho, bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo) e Alexandre Frazão (bateria, percussão).

Com edição agendada para 20 de Outubro, o álbum que marca a aguardada estreia em “Nome Próprio” de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas da actualidade tem vindo a revelar a energia contagiante e a boa disposição autêntica de que é feito. "Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros", lembra Ana Bacalhau.

O segundo teaser das gravações de “Nome Próprio” pode ser consultado aqui.

Filmados por Filipe Ferreira, os teasers revelados pelo Observador em primeira mão são aperitivos para um documentário cuja versão mais curta ficará disponível digitalmente no jornal online a 20 de Outubro, dia de lançamento do álbum.Prevê-se que a versão longa deste documentário estreie em televisão no primeiro trimestre de 2018.

Neste segundo teaser ouvem-se já partes da música que será apresentada como segundo single de “Nome Próprio”. Por agora é o vídeo do primeiro single, “Ciúme”, que podemos ver aqui.

"Nome Próprio" encontra-se em pré-venda na Fnac, numa edição exclusiva, com um formato diferente e com uma canção extra, "Dama da Noite", de António Zambujo e João Monge. Se os fãs optarem pela versão digital, encontram-na já disponível em pré-venda no iTunes e recebem 5 temas até dia 20, na pré-compra.

O álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, contando com canções compostas por Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

 

Agenda
3 de Novembro | Teatro Louletano, Loulé
25 de Novembro | Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde
26 Janeiro | Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
31 Janeiro | Casa da Música, Porto
1 Dezembro | Teatro Aveirense, Aveiro



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Quinta-feira, 05.10.17

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Ana Bacalhau

Revela mais um pouco de ‘Nome Próprio’ em pequenos vídeos

1.º concerto agendado para Loulé, no dia 3 de novembro

A pouco menos de um mês da sua estreia a solo, Ana Bacalhau revela mais um pouco do que os fãs podem esperar de “Nome Próprio” com pequenos teasers. Os filmes, com estreia em exclusivo, no Observador, mostram a artista em estúdio, com os seus músicos e desvendam mais algumas músicas do álbum. Filmados por Filipe Ferreira, são aperitivos para um documentário cuja versão mais curta ficará disponível digitalmente no jornal online, no dia 20 de outubro, dia do lançamento do álbum. Prevê-se que a versão longa deste documentário estreie em televisão no primeiro trimestre de 2018.

O primeiro teaser pode ser visto aqui:

 

A primeira data da digressão nacional de “Nome Próprio” também já tem data de arranque, marcada para dia 3 de novembro, em Loulé. Esta será a primeira de muitas datas que levará as novas músicas pelo País. Neste processo, Ana Bacalhau será acompanhada por Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho,bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo), Alexandre Frazão (bateria, percussão), músicos que a acompanharão ao vivo.

Nome Próprio” já se encontra em pré-venda. A Fnac tem uma edição exclusiva, num formato diferente e com uma canção extra, “Dama da Noite”, de António Zambujo e João Monge. Se os fãs optarem pela versão digital, também já a têm disponível em pré-venda no iTunes e recebem 5 temas até dia 20, na pré-compra.

O álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, contando com canções compostas por Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.



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Terça-feira, 04.07.17

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Ana Bacalhau

Lança novo blogue

Depois de ter editado "Ciúme", o primeiro single do seu álbum de estreia a solo, "Nome Próprio", Ana Bacalhau lança um blogue, onde pretende mostrar as suas inspirações, influências, paixões, alegrias e tristezas. A escrita foi a sua primeira paixão e a partilha do dia-a-dia, em palco ou fora dele, integram este novo espaço como uma oportunidade de proximidade entre Ana Bacalhau e o seu público, abrindo as portas do seu mundo a quem quiser entrar.

O blogue reúne crónicas escritas por Ana Bacalhau, fotografias oficiais e pessoais, informações sobre a sua carreira, vídeos, clipping. Há ainda espaço para a divulgação de eventos e datas de concertos.

"Nome Próprio" tem edição prevista para dia 20 de Outubro e já se encontra em pré-venda no iTunes e na Fnac, loja que tem uma edição exclusiva com uma canção extra: "Dama da Noite", de António Zambujo e João Monge.

Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão são outros dos nomes que constam de "Nome Próprio". Ana Bacalhau também se aventura na composição em "Deixo-me Ir", canção para a qual escreveu a letra, o mesmo acontecendo em "Só Eu" e "Menina Rabina" (ambas com música de Janeiro).

 

 



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Quinta-feira, 01.06.17

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Ana Bacalhau

Mais de 100 mil visualizações do vídeo de “Ciúme” em menos de uma semana

Estreou no passado dia 25 “Ciúme”, o primeiro single de “Nome Próprio”, o álbum que marca a estreia a solo de Ana Bacalhau, a voz dos Deolinda. Com música e letra de Miguel Araújo, “Ciúme” estreou no mesmo dia do seu lançamento o videoclipe, que já soma mais de 100 mil visualizações. O vídeo, realizado por Sérgio Rosário e Igor Fioravanti, com direcção criativa de Joaquim Albergaria, tem estado no TOP de trends do Youtube.

 

Nome Próprio” já se encontra em pré-venda no iTunes e na Fnac, loja que tem uma edição exclusiva com uma canção extra: “Dama da Noite”, de António Zambujo e João Monge.

Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão são outros dos nomes que constam de “Nome Próprio”. Ana Bacalhau também se aventura na composição em “Deixo-me Ir”, canção para a qual também escreveu a letra, o mesmo acontecendo em “Só Eu” e “Menina Rabina” (ambas com música de Henrique Janeiro). 

Na gravação do disco, Ana Bacalhau contou com a preciosa mestria de Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho,bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo), Alexandre Frazão (bateria, percussão), músicos que a acompanharão ao vivo. Em “Ciúme”, o primeiro single agora estreado conta ainda como músicos convidados Mário Delgado (guitarra eléctrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho).



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Sexta-feira, 26.05.17

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Ana Bacalhau

Anuncia álbum de estreia a solo para 20 de Outubro 

Já disponível o vídeo de “Ciúme”, o primeiro single

“Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros." Ana Bacalhau anunciou hoje a sua estreia a solo, após uma década a dar voz às canções da Deolinda. “Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam.(...) Houve um dia que pediram um palco para si”, diz Ana Bacalhau sobre o chamamento de se lançar em novas direcções, de dar voz a novos autores e às suas próprias composições.

 “Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de “Nome Próprio”. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer.”

O anúncio fez-se com “Ciúme”, um tema composto por Miguel Araújo, estreado hoje nas rádios e com videoclipe a condizer. Realizado por Sérgio Rosário e Igor Fioravanti, com direcção criativa de Joaquim Albergaria, o vídeo replica o conceito de várias Anas Bacalhau a falar entre si, o mesmo que se vê na capa do disco.

 

 

Nome Próprio” teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau, foi masterizado nos estúdios de Abbey Road e está disponível, a partir de hoje em pré-venda. Digitalmente, no iTunes, com 5 temas a serem “libertados” até 20 de outubro; na Fnac com desconto e uma edição exclusiva, em cartão e com uma canção extra, “Dama da Noite”, de António Zambujo e João Monge.

Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão são os nomes que constam de “Nome Próprio” e que ajudam Ana Bacalhau a dar voz aos seus bichos-carapinteiros, os mesmos que a levaram também a escrever e compor. As letras “Só Eu” e “Menina Rabina” (ambas com música de Henrique Janeiro) e “Deixo-me Ir”, escrita e composta por Ana Bacalhau são disso exemplo. 

Na gravação do disco, Ana Bacalhau contou com a preciosa mestria de Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho,bouzouki, banjo), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo), Alexandre Frazão (bateria, percussão), músicos que a acompanharão ao vivo. Em “Ciúme”, o primeiro single agora estreado conta ainda como músicos convidados Mário Delgado (guitarra eléctrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho).

Nome Próprio” assinala, para alegria da sua autêntica legião de fãs, a estreia a solo de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas. Após o lançamento do álbum, Ana Bacalhau transportará estas canções para o palco numa digressão que promete passar por todo o país.



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Quinta-feira, 25.05.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

“Ciúme”
Letra e Música/Lyrics and Music: Miguel Araújo

 



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Segunda-feira, 03.10.16

 

Letra

 

Foi ali
resvés Campo de Ourique
que apanhei o Salvador
embasbacado com o Tejo.
Gingavam, cardumes de varinas,
poetas pelas esquinas,
Ah, coisa linda,
o tocar de uma guitarra.

