Terça-feira, 10.11.15

 

 

No próximo dia 13 de Novembro, às 17h30 na sala "La Renaissance" em Rabat - Marrocos,  a TRANSIBERIA apresenta aquela que será a sua primeira produção internacional: o concerto "Al-Mu'tamid Poeta Rei do Al.Andalus" no Visa for Music 2015.


O concerto será um dos 34 projectos seleccionados para o programa de actuações ao vivo, de entre mais de 550 propostas de todo o mundo.


Será também a primeira vez que o projecto contará com o apoio oficial de entidades dos três países em simultâneo. A Emabaixada de Portugal em Marrocos, a Embaixada de Marrocos em Portugal e a Fundação Três Culturas, sediada em Sevilha, juntam-se no apoio às viagens dos músicos.
 
No dia 25 de Janeiro de 2016 o concerto será realizado em Madrid, no Teatro Bellas Artes, em pleno centro da capital espanhola, às 20h30. Uma viagem muito importante  à cidade de um dos músicos do projecto, Eduardo Paniagua. Em Fevereiro ou Março (em data a anunciar em breve) o concerto realizar-se-á na sede da Fundação Três Culturas em Sevilha, no coração do cenário da vida de Al-Mu'tamid enquanto Rei, com o Guadalquivir em pano de fundo.
 
No dia 30 de Janeiro de 2016 o Poeta Rei viaja até Paris para um concerto muito especial no Instituto do Mundo Árabe, às 20h00 - http://www.imarabe.org/musique/le-roi-poete-de-seville
 
Ainda em 2016 o projecto fará uma tour na América Latina. São Paulo, no Brasil será o ponto de partida, com o Apoio à Internacionalização da DGArtes. Brasil, Argentina. Peru e Equador, são para já os países por onde possivelmente a tour passará.



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Domingo, 05.07.15

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Al-Mu'tamid, Poeta Rei do Al-Andalus

 

Com a Direção Artística e Vídeo de Carlos Gomes e a Direção Musical de Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal, Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha, e El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos, estarão de novo juntos em Portugal no dia 10 de Julho de 2015, às 22h00 num concerto integrado na programação "Bairro Intendente em Festa".

 

Depois da estreia mundial no Teatro Municipal São Luiz, o ano passado no dia 15 de Fevereiro, o Poeta Rei, volta a Lisboa.

Agora em plena Mouraria, no coração da cidade, dia 10 de Julho às 22h00, na Praça do Intendente – Programação de verão “Bairro Intendente em Festa”. 

Um projecto audiovisual que tem como principal objectivo iluminar no presente uma entidade territorial e cultural - o Al Andalus - através da vida e da obra do Poeta Rei. Actualizando o sentido das palavras de Al-Mu'tamid, um conjunto de músicos e intérpretes cantam os seus poemas nas línguas dos três países herdeiros do legado andalusino: Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal; Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha; El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos. O concerto é acompanhado pela projeção de imagens que documentam a viagem pelo território da sua vida, de Beja a Aghmat, a Sul de Marraquexe.
 
Num tempo em que se assiste a fortes clivagens culturais e religiosas, alimentadas por velhos e novos conflitos político-territoriais, é particularmente pertinente reavivar os valores de um legado cultural que deve a sua longevidade precisamente à diversidade de povos e culturas, religiões e cultos, tradições e costumes, tecidos ao longo de séculos de convivência, de cruzamento, de mistura e de reciproca influência.

 

 



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Sexta-feira, 12.06.15

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Al-Mu'tamid, Poeta Rei do Al-Andalus

 

Com a Direção Artística e Vídeo de Carlos Gomes e a Direção Musical de Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal, Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha, e El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos, estarão de novo juntos em Portugal no dia 10 de Julho de 2015, às 22h00 num concerto integrado na programação "Bairro Intendente em Festa".

 

Depois da estreia mundial no Teatro Municipal São Luiz, o ano passado no dia 15 de Fevereiro, o Poeta Rei, volta a Lisboa.

Agora em plena Mouraria, no coração da cidade, dia 10 de Julho às 22h00, na Praça do Intendente – Programação de verão “Bairro Intendente em Festa”. 

Um projecto audiovisual que tem como principal objectivo iluminar no presente uma entidade territorial e cultural - o Al Andalus - através da vida e da obra do Poeta Rei. Actualizando o sentido das palavras de Al-Mu'tamid, um conjunto de músicos e intérpretes cantam os seus poemas nas línguas dos três países herdeiros do legado andalusino: Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal; Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha; El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos. O concerto é acompanhado pela projeção de imagens que documentam a viagem pelo território da sua vida, de Beja a Aghmat, a Sul de Marraquexe.
 
