Quarta-feira, 14.05.14

 

Letra

 

Dizes tanto
Dizes tanto
Dizes tanto
Dizes tanto

Olhos postos no chão
No chão
No chão
No chão

O teu comportamento
Mento
Mento
Mento

Eu já
Eu já estive aqui
A ser olhado como agora
olho para ti (2x)

Fui homem para te dar a mão, fui
Mas no entanto deduzi depois
que tu meteste outro na minha posição
E eu imagino em quantas posições
Até entendo as tuas convicções
Para melhorar a tua vida e teres mais condições
Dos meus segredos só te escondi dois
Também não és nenhuma santa queres vir com lições

E perguntas sobre os caractéres que eu componho
Agora também já não queres que eu sonhe, não
Elas só são mulheres no meu sonho
Tu tás a apalpar terreno e eu nem os pés lá ponho
A tua amiga diz que devias ter vergonha
Por estares a partilhar a fronha
Com um motherfucker sem vergonha
Passa a vida na maconha
até levar com a puta da cronha
Saber ficar em sentido até que a puta ponha
Um par de cornos sem fazer muita ronha
E agora faças ou não faças fica à tua escolha
Ok enquanto eu espero e night
Vejo te a arrumar as coisas não tolero vai-te
embora daqui para fora,
mandei tanta guita fora que tu nem sequeres levas sequer a bike

Agora tudo o que ela quer é night
Agora tudo o que ela quer é night
E aquilo que o cupido tem no arco só pode ser um verylight (2x)

Eu já
Eu já estive aqui
A ser olhado como agora
olho para ti (2x)

Dizes tanto sem mexer os lábios uma única vez
Vergonha de criança que sabe o que fez
O teu comportamento é me tão familiar
Esse nervoso, momento seguido de um silêncio tumular

Eu já
Eu já estive aqui
A ser olhado como agora

olho para ti (6x)



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Terça-feira, 13.05.14

 

Letra

 

 

Ok, eu comecei com estupefacientes
Ma nigga isto são tudo factos cientes
Deixei todos da concorrência estupefactos e sentes
Que agora os meus garfos tocam em pratos diferentes

Eu tou agora na sala vip
Ma guetto bitch, uma chavala freak
Só galas e galas com uma mala chique
Eu dei-te um hala tipo na sala eu vi-te
(?)
Gotas são gotas aqui quando se fala no guito
Eu uma vez como todos aqueles que falam do mito
Tens rusga na tua casa e um dos homens fala bimbo
Ou és servido (?)

Ya por isso tem cuidado quando falas com os gringos
Porque aqui o bagulho é sério por mais que brinques
Erva nos colhões, grana no meu bolso
Seja qual for a mulher que estiver comigo é cana doce

Yo, Sou do tamanho que vejo não o tamanho da minha altura
E o tamanho do meu desejo nunca me deu tontura
Procura e vais encontrar aquilo que não querias
Cem mulheres que fazem fila para ter as minhas crias
Fica sossegado, é o melhor que fazes bode
Isto não é para quem quer é para quem pode
Fode sem sair de cima, o melhor vinho da vindima
Pode ser que a minha rima, seja a tua mais a cima

À vinte anos que ando nesta merda
Quando eu lerpar o povo chora a minha perda
Dão o meu nome a uma rua de Almada
Carlos Nobre Neves, poeta da vida airada
A Se a palavra é falada, sou profeta da parada
Deus te livre e guarde de cruzar a minha estrada
Não há dama que não sinte, se há drama a gente pinta
Isto aqui é 5-30 baby chupa mas não trinca

E eu tou aqui no quarto canto, no quarto canto o que passe
E a parte grande do que faço, aguardo tanto tempo prazo
Mil dá-me tanto, no lugar que planto um pedaço
Quando levam o espaço, à quem levante um braço, quarto canto
No lado para o lado frequente, não me farto
de falar o quanto eu me encanto quando eu comento o  meu bairro
Que gira o globo com vogais geniais, verticais e irreais,
credenciais mundiais, a minha mão habita a cadência como o fredboy

