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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Corpo a corpo
Cara a cara
Num banco de jardim
Nesta valsa, quebro a asa.
Um homem não morre assim.

Passo a passo
Boca a boca
Corpos que se pedem (úúú)
Dão as mão vão para casa
É a vontade que nos leva

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Fomos tempo e esperança
Em tudo o que se quis
Somos pele nesta dança
Mais forte do que raízes
Viajamos sem destino
Para um lugar qualquer
Cumprimos o prometido
Somos o que vida quer

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Se acaso for tarde
Pode ser amanhã
Corpos cansados
Sobre o divã
Fazem promessas
De amor para sempre
Matam a dor,
Libertam a mente

Lá lá lá lárara la la lá larara

Vamos descobrir o mundo
Ter silêncios e prazer
Somos a soma de tudo
Somos o que acontecer

Se a lua quiser juntar-se a nós
e as sombras das ruas estiverem sós
Se alguém passar
e perguntar por mim
Conta-lhes o que eu vivi

Se acaso for tarde
Pode ser amanhã
Corpos cansados
Sobre o divã
Fazem promessas
De amor para sempre
Matam a dor,
Libertam a mente

La ra ra lááá lá lára lá lá

 

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