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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Maneiras de ser
(Contrariedades)

Às vezes gritas quando às vezes falas
Em dias cinza em falta com o nada.
Ensaias actos e lutas com os factos,
Importas ira mas culpas a sina.

Dizes tudo, ou finges e não dizes nada,
Comentas que silêncio é praga,
Fazes a cabeça em água,
Insistes em manter a calma.

Sem ver que fazes sem querer
Sem crer que tentas não ver
Apontas e dás a culpa
Em mil desejos de ter
Contariedades que juntas
Mil maneiras de ser

Às vezes brincas, outras vezes choras
Moes bem lá dentro, outras jogas fora
Mandas para a frente, mas vais ao contrário
Erras sem medo e sem mostrar o fraco

Dizes tudo ou finges e não dizes nada
Comentas que silêncio é praga
Fazes a cabeça em água
Insistes em manter a calma

Sem ver que fazes sem querer
Sem crer que tentas não ver
Apontas e dás a culpa
Em mil desejos de ter
Contariedades que juntas
Mil maneiras de ser

Foges, gritas, ficas mudo
E tudo tem um sumo sem sabor
Fazes parte, pões-te á parte
És gelo e calor.

Sem ver que fazes sem querer
Sem crer que tentas não ver
Apontas e dás a culpa
Em mil desejos de ter
Contariedades que juntas
Mil maneiras de ser

 

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