Minha grana morre em silêncio como ao badboy
Não era gozo quando trouxe a minha boss
E eu nunca fui ansioso de ser famoso como os bross
O lobby não me assenta, procura-me na praceta
Sam the kid nasty (?)
Como eu já lhe dava com alma gravei no album da palma
Agora à muita coroa à toa, mas para mim não há
uma que tenha rins, pára o corpo martins
O movimento tá lento oh meu dou-te patins
É quando eu fico sapateiro e dou-te um bico sarrafeiro
Tu és um beat sem um kick, és um freak sem rafeiro

O teu principio é rap básico, e é fisicamente fácil
vou pisar quem entornar o meu cálice num momento clássico
Calem-se um momento e bazem, o barraco já não assiste
Brindamos a ressaca das placas que nunca viste



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Quinta-feira, 17.04.14

 

 

Letra

 

Durante um ano gigs podes contar activa
Com 50000 limpos numa conta activa
Boy tu conta à diva que eu sou uma lenda viva
Ou queres que eu viva no pensamento numa tenda sirva
My nigga yo get up
Vocês só m'enchem os ouvidos com cera
É assim que eu estou vestido
E o cash que eu tenho está todo bem investido

Já, já tinha dito que eu não tou oh renas boy
Por isso tu não venhas com essas merdas boy
O.J. O homem das cavernas
Mas estica-te e vais ver como um bago nas pernas doi

Eu assino cheques, tenho datas à minha espera
Qualquer espetaculo é só grandes chapas com a minha gera
Pois à porta do banco a dar uns tapas na pantera
A pensar oh meu Deus quando puser as patas num panamera

Queres ser igual ao que a Maria Alice tem no base
Compara-te a ter o capital que o houdini tem no save
Não é ratisse eu sei, põe as mãos no cake
Nós ficamos todos gordos como disse o Ace

(?)

Base base do arame
À base do arame
Boy estou me a cagar
senão for a base do arame
Base base do arame
À base do arame

Nem vale a pena ligares
senão for à base do arame
Base base do arame
À base do arame

Eu falo com os meus compadres
só à base do arame
Base base do arame
À base do arame

Sem arame criámos impérios
Discos sem iscos, com riscos sérios
E agora não há arame não há palhaço
Eu passo, senão passa lá no meu espaço
Eu faço um desconto se pagares a pronto
Pico o ponto, até já tenho mais pronto
Fala sério Fred, vê um red nesse led
O imposto exede, rouba um gajo e nem sequer pede
Desculpa mas a gente diz no recibo
Contas em chibo, cash e tass peh bro
As platinas na parede já não pagam contas
É preciso liquidez para se cuidar as pontas

Paga-me o que deves, ou pode ser que leves
Com 90 Kilos, Carlos Nobre Neves
Comida na mesa não falta à minha filha
Nem que eu tenha de assaltar um banco mais a minha pandilha (2x)

Base base do arame
À base do arame
Boy estou me a cagar
senão for a base do arame
Base base do arame
À base do arame

Nem vale a pena ligares
senão for à base do arame
Base base do arame
À base do arame

Eu falo com os meus compadres
só à base do arame
Base base do arame

À base do arame



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Letra

 

Esses tropas tão malucos
(E nós os duques)
Esses tropas tão malucos
(E nós os duques)

Uso, abuso, viramos as garrafas
Uso, abuso, mandamos umas bafas
Uso, abuso, é melhor parar um pouco
Com o uso, abuso, é melhor parar um pouco

Abrimos mais um saco
Deitamos tudo em cima da mesa
O nariz não pára de sangrar
Não posso dizer que isso seja uma surpresa
Dou-lhe uma chapada com força na nalga
Deixo-a marcada e sobe-me a galga
O alarme é falso, a tenda não monta
Piso um vidro descalço, cabeça tonta
O corte foi profundo, benvindo ao meu mundo
Onde a noite vira manhã num segundo
Onde a noite vira manhã num segundo