Num tempo em que se assiste a fortes clivagens culturais e religiosas, alimentadas por velhos e novos conflitos político-territoriais, é particularmente pertinente reavivar os valores de um legado cultural que deve a sua longevidade precisamente à diversidade de povos e culturas, religiões e cultos, tradições e costumes, tecidos ao longo de séculos de convivência, de cruzamento, de mistura e de reciproca influência.

 

 

 

 



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Sábado, 21.03.15

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Download aqui

 

TEASER DE APRESENTAÇÃO DO PROJECTO (3.06)

 

 

AL-MU’TAMID, POETA REI DO AL-ANDALUS (1040/1095)

 

Actualizando o sentido das palavras de Al-Mu'tamid, um conjunto de músicos e intérpretes cantam os seus poemas nas línguas dos três países herdeiros do legado andalusino: Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal; Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha; El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos.


Al-Mu’tamid Ibn Abbâd é considerado o mais brilhante poeta do Al-Andalus no Séc. XI. Nasceu em Beja em 1040 e foi príncipe regente em Silves, ambas as cidades hoje situadas em território português. Entre 1069 e 1090 foi Rei da Taifa de Sevilha, sucedendo a Al-Mu’tadid, seu pai. Após ter sido destronado em 1091 pela dinastia Almorávida, que passou a controlar todo o Sul da Península Ibérica, foi primeiro exilado em Tânger e depois levado para Aghmat, 18 km a Sul de Marraquexe, Marrocos, onde passou os últimos anos da sua vida, preso e desterrado, acabando por falecer, na maior das misérias, em 1095.

 

O que é especial na sua condição de poeta é ter sido também Rei, o que naquela época lhe permitiu escrever com grande liberdade e ao longo de toda a sua vida, mesmo depois de destronado, sobre ele próprio e o mundo em que viveu; e de forma tão aberta que chegamos a pensar poder estar a escutá-lo agora, intemporal, segredando-nos à luz da contemporaneidade, as questões mais essenciais do ser. É essa a razão porque as suas palavras ainda hoje, passados dez séculos, nos tocam profundamente, dando-nos a partilhar a sua intimidade e presença de espírito, envolta em sensibilidade, sensualidade e paixão por viver.

 

A edição deste CD é o segundo dos resultados de um projecto artístico mais vasto, que inclui o concerto deste reportório, encenado cinematograficamente e estreado no dia 15 de Janeiro de 2014 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, e ainda a ideia de realizar um filme documentário. O projecto tem como principal objectivo iluminar no presente uma entidade territorial e cultural - o Al Andalus - através da vida e da obra do Poeta Rei.

 

A partir de uma ideia original de Carlos Gomes, realizador e arquitecto, e do convite que este dirigiu a Filipe Raposo, pianista e compositor,  para assumir a direcção musical do projecto, foram convidados vários músicos portugueses, espanhóis e marroquinos para comporem músicas originais a partir de poemas de Al-Mu’tamid, cantados em cada uma das línguas dos 3 países que hoje integram o território geográfico de maior influência do Al-Andalus: Portugal, Espanha e Marrocos.

 

O concerto e a gravação do CD reúnem as músicas originais que resultaram do processo criativo entre os músicos, oriundos dos três países sobre a poesia do Poeta Rei; mas também integram  alguns temas já anteriormente gravados, agora com novos arranjos, que pela sua qualidade e relação com os demais, atribuem um particular sentido a este voltar a ouvir e olhar para aquilo que são os sinais claros de uma herança cultural comum, assim valorizada com a nota pessoal dos seus autores e com o lastro do seu percurso musical na relação com as tradições e formação de cada um.

 

Num tempo em que se assiste a fortes clivagens culturais e religiosas, alimentadas por velhos e novos conflitos político-territoriais, é particularmente pertinente reavivar os valores de um legado cultural que deve a sua longevidade precisamente à diversidade de povos e culturas, religiões e cultos, tradições e costumes, tecidos ao longo de séculos de convivência, de cruzamento, de mistura e de reciproca influência.

 

Músicos:

Filipe Raposo, director musical do projecto é considerado um grande talento como jovem pianista e colabora regularmente com muitos dos melhores músicos da música tradicional portuguesa, estando actualmente a realizar uma pós-graduação em Piano em Estocolmo.

Janita Salomé é uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa desde há décadas e a recuperação do legado musical do Al-Andalus tem nele um dos seus pioneiros.

Quiné Teles é um grande percussionista, extremamente versátil e toca desde há muito com diversos músicos e projectos de música popular portuguesa.

Eduardo Paniagua, músico e arquitecto, é reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho de toda uma vida em torno da música antiga e medieval, tendo sido premiado por diversas vezes ao longo da sua carreira musical.