Subi
como Gaivota, o mar à proa,
Soluçando esta Lisboa
Deslumbrando na calçada,
As glórias, as praias prometidas
A história de outras vidas
E às Janelas
As velhinhas em Armada.

Ali
na terra do castiço,
a sardinha amantizou-se com o sal.
Santo António abençoou a embriaguez,
O amor é belo nas vielas de Lisboa,
Na mordedura das pautas de estendal,
Quando esta gente
De triste canto
Rasga o pranto
a marchar pela tradição.

A improvável, inverosímil,
toponímia da Marcha Popular
Não olha a meios, de fartos seios
O povo sai à rua enfeitado para bailar.




Vai desci
Mergulhei com andorinhas,
Toureei nas entrelinhas
A mourama aburguesada.
Floriram entre pés de Alfarrabistas
Caravelas de turistas
de Meias brancas
a comer a sujidade.

Ali,
No largo do desejo,
Velha bica de azulejo,
brota em barda a liberdade.
Lisboa, branquinha, de pele nua
O romantismo continua,
Ai, Não é crime
Ir lá matá-la com saudade.

Ali,
Na terra do castiço
Há Manjericos, com estribilhos e tintol,
Há Bailaricos a cair na madrugada.
O povo é rei, gaiato que à toa,
Sorrindo nos agarra num Anzol.
De sapatinho,
Bem engraxado
Vai ao Marquês
A marchar pela tradição.

 

Letra e Música de Artur Serra
Arranjos MARAFONA

 



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Sábado, 25.07.15

 

Letra

 

Talvez seja isto a solidão
Este nó no coração
Apertado com saudade
Talvez seja isto o abandono
Como as folhas do Outono
Que se espalham na cidade

Talvez seja só isto que sobra
Quando o tempo vem e cobra
A alegria que nos deu
Talvez seja só isto que resta
Quando nada já nos presta
Quando tudo já doeu

O que mais custa
É não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perdi

Talvez se eu voltasse a ser brinquedo
Eu matasse este meu medo
De já não servir ninguém
Talvez se eu voltasse à tua mão
Se acabasse a escuridão
E ouvisse mais além

Talvez seja isto que magoa
O vento e o tempo não perdoa
E que o teu amor passou
Talvez seja assim que tudo acaba
Pode ser que talvez nada
Nos avise que acabou

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

 



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Domingo, 03.05.15

 

 

Letra

 

I was driving across the burning desert
When I spotted six jet planes
Leaving six white vapor trails across the bleak terrain
Like the hexagram of the heavens
Like the strings of my guitar
Amelia, it was just a false alarm

The drone of flying engines
Is a song so wild and blue
It scrambles time and seasons if it gets thru to you
Then your life becomes a travelogue
For the picture post card charms
Amelia, it was just a false alarm

People will tell you where they've gone
They'll tell you where to go
But till you get there yourself you never really know
Where some have found their paradise
Others just come to harm
Amelia, it was just a false alarm

I wish that he was here tonight
It's so hard to obey
His sad request of me to kindly stay away
So this is how I hide the hurt
As the road leads cursed and charmed
I tell amelia, it was just a false alarm

The ghost of aviation
She was swallowed by the sky
Or by the sea, like me she had a dream to fly
Like Icarus ascending
On beautiful foolish arms
Amelia, it was just a false alarm

Maybe I've never really loved
I guess that is the truth
I've spent my whole life in clouds at icy altitude
And looking down on everything
I crashed into his arms
Amelia, it was just a false alarm

I pulled into the cactus tree motel
To shower off the dust
And I slept on the strange pillows of my wanderlust
I dreamed of seven forty sevens
Over geometric farms

 



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Segunda-feira, 23.03.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



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Sexta-feira, 05.12.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 11.06.14

Ana Bacalhau canta fado no festival de Alfama em setembro

A vocalista dos Deolinda, Ana Bacalhau, atua com um espetáculo em nome próprio, no Festival Caixa Alfama, que se realiza nos dias 19 e 20 setembro, em diferentes palcos daquele bairro de Lisboa, anunciou a organização.

“A voz e a cara mais conhecida dos Deolinda, Ana Bacalhau, atua no Caixa Alfama no dia 19 de setembro, num formato singular e especificamente fadista”, afirma em comunicado a organização. “Ana Bacalhau selecionará e reinventará alguns fados tradicionais, que ganharão outro corpo, outra vida”, lê-se no mesmo comunicado.