Uso, abuso, viramos as garrafas
Uso, abuso, mandamos umas bafas
Uso, abuso, é melhor parar um pouco
Com o uso, abuso, é melhor parar um pouco

Mas tu ainda queres mais um shot
Junta-te ao resto já tás com a visão tão torta
Manel Damásio no teu copo
Charro aqui, charro ali em budapeste com os mão morta
Os adultos apostam forte com grana na mesa
Enquanto os mais putos já andam com pratas acesas
E no meio disto tudo quem acarta com as despesas
É uma mulher qualquer que trabalha nas limpezas

Vi a tua chavala muito magra
Dizes que ela tem a língua tão amarga
Tu já não vais lá nem com viagra
Na não te aguentas à jarda
e não tarda já ninguém se aguenta à carga
Desapareceu o que ela tinha de estética, passou a anorética
Boy, ela está péssima, gramas diárias já vai na sétima
E para quem criticava, tu tornaste-te numa boa réplica

Agora andas tipo baratas no meio das ruas
Com umas quantas quartas e umas meias luas
Não pilho a fruta, o perigo da gruta
Mas com a vida entalada no meio dessas duas
Tendências, para quem estava a dar milho aos pombos
Hoje, andas atrás de quem andam com o saco de milho aos ombros
Já nem tens forças para andar com o teu filho aos ombros
Já nem tens forças para andar com o teu filho aos ombros

Lambemos mais um saco
Já não há nada em cima da mesa
Bateu o corte da moca
Não posso dizer que não foi uma limpeza
Dou-lhe uma palmada nervosa no braço
Chamo-a gulosa e peço regaço
Ela não tá nessa faz mais uma chamada
Parada na pressa, em nóia calada

O Corte foi profundo, benvindo ao meu mundo
Onde a manhã vira noite num segundo
O Corte foi profundo, benvindo ao meu mundo
Onde a manhã vira noite num segundo

Uso, abuso, viramos as garrafas
Uso, abuso, mandamos umas bafas
Uso, abuso, é melhor parar um pouco
Com o uso, abuso, é melhor parar um pouco

Esses tropas tão malucos
(E nós os duques)
Esses tropas tão malucos
(E nós os duques) (3x)

...

As tuas pernas são
das minhas mãos (2x)

As tuas pernas são das minhas mãos
São as minhas mãos
Elas pertecem-se, querem-se, tocam-se
Com uma habilidade própria
de dois cortesão
Ninguém tem nada haver com isso
Nem sequer eu e tu bebé
A adoração começa na coxa
Prolonga-se e só acaba no pé
Na verdade é mentira
que talvez a coisa termine
O ciclo renova-se
Perpetua-se numa viagem lânguida e sublibe
Elas partilham o trigo, sem pressas
Sem estrilho, com promessas de brilho
Ultrapassando facilmente a presença

de qualquer empecilho



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Quarta-feira, 09.04.14

 

 

Letra

 

Ela comenta, lamenta e quer que eu aguarde
Enquanto lentamente a saudade aumenta no quarto
E ela emenda dá uma agenda e quer que eu a aguarde
Mas se me prende pode ser que eu me arrependa mais tarde
Ou aprenda a gostar ou tenta mais tempo a apostar na gente
Ou sou exigente ou ficas tarde
Mas eu sou mais tarde do estúdio a investir
No meu futuro estúpido para existir, sê diligente
E eu adoro que tu me adores sem lençol no teu corpo
Até fechar os estores à sol que vem da minha ponte
O risco de por toda a ruptura e ternura  em confronto
E ver numa moldura e para a ruptura ainda não está pronto

