Segunda-feira, 20.11.17

 

Letra

 

Passei toda a minha vida
Num governo alienígena
Aguardei uma saída
Para ser alguém

Breve forte e conclusiva
Faço o cerne da linhagem
Num regresso à viagem
Que faculta homens

Eu vou desbravar
Ir à lua e voltar
Construir o meu castelo
Numa base lunar

Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém

Quem deixa os erros no passado
Mal amado é pecado
Conta a história
Dá-me insónia
Num acesso à memória
Faz um filtro à triagem
Faz um filho à passagem
Quando o medo deixa à margem
O último a acordar

Eu volto a dizer
As estacas vão ceder
Os aztecas no poder
E os gravatas na prisão

Cidade a arder
E a culpa que eu tiver
Se sabes o que sabes
A modéstia é mansão

Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém

Procurar sem aclamar
Encontrar sem eu marchar
Não confundas a demência
Ocus Pus Clarividência

 

Não encontrei os créditos desta música

 



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Quinta-feira, 09.11.17

 

Letra

 

Um dois e tal
Mais o complexo anormal
Contei as horas
E elas por mim

Eu deixo à imaginação
Embora ainda há quem diga que eu
Não canto assim tão bem
Eu escolho umas palavras giras
E uns provérbios que assentam OK

E queres mesmo ser o rei de ninguém?
Eu não quero ser o rei
Não o rei de alguém como nós

A sorte cumprimenta os audazes
Neste jogo és um peão, marionete com paixão

Debaixo do sol tu és igual a mim, um aprendiz
Irmão, estende a tua mão e dá o que tens

A marca que me move é para ficar
O mundo que detesto é para acabar
Não és o primeiro a ocupar o trono
Nem serás o último a olhar para o lado

Um dois e tal
Mais o complexo anormal

Mas porquê aguentar?
Mas porquê deixar a desejar?

 

Letra por Afonso Alves.

Música por Afonso Alves e Guilherme Baptista.

 



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Sexta-feira, 22.04.16

 

Letra

 

Eu deixo à imaginação
Embora ainda há quem diga
Que eu não canto assim tão bem

Eu escolho umas palavras giras
E uns provérbios que assentam OK

E queres mesmo ser um rei de ninguém?
Eu não quero um rei,
Não um rei de alguém como nós

A sorte cumprimento os audazes
Neste jogo és um peão,
Marioneta com paixão

Debaixo do sol tu és igual a mim,
Um aprendiz
Irmão estende a tua mão
E dá o que tens

A marca que me move é para ficar
O mundo que detesto é para acabar
Não és o primeiro a ocupar o trono
Nem serás o último a olhar para o lado

Um dois e tal mais um complexo anormal

Mas porquê aguentar?
Mas porquê deixar a desejar?

 



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Sábado, 15.08.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 15.05.15

 

 

Letra

 

A regra diz
A gente faz
Tira uma senha
Passa para trás

Guarda-me um lugar
Passa a tua vez

Alguém gritou glória
Geração sem história

Macaco vê
Macaco faz
Tenho o meu fado
Na tua agenda

 



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Quarta-feira, 31.12.14

 

 

Letra

 

Lua cheia, mar de prata,
Chão de areia, que me mata,
Da saudade de te ver chegar…


Lua nova, feiticeira, nesse ventre que incendeia
O teu corpo rendilhado de lua…
Alice dizia que a chuva era o teto do mar…


Saudade azul que se turva e parece chorar…
Quem sabe no horizonte do seu olhar…
Alice depois da chuva, ainda queira voltar….


Corpo quente, só de mim, transparente de cetim,
Fosse a lua tao brilhante assim…


Feita nua, feita louca, um só corpo na tua boca,
Com sabores, dos amores sem fim…


Alice dizia que a chuva era o teto do mar…
Saudade azul que se turva e parece chorar…
Aí quem sabe no horizonte do seu olhar...
Alice depois da chuva, ainda queira voltar
Alice dizia que era o… teto do mar.


