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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Sons da Cidade / Coimbra Património Mundial

Para assinalar o 2.º aniversário da inscrição da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia como Património Mundial da UNESCO, a Lusa Atenas irá receber dois dias de Sons da Cidade.

Sons da Cidade, na sua segunda edição, propõe que se crie uma trilha sonora pela cidade, ancorada na certeza de que escutar é uma forma de conhecer (para que não haja qualquer dúvida). No centro das atenções estará, naturalmente, a riqueza e diversidade da dimensão imaterial do património, com especial destaque para as Repúblicas de Estudantes e para a Língua Portuguesa. “Amplificando a vida quotidiana da Cidade, as suas atividades e hábitos, as múltiplas experiências e memórias, os Sons da Cidade projetam − através das vozes dos seus habitantes, dos que estão de passagem e dos que vêm respondendo com generosidade ao nosso chamamento − as expectativas acerca do futuro“.

O programa desta iniciativa tem início a 20 de junho, às 15h00, com uma sessão no Museu Académico, dedicada ao Património Mundial Imaterial. Contará com a participação dos representantes de duas expressões culturais património da Humanidade: Sara Pereira, diretora do Museu do Fado (inscrito na lista em 2011) e Paulo Lima, diretor do Cante (o Cante alentejano foi inscrito em 2014). Será igualmente abordada a diferença entre Património Material e Património Imaterial, pela voz da secretária executiva da Comissão Nacional da UNESCO, Rita Brasil de Brito. Atentando na dimensão imaterial do património, a 2.ª edição do Sons da Cidade 2015 detém-se particularmente na voz. A voz é (também) instrumento de som, indubitavelmente e pode ser um instrumento sem par, pois tem sempre uma identidade única e intransmissível. Da rebeldia à poesia, do grito ao rumor, entre a valorização e a subestimação, é de vozes dissonantes que vivem as Repúblicas de Estudantes de Coimbra. Património Imaterial da Humanidade, na Candidatura de Coimbra, Alta e Sofia, importa atentar nelas: dar-lhes o tempo e o espaço para se escutar e sentir a vibração das suas vozes. Seguindo sempre os passos e as indicações do Guarda Chaves, desde a Alta (Couraça dos Apóstolos) até à Baixa (Rua Joaquim António de Aguiar), contar-se-á com a participação ativa de oito Repúblicas – República dos Galifões; Real República Rás-te-parta; Républica dos Kuarenta; República dos Bacos; Real República Rápo-Taxo; Real República dos Kágados; República Pra-Kys-Tão; Real República Bota Abaixo. Um mundo e caminho que se ainda não conhece, merece a pena dar o seu tempo a descobri-lo.

Eis o programa detalhado destes três dia de voz de uma cidade:

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