Quinta-feira, 16.03.17

 

Letra

 

Duas lágrimas deixadas
Na hora da despedida
São duas águas furtadas
Num céu onde não há escadas
O último andar da vida

Quem lá sobe diz que alcança
tudo o que a vida lhe deu
Tudo o que deixou de herança,
desde os sonhos de criança
São janelinhas no céu

Ninguém parte em boa hora
Tu partiste adiantado
Deixaste a chave onde mora
Foste embora,
deixaste ficar o fado

Naquelas águas furtadas
onde a vista não tem fim
São as últimas moradas
Subiste sem ter escadas
E o fado leva-me a mim

Ninguém parte em boa hora
Tu partiste adiantado
Deixaste a chave onde mora
Foste embora,
deixaste ficar o fado

Naquelas águas furtadas
onde a vista não tem fim
São as últimas moradas
Subiste sem ter escadas
E o fado leva-me a mim

 



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Quarta-feira, 15.03.17

ala dos namorados.jpg

 

 
SÁB 18 MAR 21H30

AUDITÓRIO | 12,5€ | 10€ (CARTÃO AMIGO, SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL) PASSE GERAL CONCERTOS ÍNTIMOS 30€

POP | 85 MIN | M/6

ALA DOS NAMORADOS

CONCERTOS ÍNTIMOS 2017
 

 

 

 “ALA DOS NAMORADOS VINTAGE” é o nome da tournée 2016 de uma das bandas portuguesas mais emblemáticas, que o Cine-Teatro de Estarreja recebe, no segundo Concerto Íntimo da temporada, onde o grupo propõe-se recriar alguns temas que marcaram a tradição da música pop portuguesa.


Depois de Aurea com o seu espetáculo “Restart”, os Concertos Íntimos (CI), na 11ª edição, uma imagem de marca do Cine-Teatro de Estarreja, apresentam  Ala dos Namorados a 18 de março, que escolheram este auditório para arranque da sua Tour “Vintage” e estrear ao vivo o disco, com o mesmo nome.

 

 

 

Nuno Guerreiro voz e interpretação, Manuel Paulo composições e arranjos, Mário Delgado guitarra, Zé Nabo baixo, Alexandre Frazão bateria, Rúben da Luz trombone

 

[Espetáculo promovido pelo Cine -Teatro de Estarreja]

 



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Sábado, 09.04.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Do álbum de originais "Felicidade", editado em Novembro de 2014, "Divina Massa" tem a autoria de Carlos Tê e Manuel Paulo.

 



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Sexta-feira, 08.04.16

 

Letra

 

eu sei que já me enganei
vezes sem conta
e não contei
eu sei que já me cortei
em facas de ponta
e não sangrei

eu sei que às vezes menti
para não ficar
longe de ti
eu sei que já me perdi
para te encontrar.
e entristeci

eu sei que disse que sim
a tudo o que não
partia de mim
chamei bombom ao ruim
pedi perdão
num copo de gin

andei à toa na rua
fiz a minha cova
acabei seminua
chamando nomes à lua
que não se renova
para eu ser só tua

mas fiz da minha perdição
o meu rosário
virei o mundo ao contrário
e encontrei a salvação

 

Do álbum de originais "Felicidade", editado em Novembro de 2014, "Ilha da Salvação" tem a autoria de João Monge e Manuel Paulo.



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Quinta-feira, 07.04.16

 

Letra

 

Visons e leopardos
Sobem o Chiado
Criados de libré trincham faisões
Assentam-se arraiais em palacetes
Enfeitam-se uns e outros de brasões.

Com nomes de nobreza sem origem
E o mesmo diploma que a criada
Agarram-se a tudo o que não têm
P´la casa do Estoril hipotecada.

 

Assim defino a vida de quem tem
Animais de estimação de vida sã
E em barracas com ar condicionado
Bichinhos que devoram croissants.
Cães com casaquinhos de cambraia
E gatos com golinhas de astracan.

 

Assim defino a vida de quem tem
Animais de estimação de vida sã
E em barracas com ar condicionado
Bichinhos que devoram croissants.
Cães com casaquinhos de cambraia
E gatos com golinhas de astracan.