E aí o meu amor… vem mar
Alice dizia que a chuva era o teto do mar…
Saudade azul que se turva e parece chorar….
Aí quem sabe no horizonte do seu olhar…
Alice depois da chuva, ainda queira voltar…


Uuh Ooh Uuh… Alice

 



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Quinta-feira, 06.11.14

 

Letra

 

Por mais que tenhas razão
Eu não estou cá p'ra te ouvir
Tens o diabo na mão
Um caminho a seguirTudo o que eu quero ser
Tu não tens que seguir
Ouve isto em primeira mão
Que eu não vou repetirSe nem te dignas a ver
Então eu passo a citar
E nem te atrevas a ouvir
Quando eu não estiver a olharO ritmo nunca parou
Tal como eu nunca pareiPor mais que tenhas razão
Calou, calouEsta noite
Tens o diabo na mão.A corda está p'ra esticar
Consente e cala uma vez
Mais vale um rato na mão
Do que três a falarEu não estou cá p'ra te ouvir
Calou, calouEsta noite
Tens o diabo na mão
 
 
Composição: Afonso Alves / Diogo Borges

 



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Segunda-feira, 09.06.14

 

 

Letra

 

Passei, o último 
Lembrei-me de vir mais cedo 
Escrevi para um único 
Com pouca sede. 

Agora sou mais uma vez 
Um corpo, um animal que alguém me fez. 
Sangue meu sobre o teu papel 
No fim dum sonho que era meu. 

E mesmo assim 
Isto é só para ver 
Tens o diabo na mão 
E o diabo a ver. 

Agora sou mais uma vez 
A ilusão, o rosto que alguém me fez 
Sangue teu sobre a minha pele 

E mesmo assim 
Isto é só para ver 
Tens o diabo na mão 
E o diabo a ver. 

Uma luta pelo final 
(Tens o diabo na mão) 
Eu sou quem tu queres ver 
Um amor, um olhar tonal 
(Tens o diabo na mão) 
Coração, sangue a ferver. 

E mesmo assim 
Isto é só para ver 
Tens o diabo na mão 
E o diabo a ver. 

E mesmo assim 
(E mesmo assim) 
Isto é só para ver 
Tens o diabo na mão 
Só mais um corpo louco.

Tens o diabo na mão



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Domingo, 08.06.14

 

 

letra

 

Premissa: 
"Humilde, acesso o canto,
Parcas as palavras.
Não rezam a história,
a discórdia pendente.

Eu quis ser mais sol que luz.
Eu quis ver mas tu também."

Discórdia: 
Eu por cá, fui o maior dos vencedores. 
Mas já não dá, agora só um perdedor, 
E sobra um, um no final. 
Mas é rara a cara que me faça ver, 
Quem sou. 

A vida parte, 
E eu não sei, 
O lado bom 
De ser ninguém. 

Do sangue vai, 
E porquê? 
O lado mau 
De ser alguém. 

E quem não quer ser 
Como eu, 
Afinal? 

Trocar o sonho de ser 
Como tu, 
Mas porquê? 

Agora, 
Discorda 
Soubesse eu, 
Mudar. 

A noite chora 
O que o dia rouba 
E eu fico sem 
Poder ouvir. 

O tempo esgota 
E o espelho gosta, 
O meu reflexo 
Na memória. 

Tocar a pele, 
Trocar a pele 

Pois eu só quero ver 
como tu no final. 

Tocar a pele. 

Agora sou o primeiro a saber, 
A parte, o pedaço, a quimera 
Do teu ser. 
Resta ver quem ficou p'ra ver 
Mas eu sou a discordia do final feliz.



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Domingo, 27.04.14

 

Letra

 


Queria eu puder saber 
A hora certa e o dia 
Desde a última vez, 
E se eu contar pelos dedos 
Todos os "porquês", 
Não paga a cara nem a dívida 
Que ficou por pagar. 

