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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

    Letra   Quando Lisboa anoitece como um veleiro sem velas Alfama toda parece Uma casa sem janelas Aonde o povo arrefece É numa água-furtada No espaço roubado à mágoa Que Alfama fica fechada Em quatro paredes de água Quatro paredes de pranto Quatro muros de ansiedade Que à noite fazem o canto Que se acende na cidade Fechada em seu desencanto Alfama cheira a saudade Alfama não cheira a fado Cheira a povo, a solidão, Cheira a silêncio magoado Sabe a tristeza com pão (...)
02 Out, 2015

Madredeus - Alfama

    Letra   Agora, que lembro, As horas ao longo do tempo; Desejo, voltar, voltar a ti, desejo te encontrar; Esquecida, em cada dia que passa, nunca mais revi a graça dos teus olhos que eu amei. Má sorte, foi amor que não retive, e se calhar distraí-me... - Qualquer coisa que encontrei.  
08 Nov, 2013

A Naifa - Alfama

  Letra   Alfama de cacos pintados de tintas e trocas e ventos no rio    no rio de pontos picantes e pontas de faca  com laca e alpaca Alfama com alma e alfafa e gente de fama que cai na galhofa  do pátio da esquina da feira da ladra de cacos picantes e contas correntes  de tretas e pintas de gente com laca  nas pontas da fama e ventos de faca que cortam Alfama em portas pintadas com a fama do fado com a fama de alfama   com alma e alfafa e gente de fama (...)
  Letra   Quando Lisboa anoitece como um veleiro sem velas Alfama toda parece, uma casa sem janelas Aonde o povo arrefece É numa água furtada, num espaço roubado à mágoa Que Alfama fica fechada em quatro paredes d'água Quatro paredes de pranto, quatro muros de ansiedade Que à noite fazem o canto que se acende na cidade Fechada em seu desencanto Alfama cheira a saudade Alfama não cheira a fado, cheira a povo, a solidão Cheira a silêncio magoado, sabe a tristeza com pão (...)
Letra   Quando Lisboa anoitece como um veleiro sem velas Alfama toda parece, uma casa sem janelas Aonde o povo arrefece É numa água furtada, num espaço roubado à mágoa Que Alfama fica fechada em quatro paredes d'água Quatro paredes de pranto, quatro muros de ansiedade Que à noite fazem o canto que se acende na cidade Fechada em seu desencanto Alfama cheira a saudade Alfama não cheira a fado, cheira a povo, a solidão Cheira a silêncio magoado, sabe a tristeza com pão Alfa (...)
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