A cantora, por seu turno, afirma, no mesmo comunicado, que cantou fado há 20 anos, mas percebeu logo que não era fadista, todavia, garante que o fado sempre esteve presente na sua vida.

“O fado sempre esteve presente na vida da minha família e, por isso, na minha vida. Ensinou-me a cantar em português, fez-me perceber a importância que se deve dar às palavras que se cantam, e mostrou-me como transmitir as diferentes cambiantes das emoções humanas com intensidade e intenção”.

“Ensinou-me ainda a contar histórias e a dar-lhes vida. Tudo o que aprendi com o Fado foi essencial para a música que viria a fazer mais tarde com a Deolinda”, acrescenta a cantora.

Jorge Fernando, de 57 anos, produtor musical, letrista, compositor e intérprete, que foi viola de Amália Rodrigues, é outro nome anunciado, que atua no dia 20, no palco Caixa.

Gisela João, vencedora da edição deste ano do Prémio José Afonso, Anita Guerreiro, com mais de 50 anos de carreira, Maria da Nazaré, distinguida o ano passado com o Prémio Amália Carreira, Cláudia Picado e Carmo Moniz Pereira são outros nomes anunciados.

Uma das novidades deste ano é um palco dedicado a jovens, com menos de 18 anos, que cantam fado, tendo sido escolhidos Bárbara Santos, Diana Vilarinho, Joana Vales, José Luis Geadas, Kiko, Luís Carlos, Mara Pedro e Tiago Correia, que atuarão no Palco Caixa Futuro, instalado na Sociedade Boa União.

Ana Moura, António Zambujo, Carminho, Katia Guerreiro, Pedro Moutinho, Ricardo Ribeiro e Sara Correia são outras confirmações do Festival Caixa Alfama, que decorrerá em diferentes palcos no bairro lisboeta de Alfama, como o Museu do Fado, as igrejas de São Miguel e de St.º Estevão, a Sociedade Boa União e a Fonte do Poeta.

O palco na Fonte do Poeta, situada no Arco do Rosário, foi batizado Palco Amália Rodrigues, em homenagem à fadista e poetisa falecida há 15 anos, em Lisboa, intérprete de êxitos como “Maria Lisboa”, “Fado do Ciúme”, “Estranha forma de vida” ou “Gaivota”.

Neste palco atua, no dia 19 de setembro, Lenita Gentil, vencedora de vários festivais da canção, quer em Portugal, como o da Figueira da Foz, quer no estrangeiro, nomeadamente o prémio da crítica das Olimpíadas da Canção, na Grécia, na década de 1970.

A criadora de “Tarde triste no Campo Pequeno” e “Preciso de espaço” atua este ano, pela primeira vez, no Caixa Alfama.

Neste mesmo palco, e também no dia 19, atua Ana Laíns que irá apresentar o próximo álbum, o terceiro da sua carreira, e que será editado pela Coast to Coast.

No dia 20, sobem ao Palco Amália Cuca Roseta e Marco Rodrigues, que apresentarão os seus mais recentes álbuns, respetivamente “Raiz”, editado há um ano pela Universal Music, constituído por 14 temas, maioritariamente da autoria da fadista, e “EntreTanto”, ediatdo também o ano passado, pelo fadista que, em 2008, recebeu o Prémio Amália Revelação.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 16.05.14

 

 

Letra

 

No meio da claridade,
Daquele tão triste dia,
Grande, grande era a cidade,
E ninguém me conhecia!

Então passaram por mim
Dois olhos lindos, depois,
Julguei sonhar, vendo enfim,
Dois olhos, como há só dois?

Em todos os meus sentidos,
Tive presságios de Deus.
E aqueles olhos tão lindos
Afastaram-se dos meus!

Acordei, a claridade
Fez-se maior e mais fria.
Grande, grande era a cidade,
E ninguém me conhecia!