Porque não sei se tu me gramas, mas sei que tens capas
Mas se for só esse o caso pões as gramas em capas
Dama eu sei que sou azedo e retrocedo no fim
Eu não cedo assim tão cedo tenho sido sempre assim
Existe o medo que ela desista
E eu fique o gajo chato que ela fala à sua nova conquista
Os homens são uma merda é o discurso que espalha
E nós só queremos que não nos caia uma dama dos caia
Que nojo, distraia e mais tarde nos traia
Que saia da saia da mãe e regresse com a tralha
Agora é dificil encontrar alguém que me vicie
Ficar calmissimo até à calvisse e tu grisalha

Não foram precisos nós para haver um laço
Até que algum de nós o violasse
Agora tentas mas não podes tirar o que passamos um dia
Saudades das fotos que nós nunca tirámos eu queria
Eu dispenso a desavença e eu perco a cabeça
Em cada sentença vai sentir-se avesso eu diria
Queres um amigo ou um boy que te acompanhe
Queres estar comigo ou queres estar com alguém
Há uma diferença avalia e pensa

A dúvida cai (cai)
Como chuva grossa
O animo vai (vai)
Mergulha numa poça
A minha esperança
(a minha esperança)
Trava na insegurança (2x)

Eu podia ser o teu melhor amigo
Aquele amante atencioso o teu segundo umbigo
O ombro que consola
O Companheiro atento que nem sequer liga a consola
E eu sou quase tudo isso, quase
Mas só e apenas quase, mas só e apenas quase
Numa frase eu tenho sido apenas aquele amigo ausente
Aquele amante indigente,

Por isso vou ser o ombro que te falha,
Surdo interlocutor, que só te responde palha
Quando calha, fingindo ter ouvido
No meio dos três encontras-me perdido
Partido desfeito em quase nada
Um dia tens uma surpresa inesperada
Vou passar à proxima fase
Não te minto que sinto que estou quase

A dúvida cai (cai)
Como chuva grossa
O animo vai (vai)
Mergulha numa poça
A minha esperança
(a minha esperança) (2x)

A dúvida cai
O animo vai (2x)

Trava na insegurança (2x)



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Terça-feira, 08.04.14

 

 

Letra

 

 

Canta o som até que a moca baze
Nova sombra retoca a base
Lá fora à uma hipotese que ela aguarda
Ela vê guita nova da velha guarda
Ela vê ao dispor muitos dividendos
Basta por os atributos evidentes
Chega à hora e ela beija a amiga à frente
Agora peito para fora encolhe barriga para dentro

Fogo no gargalo, jogo não verbal
A atenção do clarão vem com intenção de afirma-lo
Potencial limpeza e ela pensa em aborda-lo
Com firmeza e bué moral, tem a presença dum cavalo
Olhares já cruzam, vão na mesma direcção
Ela bebe uma mistura de inveja e admiração
De copos no ar trocam sinais
Ele convida para junto dele e tropas ocasionais

Roça lhe o rabo gigantesco
Ela sabe a grana do seu parentesco
Muita riqueza na mesa,
à grande e à francesa atrai
e tu vez o desprezo quando a despesa cai
Com a paca na mão dele ela ostenta o maço
Ele abanca na poltrola e ela senta no braço
Todos os dias a malta bebe é um reveillon
E enquanto ela espera com ansia de o ver no sheraton

Todos bronzeados e efusivos
Ela anda rodeada de adesivos
Só parolos e labregos, em controlos e arregos
Entre golos e mais golos que vão po-los a dar gregos
Bebe mais um shot é o rei dos morcegos
Doze são os bodes e hoje trouxe o mercedes
Sujeita quando ele beija lhe o pescoço, um convite
E ela não rejeita um pingo doce numa suite

Essa mão dada foi comprada
com gucci, com prada
Se ela pede e não parece nada
Ela amanhã amanhece com o teu brother (2x)

Pitas querem guito
Pitas querem guito
Pitas querem guito
Pitas querem guito (3x)

Pitas querem guito, sócios querem pito
Tudo subentendido não é preciso ser erudito
Esquece a moral ninguém a tem para a troca
Esquece o amor ideal senão a coisa fica choca
E ele não quer sequer pensar em ir por aí
Quer ir por outro lado deitado na horizontal
Anel de noivado e ela bateu mal
De pau feito foi rasgado o acordo pré-nupcial