Madames enfeitadas de perucas
matam o seu tempo inutilmente
Em canastas p´la noite fora
Propõem causas nobres pelas gentes.

 

Visons e leopardos
Sobem o Chiado
Criados de libré trincham faisões
Assentam-se arraiais em palacetes
Enfeitam-se uns e outros de brasões.



Assim defino a vida de quem tem
Animais de estimação de vida sã
E em barracas com ar condicionado
Bichinhos que devoram croissants.
Cães com casaquinhos de cambraia
E gatos com golinhos de astracan.

 

Assim defino a vida de quem tem
Animais de estimação de vida sã
E em barracas com ar condicionado
Bichinhos que devoram croissants.
Cães com casaquinhos de cambraia
E gatos com golinhos de astracan.

 



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Quinta-feira, 15.10.15

 

 

Não espalhes a tua dor no meu ecrã
Nem faças da minha sala um parapeito
Não me acordes com os jornais da manhã
E temos um crime perfeito...

Não me mostres o sorriso desolado
Nem a raiva do teu olhar "likeflak"
Acredita que não há nenhum culpado
E temos um crime perfeito.

Não acendas esta praça com fogueiras
Ainda acabas como principal suspeito
Vai para casa, olha as horas, tem maneiras
E temos um crime perfeito..

Não me estendas a mão que estou apressada
O destino tem as suas cambiantes
Faz a quem com a tristeza de um fado
E ficamos amigos como dantes...

Não me fales do amor e da paixão
Nem daws outras avarias do teu peito
Não me fales dessa tua solidão
E temos um crime perfeito...

 

Bebe um copo, baixa a aba do chapeu
Esconde a cara e vais ver que faz efeito
No final vamos todos para o ceu
E temos um crime perfeito.

Não me digas o que não quero saber
Deixa a sorte ditar a sua sentença
Cala a boca deixa o tempo resolver
E vais ver que o crime compensa...

Não me fales do amor e da paixão
Nem das outras avarias do teu peito
Não me fales dessa tua solidão
E temos um crime perfeito....

 



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Sábado, 25.07.15

 

Letra

 

Talvez seja isto a solidão
Este nó no coração
Apertado com saudade
Talvez seja isto o abandono
Como as folhas do Outono
Que se espalham na cidade

Talvez seja só isto que sobra
Quando o tempo vem e cobra
A alegria que nos deu
Talvez seja só isto que resta
Quando nada já nos presta
Quando tudo já doeu

O que mais custa
É não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perdi

Talvez se eu voltasse a ser brinquedo
Eu matasse este meu medo
De já não servir ninguém
Talvez se eu voltasse à tua mão
Se acabasse a escuridão
E ouvisse mais além

Talvez seja isto que magoa
O vento e o tempo não perdoa
E que o teu amor passou
Talvez seja assim que tudo acaba
Pode ser que talvez nada
Nos avise que acabou

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

 



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Sexta-feira, 22.05.15

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



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Quinta-feira, 21.05.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quinta-feira, 14.05.15

 

 

Letra

 

Talvez seja isto a solidão
Este nó no coração
Apertado com saudade
Talvez seja isto o abandono
Como as folhas do Outono
Que se espalham na cidade

Talvez seja só isto que sobra
Quando o tempo vem e cobra
A alegria que nos deu
Talvez seja só isto que resta
Quando nada já nos presta
Quando tudo já doeu

O que mais custa
É não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perdi

Talvez se eu voltasse a ser brinquedo
Eu matasse este meu medo
De já não servir ninguém
Talvez se eu voltasse à tua mão
Se acabasse a escuridão
E ouvisse mais além

Talvez seja isto que magoa
O vento e o tempo não perdoa
E que o teu amor passou
Talvez seja assim que tudo acaba
Pode ser que talvez nada
Nos avise que acabou

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

O que mais custa é não saber de ti
Não saber se me esqueceste
Não saber se me perdeste
Não saber se te perder

:)

 

Obrigado Catarina



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Quarta-feira, 23.04.14

Ala dos Namorados

 

ALA DOS NAMORADOS

 

Nomeada para dois Globos de Ouro SIC

 

 

Melhor Grupo e Melhor Música

 

 

Hoje foram anunciados os nomeados para os XIX Globos de Ouro SIC e a Ala dos Namoradosestá nomeada em duas categorias:

Melhor Grupo Português com disco lançado em 2013, “Razão de Ser”;

Melhor Música Portuguesa lançada em 2013, com “Caçador de Sóis” com os Shout!.

