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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 
Eu canto a luz está no fundo lá longe mas quase perto há anos
é um oásis que entendemos que é real por nos dizerem que é mar
o fogo queima como a fome te mata e o tempo é real
as coisas que nos dizem vão sempre, mas sempre acabar no mal
vamos chorar, levantar e refratar
é tempo de acordar!
 
Dá-me o que é meu
nunca pedi para ter apoio teu
fiz-me ao mar 
nunca estive um dia sem trabalhar
 
Ainda vai chegar o dia em que tudo vai mudar
estaremos no campo dos mártires a cultivar
teremos tempo de olhar para trás,
pensar no que é um cêntimo e se a crise foi real
 
Só um momento dá para entender que um ciclo
não é um circulo sem tempo, onde nunca há um final
 
Estaremos juntos, todos de preto
se um animal que hoje é banal nos deixar mal
 
Não temos água para o jantar?
Não temos terra para cultivar?
Não temos tempo? O sol é um elemento
O mar é o mar, não há local para comparar
O vento? O vento não é um lamento
 
Do sudoeste ao oeste o vento paira no ar
porque é que eu hei-de votar?
Não sei, não quero pensar
cansados..... cansados do mesmo!
 
E o turismo?
O azeite e o vinho?
O Zé Povinho?
O galo a cantar?
O Alentejo é terra!
A pesca, o sol e o mar!
 
SOMA-TE!
SOMA-TE!

 

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