Sábado, 08.08.15

 



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Sábado, 01.08.15

 

Letra

 

Nem um poema, nem um verso, nem um canto,
Tudo raso de ausência, tudo liso de espanto
Amiga, noiva, mãe, irmã, amante,
Meu amigo está longe
E a distância é tão grande.

Nem um som, nem um grito, nem um ai
Tudo calado, todos sem mãe nem pai
Amiga noiva mãe irmã amante,
Meu amigo esta longe
E a tristeza é tão grande.

Ai esta magoa, ai este pranto, ai esta dor
Dor do amor sózinho, o amor maior
Amiga noiva mãe irmã amante,
Meu amigo esta longe
E a saudade é tão grande.

 



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Segunda-feira, 13.07.15

50 anos de "Fado português, de Amália Rodrigues, celebrados com edição especial

O duplo CD celebrativo do cinquentenário do álbum “Fado português”, de Amália Rodrigues, que inclui inéditos e os ensaios em estúdio, é editado esta semana.

A edição, da Valentim de Carvalho, coordenada por Frederico Santiago, inclui todas as sessões de estúdio feitas na mesma época, nomeadamente gravações inéditas de temas como “Gaivota” e “Leonor”, e os ensaios com o compositor Alain Oulman e os guitarristas.

À Lusa, Frederico Santiago disse que Amália Rodrigues “inventou uma maneira de cantar que é intemporal”.

“Ela inventou uma maneira de cantar que é intemporal, que é mais moderna que a de agora, e também mais antiga que a antiga”, disse o investigador e musicólogo, segundo o qual “Amália é um daqueles artistas ao nível do Miguel Ângelo".

Frederico Santiago afirmou que, por ocasião dos 50 anos da edição do LP “Fado português”, aproveitou “para editar todos os temas que foram gravados nas mesmas sessões, e que foram editados em outras edições dispersas”.

A edição que chega hoje ao mercado contém 22 temas: os 12 do alinhamento original do álbum – “Fado português”, “Cantiga de amigo”, “Si, si, si”, “Erros meus”, “Nome de rua”, “Na esquina de ver o mar”, “Gaivota”, “Verde, verde”, “Paresito faraón”, “Sombra”, “Fado corrido” e “Ai Mouraria” -, e dez outros, também gravados na mesma altura, mas não incluídos no LP editado em junho de 1965, entre os quais se contam “Espelho quebrado”, “Cansaço”, “As águias”, “Água e mel”, “Fandangueiro” e “Lianor”.

O segundo CD é constituído por gravações inéditas, incluindo os ensaios, e uma versão nunca antes editada de “Fado português” (José Régio/Alain Oulman), gravada em 1967, “mas que fazia sentido incluir”.

Amália “só por intuição faria uma obra-prima, mas não se contentava com o muito bom, queria mesmo o excecional”, afirmou Frederico Santiago.

 

Retirado de Sapo Música



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Sábado, 04.07.15

asvozesdofado.jpg

 

Amália: As Vozes do Fado



Disco tributo é editado a 17 de Julho

Desvendada ontem a obra de Vhils em Alfama.
 
"Amália: As Vozes do Fado" é o disco que reúne Ana Moura, António Zambujo, Carminho, Camané, Gisela João, Ricardo Ribeiro e Celeste Rodrigues numa homenagem ímpar a Amália Rodrigues. O disco, que terá data de edição a 17 de julho, inclui ainda as participações excecionais de Bonga, Caetano Veloso, Mayra Andrade e Javier Limón. 

Caetano Veloso canta com Carminho "Naufrágio", Bonga aparece num dueto inesperado com Ana Moura em "Valentim", com produção assinada por Branko dos Buraka Som Sistema, Mayra Andrade e António Zambujo cantam juntos "Lisboa Não Sejas Francesa" e Javier Limón acentua as referências do flamengo no fado "Maria La Portuguesa", cantado por Ricardo Ribeiro. Há ainda o dueto de Gisela João e Camané em "Meu Amor, Meu Amor". 

"Amália: As Vozes do Fado" partiu de um projeto proposto pela Universal Music França a Ruben Alves, autor do filma "A Gaiola Dourada". A produção deste disco serviu como base de partida para um documentário sobre o Fado, assinado por Ruben Alves e Christophe Fonseca, com estreia prevista em televisão no final de 2015. 

A este projeto, o realizador luso-francês chamou ainda Vhils (Alexandre Farto), o qual desenvolveu, pela primeira vez na sua carreira, um trabalho em calçada portuguesa e, com a ajuda dos calceteiros de Lisboa, desenhou a cara de Amália Rodrigues. Esta foi a imagem escolhida para a capa do disco e pode ser vista a partir de ontem na Rua de São Tomé, em Lisboa.

