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17 Maio em Almada (Fórum Romeu Correia) às 21:00h
18 Maio em Sesimbra (Cine Teatro João Mota) às 21:30h
O regresso da “alcateia” para dar a conhecer o o próximo trabalho “Num mundo quase perfeito”.
“Num mundo quase perfeito” é o exercício de vestir musicalmente episódios da vida real, é igualmente uma observação por vezes irónica do mundo que nos rodeia, do que construímos e destruímos, estabelecendo um paralelismo entre o que temos e o que poderíamos ter. As guitarras assumidas geram um misto de áspero, inóspito e atmosférico, a voz da Patrícia Andrade ora doce ora ríspida, solta gritos livres, por vezes de ordem e chamamento.
As colaborações e participações estão ainda fechadas a sete chaves mas o 2º e novo disco promete (para já) dez paisagens que alternam entre o ritmo quente e melancólico da Morna, as influencias Blues adquiridas sobretudo com o mestre e amigo Doug Macleod (Mestre do Blues Acústico, USA) e o experimentalismo da Dark Pop e New Folk. O tema de avanço "há lá coisa mais bela", será já apresentado ao público através do site da banda e redes sociais. Também ficará disponível para venda no Itunes e streaming no Spotify.
Esta tour, irá ainda passar no mês de Maio, por Lisboa, Portalegre e Famalicão. Os músicos que acompanham em palco Pedro Galhoz (na guitarra e resonator), serão, Patrícia Andrade (Voz), João Novais (Contrabaixo) e Rui Freire (Bateria).
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Os M.A.C (Missão A Cumprir), um trio de rap de Almada do qual fazem parte TNT, Kulpado e DJ LS, apresentam em Espanha, na próxima semana, o seu álbum “Muito a Contar”, editado no ano passado.
O portugueses tocam na quarta-feira em Benalmadena, na Andaluzia, no sul de Espanha, antecedendo a entrada em palco de Richie Campbel.
O CD “Muito a Contar” marcou o regresso do trio, seis anos depois do álbum de estreia, “Missão a Cumprir”.
Este novo álbum, inteiramente gravado e misturado por Pedro Quaresma (ex-Da Weasel), foi definido à Lusa pelo músico TNT como “um conjunto de histórias e de experiências transmitidas sobre a forma de rap”.
Relativamente ao recente single saído do álbum, “Contrasenso”, TNT afirmou que tem a ver com "um bloqueio criativo”.
“Uma daquelas brancas que tens quando tentas criar alguma coisa e não sai nada. Então refletes porque é que escreves e o que é que te move, neste caso, o hip-hop e as suas vertentes”, contou.
“Este é o conceito, falar de hip-hop da forma mais crua, falar da rua e das culturas alternativas, e quando finalmente se solta a inspiração, qualquer um pode ser alvo das rimas", acrescentou.
TNT e Kulpado fazem as vozes e DJ LS está nos pratos. Depois da atuação numa das parais de Benalmadena, estância nos arredores de Málaga, os M.A.C vão atuar no dia 06 de abril no espaço CineIncrivel Almadens, num espetáculo em que participam Malabá & Kosmo (DaGun), com DJ Ketzal e Mafia do Caril.
A sua formação data de 1997 e sofreu alterações ao longo dos anos, resultado de uma constante evolução a nível musical.
Em outubro de 2005 os M.A.C venceram o Concurso de Bandas de Almada, cujo prémio atribuido permitiu avançar com as gravações do primeiro álbum de originais, "Missão A Cumprir”, em 2006, pela FootMovin, que contou com as participações, entre outros, de NEXO, Chullage, Knowledge One, DJ SAS, DJ Bernas (Boss AC) e Nelson Correia (Mascra).
O trio produziu, entretanto, o vídeo “London CityLife”, um documentário dividido em vários episódios-web, disponível no youtube, e que, segundo explicaram os músicos à Lusa, pretende “pôr o dedo na ferida da emigração dos músicos portugueses”.
“Este projeto obriga-se a mostrar a realidade dos rappers e produtores nacionais que, assim como TNT, viram a emigração como a ponte para o seu futuro”, disseram à Lusa.
“’London City Life’ revela-nos uma extensa comunidade artística portuguesa presente na cidade Londres que, apesar de longe, mostra estar mais ativa do que nunca”, disse um dos músicos do trio.
Entre os entrevistados estão nomes do hip-hop nacional como Xakal da Gun e Salute Soldiers, Don Jagga, Big Kryz, Blackmastah e Nameless.
Retirado do Sapo Música
Concertos em plena viagem pelo Tejo, uma exposição fotográfica ou uma rádio pirata: estes são alguns dos mimos em honra do Farol de Cacilhas, que esteve fora de Almada durante 20 anos. Os Oquestrada explicaram como vai ser a festa que arranca esta sexta-feira.
"O trabalho dos Oquestrada existe há dez anos e sempre trabalhou sobre este lado periférico das grandes cidades, com muito enfoque no Tejo e nas suas duas margens", conta Marta Miranda a propósito da instalação sonora "A Voz do Farol – Sentinela do Tejo", que celebra o regresso do Farol de Cacilhas, recolocado em Almada 20 anos depois de ter estado a substituir o Farol da Serreta, nos Açores.
Dia 7 de outubro, a Cavalinho, mini filarmónica dos Oquestrada, dá concertos no barco que faz o percurso entre o Cais do Sodré e Cacilhas, ao fim da tarde. Para não acabar logo a festa, a sala de espera da estação de Cacilhas vai ter, até dia 14, uma rádio pirata com seleção musical dos Oquestrada e a emissão diária do programa "Sentinela do Tejo", além de uma exposição de fotografias do farol. E o próprio farol, que assinala 125 anos, terá também uma banda sonora especial durante estes dias.
"Como Cacilhas é um sítio de passagem, houve pouca gente a dar pelo regresso do farol. Por isso este evento, em colaboração com a Câmara Municipal de Almada, foi a oportunidade ideal para dar voz ao farol. Até porque, neste momento, o farol é um símbolo que nos parece essencial para Portugal. É uma estrela-guia e nós precisamos de estrelas-guia neste momento, quando as coisas estão a patinar e andamos aqui um bocado sem norte e sem sul", salienta a vocalista dos Oquestrada.
Quem quiser juntar-se à festa esta sexta-feira só tem de apanhar o ferry em Cacilhas às 18 ou às 19h ou no Cais do Sodré às 18h33 ou às 19h33. Caso não possa, os Oquestrada prometem continuar a dar-nos música enquanto o barco não parte durante mais uns dias.
Via SAPO Música
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