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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Mísia leva «Delikatessen Café Concerto» à América do Sul

Mísia inicia esta semana uma digressão pela América do Sul de apresentação do seu mais recente álbum, “Delikatessen Café Concerto”, editado no final do ano passado.

 

O disco é “um menu de canções” que inclui dois fados, disse Mísia à Lusa em outubro passado, quando o álbum foi lançado, qualificando-o como “um milagre”, graças ao apoio conseguido através do Facebook.

 

Na próxima quinta-feira Mísia atua no Teatro Nescafé das Artes, em Santiago do Chile, e no sábado no Teatro Coliseo, em Buenos Aires, sendo a segunda vez na sua carreira que atua nesta sala. Esta digressão, salientou à Lusa a intérprete, é um regresso a cidades onde já atuou, por exemplo, a primeira vez que cantou na Argentina foi em 2005. Nos dias 20 e 21, acompanhada ao piano pelo maestro Fabrizio Romano, com o qual gravou o disco, Mísia canta no SESC Vila Mariana, em S. Paulo, no Brasil.

 

Mísia definiu este álbum como “um disco de interior de cabaret, que nasceu num momento de medo da crise e dos resultados da crise”. O disco inclui apenas um tema inédito, “Rasto do infinito”, de Tiago Torres da Silva e Miguel Ramos, e várias canções, em espanhol, francês e português, como “Agua que nos has de beber”, que Sara Montiel interpretou no filme “La Violetera” (1958), e “Chanson d’Hélene”, originalmente interpretada por Romy Schneider e Michel Piccoli, no filme “Les choses de la vie” (1970).

 

“Delikatessen Café Concerto”, cujo alinhamento inclui “Estación de Rossio”, canção que Juanita Cuenca interpretou como “atração internacional” na revista “Agora é que são elas”, que esteve em cena no Teatro Capitólio, em Lisboa, em 1953, é editado este mês na América Latina pela Acqua.

 

Natural do Porto, Mísia estreou-se discograficamente em 1991, com um álbum em que gravou temas de Frederico de Brito, José Niza, José Carlos Ary dos Santos e Carlos Paião, entre outros. Ao longo da carreira a intérprete tem recebido várias distinções, entre as quais o Prémio Charles Cros, da Academia francesa do Disco, e o Prémio Internacional da Fundação Amália Rodrigues.

 

retirado do Sapo Música

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