"Amália: As Vozes do Fado" terá edição em Portugal em dois formatos: a edição standard (física e digital) e a edição com livro de capa rija, esta em exclusivo na Fnac.

O disco está ainda disponível em pré-venda no itunes, onde poderão ser ouvidos 90 segundos de cada uma das faixas.


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Domingo, 08.12.13

Amália por Júlio Resende

 

"Amália por Júlio Resende" é o primeiro disco a solo do pianista Júlio Resende, e que conta com algum do reportório de Amália Rodrigues.

 

O pianista Júlio Resende pegou no reportório de Amália Rodrigues e conseguiu um disco de elevada sensibilidade e intensidade.

 

Se sobre Amália já quase tudo foi dito, sendo considerada por muitos como o grande nome do Fado em Portugal, sobre Júlio Resende muito há ainda por descobrir.

 

Começou pelo Jazz, mas desde cedo se percebeu que os seus horizontes iam muito além de apenas um género musical.

 

Nos últimos anos foi-se aproximando cada vez mais do fado, acompanhando nomes como Hélder Moutinho ou Aldina Duarte. Para o seu primeiro álbum de piano solo decide revisitar o repertório de Amália Rodrigues.

 

E se muitos pensam que fado ao piano é algo de impossível, Resende mostra através de “Amália por Júlio Resende” exactamente o contrário.

 

Mais do que todos os grandes sucessos de Amália como “A casa da Mariquinhas”, “Foi Deus”, “Estranha forma de vida” ou “Uma casa Portuguesa”, Resende expõe o seu intimo, a sua sensibilidade, sendo o piano quase que um dos seus órgãos vitais.

 

No último tema deste disco, “Medo” para além do piano temos a voz inconfundível de Amália. 


Uma conjugação irresistível para quem ouve onde a sensibilidade do piano e a intensidade da voz de Amália se tornam arrebatadores. Chega a ser comovente.

 

Mais do que dar uma nova roupagem ao fado, Júlio Resende prova neste disco que o fado não tem que necessariamente ser acompanhado apenas de guitarra, viola e viola baixo.

 

Em “Amália por Júlio Resende” o piano do artista não desfigura o fado, fá-lo sobressair.

 

Retirado de HardMúsica



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Quinta-feira, 03.10.13

 

Letra

 

Quem dorme à noite comigo,
É meu segredo.
Mas se insistirem lhes digo:
O medo mora comigo
Mas só o medo...

E cedo, porque me embala,
No vai-e-vem da solidão,
É com o silêncio que fala.
Com voz que move onde estala
E nos perturba a razão

Gritar, quem pode salvar-me?
Do que está dentro de mim?
Gostava até de matar-me
Mas eu sei que ele há de esperar-me
Ao pé da ponte, do fim.




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Quinta-feira, 29.11.12

VII Gala Amália no Coliseu dos RecreiosVII Gala Amália no Coliseu dos Recreios

Com actuações de Rodrigo, António Chaínho, António Vitorino de Almeida, Cidália Moreira, Jorge Fernando, Mísia, Fábia Rebordão e José Gonzalez, Micael Gomes, Bernardo Viana, Filipe Raposo, Filipe Larsen terá lugar pelas 21:30 do dia 30 de Novembro, no Coliseu dos Recreios a VII Gala Amália.

 

 Como já vem sendo hábito nesta Gala serão entregues  os Prémios Amália que vão distinguir alguns dos que mais contribuiram para  a grandeza do Fado, esquecendo-se por vezes outros de grande valor.

José Carlos Malato é mais uma vez o anfitrião da noite, acompanhando os espectadores numa magnífica viagem através do melhor que o Fado nos ofereceu em 2012. 

 

retirado do HardMúsica



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Sexta-feira, 27.07.12

Mísia, Alma de Coimbra e Victor de Sousa homenageiam Amália Rodrigues

A fadista Mísia, o ator Victor de Sousa e o grupo Alma de Coimbra participam no domingo, 29 de julho, numa homenagem à fadista Amália Rodrigues no Panteão Nacional, onde se encontra sepultada desde 2001.


A iniciativa é de um grupo de admiradores da fadista falecida em 1999, entre eles a sua última secretária, Leonilde Henriques, e que se autointitula “Os Amalianos”.

 

“Pretendemos homenagear a maior voz de Portugal no mês do seu aniversário”, disse à Lusa Leonilde Henriques.

 

De acordo com os registos oficiais, Amália da Piedade Rebordão Rodrigues nasceu em Lisboa no dia 23 de julho de 1920. Nas diferentes entrevistas que deu em vida, a fadista afirmava que tinha nascido “no tempo das cerejas”, nunca precisando a data.

