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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Novo concerto da Boémia Vadia em Almada

 

A Boémia Vadia está numa série de concertos de promoção ao single “Humanofobia”, tema de apresentação daquele que é o EP de estreia da banda, a ser editado pela Music In My Soul. Depois do showcase na FNAC de Almada, os músicos vão atuar no Teatro Extremo já no próximo sábado, dia 23 de maio, às 22h00.

 

A Boémia Vadia nasceu em janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.

 

Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.

 

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

 

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.

 

 

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