 

 

Ala dos Namorados voltou ao panorama musical com um disco muito especial, “Razão de Ser”, editado a 25 de Fevereiro de 2013, para o qual convidou vários nomes da música para estarem ao seu lado.

 

Em vésperas de comemorar os 20 anos de carreira, cinco anos passados da sua última aparição pública enquanto banda, a Ala dos Namorados regressou com um disco em que revisita os grandes temas da sua carreira. “Razão de Ser” é o nome do álbum que materializa a razão de ser da banda: a sua expressão musical única. Inclui 15 temas para os quais foram convidados instrumentistas e cantores das mais diferentes áreas.  António Zambujo, Carlos do Carmo, Carlos Nobre (Carlão), Dany Silva,  João Gil, Jorge Palma, Rão Kyao, Rui Pregal da Cunha, Shout! e Susana Félix são apenas alguns dos músicos convidados e que se integram na perfeição no universo da banda, conferindo uma total originalidade ao reportório da Ala dos Namorados.

 

O single de apresentação foi “Caçador de Sóis”, e para interpretar o tema a Ala dos Namorados convidou os Shout!.

 

 

“Caçador de Sóis” com Shout!

 

 

 

 

A Ala dos Namorados surgiu em 1993 com a sua formação inicial constituída por João Gil, Manuel Paulo, João Monge, José Moz Carrapa e Nuno Guerreiro. Depois do último disco, editado em 2007 – “Mentiroso Normal” –, já com a formação actual composta por Manuel Paulo e Nuno Guerreiro, a banda voltou a juntar-se pontualmente para um concerto, o qual fez nascer a vontade de refazer as canções da Ala e voltar aos palcos.

 

Surge assim, “Razão de Ser”, “um trabalho sem qualquer espécie de pretensão que não seja o puro prazer de fazer música, partilhá-la e tocá-la em conjunto com os músicos de quem gostamos. Doutra forma, não teria razão de ser...” afirma Manuel Paulo.

 

Uma das características mais interessantes da Ala passa pela forma como conseguem integrar na sua música, estilos que vão do fado ao jazz, ao cabaret, passando por abordagens mais clássicas ou mesmo pop, sem perder a sua identidade e estando sempre presente a matriz portuguesa. Na composição das canções deste grupo, nunca houve propriamente preconceitos em relação às influências e ambientes que traziam para as suas composições, o que aliás se foi amadurecendo ao longo dos anos. Importantíssimas as letras do João Monge, principal letrista do grupo que foi e é peça chave no discurso musical deste conjunto.

 

Também são fundamentais todos os músicos que passaram e passam pela Ala. A Ala tem a felicidade de ter tocado com os melhores músicos deste país e não só, das mais variadas áreas e o resultado excedeu sempre as expectativas.

 

Em “Razão de Ser” a Ala dos Namorados conta com vários convidados de excelência e espera somente que as pessoas a ouvirem o disco, tenham o mesmo prazer que a Ala teve a fazê-lo e tocá-lo.

 

 

Aos que tocam, aos que cantam, aos que revisitam estas canções da Ala, entrem, sentem-se e estejam à vontade que esta é uma casa com janelas. Até já! -  João Monge



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Sábado, 20.04.13

ala dos namorados

 

 

DIA 3 DE MAIO no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco

DIA 4 DE MAIO no Fórum Luísa Todi, em Setúbal

 

 

Ala dos Namorados apresenta ao vivo o seu último disco – “Razão de Ser” – em dois concertos no início de Maio:

 

- Dia 3 de Maio, às 21h30, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco;.

- Dia 4 de Maio, às 21h30, no Fórum Luísa Todi, em Setúbal.