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Quinta-feira, 15.05.14

 

 

Letra

 

 

It's sad, so sad to be alone
It's sad, so sad to be alone
No friends to help you, no family no home
It's sad, so sad to be alone

The dusty road calls you, come again
The dusty road calls you, come again
The dusty road calls you, you walk till the end
It's sad, so sad to be alone

You look at other people through your tears
You look at other people through your tears
They know nothing of sorrow, of saddness or fear
It's sad, so sad to be alone

You sit and sing in darkened rooms
You sit and sing in darkened rooms
Your song fills the air with increasing gloom
It's sad, so sad to be alone

It's sad, so sad to be alone
It's sad, so sad to be alone
No friends to help you, no family, no home
It's sad, so sad to be alone



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Quarta-feira, 14.05.14

 

Letra

 

 

As sete mulheres do Minho
Mulheres de grande valor
Armadas de fuso e roca
Correram com o corregedor

 

Essa mulher lá do Minho
Que da foice fez espada
Há de ter na lusa História
Uma página doirada

 

Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão
Para matar os cabrais
Que são falsos à nação



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Segunda-feira, 31.03.14

 

Letra

 

n the jungle, the mighty jungle
The lion sleeps tonight
In the jungle, the mighty jungle
The lion sleeps tonight

(Chorus)
Auimbaué, Auimbaué, Auimbaué

Near the village, the peaceful village
The lion sleeps tonight
Near the village, the peaceful village
The lion sleeps tonight

(Chorus)
Auimbaué, Auimbaué, Auimbaué

Hush, my darling, don't fear, my darling
The lion sleeps tonight
Hush, my darling, don't fear, my darling
The lion sleeps tonight

(chorus)
Auimbaué, Auimbaué, Auimbaué

Near the village, the peaceful village
The lion sleeps tonight
Near the village, the quiet village
The lion sleeps tonight

(Chorus)
Auimbaué, Auimbaué, Auimbaué

My little darling
Don't fear, my little darling
My little darling
Don't fear, my little darling




publicado por olhar para o mundo às 17:42 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

I lost myself on a cool damp night
Gave myself in that misty light
Was hypnotized by a strange delight
Under a lilac tree
I made wine from the lilac tree
Put my heart in its recipe
It makes me see what I want to see...
And be who I want to be
When I think more than I ought to think
And do things I never should do
I drink much more than I ought to drink
Because it brings me back you...

Lilac wine is sweet and heady... like my love...
Lilac wine... I feel unsteady... like my love

Listen to me... I cannot see clearly
Isn't that she coming near here?

Lilac wine is sweet and heady... where's my love?
Lilac wine... I feel unready... where's my love?

Listen to me, why is everything so hazy?
Isn't that she, or my mind is going crazy, dear?

Lilac Wine is sweet and heady... Where's my love?
I... I feel unready for my love...

 

Músicos:
Ana Bacalhau - voz
Mário Delgado - guitarra
Luís Figueiredo - piano, fender rhodes, nord
Zé Pedro Leitão - contrabaixo
Marcos Cavaleiro - bateria

Áudio: Sérgio Milhano
Luzes: Fred Rompante
Vídeo: Amândio Bastos

Videoclip retirado do concerto no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, em Dezembro de 2013.



publicado por olhar para o mundo às 08:51 | link do post | comentar

Terça-feira, 22.10.13

 

Letra

 

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.

José Carlos Ary dos Santos



publicado por olhar para o mundo às 17:40 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.09.13

Ana Bacalhau, vocalista dos Deolinda estreia-se a solo

Ana Bacalhau deixa momentaneamente os Deolinda e vai actuar em nome próprio, pela primeira vez, para recriar canções de nomes como Pearl Jam, Janis Joplin, Elis Regina, Zeca Afonso e Amália Rodrigues. Concertos acontecem em Dezembro no Porto e em Lisboa.

 

Aos 15 anos, Ana Bacalhau começou a cantar e a tocar guitarra, mas só aos 30 conseguiu fazer da música profissão, com o projecto de música popular portuguesa Deolinda. Nesses 15 anos que se passaram, a cantora foi encontrando canções e músicos que influenciaram o seu crescimento. 

 

Agora, em três concertos quase natalícios, Ana Bacalhau revisita esses músicos,de sonoridades tão diferentes entre si. Amália Rodrigues, José Afonso, Fausto, Elis Regina ou Edith Piaf, a par com nomes mais inesperados, como Janis Joplin, Maria João e Mário Laginha, Odetta, Lotte Lenya, Pearl Jam, Harry Belafonte e Miriam Makeba. 

