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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

07 Out, 2015

Slow J - Pai Eu

 

 

Letra

 

Intro]

Sempre que a
Caneta cai, o vento vai
Dizendo sai tinta sai
Sai cigarro e vai a vida num momento
Bye é o pensamento
Pensa lento
Sente o sentimento dentro
Grita ‘tás dormente

[Chorus 1]

Pai eu
’Tou cansado e vou lançado
Eu sou mal pago e tou passado
Eu vou lançar um som que é quem
Eu sou

E eu sou
O som do Sado em tom de amargo
O flow do mar por onde eu nado
Eu sou quem diz ao karma quem 
Eu sou

[Verse 1]
Não isto não pode ser poesia
Não foi escrito nem revisto numa academia
Digo, antes de julgares dá um passo atrás
E pergunto só o que é que Bocage diria

Em dias melhores
Quando vias melhores vias

Mas eu sinto logo penso e dou um passo atrás
E pergunto só o que é que Bocage faria


E pergunto só o porque é que
Se neste mundo vês um leque
De respostas numa track
Não apostas num musseque 
Se o miúdo, tem fat flow. 
Eu sei quem é que sou 
E agora eu sei pa onde é que vou

Mano eu sou uma dor no peito
Um batimento atroz 
Num temperamento quente e mais veloz
Eu sou a sombra que matou a culpa numa luta a sós
Pa hoje eu ser a voz dos meus avós. Nós

Fomos mais
Somos mais
Toca os tambores
Acorda os teus pais
A vida e as dores
A sina e os sinais
Vida deu flores a quem as
Plantou mais
A sina é um sintoma
Na zona, vi lisboa
Em coma, bro eu vi
America a mais
Mais longe do que a sombra 
Da replica, a força
Da metrica afecta
Quem ouve os sinais

Nós
Somos mais
Somos mais
X4

[Chorus 2]

[Verse 2]

Não isto não pode ser poesia
Não foi escrito nem revisto numa academia
Neste mundo sem o sam o que é que eu seria
Same book same pen mesma terapia

Sem truques
Nem luzes
Nunca mudes
Ou nunca julgues
Porque chegaram os miúdos
Do bom bap
A nota deu o berro
Acorda o teu velho

Acorda o teu velho
A nota deu o berro  
Não é a tua bota que eu quero
Aborta o teu ego

Porque é que tudo o que fazes e sentes
São fases, só meros pormenores

Se a partir do momento em que 
Sabes que já sabes quem és, tu morres

[Chorus 3]

[End]

 

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