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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Inspira, lembra outro tempo

Em veloz segredo, envolto de passado

O vazio atento, trazido pelo vento gelado

 

No tempo da magia assim olhava o céu

Corria livremente pela selva sob um véu

Corpo tatuado, um rosto molhado

 

Uma pluma que cai

 

Perfeita melancolia

Na sombra de um xamã

Latente, adormecida

Escondida na manhã ausente

Revelando o seu segredo

Num totem de serpente

 

Gritos de traição, numa aclamação

Um secreto leito para o perdão imperfeito

Viagem perdida, lenda esquecida

O cacau bebido, entre a fénix renascido

 

No templo da magia assim olhava o céu

Na selva sob um véu

Corpo tatuado, um rosto molhado

 

Letra: Ana Sírius

Música: Miguel Maat

 

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