Já tá pago, 
Já é hora, 
Já vais tarde, 
Sem demora. 

Reza o vento, 
Péla, acorda, 
Uma sombra, 
Sem vergonha. 

Leva o castigo 
Contigo p'ra trás 

Aonde estou, 
Modéstia à parte, 
Eu chego ao fim. 
E quem eu sou, 
Um homem nobre, 
Que acaba aqui. 

(Malabá)
Um homem nobre à procura de paz e sossego, 
Dificuldades na vida obrigaram a sentir o sabor do vento. 

Desemprego é o contratempo, crise pr'a mim não tem fundamento, 
Vivemos na sombra de quem controla todo o meu subornamento.

Se pr'a mim não dá, pr'a ti não dá então acaba aqui, 
Está pr'a nascer o dia em que irei pagar pelo pão que não comi. 

A dívida já tá paga, o que não tá pago é a desilusão, 
Sintomas apontam pr'a mais uma grande depressão. 

Se não estás a par do que se passa então não dás valor à vida, 
Nem falo da pomba branca que está cada vez mais encardida, 
Está cada vez mais desiludida, 
Está cada vez mais ofendida, 
Bandeira que está estendida, está cada vez menos compreendida. 

Que pátria é esta, contesta cada vez que tem uma chance? 
Sinto que vou fazer uma loucura a qualquer instante, 
Leva o castigo contigo é tudo o que eu te digo, 
Não queiras ver este homem nobre como teu inimigo. 

Aonde estou, 
Modéstia à parte, 
Eu chego ao fim. 
E quem eu sou, 
Um homem nobre, 
Que acaba aqui.



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Domingo, 30.03.14

Os alice

 

 

Os Alice são  a mais recente aparição no panorama da música Portuguesa, a banda que tem origen na linha de Cascais é formada por Afonso Alves, Bernardo Neves, Diogo Borges, Guilherme Baptista, António Santos e Vítor Martins, acaba de lançar o seu primeiro álbum, Discórdia.

 

Todo o disco foi produzido e trabalhado pelos membros da banda que utilizaram a experiência que todos tem de outros projectos para nos apresentarem um excelente trabalho final.

 

O primeiro single cujo vídeo podemos ver abaixo é Gato Morto. O disco  pode ser ouvido através do spotify e pode também ser adquirido através do iTunes.

 



publicado por olhar para o mundo às 12:25 | link do post | comentar

Domingo, 23.03.14
Letra
Gato morto lá na estrada 
Foi corrido à pedrada 
Nem à mãe disse adeus. 

Do básico ao xadrez 
Nem homem se fez 
Sete vidas de cão. 

Perde o fio à manada 
Pega o cio à carneirada 
Cria vida indesejada. 

Ó mãe fui eu, 
Ó mãe fui eu quem te fez: 
Fez chorar. 

Agreste com a bicharada 
Um miado, uma piada 
Uma fraude planeada. 

Tenta a sorte noutro sítio 
Simpático no início, 
Conta de fio a pavío. 

A vida foi bem madastra 
Tenta assim a compaixão 
Indo ao fundo do coração. 

Ó mãe fui eu, 
Ó mãe fui eu quem te fez: 
Fez chorar.
Álbum de lançamento dos Alice, "Discórdia", disponível em:
- iTunes: http://www.bit.ly/1iaDFs9
- Spotify: http://www.bit.ly/1d2jGgD

"Gato Morto" é o primeiro single do álbum de lançamento dos Alice, "Discórdia". O videoclip foi filmado, dirigido e editado por Ronnie Fortes no decorrer do mês de Fevereiro de 2014.

Música gravada, misturada e masterizada por Wilson Silva nos estúdios WRecords em Setúbal no verão de 2013. Produzida por Guilherme Baptista e Wilson Silva.

Letra e música por Afonso Alves e Diogo Borges.


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