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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Eu tenho um xale encarnado É uma lembrança tua Tem um segredo bordado Que ás vezes eu trago á rua Tem as marcas de uma vida Que a vida marca no rosto Mas ganha uma nova vida Nas noites que o trago posto Já foi lençol e bandeira Vela de barco, também Tem marcas da vida inteira Mas dizem que me cai bem Se pensas que me perdi Nalgum destino traçado Para veres que não esqueci Eu ponho o xaile encarnado   Letra: João Monge Música: Armandinho  
  Letra   Ai meu amor se bastasse Saberes que eu te amo tanto E cada vez que eu cantasse Ai meu amor se bastasse Saberes que é por ti que eu canto Ai meu amor se bastasse O que a cantar eu consigo E mesmo que eu não cantasse Ai meu amor se bastasse O que a falar eu não digo Ai meu amor se bastasse Eu saber que te não basta E na vida que eu gastasse A cantar eu reparasse Que a nossa vida está gasta Se o que eu tenho p'ra te dar Quando eu canto te chegasse Se isso pudesse bastar (...)
  Letra   Amei-te com os laços da virtude Prendi-me nos teus braços que beijei Bebi do teu olhar a juventude À pele da tua boca murmurei   Bebi do teu olhar a juventude À pele da tua boca murmurei   Impossível cantar a realidade do dia em que disseste o que não digo matei dentro de mim toda a saudade e tudo o que era teu ficou contigo   matei dentro de mim toda a saudade e tudo o que era teu ficou contigo   O quarto um agasalho uma mesa os restos pela casa do (...)
Aldina Duarte no CCB: "Há Fado no Cais"Dia 3 de Outubro às 21h.  "Este meu concerto no grande auditório do Centro Cultural de Belém é o primeiro e é único, farei deste palco o lugar dos afectos determinantes no meu caminho, enquanto fadista, ao longo de vinte anos, desde o começo até agora. Estarão comigo os músicos José Manuel Neto e Paulo Parreira, guitarra portuguesa, e Rogério Ferreira, na viola. Juntos estamos neste palco, como na vida e no fado, Camané, Carlos do Carmo (...)
    Letra   Ai, que amargura tão grande Foi vê-la ali, qual assombro Essa amiga do passado Que roubou o meu amante E ainda levou o ombro Em que eu queria ter chorado Falou-me de peito aberto Vinha pedir-me perdão Contar que o tinha deixado Depois de ter descoberto Sem ter havido traição Que ele nunca a tinha amado Foram erros sobre enganos Mas é a ti que ele quer Disse-me ela, arrependida Se puderes esquecer os danos Vai ter com ele, mulher Já esperou demais a vida Amig (...)
  Letra   Quando as duas raparigas Cruzaram o seu caminho Vinham perdidas de riso Entre a graça das amigas Ele, que vinha sozinho Ficou bastante indeciso Parou pra melhor as ver E, nesse olhar reparando Pararam elas também E, se uma era fogo a arder Pois a outra, em lume brando Queimava como ninguém Loira uma, outra morena Uma acendia desejos Na outra havia mistério E, enquanto da mais pequena Queria abraços e beijos Com a alta o caso era sério Ao pé delas tarde fora Dessa (...)
  Letra   Andas tão outro estes dias Que dou por mim a cismar Que vivo ao lado de um estranho Se chego a rir, desconfias Mas, se me dá p'ra chorar Nem queres saber o que tenho Já não sei o que fazer Se chego tarde, protestas Se venho cedo, não estás Ai, quem me dera entender Porque o que agora contestas Mais logo tanto te faz Andas tão longe estes dias Que ainda agora pensei Que fui eu que me perdi Se não estou onde tu querias Basta dizeres-me onde errei E volto a correr para ti (...)
    Letra   Não são palavras vãs, a carta que te deixo Dizendo que me vou, pra nunca mais voltar Ao morderes a maçã, tu perdeste o meu beijo Já abraços não dou, a carta há de chegar Nem vou esperar por ti, as malas estão à porta Só me resta ir embora, a história chega ao fim Se esqueceres que existi, não julgues que me importa O homem que és agora, já não presta para mim São tudo coisas minhas, aquelas que hoje levo As mágoas e as penas não tás posso deixar (...)
  Letra   Certa noite o meu destino Vi nos teus olhos fatais E fiquei tão pequenino Que desde então imagino Segui-los por onde vais Não sei voltar ao passado Nesta noite derradeira Vejo-te ainda a meu lado Mas neste fado bailado Arde a minha vida inteira Coração da minha vida Vida do meu coração Em cada noite perdida Uma promessa esquecida Naquele olhar sem perdão Vou contigo, coração A morrer dentro de mim Se ainda bates coração sem razão Não te sei dizer que não (...)
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