 Cezar Carazo é um cantor com uma voz delicada e muito emocionante e que entre outros projectos musicais colaborou com La Capella Reial (Jordi Savall), Quarteto de Urueña e Música Antigua (Eduardo Paniagua). 

Jamal Ben Allal é considerado um dos melhores violinistas do mundo na técnica de tocar o instrumento na vertical sobre a perna esquerda. 

El Arabi Serghini é uma voz poderosa e ancestral, que no espectáculo de estreia do concerto em Lisboa, no São Luiz, arrebatou completamente a plateia.

 

Ideia original e produção:

 

Carlos Gomes é realizador e produtor de cinema, artista visual e arquitecto. É dele a ideia original de juntar estes músicos para uma homenagem e uma releitura contemporânea da obra poética de Al-Mu'tamid. Assina a realização dos vídeos do concerto.

 

  

EVOVAÇÃO DE SILVES (5.21)

https://vimeo.com/121840292

 

Um projecto de Carlos Gomes e Filipe Raposo

 

https://www.facebook.com/almutamidreipoetadoalandalus?fref=ts



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Quinta-feira, 12.03.15

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TEASER DE APRESENTAÇÃO DO PROJECTO
(3.06)

https://vimeo.com/121741982

 

AL-MU’TAMID, POETA REI DO AL-ANDALUS (1040/1095)

 

Actualizando o sentido das palavras de Al-Mu'tamid, um conjunto de músicos e intérpretes cantam os seus poemas nas línguas dos três países herdeiros do legado andalusino: Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal; Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha; El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos.


Al-Mu’tamid Ibn Abbâd é considerado o mais brilhante poeta do Al-Andalus no Séc. XI. Nasceu em Beja em 1040 e foi príncipe regente em Silves, ambas as cidades hoje situadas em território português. Entre 1069 e 1090 foi Rei da Taifa de Sevilha, sucedendo a Al-Mu’tadid, seu pai. Após ter sido destronado em 1091 pela dinastia Almorávida, que passou a controlar todo o Sul da Península Ibérica, foi primeiro exilado em Tânger e depois levado para Aghmat, 18 km a Sul de Marraquexe, Marrocos, onde passou os últimos anos da sua vida, preso e desterrado, acabando por falecer, na maior das misérias, em 1095.

 

O que é especial na sua condição de poeta é ter sido também Rei, o que naquela época lhe permitiu escrever com grande liberdade e ao longo de toda a sua vida, mesmo depois de destronado, sobre ele próprio e o mundo em que viveu; e de forma tão aberta que chegamos a pensar poder estar a escutá-lo agora, intemporal, segredando-nos à luz da contemporaneidade, as questões mais essenciais do ser. É essa a razão porque as suas palavras ainda hoje, passados dez séculos, nos tocam profundamente, dando-nos a partilhar a sua intimidade e presença de espírito, envolta em sensibilidade, sensualidade e paixão por viver.

 

A edição deste CD é o segundo dos resultados de um projecto artístico mais vasto, que inclui o concerto deste reportório, encenado cinematograficamente e estreado no dia 15 de Janeiro de 2014 no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, e ainda a ideia de realizar um filme documentário. O projecto tem como principal objectivo iluminar no presente uma entidade territorial e cultural - o Al Andalus - através da vida e da obra do Poeta Rei.

 

A partir de uma ideia original de Carlos Gomes, realizador e arquitecto, e do convite que este dirigiu a Filipe Raposo, pianista e compositor,  para assumir a direcção musical do projecto, foram convidados vários músicos portugueses, espanhóis e marroquinos para comporem músicas originais a partir de poemas de Al-Mu’tamid, cantados em cada uma das línguas dos 3 países que hoje integram o território geográfico de maior influência do Al-Andalus: Portugal, Espanha e Marrocos.

 

O concerto e a gravação do CD reúnem as músicas originais que resultaram do processo criativo entre os músicos, oriundos dos três países sobre a poesia do Poeta Rei; mas também integram  alguns temas já anteriormente gravados, agora com novos arranjos, que pela sua qualidade e relação com os demais, atribuem um particular sentido a este voltar a ouvir e olhar para aquilo que são os sinais claros de uma herança cultural comum, assim valorizada com a nota pessoal dos seus autores e com o lastro do seu percurso musical na relação com as tradições e formação de cada um.

 

Num tempo em que se assiste a fortes clivagens culturais e religiosas, alimentadas por velhos e novos conflitos político-territoriais, é particularmente pertinente reavivar os valores de um legado cultural que deve a sua longevidade precisamente à diversidade de povos e culturas, religiões e cultos, tradições e costumes, tecidos ao longo de séculos de convivência, de cruzamento, de mistura e de reciproca influência.

 

 

Próximas actuações:

Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra 13 de Março, 22h00

FNAC Chiado, Lisboa 14 de Março, 17h00

 



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