 

O regresso de uma das mais prestigiadas bandas da música portuguesa foi no dia 25 de Fevereiro. A Ala dos Namorados voltou ao panorama musical com um disco muito especial, para o qual convidou vários outros nomes da música para estarem ao seu lado.

 

Em vésperas de comemorar os 20 anos de carreira, cinco anos passados da sua última aparição pública enquanto banda, a Ala dos Namorados regressou com um disco em que revisita os grandes temas da sua carreira. “Razão de Ser” é o nome do álbum que materializa a razão de ser da banda: a sua expressão musical única. Inclui 15 temas para os quais foram convidados instrumentistas e cantores das mais diferentes áreas.  António Zambujo, Carlos do Carmo, Carlos Nobre (Carlão), Dany Silva,  João Gil, Jorge Palma, Rão Kyao, Rui Pregal da Cunha, Shout e Susana Félix são apenas alguns dos músicos convidados e que se integram na perfeição no universo da banda, conferindo uma total originalidade ao reportório da Ala dos Namorados.

 

A Ala dos Namorados surgiu em 1993 com a sua formação inicial constituída por João Gil, Manuel Paulo, João Monge, José Moz Carrapa e Nuno Guerreiro. Depois do último disco, editado em 2007 – “Mentiroso Normal” –, já com a formação actual composta por Manuel Paulo e Nuno Guerreiro, a banda voltou a juntar-se pontualmente para um concerto, o qual fez nascer a vontade de refazer as canções da Ala e voltar aos palcos.

 

Surge assim, “Razão de Ser”, “um trabalho sem qualquer espécie de pretensão que não seja o puro prazer de fazer música, partilhá-la e tocá-la em conjunto com os músicos de quem gostamos. Doutra forma, não teria razão de ser...” afirma Manuel Paulo.

 

Uma das características mais interessantes da Ala passa pela forma como conseguem integrar na sua música, estilos que vão do fado ao jazz, ao cabaret, passando por abordagens mais clássicas ou mesmo pop, sem perder a sua identidade e estando sempre presente a matriz portuguesa. Na composição das canções deste grupo, nunca houve propriamente preconceitos em relação às influências e ambientes que traziam para as suas composições, o que aliás se foi amadurecendo ao longo dos anos. Importantíssimas as letras do João Monge, principal letrista do grupo que foi e é peça chave no discurso musical deste conjunto.

 

Também são fundamentais todos os músicos que passaram e passam pela Ala. A Ala tem a felicidade de ter tocado com os melhores músicos deste país e não só, das mais variadas áreas e o resultado excedeu sempre as expectativas.

 

Em “Razão de Ser” a Ala dos Namorados conta com vários convidados de excelência e espera somente que as pessoas a ouvirem o disco, tenham o mesmo prazer que a Ala teve a fazê-lo e tocá-lo.

 

Aos que tocam, aos que cantam, aos que revisitam estas canções da Ala, entrem, sentem-se e estejam à vontade que esta é uma casa com janelas. Até já! -  João Monge

 



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Quarta-feira, 06.02.13
letra
Deixa ser como o luar, à minha vontade
como a águia ser a águia, sem nenhum problema...
ser a cor teu grão de areia, a minha unidade
do deserto e do mar, que coisa pequena...
ter do tempo a claridade do sol promissor
como o índio, ser o índio e valer a pena

E valer a pena...
sem outra razão e valer a pena...

Refrão:

Ai se eu pudesse... ter a paz...!
para te dar... um pouco do céu!
um pouco do sonho, um pouco de paz...
sem outra razão já valia a pena...

Ser de rir e de chorar
ser do meu momento
como o vento, ser o vento e a sua feição...
ter da flor a sua essência só pelo prazer...
só o ser... só o ser sem a condição...
amar-te só porque sim e valer a pena
só o sim, só o sim sem a explicação...
e valer a pena... sem outra razão e valer a pena...

Refrão


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Sexta-feira, 18.01.13

Ala dos Namorados regressa com novo disco no final de fevereiro

A Ala dos Namorados regressa este ano aos discos com "Razão de Ser", álbum que recorda canções do grupo e inclui vários convidados.