Pitas querem, podem, fazem e acontecem
Ferem, fodem e quase nunca esquecem
Manos pensam com a pila fingem quase não ver nada
Conta bancária dança, leva uma lambada
Felizes para sempre enquanto houver dinheiro e tusa
ela usa e ele abusa, compra mais uma blusa
Trata do troféu enquanto o tempo permite
Se a idade não perdoa ele logo admite

Essa mão dada foi comprada
com gucci, com prada
Se ela pede e não parece nada
Ela amanhã amanhece com o teu brother (2x)

Pitas querem guito
Pitas querem guito
Pitas querem guito
Pitas querem guito (3x)



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Sábado, 05.04.14

 

 

Letra

 

REGULA
Se a mulher é um vício baby
Eu juro, faço qualquer sacrifício baby
Tenho aquela chama toda para po-la toda acesa o resto é fogo de artifício baby
Quando o momento é propício baby
Nós voltamos sempre ao início baby
Desfecho acontece e os textos que aparecem nas sms dizem:” miss you baby”

CARLÃO
Ela é morena, tesuda
Serena mas raçuda
Abre caminho e quando passa à frente o vento muda
Parece que plana no nosso plano
Mas emana um cheiro profano

HOOK
Elas querem, vício
Quero leva-la, para a cama (2x)


CARLÃO
Ela é passado e futuro, aqui agora
Ela é carne, é terra e o mundo racha quando chora
Ela faz-te beijar, o chão que pisa
À procura de migalhas, o coração voa na brisa

REGULA
Por isso eu, quero levá-la para longe
Viver loucuras e depois dizer grava o dia de hoje
E se por acaso ficares com ele a próxima vez quando nos virmos lembra-te como se passa um dia a dois
Ya, eu nunca me esqueci como tu danças
E acredita vamos parecer duas crianças
No dia em que eu comprar as duas alianças
E fazer de acreditar que a vida ainda tem mudanças
Vamos embora amor caga no outro
Fuck it baby, tatua Tiago no corpo
E agora de uma maneira ou de outra na tua intimidade vais ter sempre o diabo no corpo
Amor é tudo o que eu trago no corpo
Estás grávida dele eu pago o aborto
Mas se quiseres ter o puto também pago o comforto
E juro que sempre que estiveres em baixo, vou ajudar a compor-te
E juro que sempre que estiveres em baixo, vou ajudar a compor-te

HOOK
Elas querem, vício
Quero leva-la, para a cama (2x)
Elas querem, vício
Quero leva-la, para a cama (2x)



publicado por olhar para o mundo às 12:06 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Domingo, 30.03.14

5-30, novo grupo do hip hop nacional, edita primeiro álbum

Os músicos Fred Ferreira, Carlos Nobre e Regula juntaram-se para formar os 5-30, um novo grupo do hip hop português, que edita, na segunda-feira, o álbum de estreia, homónimo.

 

Fred Ferreira, baterista dos Orelha Negra e dos Buraka Som Sistema, deu o primeiro passo para a criação deste novo grupo, como contou à agência Lusa: "Queria experimentar fazer músicas para o Carlão voltar a cantar. Queria um disco com ele, tinha saudades de o ouvir".

 

Carlão é Carlos Nobre, fundador dos Da Weasel, que criou o projeto Algodão, depois do fim daquela banda. A ele, em 5-30, junta-se o MC (mestre de cerimónias) Regula, com quem Fred já tinha trabalhado.

 

5-30, que prosaicamente se refere ao número da porta do estúdio onde o disco foi feito, tem aqueles três músicos no núcleo duro, mas no álbum estreia entram ainda outros convidados, como Sam The Kid, Mel Hebers e Richie Campbell.

