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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   A morte saiu à rua num dia assim  Naquele lugar sem nome para qualquer fim  Uma gota rubra sobre a calçada cai  E um rio de sangue de um peito aberto sai  O vento que dá nas canas do canavial  E a foice duma ceifeira de Portugal  E o som da bigorna como um clarim do céu  Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu  Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual  Só olho por olho e dente por dente vale  À lei assassina, à morte que te matou  Teu corpo (...)
  Letra   A morte saiu à rua num dia assim  Naquele lugar sem nome para qualquer fim  Uma gota rubra sobre a calçada cai  E um rio de sangue de um peito aberto sai  O vento que dá nas canas do canavial  E a foice duma ceifeira de Portugal  E o som da bigorna como um clarim do céu  Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu  Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual  Só olho por olho e dente por dente vale  À lei assassina, à morte que te matou  Teu corpo (...)
  Letra   A morte saiu à rua num dia assim Naquele lugar sem nome para qualquer fim Uma gota rubra sobre a calçada cai E um rio de sangue de um peito aberto sai O vento que dá nas canas do canavial E a foice duma ceifeira de Portugal E o som da bigorna como um clarim do céu Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual Só olho por olho e dente por dente vale À lei assassina, à morte que te matou Teu corpo pertence à terra que te (...)
    Letra   A morte Saiu à rua Num dia assim Naquele Lugar sem nome Pra qualquer fim Uma Gota rubra sobre a calçada Cai E um rio De sangue Dum Peito aberto Sai O vento Que dá nas canas Do canavial E a foice Duma ceifeira De Portugal E o som Da bigorna Como Um clarim do céu Vão dizendo em toda a parte O pintor morreu Teu sangue, Pintor, reclama Outra morte Igual Só olho Por olho e Dente por dente Vale À lei assassina À morte Que te matou Teu corpo Pertence à terra Q (...)
    Letra   A morte saiu à rua num dia assim Naquele lugar sem nome para qualquer fim Uma gota rubra sobre a calçada cai E um rio de sangue de um peito aberto sai O vento que dá nas canas do canavial E a foice duma ceifeira de Portugal E o som da bigorna como um clarim do céu Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual Só olho por olho e dente por dente vale À lei assassina, à morte que te matou Teu corpo pertence à terra que (...)
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