Em vésperas de comemorar os 20 anos de carreira, cinco anos passados da sua última aparição pública enquanto banda, a Ala dos Namorados regressa com um disco em que revisita temas da sua carreira. "Razão de Ser" é o nome do álbum, que inclui 15 temas para os quais foram convidados instrumentistas e cantores das mais diferentes áreas. António Zambujo, Carlos do Carmo, Carlos Nobre (Carlão), Dany Silva,  João Gil, Jorge Palma, Rão Kyao, Rui Pregal da Cunha, Shout e Susana Félix são apenas alguns.

O single de apresentação conta com a participação de Carlos Nobre (Carlão, Pacman, ex líder dos Da Weasel) e chama-se "Razão de Ser", o tema que dá nome ao álbum e que materializa a razão de ser da banda: a sua expressão musical única.

A Ala dos Namorados surgiu em 1993 com a sua formação inicial constituída por João Gil, Manuel Paulo, João Monge, José Moz Carrapa e Nuno Guerreiro. Depois do último disco, editado em 2007 – "Mentiroso Normal" –, já com a formação atual composta por Manuel Paulo e Nuno Guerreiro, a banda voltou a juntar-se pontualmente para um concerto, o qual fez nascer a vontade de refazer as canções da Ala e voltar aos palcos.

Surge assim "Razão de Ser", “um trabalho sem qualquer espécie de pretensão que não seja o puro prazer de fazer música, partilhá-la e tocá-la em conjunto com os músicos de quem gostamos. Doutra forma, não teria razão de ser...” afirma Manuel Paulo.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 08.01.13

Blind Zero e Ala dos Namorados: mais dois discos portugueses para 2013 -

Tanto os portuenses como os lisboetas editam no primeiro trimestre do ano. Saiba mais.

 

Os portuenses Blind Zero marcaram o regresso aos álbuns para fevereiro. 

O sétimo disco da banda de Miguel Guedes, que sucede a Luna Park (2010), ainda não tem nome, mas o primeiro single, "I See Desire", já roda nas rádios. 

Também os Ala dos Namorados, hoje compostos por Manuel Paulo e Nuno Guerreiro, se preparam para voltar aos discos. 

Razão de Ser
 , que deverá chegar às lojas no primeiro trimestre do ano, revisita temas editados ao longo dos 20 anos de carreira em formato dueto. Entre os convidados, estão António Zambujo e Pacman.

Retirado do Blitz



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Segunda-feira, 24.09.12

Ala dos namorados

 

Em 2008, a Ala foi colocada em descanso. Mas, no início deste ano, voltou a sentir o desejo de estar em palco...

 

A voz de Nuno Guerreiro e as palavras de João Monge tornam a unir-se, não só para recriar as canções da banda, mas também para criar canções novas – sim, há álbum no horizonte.

 

Neste concerto, Guerreiro e Manuel Paulo fazem-se rodear de Alexandre Frazão, Mário Delgado, Zé Nabo e Ruben Santos. João Gil, um dos fundadores da Ala – que deixou antes de "Mentiroso Normal" (2008) – também participa no momento para tocar com os antigos companheiros. O mesmo acontece com José Moz Carrapa, elemento da banda nos primeiros anos. O restante elenco de convidados especiais é surpresa.

 

Lisboa, B.Leza - Cais da Ribeira (Armazém B)
27-09. Quinta às 23h00 . 
€10

 

Sítio ofícial http://www.aladosnamorados.net 

 

Retirado do Público



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Quinta-feira, 15.03.12

 

letra

 

Pela saída que tem
Da vadiagem alguém
Chamou-lhe o Zé Passarinho
Fala em verso e as mulheres
Ao fim de duas colheres
Leva-as no bico p´ró ninho

Sabe os fados do Alfredo
Rima que até mete medo
Nesta função é doutor
Tem os tiques de fadista
Mão no bolso, lenço e risca
"Baixem a luz por favor!"