 

A homenagem, com entrada livre, está prevista para as 16:30 e “abrirá com uma introdução feita pelo ator Víctor de Sousa”.

 

O grupo Alma de Coimbra, com arranjos corais e instrumentais de Augusto Mesquita, interpretará temas do repertório da fadista, como “O fado de cada um”, “Fado Amália”, “Gaivota” ou “Fado português” e ainda temas de José Afonso, como “Menina dos olhos tristes”, ou de Cesária Évora, neste caso a canção “Sôdade”.

 

Augusto Mesquita foi o autor dos arranjos interpretados pelo Coro dos Antigos Orfeonistas de Coimbra, aquando da cerimónia de trasladação do corpo da fadista para o Panteão.

 

“O Alma de Coimbra apenas canta música portuguesa ou da lusofonia e reconhecemos o grande valor artístico de Amália, daí termos escolhido quatro temas seus quando publicamos o nosso primeiro CD”, disse Augusto Mesquita.

 

O coro será acompanhado por Inês Mesquita ao piano, Luísa Mesquita, no contrabaixo, e Daniel Tapadinhas, no trompete.

 

A fadista Mísia, que será acompanhada por Luís Cunha (violino), Sandro Daniel Costa (guitarra portuguesa), João Bengala (viola) e Pedro Santos (acordeão), interpretará temas do seu repertório, como “O manto da Rainha”, um tema de sua autoria que canta no Fado Menor e que é uma homenagem à diva.

 

Em declarações à Lusa, Mísia defendeu a contemporaneidade do legado de Amália Rodrigues que, “durante décadas, esteve presente nas programações dos melhores palcos do mundo”.

 

“Amália nunca vai morrer, pelo contrário, ela torna-se mais contemporânea através da sua obra e da sua influência cultural e musical nas novas gerações”, disse a fadista.

 

Mísia acrescentou ainda que "sente que o mito amaliano, foral e universal, tem de facto uma força que o tempo reafirma”.

 

A fadista, que interpretará “Rapsódia Amália”, afirmou que, “no ano da oficialização do fado como património imaterial da humanidade”, este “não tem melhor representante do que Amália Rodrigues”.

 

Referindo-se à cerimónia de domingo a fadista afirma-se “honrada” por participar e refere-se a ela como um “ritual de evocação”, celebrado regularmente, "graças à incomensurável saudade e incansável empenho de Leonilde Henriques”.

 

Amália Rodrigues protagonizou uma das mais internacionais carreiras da música ligeira portuguesa, tendo atuado nos mais diversos palcos, do Olympia, em Paris, ao Lincoln Center e ao Holywood Bowl, nos Estados Unidos, onde gravou o primeiro álbum.

 

A fadista e atriz atingiu recordes de popularidade em vários países, como o Japão, México, Itália, França, Roménia, Líbano, Brasil e Estados Unidos, onde atuou ao lado de Marlene Dietrich, Edith Piaf e Danny Kaye, entre outros.

 

Retirado de Sapo Música



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Quarta-feira, 11.07.12

 

Letra

 

Povo Que Lavas No Rio 

Amália Rodrigues

 

Povo que lavas no rio 
Que talhas com teu machado 
As tábuas do meu caixão 
Pode haver quem te defenda 
Quem compre o teu chão sagrado 
Mas a tua vida não 

Fui ter à mesa redonda 
Beber em malga que esconda 
Um beijo de mão em mão 
Era o vinho que me deste 
Água pura, fruto agreste 
Mas a tua vida não 

Aromas de urze e de lama 
Dormi com eles na cama 
Tive a mesma condição 
Povo, povo eu te pertenço 
Deste-me alturas de incenso 
Mas a tua vida não



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Terça-feira, 03.07.12

 

 

letra

 

Foi Deus

 Amália Rodrigues

 

Não sei
Não sabe ninguém
Porque canto o fado
Neste tom magoado
De dor e de pranto
E neste tormento,
Todo o sofrimento
Eu sinto que a alma
Cá dentro se acalma
Nos versos que canto

Foi Deus
Que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas
Deu o oiro ao Sol
E prata ao luar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto as andorinhas
Ai, deu-me esta voz a mim

Se canto
Não sei o que canto
Misto de ventura
Saudade, ternura e talvez amor
Mas sei que cantando
Sinto o mesmo quando,
Se tem um desgosto
E o pranto no rosto
Nos deixa melhor

Foi Deus
Que deu voz ao vento
Luz ao firmamento
E deu o azul às ondas do mar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à Primavera
Ai, deu-me esta voz a mim



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