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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Se eu um dia não voltar 
Desenha o meu nome no chão 
Pede um desejo ás ondas do mar 
E guarda na tua mão 
Sempre que a noite vier, quando nao houver luar 
Dá o desejo a uma onda qualquer e pede-lhe para eu voltar 

Trago o destino das águas 
No aguardar dos rochedos 
Dizem que o tempo á que apaga as máguas 
Quem será que apaga os medos? 

O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 
O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 

E se depois eu vier 
Foi porque o mar te escutou 
Deixa os sorrisos correrem pela praia 
Que o temporal acabou 
E havemos nós de fazer 
Se a sorte está decidida 
As mãos que nos teem presos a morte 
São de quem nos prende à vida 

Trago um coral de ansiedades 
Por te querer saber deitada 
Maior que a dor que vem nas tempestades 
Ter de esperar pela chegada 

O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 
O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 

Vou embalado pelo vento 
Ando sem hora marcada 
Na barca anda um lamento 
Que nem eu sei de onde vem 
Andam rezas pela praia 
A aguardar pela chegada 
Faz-se o destino cinzento 
Sempre que a barca não vem 
De ninguem... de ninguem... 

O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 
O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar 
O mar não e de ninguem 
Ninguem e dono do mar 
Nem aqueles que la sabem navegar

 

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