Uma triste noite ao frio
Cantava-se ao desafio
Para aquecer as paixões
Quando um estranho se levanta
Para mostrar como se canta
Faz-se à Rosa dos Limões

O povo ficou sentido
Com aquele destemido
"Ha-des" morrer engasgado!
Palavra puxa palavra
Desata tudo à estalada
Com o posto ali ao lado

Nem foi preciso a carrinha
Tudo na sua perninha
Numa linda procissão
Das perguntas com carinho
Ficou preso o Passarinho
Só para investigação

Nasce o dia atrás da Sé
E ninguém arreda pé
Nem por dó, nem por esmola
O povo ficou sentado
Para ouvir cantar o fado
Passarinho na gaiola



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Segunda-feira, 18.04.11

 

 

 

Letra

 

Ser poeta é ser mais alto,é ser maior
do que os homens, morder como quem beija
É ser mendigo e dar como seja
É ser rei do reino de aquém e de além dor

É ter de mil desejos o explendor
E não saber sequer que se deseja
É ter ca dentro um astro que flameja
É ter garras e asas de condor...

É ter fome, é ter sede de infinito
Por essas manhãs d'ouro e de cetim
É condensar o mundo num só grito...

E é amar-te assim, perdidamente
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando, a toda a gente...

 



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Sábado, 09.04.11

 

 

Letra

 

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica
Ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor sorria
E ao partir agradecia

[Refrão]
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto entrava
Como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écrã
O rosto maltratado era a razão de ele
Não aparecer pela manhã

[refrão]

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá 
Pára um louco 
A fazer-lhe companhia

E sempre a mesma voz o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado la continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.

[refrão]

 



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Letra

 

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica
Ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor sorria
E ao partir agradecia

[Refrão]
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto entrava
Como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écrã
O rosto maltratado era a razão de ele
Não aparecer pela manhã

[refrão]

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá 
Pára um louco 
A fazer-lhe companhia

É sempre a mesma voz o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado la continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.

[refrão]

 



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Sexta-feira, 08.04.11

 

 

Letra

 

Pelo céu ás cavalitas,
escondi nos teus caracóis,
a estrela mais bonita, que eu ja vi

eu cresci com um encanto,
de ser caçador de sois,
eu ja corri tanto, tanto para ti

fui um príncipe encantado
montado nos teus joelhos,
um eterno enamorado, a valer

lancelot de algibeira,
mas segui os teus conselhos
para voltar à tua beira
e ser o que eu quiser

Refrão (x3)
os teus olhos foram esperança
os meus olhos girassóis
fomos onde a vista alcança da nossa janela

já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis



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Segunda-feira, 28.02.11

 

Letra

 

Espreito por uma porta encostada
sigo as pegadas de luz
peço ao gato xiu para nao
me denunciar

toca o relógio sem cu-cu
dá horas à cusquice das vizinhas e eu
confesso às paredes de quem gosto
elas conhecem-te bem

oh,oh,oh,oh!!! ah, ah, ah, ah!!!

Aconchego-me nesta cumplicidade
deixo-me ir nos trilhos traçados
pela saudade
de te encontrar
ainda onde te deixei...

trago-te o beijo, prometido
sei o teu cheiro
mergulho no teu tocar
abraças a guitarra
e voas para além da lua...

Amarro o beijo que se quer soltar
espero que o sintas, para
me entregar
a cadeira. as costas, o cabelo e a cigarrilha
a dança do teu ombro e,
nesse instante em,
que o silencio é,
o bater do coraçao, 
fecha-se a porta
pára o relógio
as vizinhas recolhem

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

ah ah ah, ah ah ah, ah ah ah!!!
ah ah ah, ah ah ah, ah ah ah!!!
oh oh ye!!!

trago-te o beijo, prometido
sei o teu cheiro
mergulho no teu tocar
abraças a guitarra
e voas para além da lua...

Amarro o beijo que se quer soltar
espero que o sintas, para
me entregar
a cadeira, as costas, o cabelo e a cigarrilha
a dança do teu ombro e,
nesse instante em,
que o silencio é,
o bater do coraçao, 
fecha-se a porta
pára o relógio
as vizinhas recolhem-se

(Solta-se o beijo, o gato mia
solta-se o beijo. Gato mia)
(Solta-se o beijo, o gato mia
solta-se o beijo. Gato mia)

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

Espreito por uma porta encostada
sigo as pegadas de luz
peço ao gato xiu para nao
me denunciar...

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

 

 



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