 

O álbum, onde há referências a mulheres, sexo, drogas e ambientes do mundo da noite, levou Fred Ferreira a trocar a bateria por instrumentos eletrónicos: "Ganhei alguma coragem, dediquei muito tempo de estudo para mexer bem nas máquinas", juntando "beats" e ritmos. Ritmos que foi criando.

 

O comunicado de imprensa da editora que os anuncia, refere que o álbum "5-30" é "um disco de agora", no panorama do hip hop português.

 

Fred Ferreira agradece o elogio, mas sublinha que "o hip hop português está [há algum tempo] numa forma muito boa, como se calhar nunca esteve". "Só quis tentar fazer músicas de que gostasse", rematou.

 

O novo trio deverá anunciar para maio os primeiros concertos de apresentação de "5-30", que inclui canções como Chegou a hora", "Vício", "Pitas querem guito" e "Já estive aqui".

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 28.02.14

Carlão (ex-Da Weasel), Fred (Orelha Negra) e Regula reunidos em novo projeto

Carlão (ex-Da Weasel), Fred (Orelha Negra) e Regula deram hoje a conhecer o seu novo projeto comum, 5-30, cujo álbum de estreia chega às lojas a 31 de março.

 

O registo, descrito pelo trio como “um disco de agora”, conta com as participações de Sam The Kid, Richie Campbell, Alexandre Bernardo, Diogo Santos, Mel Hebers, Here’s Johnny, Holly-Hood, Sara Badalo e V-Unik.

 

Sobre o processo de gravação, é-nos revelado: “Fred sentou-se em estúdio. Mas não em frente da sua bateria. Focou no digital e atirou-se à composição de músicas que, na sua mente, fossem a viagem de uma noite. Os altos e baixos. Os momentos, imperfeições e glórias traduzidos em música. A palavra que lhe faltava pediu a um amigo: Carlão. Habituados a experimentar, consumidores compulsivos de música, o som resultou em sofisticação hip-hop, que saiu da porta e percorreu o corredor até à outra porta ao lado: Regula. Ligação direta à escola da rua, do bairro. Entre amigos partilharam os primeiros episódios e traçaram o rumo para uma viagem de palavras e sons de dias e noites intermináveis. Juntos foram empurrando o relógio até ao ambiente musical mais noturno que se escutou nos últimos tempos. É o beat pelo beat. É a rima pela rima. É a melodia pela melodia. A verdade rimada nos olhos uns dos outros”.

 

“Mais do que o hip-hop, a música portuguesa muda com 5-30”, dita ainda o comunicado.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 27.02.14

 

 

Letra

 

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

Pita que pariu, pai deu de fuga
Quem te vê e viu, sempre trombuda
O tempo fugiu e não te sorriu
A distância fez me perceber
Como por dentro és feia
Fez me perceber como o destino premeia
Quem acredita acredita sempre até ao fim
Não és tudo, não podes ser 
mais que nada para mim
E não te preocupes tanto comigo
Falta te o jeito, não tens o direito
eu não te aceito, por isso pára

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

Mas se tu acreditasses hoje eramos papás
Agora tás a ver onde tu tás
Só consegues ver um bec' dum gajo
Eu bem te disse eu não quero que tu bazes
Onde queres que tu vás, 
tu vais e vens e vês o mesmo rapaz
A minha gang é só da street sick
Ya eu tenho uma click ? eu e o big shit e mais 25
Trigo limpo, quem me dera que fico rico
Não vês estas cenas todas à espera de picnic-nic
Agora faz umas cenas à espera noutro lick deep
Tenho memórias deste ?
Conto te histórias e tu nem abres o bico bitch
Nadar com os tubarões, big fish
A guinada muda agora pois weed shit
A passar para as prisões para o meu peeps
Old School a partir prego dance kick street
Tantas horas a andar de skate switch kick flip

O momento é agora (2-14-5-30) (3x)

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

 

 

5-30 / "Chegou a Hora"
Música: Fred / Letra: Carlos Pac Nobre & Regula

Link iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/che...
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Album 31 de Março



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