 

O primeiro espectáculo, baptizado de "15", acontece na Casa da Música, no Porto, a 12 de Dezembro. Seguem-se dois concertos no Teatro São Luiz, em Lisboa, a 19 e 20 de Dezembro. Os bilhetes custam €15.

 
Em palco, Ana estará acompanhada pelo guitarrista Mário Delgado, pelo pianista Luís Figueiredo, pelo baixista Zé Pedro Leitão e pelo baterista Marcos Cavaleiro.

 

Retirado de Vou Sair



publicado por olhar para o mundo às 21:16 | link do post | comentar

Sábado, 09.03.13

Revelada a canção da ONU com Ana Bacalhau

«One Woman» contou com a participação da vocalista dos Deolinda e já pode ser escutada na Internet


A canção da Organização das Nações Unidas para assinalar o Dia Internacional da Mulher, que contou com a voz de Ana Bacalhau, dos Deolinda, foi revelada esta sexta-feira. «One Woman» já pode ser escutado na Internet, por exemplo no YouTube.

Em declarações à agência Lusa, Ana Bacalhau disse estar honrada pelo convite e explicou a mensagem do tema. «Somos todas uma e só mulher, os nossos problemas são comuns, diferentes em grau e gravidade, em circunstância e cultura, mas estamos juntas nisto de ser mulher. A nossa força, juntas, é ainda maior», contou.

A cantora, acrescentou que o poder da mulher está também muito presente nos Deolinda, um projeto criado a partir de uma personagem feminina: «As personagens femininas que cantam, todas têm uma enorme força e uma voz ativa a olhar a sociedade, e é assim que eu sou e quero ser. Obviamente que ponho um bocadinho disso, e de mim, na Deolinda».

«One Woman» é todo ele cantado em inglês e, para além de Ana Bacalhau, contou com as vozes de Bebel Gilberto (Brasil), Anoushka Shankar (Índia), Yuna (Coreia do Sul) e Concha Buika (Espanha), entre outras cantoras, cantores e músicos de vários países.

O tema está também disponível para download (com um custo de 70 cêntimos) a partir do site da UN Women, a agência das Nações Unidas que defende a igualdade entre os sexos.

 

 

retirado de Iol Música



publicado por olhar para o mundo às 22:00 | link do post | comentar

Sábado, 23.02.13

Ana Bacalhau grava música para Dia Internacional da Mulher a convite da ONU

Ana Bacalhau, dos Deolinda, foi convidada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a gravar um tema, juntamente com vários artistas internacionais, para assinalar, a 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, foi hoje anunciado.


O tema "One Woman", que será divulgado naquele dia, foi gravado com a participação de cantoras e músicos de 20 nacionalidades diferentes. Ao lado de Ana Bacalhau estão, por exemplo, Angelique Kidjo (Benin), Anoushka Shankar (Índia), Rokia Traoré (Mali), a espanhola Concha Buika e a brasileira Bebel Gilberto.

 

A iniciativa partiu da UN Women, agência da ONU para a igualdade de género e capacitação das mulheres, que subordinará este ano a efeméride a um compromisso: "É tempo de agir para por fim à violência contra as mulheres".

 

O tema, da autoria de Graham Lyle e Fahan Hassan, foi interpretado pela primeira vez em 2011, na apresentação da agência UN Women, na assembleia geral da ONU, tendo sido regravado em 2012 e 2013, com artistas diferentes.

 

Em declarações à agência Lusa, Ana Bacalhau manifestou-se honrada por ter sido convidada pela ONU para participar na gravação, por se identificar com a mensagem e com o trabalho desenvolvido pela UN Women.

 

"Somos todas uma e só mulher, os nossos problemas são comuns, diferentes em grau e gravidade, em circunstância e cultura, mas estamos juntas nisto de ser mulher. A nossa força, juntas, é ainda maior. É a mensagem a canção", disse.

 

Ana Bacalhau canta em inglês no tema, tendo gravado a sua participação quando esteve em estúdio com os Deolinda a gravar o novo álbum, a editar em março.

 

A cantora reconheceu que se empenha e preocupa com as questões de direito de género, porque ainda há desigualdades.

