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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Noite... fosse eu um brilho teu
Que brilhando brilhasse, p'ra iluminar teu céu
Noite... sou só um triste olhar
Que se perde nos olhos de quem me quer olhar

Leves vultos sorrateiros
Nas esquinas, nos umbrais
Seguem-me uns olhos matreiros
Agudos como punhais
Troco um olhar pesaroso
Cruzado entre os demais
Com olhos presos a um corpo
Que se aquece entre jornais

Na viela ainda ecoa
Um timbre rouco, magoado
Só á noite é que Lisboa
Enrouquece a voz, num fado
Uma porta que se abre
Outra fecha-se num estrondo
Uma ameaça velada
Num olhar frio e medonho

As montras escurecidas
Por trás das grades cerradas
As vidas prendem-se às vidas
Com grades insuspeitadas
Um pombo levanta e voa
Com meus passos, assustado
Só á noite é que Lisboa
Enrouquece a voz, num fado

 

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