 

"Uma das questões que me foi colocada para responder, quando fiz a canção, foi se eu sentia ainda alguma desigualdade, sendo mulher (...). Sinto em menor grau em relação a mulheres de outros países, mas ainda há resquícios, alguns mais evidentes; alguma desigualdade na forma de tratamento, no acesso ao mundo do trabalho, à forma como fazemos as nossas escolhas pessoais e de vida, ainda somos um bocadinho condicionadas por alguns estereótipos", disse a cantora.

 

Na interpretação da música participam o músico maliano Bassekou Kouyate, o cantor israelita Idan Raichel, a cantora etíope Meklit Hadero e a malaia Yuna.

 

Ana Bacalhau recorda que, por trás da ideia dos Deolinda está uma personagem feminina: "Uma mulher forte, uma mulher observadora e uma mulher com voz. As personagens femininas que cantam, todas têm uma enorme força e uma voz ativa a olhar a sociedade, e é assim que eu sou e quero ser. Obviamente que ponho um bocadinho disso, e de mim, na Deolinda".

 

A ONU associou-se ao Dia Internacional da Mulher em 1975, assinalando-o a 08 de março, mas a assembleia geral da organização só decretou oficialmente a celebração, em todos os Estados-membros, em 1977.

 

A UN Women foi criada em 2010, para auxiliar os membros da ONU a cumprirem compromissos pela defesa dos direitos das mulheres e da igualdade de géneros.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:24 | link do post | comentar

Domingo, 20.01.13

 

 

Letra

 

Meu coração é um viajante
Que se entrega num instante
Por ai a onde for
Acha que sabe bem o que eu preciso
Prende-se a qualquer sorriso
Sem motivos de maior
O meu coração é inocente
Pensa que a vida é um mar de rosas
Mas eu que vi espinhos em toda a gente
Afasto essas certezas duvidosas

O meu coração é um bicho muito estranho
Que se esconde e não responde a quem chamei
Alérgico ao exterior vive na toca
Onde se esconde e sufoca por não ver entrar o ar
O meu coração vive trancado
Diz que atirou a chave ao mar
E eu que a procurei por todo o lado
Só me resta assim continuar

Coração triste
Não me arrastes em teu passo
Meu corpo insiste em decidir o que faço
Se eu digo que sim ele diz que não
Eu vou bem sem coração
Entre morrer de amor e viver nesta prisão
Coração louco
Não me imponhas o teu vicio
Que a pouco e pouco vou cedendo ao sacrifício
É que eu sei bem que se acordares
E procurares por ai
Encontras outro coração para ti

O meu coração é uma criança
Ansiosa pela dança de quem lhe estender a mão
Mas este é caprichoso e inclusivo
É na lista compulsivo que não chega à conclusão

O meu coração segue as novelas
Jubila com as falas das actrizes
O meu carrega histórias de mazelas
E afasta-se desses finais felizes

Coração triste
Não me arrastes em teu passo
Meu corpo insiste em decidir o que faço
Se eu digo que sim ele diz que não
Eu vou bem sem coração
Entre morrer de amor e viver nesta prisão
Coração louco
Não me imponhas o teu vicio
Que a pouco e pouco vou cedendo ao sacrifício
É que eu sei bem que se acordares
E procurares por ai
Encontras outro coração para ti

Falei primeiro a bem por ser assunto de respeito
Mas não deu ouvidos perseguiu naquele jeito

Mudei para as ameaças
Tentei que usasse a razão
Mas é palavra estranha pro meu pobre coração

Farta desses maus tratos fiz as malas e parti
E logo te encontrei com o mesmo modo que eu sofri
A mesma frustração
A mesma pose o mesmo olhar
E em teu toque senti no meu corpo a trupulsar

Juntos rimos de tudo
Só chorámos nas novelas
Fingimos ser crianças e dançámos como elas
Perdemos noite e dia entre histórias e canções
Juntámos nomes, gostos e moradas
E quase sem dar por nada
Encontrámos corações

Coração triste
Não me arrastes em teu passo
Meu corpo insiste em decidir o que faço
Se eu digo que sim ele diz que não
Eu vou bem sem coração
Entre morrer de amor e viver nesta prisão
Coração louco
Não me imponhas o teu vicio
Que a pouco e pouco vou cedendo ao sacrifício
É que eu sei bem que se acordares
E procurares por ai
Encontras outro coração para ti



publicado por olhar para o mundo às 08:17 | link do post | comentar


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